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Spurs (48-31) @ Nuggets (52-27) – Temporada Regular

San Antonio Spurs @ Denver Nuggets – Temporada Regular
Data: 10/04/2010
Horário: 22:00 (Horário de Brasília)
Local: Pepsi Center
Situação do Jogo
Perder em casa para o Memphis Grizzlies definitivamente não estava nos planos de Gregg Popovich. A derrota fez a fez o San Antonio Spurs cair para oitavo no Oeste. Para compensar, a equipe precisa vencer, fora de casa, o Denver Nuggets. Uma vitória hoje pode recolocar a equipe no sexto lugar da conferência.
Confrontos na temporada (1-2)
05/12/2009 – San Antonio Spurs 99 vs. 106 Denver Nuggets
Apesar das boas atuações de Tony Parker e Tim Duncan, o San Antonio Spurs, que liderou quase toda a partida, bobebou no fim e cedeu a virada no último quarto.
31/01/2010 – San Antonio Spurs 89 vs. 103 Denver Nuggets
Antes de partir rumo à Rodeo Trip, o San Antonio Spurs deixou um gosto amargo para sua torcida. Derrota em casa para o Denver Nuggets. Kenyon Martin e Chauncey Billups foram os destaques da equipe do Colorado, com 27 e 25 pontos respectivamente. Pelo Spurs, George Hill foi o cestinha, com 17 pontos.
11/02/2010 – San Antonio Spurs 111 @ 82 Denver Nuggets
Depois de duas derrotas em casa para o rival, uma inesperada vitória no Pepsi Center, principalmente pela larga vantagem. O brasileiro Nenê foi o cestinha do jogo com 20 pontos e ainda pegou nove rebotes. Pelo Spurs, Hill e Blair anotaram 17 pontos cada.
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PG – Garrett Temple/Tony Parker
SG – Manu Ginobili
SF – Richard Jefferson
PF – Tim Duncan
C – Antonio McDyess
Fique de Olho – Depois de recuperado de lesão, Tony Parker voltou a atuar, mas ainda como reserva. Hoje, as chances do francês voltar a ser titular são grandes.
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PG – Chauncey Billups
SG – Arron Afflalo
SF – Carmelo Anthony
PF – Nenê
C – Johan Petro
Fique de Olho – Desde que chegou a Denver, Chauncey Billups transformou a equipe de mera coadjuvante em playoffs para uma das favoritas ao título. O experiente armador sabe organizar uma equipe, defende bem e ainda tem um pergoso chute de longa distância. Parar Billups é fundamental para frear a equipe do Colorado.
Spurs (48-29) @ Kings (24-54) – Ainda dá para sonhar!

