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Curtinhas: O run and gun de San Antonio

Eles também sabem fazer outra coisa...

O run and gun de San Antonio

Havia uma época, há um tempo atrás, que o San Antonio Spurs era conhecido como uma equipe chata, pouco empolgante. Isso, no entanto, parece ter mudado esse ano com a chegada de jogadores como Richard Jefferson e Antonio McDyess. A média de pontos da equipe atualmente é de 102, quase cinco pontos a mais do que na temporada passada e dez pontos à frente da equipe vencedora em 1998-1999.

“Eles adicionaram algumas armas”, disse o técnico Rick Carlisle, do Dallas Mavericks. O armador do Mavs, Jason Kidd, também comentou essa novidade em San Antonio. “Eles têm caras que podem colocar a bola na cesta”, disse. “Pop sabe como fazer ajustes com as peças do quebra-cabeça que ele tem”, completou.

O run and gun de San Antonio tem dado certo, especialmente com a característica do elenco de se adaptar aos diversos estilos de jogo. “Temos excelentes pontuadores, não há a necessidade de ficar procurando por alguém que vá converter o arremesso”, disse o ala Richard Jefferson, que anotou sua melhor marca da temporada justamente contra o Mavs – 29 pontos.

Manu prefere começar no banco

Manu Ginobili - San Antonio SpursNa única vez que o argentino Manu Ginobili entrou em quadra como titular na temporada, no dia 18 de novembro de 2009, ele se machucou e acabou ficando de fora de cinco jogos. Coincidentemente, o adversário na oportunidade era o Dallas Mavericks, o mesmo desta noite.

“Acho que aquela foi minha única titularidade dos últimos anos, e provavelmente a última”, brincou o jogador.

O argentino se sente mais confortável vindo do banco; se acostumou a entrar durante as partidas e decidir os jogos. “Agora eu falo para o Pop – deixa que o George [Hill] começa [os jogos]. Quero ficar no banco”, declarou Manu.

Mason apoia David Stern

Roger Mason - San Antonio SpursO ala Roger Mason Jr., ex-Washington Wizards, já havia condenado na semana passada a atitude de Gilbert Arenas em guardar armas no vestiário do Verizon Center, em Washington. Nessa semana, o jogador voltou a ‘atacar’ Arenas e apoiou a decisão de David Stern em suspender o ‘Agente Zero’ por tempo indeterminado.

Na oportunidade, Stern afirmou que o polêmico armador não estava apto a entrar em uma quadra na NBA. Mason concordou: “Essas palavras do comissário falam por si só”, disse. “Ninguém quer ver um companheiro suspenso, ninguém quer ver um jogador perder dinheiro, mas era algo necessário”, completou.

Gripe de Ginobili é página virada

A gripe que pegou o argentino Manu Ginobili de jeito nas viagens para Toronto e Washington parece ter ido embora. No duelo na última quarta-feira, diante do Detroit Pistons, o jogador roubou bolas e foi eficiente como sempre para a equipe.

“Me senti bem. Parecia que eu tinha mais energia”, disse. “É muito bom ver o time jogando como se fosse nos playoffs, especialmente no último período”, completou. “Os últimos três jogos foram muito difíceis para mim, mas agora minha energia voltou. Me sinto realmente bem!”, garantiu Manu.

Finley voltará em poucos dias

O ala Michael Finley, que sofreu um entorse no tornozelo esquerdo e perdeu os últimos 13 jogos do San Antonio Spurs, já voltou a treinar e deverá estar pronto para jogar em uma ou duas semanas. O veterano se machucou no último dia 5 de dezembro, em partida diante do Denver Nuggets.

Hairston continuará em San Antonio

A última quarta-feira foi muito importante para o ala reserva Malik Hairston. Ele teve seu contrato garantido e deverá continuar com a equipe até o final da temporada. O atleta receberá uma quantia anual de US$ 736,420.

Gilbert Arenas é um infeliz!

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Olha aí o Arenas atirando para todos os lados...

