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Spurs (49-31) @ Nuggets (52-28) – Que os playoffs venham logo!

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Uma vitória surpreendentemente tranquila. Assim podemos resumir a partida entre o San Antonio Spurs e Denver Nuggets. Dominando durante todo o jogo, os texanos venceram de maneira mais fácil que o esperado, mesmo jogando fora de casa, e voltaram a encher de esperanças seus torcedores para os playoffs. Mais uma vez, o conjunto foi a grande força da equipe. Sete jogadores deixaram a quadra com ao menos dez pontos anotados.

Chauncey Billups bem que tentou, mas o Denver Nuggets não foi páreo para o San Antonio Spurs. (AP Photo)

O Spurs repetiu o quinteto titular dos últimos jogos. Garrett Temple iniciando e Tony Parker vindo do banco, embora tenha atuado cerca de 30 minutos. No Denver Nuggets, destaque para a volta de Kenyon Martin à equipe.

Com o jogo iniciado, Tim Duncan mostrou que estava em um dia inspirado e que não daria moleza para o garrafão adversário. Durante a partida, limitou Kenyon Martin a apenas seis pontos e Nenê a apenas três, além de carregar o brasileiro em faltas, o que acarretou na exclusão do jogador no último quarto.

Parker voltou a atuar por 30 minutos. (Foto por Garrett W. Ellwood/NBAE via Getty Images)

O segundo período começou com os comandados de Gregg Popovich em pequena desvantagem. Mas, já no meio do período, os texanos recuperaram a ponta para não mais perdê-la. No intervalo, o placar era de 45 a 40.

Na volta dos vestiários, o Spurs manteve o Nuggets sob controle e seguiu na frente. Tim Duncan e Richard Jefferson lideravam a equipe, enquanto, do outro lado, Chauncey Billups fazia o que podia para manter o time do Colorado vivo no jogo.

Mas, no último quarto, não houve que fazer. Os visitantes enterraram de vez as esperanças dos anfitriões e ampliaram a vantagem para quase 20 pontos. A partir daí, os titulares passaram a ser poupados e os reservas mandados à quadra. Sem forças para reagir, o Denver Nuggets também poupou seus titulares e apenas aguardou o fim da partida com os suplentes atuando.

Agora uma breve análise. Depois de perder para o Phoenix Suns e ser derrotado de maneira decepcionante pelo Memphis Grizzlies, muitos colocaram em xeque o desempenho da equipe para os playoffs. A vitória de ontem volta a dar confiança para o elenco e para a torcida, visando a fase final. Em um período de 15 dias, o Spurs venceu Cavaliers, Lakers, Magic, Celtics e, agora, Nuggets, todos times considerados na briga pelo título. O que é realmente animador. Como torcedor, não vejo a hora de os playoffs chegarem para colocar esta equipe realmente à prova.

Veja abaixo os melhores momentos da partida:

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 18 pontos e dez rebotes

Richard Jefferson – 15 pontos e sete rebotes

Manu Ginobili – 15 pontos e sete assistências

DeJuan Blair – 12 pontos e oito rebotes

Tony Parker – 12 pontos e seis assistências em 30 minutos

Garrett Temple – 11 pontos e quatro rebotes

Matt Bonner – Dez pontos e três roubos de bola

Denver Nuggets

Chauncey Billups – 27 pontos

Carmelo Anthony – 19 pontos e cinco desperdícios de bola

J.R. Smith – 13 pontos

Nenê – Três pontos, dois rebotes e seis faltas em 32 minutos

Os desgastantes 82 jogos

Greg Oden fora da temporada. Cena comum...

Caros leitores, antes de mais nada, eu gostaria de pedir desculpas a vocês pela minha ausência nesta coluna na semana passada. Como todos sabem, temos uma vida fora do blog e, infelizmente, não podemos nos dedicar exclusivamente a este espaço. Devido a alguns imprevistos, não tive o tempo necessário para elaborar meu texto, então peço desculpas a todos.

Mas, de volta ao universo da NBA, já há algum tempo estive refletindo sobre a extenuante rotina de jogos da NBA. São 82 jogos em um período que vai de novembro até, mais ou menos, o meio de abril. Isso só na temporada regular, fora os jogos dos playoffs, que podem somar outros 28, caso a equipe chegue à final disputando sete jogos em todas as séries.

Por mais que os jogadores sejam preparados para suportar esta maratona de jogos, chega até a ser desumano tamanho número de jogos e tamanha exigência das partidas. Se em nosso querido futebol os jogadores reclamam de entrar em campo duas vezes por semana, o que dizer da NBA, onde os atletas jogam até quatro vezes neste período? E o pior; muitas vezes atuam em dias seguidos.