95X86
Na partida que marcou o retorno de Tony Parker à equipe após um mês se recuperando de uma fratura na mão, o San Antonio Spurs visitou o Sacramento Kings e conseguiu uma importante vitória na luta por vagas no “Oeste selvagem”.
Com a derrota do Oklahoma City Thunder para o Utah Jazz, no tempo-extra, a equipe texana agora ocupa a 6ª posição da conferência, e ainda sonha com a possibilidade de ficar entre os quatro primeiros para garantir o mando de quadra nos playoffs. Com duas vitórias a menos que Dallas Mavericks, Phoenix Suns e Denver Nuggets, o Spurs precisa vencer seus jogos e torcer contra essas franquias para subir na tabela.
A equipe entrou em quadra com uma surpresa entre os titulares. Garrett Temple, contratado após o fim do período de trocas, começou como titular na armação, com Manu Ginobili, Richard Jefferson, Tim Duncan e Antonio McDyess ao seu lado. E o camisa #2 não decepcionou. Conseguiu boas marcas de 15 pontos, três rebotes e quatro assistências nos 27 minutos que participou.
Parker voltou a entrar em quadra com a camisa do Spurs com o cronômetro marcando 5:13 minutos para o fim do primeiro quarto, e não começou muito bem. Errou os três primeiros arremessos que tentou e cometeu um desperdício de bola. Ao todo, o francês ficou 17 minutos em quadra e anotou oito pontos, três rebotes e duas assistências, além de perder a bola quatro vezes.
A equipe do Kings estava dando trabalho para os comandados de Gregg Popovich. Tyreke Evans e Donte Greene infernizaram a defesa texana e a equipe da Califórmia chegou a estar vencendo por seis pontos de vantagem, restando pouco mais de quatro minutos para o fim do segundo quarto.
Os donos da casa não deram folga para os visitantes. Mesmo com um time tecnicamente inferior, embalados pela sua torcida, a equipe se manteve na cola da equipe de San Antonio até o último período, quando não resistiu à superioridade adversária.
Com uma corrida de 12-0 a partir dos últimos cinco minutos, os visitantes abriram vantagem no marcador e não foram mais alcançados. No fim, prevaleceu o elenco mais qualificado e experiente e o grupo mais forte. Seis jogadores do Spurs sairam de quadra com pelo menos dez pontos.
Veja os melhores momentos da partida
Destaques da Partida
San Antonio Spurs
Richard Jefferson – 18 pontos e cinco rebotes
Manu Ginobili – 16 pontos e seis assistências
Garrett Temple – 15 pontos e quatro assistências
DeJuan Blair – 13 pontos e quatro rebotes
Antonio McDyess – 12 pontos e 11 rebotes
Tim Duncan – Dez pontos e dez rebotes
Tony Parker – Oito pontos, três rebotes, duas assistências e quatro desperdícios de bola em 17 minutos
Sacramento Kings
Tyreke Evans – 22 pontos, nove rebotes e seis assistências
Carl Landry – 20 pontos
Donte Greene – 12 pontos
Parker volta hoje contra o Kings
Boa notícia para o torcedor do San Antonio Spurs…
Depois de perder 16 jogos por conta de um dedo quebrado, o armador Tony Parker anunciou sua volta nesta terça-feira por intermédio do microblog Twitter. Ele entrará no lugar do também contundido George Hill, que torceu o tornozelo no último domingo na vitória diante do Los Angeles Lakers.
“Ele estará fora de forma por alguns dias, mas ele vai voltar. Em uma semana, mais ou menos, ele provavelmente já se sentirá bem”, garantiu o treinador Gregg Popovich.
Desta maneira, Parker deverá começar no banco nesta noite contra o Sacramento Kings, mas é presença certa durante o confronto.
Temos uma jóia em mãos

Quando o San Antonio Spurs selecionou o desconhecido George Hill na 26ª escolha do Draft de 2008, todos ficaram surpresos. A escolha chegou a ser criticada por muitos, principalmente porque a equipe deixou passar nomes mais conhecidos como Chris Douglas-Roberts e DeAndre Jordan. Mas quem conhecia o excelente trabalho que a franquia faz em recrutamentos estava tranquilo. Basta olhar o retrospecto: Manu Ginobili veio apenas na 57ª escolha, Tony Parker veio na 28ª, Luis Scola foi selecionado na 55ª, e Tiago Splitter na 28ª.
Procedente de uma uma universidade pouco tradicional, a IUPUI, do estado de Indiana, Hill não emplacou logo na primeira temporada na NBA. Como quase todos os novatos, sofreu com a irregularidade, mas demonstrou potencial quando precisou substituir Tony Parker – quando o francês deixou o time lesionado. Também impressionou Gregg Popovich, principalmente pela excelente capacidade defensiva que demonstrou.
Talvez ainda seja um pouco precipitado da minha parte fazer qualquer tipo de previsão, mas, depois de anos sofrendo com jogadores como Beno Udrih e Jacque Vaughn, hoje temos um armador reserva que tem tudo para ser melhor que o titular dentro de alguns anos. E eu explico.
Vejo a trajetória de Tony Parker e George Hill de maneira muito parecida. A diferença foi que Parker chegou e precisou já entrar como titular, sem muito tempo para se adaptar. A maturidade veio com o passar dos anos e hoje o francês tornou-se o que é.
Já Hill teve certo tempo para amadurecer antes de ser “jogado aos leões”. Porém, notem as semelhanças: tanto ele como Parker sofreram com a irregularidade do início na NBA. Foram sendo “podados” por Popovich para se adequarem à filosofia da equipe.
Agora as semelhanças no jogo. Tanto Parker como Hill são muito rápidos e infiltram muito bem. Não são grandes passadores e a maioria de suas assistências surgem após infiltrar e tocar para um dos pivôs em baixo da cesta ou encontrar um companheiro livre no perímetro.
O que me faz acreditar que Hill possa ser melhor que Parker são dois fatores. A defesa e o atleticismo. Claramente o jovem é melhor defensor que o francês. Parker nunca foi um primor na defesa, embora tenha melhorado nos últimos anos. Já Hill mostra-se um excelente defensor, com capacidade para melhorar ainda mais. Isso também graças à explosão física que ele tem. O camisa #3 é mais forte e mais atlético que o camisa #9.
Outra coisa que podemos levar em conta é a consistência do arremesso. A imensa maioria dos pontos de Parker saem nas infiltrações, algo que ele faz com maestria, por sinal. Nas últimas duas ou três temporadas, o armador desenvolveu um arremesso confiável de 2 pontos, mas continua pecando nos tiros atrás do arco. Já Hill tem os arremessos de 3 pontos como uma das chaves de seu jogo. São 39,8% de acerto nesta temporada. Ainda falta melhorar nos tiros de média distância, mas nada que mais um ou dois anos de treinamentos não resolvam.
Temos uma verdadeira jóia a ser lapidada. Em meio a tantos temores relacionadas a idade do elenco, é bom saber que temos em quem depositar nossas esperanças no futuro.
Os desgastantes 82 jogos