Nenhuma palavra se encaixa melhor a Gilbert Arenas do que ‘Infeliz’! Que ele é polêmico, nós já estamos cansados de saber; que ultimamente ele vem sendo mais notado pelo seu comportamento esdrúxulo fora de quadra do que pelo seu jogo com a camisa do Washington Wizards, também. Arenas é aquele cara que viu a fama aparecer repentinamente e acabou se perdendo nela; afinal, é muito mais fácil sair por aí esbanjando e exibindo armas (?) do que jogar basquete.

Acho que a essa altura todos já devem estar sabendo da sua história envolvendo armas no vestiário do Wizards. Para quem não sabe, no entanto, vou dar uma pequena resumida. Num belo dia, mais especificamente no Natal (olha que data propícia), a NBA tomou conhecimento que o armador guardava armas no seu vestiário do Verizon Center. Como se não bastasse, fontes ligadas à equipe da capital disseram que ele chegou a apontar uma dessas pistolas para o companheiro Javaris Crittenton.

A verdade é que ninguém sabe ao certo o que aconteceu, nem o próprio Arenas. Primeiro, ele disse que o armamento estava ali para ficar longe do alcance de sua filha em casa. Depois, ele se desmentiu e afirmou que tudo era uma grande brincadeira com seus companheiros [roleta russa, será?]. Há quem diga que ele apontou a pistola [sem duplo sentido, por favor] para o Crittenton com objetivo de cobrar uma aposta de 24 mil dólares [super quantia para quem ganha US$ 16 mi por ano]. Ninguém confirmou essa versão, é verdade, mas do jeito que o ‘Agente Zero’ tem um parafuso a menos, eu não duvido nada.

Como já era de se esperar, ele foi ouvido por autoridades de Washington e deve ter levado uma comida daquelas de todo mundo ao seu redor. Assim, ele foi à imprensa e pediu desculpas, como qualquer ser humano em estado normal faria. Todavia, Arenas comprovou a tese de que esportistas em geral [90%] têm m…. na cabeça. Ontem, na vitória de sua equipe diante do Philadelphia 76ers, o jogador comemorou com seus companheiros fazendo gestos como se estivesse atirando [vide foto].

Particularmente, eu não tenho nada contra isso, até acho bem legal quando os jogadores de futebol comemoram de maneiras malucas após marcar um gol. Mas espera um pouco… o cara está sendo julgado pelas autoridades por portar armas dentro do vestiário [o que é ilegal] e sabia que o David Stern estava por um fio de suspendê-lo eternamente da NBA para se ver livre desse Problema [sim, com P maiúsculo]. Mesmo assim ele me faz um gesto desses? Ou ele está pouco se importando em jogar basquete, já que encheu o bolso de dinheiro nos últimos anos, ou simplesmente se injuriou de levar sacolada atrás de sacolada no Wizards.

De qualquer maneira, Arenas foi suspenso hoje pelo David Stern por tempo indeterminado, o que quer dizer que ele provavelmente nem voltará a jogar nessa temporada. Isso, a grosso modo, significa que ele não irá atuar nem pelo Washington Wizards nem por qualquer outra equipe da NBA. Para piorar, o jogador vem se autopromovendo com bastante frequência no twitter – ferramenta mal vista pelos manda-chuvas da liga. Assim, esse montante de coisas me leva a uma única conclusão: além de infeliz, o Arenas é burro!

Clippers vence clássico no Staples Center

Baron Davis está rindo à toa...

Quem esperava uma vitória do Los Angeles Lakers pra cima do ‘primo pobre’ da cidade caiu do cavalo. O Clippers foi bem melhor em quadra e colocou os favoritos ao título para dançar no último período. O placar final foi 102 a 91 para os ‘donos da casa’. A vitória ainda marcou a primeira do Clippers pra cima do Lakers desde o dia 12 de abril de 2007; ou seja, há quase três anos não víamos algo como isso.

