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Curtinhas: O run and gun de San Antonio
O run and gun de San Antonio
“Eles adicionaram algumas armas”, disse o técnico Rick Carlisle, do Dallas Mavericks. O armador do Mavs, Jason Kidd, também comentou essa novidade em San Antonio. “Eles têm caras que podem colocar a bola na cesta”, disse. “Pop sabe como fazer ajustes com as peças do quebra-cabeça que ele tem”, completou.
O run and gun de San Antonio tem dado certo, especialmente com a característica do elenco de se adaptar aos diversos estilos de jogo. “Temos excelentes pontuadores, não há a necessidade de ficar procurando por alguém que vá converter o arremesso”, disse o ala Richard Jefferson, que anotou sua melhor marca da temporada justamente contra o Mavs – 29 pontos.
Manu prefere começar no banco
Na única vez que o argentino Manu Ginobili entrou em quadra como titular na temporada, no dia 18 de novembro de 2009, ele se machucou e acabou ficando de fora de cinco jogos. Coincidentemente, o adversário na oportunidade era o Dallas Mavericks, o mesmo desta noite.
“Acho que aquela foi minha única titularidade dos últimos anos, e provavelmente a última”, brincou o jogador.
O argentino se sente mais confortável vindo do banco; se acostumou a entrar durante as partidas e decidir os jogos. “Agora eu falo para o Pop – deixa que o George [Hill] começa [os jogos]. Quero ficar no banco”, declarou Manu.
Mason apoia David Stern
O ala Roger Mason Jr., ex-Washington Wizards, já havia condenado na semana passada a atitude de Gilbert Arenas em guardar armas no vestiário do Verizon Center, em Washington. Nessa semana, o jogador voltou a ‘atacar’ Arenas e apoiou a decisão de David Stern em suspender o ‘Agente Zero’ por tempo indeterminado.
Na oportunidade, Stern afirmou que o polêmico armador não estava apto a entrar em uma quadra na NBA. Mason concordou: “Essas palavras do comissário falam por si só”, disse. “Ninguém quer ver um companheiro suspenso, ninguém quer ver um jogador perder dinheiro, mas era algo necessário”, completou.
Gripe de Ginobili é página virada
A gripe que pegou o argentino Manu Ginobili de jeito nas viagens para Toronto e Washington parece ter ido embora. No duelo na última quarta-feira, diante do Detroit Pistons, o jogador roubou bolas e foi eficiente como sempre para a equipe.
“Me senti bem. Parecia que eu tinha mais energia”, disse. “É muito bom ver o time jogando como se fosse nos playoffs, especialmente no último período”, completou. “Os últimos três jogos foram muito difíceis para mim, mas agora minha energia voltou. Me sinto realmente bem!”, garantiu Manu.
Finley voltará em poucos dias
O ala Michael Finley, que sofreu um entorse no tornozelo esquerdo e perdeu os últimos 13 jogos do San Antonio Spurs, já voltou a treinar e deverá estar pronto para jogar em uma ou duas semanas. O veterano se machucou no último dia 5 de dezembro, em partida diante do Denver Nuggets.
Hairston continuará em San Antonio
A última quarta-feira foi muito importante para o ala reserva Malik Hairston. Ele teve seu contrato garantido e deverá continuar com a equipe até o final da temporada. O atleta receberá uma quantia anual de US$ 736,420.
Melhores do Mês – Dezembro

Olá amigos e leitores do Spurs Brasil. Mais um mês de jogos se passou e nós, como de costume, elegemos o melhores de dezembro nas seguintes categorias: melhor time, melhor jogador e melhor jogador do San Antonio Spurs. Confira os vencedores:
Melhor Time: Cleveland Cavaliers

O melhor time do mês eleito por unanimidade pelos escritores do blog foi o Cleveland Cavaliers, que conseguiu um bom record no mês de 14 vitórias e apenas três derrotas. Como destaque, a vitória convincente contra o Los Angeles Lakers em pleno Staples Center e as duas vitórias consecutivas contra o Atlanta Hawks. Uma delas, inclusive, com uma cesta incrível de três pontos do brasileiro Anderson Varejão.
Melhor Jogador: Kobe Bryant

Quem levou o ‘prêmio’ de melhor jogador foi Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers. Em dezembro, o ala conseguiu médias de 31.3 pontos, 6.1 rebotes e 5.0 assistências. Ele venceu de forma apertada o astro LeBron James por quatro votos a três. Veja quem votou:
Kobe Bryant – Quatro votos (Lucas Pastore, Guilherme Kamus, Leonardo Sacco e Victor Moraes)
LeBron James – Três votos (Robson Massaki, Bruno Pongas e André Pastore)
Melhor Jogador do Spurs: Tim Duncan