Caros leitores, antes de mais nada, eu gostaria de pedir desculpas a vocês pela minha ausência nesta coluna na semana passada. Como todos sabem, temos uma vida fora do blog e, infelizmente, não podemos nos dedicar exclusivamente a este espaço. Devido a alguns imprevistos, não tive o tempo necessário para elaborar meu texto, então peço desculpas a todos.
Mas, de volta ao universo da NBA, já há algum tempo estive refletindo sobre a extenuante rotina de jogos da NBA. São 82 jogos em um período que vai de novembro até, mais ou menos, o meio de abril. Isso só na temporada regular, fora os jogos dos playoffs, que podem somar outros 28, caso a equipe chegue à final disputando sete jogos em todas as séries.
Juntando isso ao grande número de viagens, já que os Estados Unidos possuem vasto território e com equipes espalhadas em diversas áreas, o resultado são as inúmeras lesões que os jogadores sofrem e a queda de rendimento das equipes, devido ao desgaste físico.
No caso do Spurs, temos vários exemplos. Tony Parker está fora até os playoffs devido devido a uma fratura na mão, mas chegou a perder alguns jogos da temporada com dores no pé e problemas no tornozelo. Manu Ginobili também; durante quase duas temporadas, sofreu com probelams nos tornozelos. Tim Duncan tem as dores no joelho que insistem em pertubá-lo. Isso sem falar de outros casos de jogadores que ficaram fora de algumas partidas desta temporada, como Roger Mason e Matt Bonner.
Pela NBA, temos outros exemplos. Talvez o mais claro seja o Portland TrailBlazers. Sem Greg Oden e Joel Przybilla, fora já há alguns meses, Travis Outlaw (que já foi trocado), Rudy Fernandez, Nicolas Batum e Brandon Roy já tiveram problemas físicos que os afastaram da equipe. Isso sem falar de outros casos históricos de jogadores que tiveram suas carreiras atrapalhadas pelas lesões, como Tracy McGrady e Grant Hill.
Perto dos 162 (!!!) jogos da MLB, liga de beisebol norte-americana, os 82 jogos da NBA parecem pouco, mas reparem que a NFL, liga de futebol americano, tem apenas 16 em sua temporada regular. Será que reduzir o número de jogos para 60, por exemplo, mudaria os classificados? Na minha opinião, não.
Basta olhar a tabela hoje e ver que os oito classificados já estão praticamente definidos, exceto a última vaga do Leste, e dificilmente grandes mudanças vão acontecer na tabela. Quem hoje está lá em cima, continuará lá em cima nos próximos jogos e também já estava lá em cima há dez jogos. Quem estava em baixo, a mesma coisa.
Sei que os interesses comerciais da liga são grandes, claro. Mais jogos geram mais pessoas nos ginásios, mais transmissões de TV, mais dinheiro… Mas nem sempre os interesses financeiros podem se sobressair sobre o espetáculo. Queremos ver nossos ídolos inteiros em quadra, e não nos departamentos médicos ou entrando em quadra em frangalhos.










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