O triunfo ainda coroou a boa fase dos comandados de Mike Dunleavy, que venceram quatro dos últimos cinco embates. Como eu chego em casa do trabalho por volta da meia noite, tenho acompanhado muitos jogos do Clippers e posso dizer que a equipe vem me surpreendendo positivamente até aqui. Estou ansioso para a estreia do calouro Blake Griffin, que deverá acontecer provavelmente no final de janeiro.

No jogo de hoje, mais uma vez a dupla Baron Davis e Chris Kaman deitou e rolou. Davis terminou a partida com 25 pontos e dez assistências, e Kaman contribuiu com 21 pontos e 14 rebotes. Quem carregou o piano foi o pivô Craig Smith, que foi fundamental com seus 12 pontos e seis rebotes. Pelo lado do Lakers, é impressionante a falta de padrão de jogo quando uma de suas estrelas está ausente. Sem Pau Gasol [contundido], todas as jogadas no último período foram concentradas em Kobe Bryant, que entrou faltando 6:07 no cronômetro e desperdiçou cinco chances consecutivas, tendo apenas um acerto nos arremessos de quadra – uma bandeja sem nenhum obstáculo.

Bryant fez uma boa partida, é verdade; anotou 33 pontos e distribuiu oito assistências. A derrota, no entanto, expôs mais uma vez as deficiências do Lakers. O banco de reservas é sofrível, o elenco de apoio carece de outro homem que possa decidir os jogos quando Kobe está num mau dia [no caso, num mau quarto]… Gasol faz falta, Artest não é esse homem de decisão e Odom muito menos. O resultado disso é bola na mão do #24 que ele resolve. Nem sempre isso dá certo. Se observarmos atentos o último período, veremos que Kobe Bryant foi isolado na maioria dos lances para decidir sozinho. Essa jogada, claro, é bem óbvia, tanto que foi neutralizada sem dificuldades.

O Clippers, por sua vez, vai de vento em popa em busca do oitavo lugar no oeste. Com a campanha atual, 16 vitórias e 18 derrotas, o time está em 12º na conferência. Os comandados de Mike Dunleavy estão há apenas três jogos atrás do oitavo colocado, o Oklahoma City Thunder (19-16). Contudo, a luta para conseguir um lugar ao sol deverá ser árdua. À frente do Clippers, figuram equipes boas como Memphis Grizzlies (17-17), New Orleans Hornets (17-16) e Utah Jazz (19-16). Atrás, ainda tem o interessante Sacramento Kings (14-20). Detalhe: todos, menos o Kings, estariam hoje classificados para os playoffs caso estivessem na Conferência Leste.

No melhor jogo da noite…

Quem manda comemorar antes da hora?

… o Boston Celtics arrancou uma vitória sensacional do Miami Heat. Num resumo breve, foi assim: O Heat ganhava com ligeira folga [seis pontos pelo que me recordo] até os minutos finais do quarto período. Com uma bolinha aqui e ali, o Boston utilizou sua experiência e acabou virando o jogo.

Bola vai, bola vem, a partida estava empatada com pouco mais de dois segundos no marcador. Na saída de bola, Ray Allen recebeu, mas escorregou ao tentar se livrar de Dwyane Wade. Esperto e veloz, o ala-armador roubou a laranjinha, saiu em disparada e enterrou convicto que tinha dado a vitória ao Heat.

Ledo engano! Com 0.6 no cronômetro, o Celtics pediu tempo. Doc Rivers arranjou uma jogada mirabolante na prancheta e a direcionou para Rajon Rondo. Pois é! O armador abriu espaço com o corta-luz e partiu para a ponte aérea [no melhor estilo Dwight Howard contra o Spurs], convertendo assim a cesta que levou o jogo para o tempo-extra.

No final, Ray Allen e companhia foram superiores e venceram o duelo por 102 a 106. Abaixo, você pode ver os melhores lances da partida. Incrível como a temporada já conseguiu proporcionar ótimos lances em menos de três meses.