Juntando isso ao grande número de viagens, já que os Estados Unidos possuem vasto território e com equipes espalhadas em diversas áreas, o resultado são as inúmeras lesões que os jogadores sofrem e a queda de rendimento das equipes, devido ao desgaste físico.

No caso do Spurs, temos vários exemplos. Tony Parker está fora até os playoffs devido devido a uma fratura na mão, mas chegou a perder alguns jogos da temporada com dores no pé e problemas no tornozelo. Manu Ginobili também; durante quase duas temporadas, sofreu com probelams nos tornozelos. Tim Duncan tem as dores no joelho que insistem em pertubá-lo. Isso sem falar de outros casos de jogadores que ficaram fora de algumas partidas desta temporada, como Roger Mason e Matt Bonner.

Pela NBA, temos outros exemplos. Talvez o mais claro seja o Portland TrailBlazers. Sem Greg Oden e Joel Przybilla, fora já há alguns meses, Travis Outlaw (que já foi trocado), Rudy Fernandez, Nicolas Batum e Brandon Roy já tiveram problemas físicos que os afastaram da equipe. Isso sem falar de outros casos históricos de jogadores que tiveram suas carreiras atrapalhadas pelas lesões, como Tracy McGrady e Grant Hill.

Perto dos 162 (!!!) jogos da MLB, liga de beisebol norte-americana, os 82 jogos da NBA parecem pouco, mas reparem que a NFL, liga de futebol americano, tem apenas 16 em sua temporada regular. Será que reduzir o número de jogos para 60, por exemplo, mudaria os classificados? Na minha opinião, não.

Basta olhar a tabela hoje e ver que os oito classificados já estão praticamente definidos, exceto a última vaga do Leste, e dificilmente grandes mudanças vão acontecer na tabela. Quem hoje está lá em cima, continuará lá em cima nos próximos jogos e também já estava lá em cima há dez jogos. Quem estava em baixo, a mesma coisa.

Sei que os interesses comerciais da liga são grandes, claro. Mais jogos geram mais pessoas nos ginásios, mais transmissões de TV, mais dinheiro… Mas nem sempre os interesses financeiros podem se sobressair sobre o espetáculo. Queremos ver nossos ídolos inteiros em quadra, e não nos departamentos médicos ou entrando em quadra em frangalhos.

Melhores do Mês – Fevereiro

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Olá amigos e leitores do Spurs Brasil. Fevereiro passou rápido; o mês mais curto do ano teve ainda o All-Star Weekend para “atrapalhar” a temporada regular da NBA. Vamos ver os melhores do mês na opinião dos autores do blog nas seguintes categorias: melhor time, melhor jogador e melhor jogador do San Antonio Spurs:

Melhor Time: Phoenix Suns

Muitos times se destacaram no mês de fevereiro, mas o Suns superou os concorrentes por um voto. A equipe teve apenas três derrotas, incluindo uma para o Spurs, mas venceu por nove vezes, com destaque para as vitórias sobre Nuggets, Hawks e Thunder. Veja quem votou:

Phoenix Suns – Três votos (Robson Massaki, Glauber da Rocha e  André Pastore)

Dallas Mavericks – Dois votos (Lucas Pastore e Guilherme Kamus)

Cleveland Cavaliers – Dois votos (Bruno Pongas e Rafael Panda)

Oklahoma City Thunder – Dois votos (Victor Moraes e Leonardo Sacco)

Melhor Jogador: Kevin Durant

Kevin Durant - Oklahoma City Thunder

Após dividir a segundo posto com Kobe Bryant no mês passado e com uma sequência de 29 jogos anotando pelo menos 25 pontos, quebrada pela defesa do Spurs, a estrela de Oklahoma destronou ‘King James’. Em fevereiro, Durant obteve médias de 29,9 pontos, 8,5 rebotes e 2,5 assistências. Veja quem votou:

Kevin Durant – 8 votos (Robson Massaki, Lucas Pastore, Guilherme Kamus, Victor Moraes, Rafael Panda, André Pastore, Leonardo Sacco e Glauber da Rocha)

LeBron James – 1 voto (Bruno Pongas)

Melhor Jogador do Spurs: Tim Duncan

Tim Duncan - San Antonio Spurs

Pela quarta vez consecutiva, Tim Duncan foi eleito como melhor do mês no San Antonio Spurs. Mas, desta vez, venceu por apenas um voto, seguido de perto pelo argentino Manu Ginóbili. Em fevereiro, Duncan conseguiu médias de 16,7 pontos, 11,9 rebotes e 2,7 assistências. Veja quem votou:

Tim Duncan – 5 votos (André Pastore, Rafael Panda, Leonardo Sacco, Guilherme Kamus e Robson Massaki)

Manu Ginóbili – 4 votos (Lucas Pastore, Glauber da Rocha, Bruno Pongas e Victor Moraes)

É isso pessoal. Mês que vem voltaremos com mais ‘Melhores do Mês’.