Pelo segundo mês consecutivo, Tim Duncan foi escolhido como melhor do mês pela equipe Spurs Brasil. Ele obteve médias de 21.1 pontos, 9.7 rebotes e 1.9 tocos em apenas 31 minutos em quadra. Em novembro, ele havia vencido por unanimidade, mas neste mês ele contou com a concorrência do argentino Manu Ginobili. Veja os votos:
Tim Duncan – Seis votos (Robson Massaki, Glauber da Rocha, André Pastore, Victor Moraes, Leonardo Sacco e Guilherme Kamus)
Manu Ginobili – Dois votos (Bruno Pongas e Lucas Pastore)
É isso pessoal. Mês que vem voltamos com mais Melhores do Mês. Para ver os escolhidos de novembro, basta clicar aqui.
Gripe de Ginobili atinge resto do elenco
A gripe que tirou o sono e provocou dores no argentino Manu Ginobili parece que está começando a se espalhar pelo restante do elenco do San Antonio Spurs. Alguns companheiros do ala reclamaram para o departamento médico alegando sintomas parecidos com os sentidos pelo argentino nos últimos dias, como dores de garganta e de cabeça.
Os principais afetados até aqui foram o ala-pivô Matt Bonner, que está machucado, e o ala Marcus Haislip, que pouco entra em quadra. No entanto, os técnicos têm se preocupado porque, além de Ginobili, o armador titular Tony Parker também estava pigarreando e tossindo após a derrota de ontem diante do Toronto Raptors.
“Eu vou descansar bastante e tentar dormir”, afirmou Manu. “Eu preciso dormir. Não sei que diabos está acontecendo, mas eu não tenho conseguido dormir bem”, reclamou. “Devo ver os médicos quando eu voltar para casa. Vai depender de como eu dormir e de como eu vou me sentir amanhã”, completou.
Matt Bonner disse que sua visita a Toronto, onde jogou suas duas primeiras temporadas, foi arruinada pela doença. “Eu tive febre e dor de garganta. Isso estragou minha visita, porque tudo o que fiz foi ficar na cama. É tudo culpa do Manu”, brincou. “Sentei perto dele outro dia e tenho certeza que peguei essa gripe por causa disso”, finalizou.
Essas brincadeiras geram um desconforto no argentino, que sabe que seus companheiros têm ficado doentes por sua causa. “O time basicamente está sofrendo por causa da gripe”, disse. “Todo mundo está me culpando porque eu fui o primeiro [a ficar enfermo]. Todos me culpam, mas nem eu sei como contraí isso”, completou.
Para Mason, conduta de Gilbert Arenas é inaceitável
O ala Roger Mason Jr jogou duas temporadas no Washington Wizards. Esse tempo foi suficiente para conhecer de perto o polêmico Gilbert Arenas.
Para Mason, o caso em que Arenas e o reserva Javaris Crittenton pegaram em armas antes de um treinamento em Washington foi pouco surpreendente. “Infelizmente, não estou surpreso”, disse o jogador. “E mais, estou muito desapontado para dizer a verdade. Por mais que todos sejamos humanos e cometemos erros, existem coisas que são inaceitáveis; essa é uma delas”, completou.
Mason, no entanto, considera o ex-companheiro uma grande pessoa e um legítimo brincalhão. Para ele, “não podemos querer apressar o julgamento. Em primeiro lugar, temos que esperar o processo se desdobrar. Se for comprovado que isso realmente aconteceu, aí eu direi que estou muito decepcionado”, finalizou.
Spurs (20-12) @ Raptors (17-18) – Na noite de Chris Bosh, Raptors liquida Spurs
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No jogo de hoje, Chris Bosh nem teve sua melhor noite da carreira diante dos mais de 18 mil torcedores que prestigiaram a vitória do Toronto Raptors sobre o San Antonio Spurs no Air Canada Centre. Foram 22 pontos, 15 rebotes e um aproveitamento apenas razoável nos tiros de quadra (10-24). Contudo, ao atingir a marca de 16 pontos, no meio do terceiro período, Bosh ultrapassou Vince Carter e se tornou o maior cestinha da história da equipe canadense com 9.420 pontos.

Bosh converte o arremesso que o transformou no maior cestinha da história do Air Canada Centre (Foto por Ron Turenne/NBAE via Getty Images)
Vamos ao jogo. San Antonio começou o duelo com um quinteto totalmente diferente do usual. Como novidades no time titular, tivemos o veterano Theo Ratliff e Antonio McDyess. Gregg Popovich optou por deixar Duncan no banco. “Ele jogou mais do que queríamos noite passada [contra o Washington Wizards]”, disse o treinador. “Assim, preferi usá-lo no final da partida do que no primeiro período. Geralmente nada acontece no primeiro quarto dos jogos da NBA”, completou.
Sem Duncan na equipe titular, os texanos se viram perdidos para bloquear o eficiente ataque canadense. Esse ritmo se deu até o final do primeiro tempo, quando os donos da casa desceram para o vestiário vencendo por 48 a 34. Na volta do descanso, San Antonio demorou a pegar no tranco, errou muitos ataques bobos e perdeu ótimas oportunidades para encostar no placar.
Foi somente no quarto período que os comandados de Gregg Popovich ameaçaram a tranquilidade de Chris Bosh e companhia. Liderados por Tim Duncan, o Spurs chegou a reduzir a vantagem para apenas dois pontos. Entretanto, a ofensiva foi insuficiente para conquistar a sexta vitória consecutiva. Apesar da boa defesa, que limitou o poderoso ataque do Toronto a menos de 100 pontos mesmo jogando dentro de seus domínios, San Antonio acusou o cansaço e perdeu a partida.
No apertado calendário de janeiro, os texanos voltam para casa e recebem na quarta-feira o irregular Detroit Pistons. O Toronto Raptors, por sua vez, segue em casa para receber o Orlando Magic, também na quarta.
Veja os melhores momentos da partida
Destaques da Partida
San Antonio Spurs
Tony Parker – 23 pontos e seis assistências
Tim Duncan – 21 pontos e 12 rebotes em 29 minutos
Richard Jefferson – 12 pontos
Toronto Raptors
Chris Bosh – 22 pontos e 15 rebotes
Jarrett Jack – 16 pontos e oito assistências
Andrea Bargnani – 15 pontos e oito rebotes
DeMar DeRozan – 11 pontos











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