Melhores do Mês – Dezembro

Olá amigos e leitores do Spurs Brasil. Mais um mês de jogos se passou e nós, como de costume, elegemos o melhores de dezembro nas seguintes categorias: melhor time, melhor jogador e melhor jogador do San Antonio Spurs. Confira os vencedores:

Melhor Time: Cleveland Cavaliers

O melhor time do mês eleito por unanimidade pelos escritores do blog foi o Cleveland Cavaliers, que conseguiu um bom record no mês de 14 vitórias e apenas três derrotas. Como destaque, a vitória convincente contra o Los Angeles Lakers em pleno Staples Center e as duas vitórias consecutivas contra o Atlanta Hawks. Uma delas, inclusive, com uma cesta incrível de três pontos do brasileiro Anderson Varejão.

Melhor Jogador: Kobe Bryant

Kobe Bryant - Los Angeles Lakers

Quem levou o ‘prêmio’ de melhor jogador foi Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers. Em dezembro, o ala conseguiu médias de 31.3 pontos, 6.1 rebotes e 5.0 assistências. Ele venceu de forma apertada o astro LeBron James por quatro votos a três. Veja quem votou:

Kobe Bryant – Quatro votos (Lucas Pastore, Guilherme Kamus, Leonardo Sacco e Victor Moraes)

LeBron James – Três votos (Robson Massaki, Bruno Pongas e André Pastore)

Melhor Jogador do Spurs: Tim Duncan

Tim Duncan - San Antonio Spurs

Pelo segundo mês consecutivo, Tim Duncan foi escolhido como melhor do mês pela equipe Spurs Brasil. Ele obteve médias de 21.1 pontos, 9.7 rebotes e 1.9 tocos em apenas 31 minutos em quadra. Em novembro, ele havia vencido por unanimidade, mas neste mês ele contou com a concorrência do argentino Manu Ginobili. Veja os votos:

Tim Duncan – Seis votos (Robson Massaki, Glauber da Rocha, André Pastore, Victor Moraes, Leonardo Sacco e Guilherme Kamus)

Manu Ginobili – Dois votos (Bruno Pongas e Lucas Pastore)

É isso pessoal. Mês que vem voltamos com mais Melhores do Mês. Para ver os escolhidos de novembro, basta clicar aqui.

Gripe de Ginobili atinge resto do elenco

Gripe pegou Manu Ginobili de jeito... (AP Photo/Ann Heisenfelt)

A gripe que tirou o sono e provocou dores no argentino Manu Ginobili parece que está começando a se espalhar pelo restante do elenco do San Antonio Spurs. Alguns companheiros do ala reclamaram para o departamento médico alegando sintomas parecidos com os sentidos pelo argentino nos últimos dias, como dores de garganta e de cabeça.

Os principais afetados até aqui foram o ala-pivô Matt Bonner, que está machucado, e o ala Marcus Haislip, que pouco entra em quadra. No entanto, os técnicos têm se preocupado porque, além de Ginobili, o armador titular Tony Parker também estava pigarreando e tossindo após a derrota de ontem diante do Toronto Raptors.

“Eu vou descansar bastante e tentar dormir”, afirmou Manu. “Eu preciso dormir. Não sei que diabos está acontecendo, mas eu não tenho conseguido dormir bem”, reclamou. “Devo ver os médicos quando eu voltar para casa. Vai depender de como eu dormir e de como eu vou me sentir amanhã”, completou.

Matt Bonner disse que sua visita a Toronto, onde jogou suas duas primeiras temporadas, foi arruinada pela doença. “Eu tive febre e dor de garganta. Isso estragou minha visita, porque tudo o que fiz foi ficar na cama. É tudo culpa do Manu”, brincou. “Sentei perto dele outro dia e tenho certeza que peguei essa gripe por causa disso”, finalizou.

Essas brincadeiras geram um desconforto no argentino, que sabe que seus companheiros têm ficado doentes por sua causa. “O time basicamente está sofrendo por causa da gripe”, disse. “Todo mundo está me culpando porque eu fui o primeiro [a ficar enfermo]. Todos me culpam, mas nem eu sei como contraí isso”, completou.