Melhores do Mês de Novembro

Melhores do Mês de Dezembro

Melhores do Mês de Janeiro

Becky Hammon brilha enquanto Duncan é discreto no ASG

Robson Koba
Na noite de sábado, representando o time do Texas, Becky Hammon, principal estrela do San Antonio Silver Stars, equipe da WNBA, juntou-se a Kenny Smith (ex Houston Rockets) e Dirk Nowitzki (representante da casa) para vencer o “Haier Shooting Stars“.


A texana já havia vencido a competição em 2008, com o time ‘puramente’ de San Antonio, quando ela ajudou as torres gêmeas, Tim Duncan e David Robinson, no desafio. Em 2006, o nosso time estabeleceu o recorde da competição, cravando 25,1 segundos. A equipe foi composta por Tony Parker, Steve Kerr e Kendra Wecker.

O Cowboys Stadium foi o cenário do maior público registrado para assistir a um jogo de basquete. Foram 108.713 espectadores para assistir a esse espetáculo, e um telão de nada menos que 2100 polegadas – isso mesmo, as dimensões são maiores que da quadra do jogo (a foto não mente).

Duncan jogou apenas 13 minutos, e anotou três pontos e quatro rebotes. O Leste acabou vencendo por 141-139, com Dwyane Wade sendo o MVP da partida.

Rapidinha – Hill pode ter camisa nº 3 imortalizada

A Universidade de IUPUI pode imortalizar a camisa utilizada por George Hill. Atualmente, somente a nº34 de Carlos Knox foi imortalizada.

Melhores do Mês – Janeiro

Olá amigos e leitores do Spurs Brasil. Mais um mês de jogos se passou e nós, como de costume, elegemos o melhores de janeiro nas seguintes categorias: melhor time, melhor jogador e melhor jogador do San Antonio Spurs. Confira os vencedores:

Melhor Time: Memphis Grizzlies e Denver Nuggets

Destaque no mês de janeiro, a jovem equipe do Memphis Grizzlies surpreendeu a todos e conseguiu uma boa campanha de dez vitórias e cinco derrotas. Com bom quinteto titular, destaque para vitórias contra o San Antonio Spurs e o Orlando Magic. O Denver Nuggets, assim como o Grizzlies, conseguiu três votos e ficou empatado em primeiro lugar. Em janeiro, 12 vitórias e três derrotas para a equipe do Colorado. Veja quem votou:

Memphis Grizzlies – Três votos (Bruno Pongas, André Pastore e Rafael Panda)

Denver Nuggets – Três votos (Robson Massaki, Glauber da Rocha e Guilherme Kamus)

Utah Jazz – Dois votos (Lucas Pastore e Leonardo Sacco)

Atlanta Hawks – Um voto (Victor Moraes)

Melhor Jogador: LeBron James

LeBron James - Cleveland Cavaliers

Mesmo com muito equilibrio, o ala LeBron James, do Cleveland Cavaliers, conseguiu seu primeiro título aqui no ‘Melhores do Mês’. Em janeiro, James obteve médias de 30.7 pontos, 7.3 rebotes e 8.5 assistências. Veja quem votou:

LeBron James – 3 votos (Victor Moraes, Rafael Panda, André Pastore)

Kevin Durant – 2 votos (Robson Massaki e Guilherme Kamus)

Kobe Bryant – 2 votos (Leonardo Sacco e Glauber da Rocha)

Chris Paul – 1 voto (Bruno Pongas)

Gerald Wallace – 1 voto (Lucas Pastore)

Melhor Jogador do Spurs: Tim Duncan

Tim Duncan - San Antonio Spurs

Pela terceira vez consecutiva, Tim Duncan foi eleito como melhor do mês no San Antonio Spurs. Em janeiro, TD conseguiu médias de 19.5 pontos, 11.5 rebotes e 3.4 assistências. Veja quem votou:

Tim Duncan – 8 votos (Lucas Pastore, André Pastore, Rafael Panda, Leonardo Sacco, Guilherme Kamus, Glauber da Rocha, Robson Massaki e Victor Moraes)

DeJuan Blair – 1 voto (Bruno Pongas)

É isso pessoal. Mês que vem voltamos com mais ‘Melhores do Mês’.

Melhores do Mês de Novembro

Melhores do Mês de Dezembro