Para Mason, conduta de Gilbert Arenas é inaceitável

O ala Roger Mason Jr jogou duas temporadas no Washington Wizards. Esse tempo foi suficiente para conhecer de perto o polêmico Gilbert Arenas.

Para Mason, o caso em que Arenas e o reserva Javaris Crittenton pegaram em armas antes de um treinamento em Washington foi pouco surpreendente. “Infelizmente, não estou surpreso”, disse o jogador. “E mais, estou muito desapontado para dizer a verdade. Por mais que todos sejamos humanos e cometemos erros, existem coisas que são inaceitáveis; essa é uma delas”, completou.

Mason, no entanto, considera o ex-companheiro uma grande pessoa e um legítimo brincalhão. Para ele, “não podemos querer apressar o julgamento. Em primeiro lugar, temos que esperar o processo se desdobrar. Se for comprovado que isso realmente aconteceu, aí eu direi que estou muito decepcionado”, finalizou.

Spurs (20-12) @ Raptors (17-18) – Na noite de Chris Bosh, Raptors liquida Spurs

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No jogo de hoje, Chris Bosh nem teve sua melhor noite da carreira diante dos mais de 18 mil torcedores que prestigiaram a vitória do Toronto Raptors sobre o San Antonio Spurs no Air Canada Centre. Foram 22 pontos, 15 rebotes e um aproveitamento apenas razoável nos tiros de quadra (10-24). Contudo, ao atingir a marca de 16 pontos, no meio do terceiro período, Bosh ultrapassou Vince Carter e se tornou o maior cestinha da história da equipe canadense com 9.420 pontos.

Bosh converte o arremesso que o transformou no maior cestinha da história do Air Canada Centre (Foto por Ron Turenne/NBAE via Getty Images)

Vamos ao jogo. San Antonio começou o duelo com um quinteto totalmente diferente do usual. Como novidades no time titular, tivemos o veterano Theo Ratliff e Antonio McDyess. Gregg Popovich optou por deixar Duncan no banco. “Ele jogou mais do que queríamos noite passada [contra o Washington Wizards]”, disse o treinador. “Assim, preferi usá-lo no final da partida do que no primeiro período. Geralmente nada acontece no primeiro quarto dos jogos da NBA”, completou.

Duncan tentou reagir, mas foi inútil... (Foto por Ron Turenne/NBAE via Getty Images)

Sem Duncan na equipe titular, os texanos se viram perdidos para bloquear o eficiente ataque canadense. Esse ritmo se deu até o final do primeiro tempo, quando os donos da casa desceram para o vestiário vencendo por 48 a 34. Na volta do descanso, San Antonio demorou a pegar no tranco, errou muitos ataques bobos e perdeu ótimas oportunidades para encostar no placar.

Foi somente no quarto período que os comandados de Gregg Popovich ameaçaram a tranquilidade de Chris Bosh e companhia. Liderados por Tim Duncan, o Spurs chegou a reduzir a vantagem para apenas dois pontos. Entretanto, a ofensiva foi insuficiente para conquistar a sexta vitória consecutiva. Apesar da boa defesa, que limitou o poderoso ataque do Toronto a menos de 100 pontos mesmo jogando dentro de seus domínios, San Antonio acusou o cansaço e perdeu a partida.

No apertado calendário de janeiro, os texanos voltam para casa e recebem na quarta-feira o irregular Detroit Pistons. O Toronto Raptors, por sua vez, segue em casa para receber o Orlando Magic, também na quarta.

Veja os melhores momentos da partida

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Tony Parker – 23 pontos e seis assistências

Tim Duncan – 21 pontos e 12 rebotes em 29 minutos

Richard Jefferson – 12 pontos

Toronto Raptors

Chris Bosh – 22 pontos e 15 rebotes

Jarrett Jack – 16 pontos e oito assistências

Andrea Bargnani – 15 pontos e oito rebotes

DeMar DeRozan – 11 pontos