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Curtinhas: Real Madrid pode fazer proposta irrecusável por Splitter
Caros leitores do Spurs Brasil. Primeiramente gostaria de pedir desculpas em nome de toda a equipe por conta da ausência com o blog. Como vocês sabem, todos nós temos uma vida fora daqui e ela às vezes é mais corrida do que desejamos, o que infelizmente nos afasta um pouco. Como ando muito ocupado nesses últimos dias, correria com trabalho, último ano da faculdade… deixo aqui duas notícias do site playoff que nos interessam bastante.
Real Madrid pode fazer proposta irrecusável por Tiago Splitter
A derrota para o Barcelona na Copa do Rei e a grande fase do rival fizeram com que o Real Madrid já iniciasse movimentação para reforçar seu elenco. O principal alvo do clube é o brasileiro Tiago Splitter, do Caja Laboral, que receberia uma oferta “irrecusável” para trocar de equipe e adiar o sonho de jogar na NBA.
De acordo com a imprensa espanhola, a contratação de Splitter é um pedido do técnico Ettore Messina, que considera fundamental a chegada do brasileiro. Os valores da negociação ultrapassariam os 3,7 milhões de euros gastos pelo Barça para trazer o armador Ricky Rubio e transformariam o pivô no jogador mais caro da história do basquete espanhol.
Splitter tem mais dois anos de contrato como o Caja Laboral, mas uma cláusula em seu vínculo lhe dá a possibilidade de se transferir para a NBA no fim desta temporada. O brasileiro foi escolhido no draft de 2007 pelo San Antonio Spurs, que aguarda a chegada do pivô na liga norte-americana.
O brasileiro manifestou sua vontade de atuar na NBA, mas estaria descontente com o pouco empenho realizado pelos Spurs para acertar sua contratação junto ao Caja. O contrato milionário seria uma forma de impedir a ida de Splitter para a NBA e o transformaria no principal jogador do basquete europeu.
Enquanto não decide o seu futuro, Splitter luta contra as lesões. O brasileiro está afastado há quase um mês por causa de um problema no tornozelo e não tem previsão de retorno às quadras.
Tony Parker tem seu retorno adiado
O armador Tony Parker segue afastado dos treinamentos do San Antonio Spurs. O astro francês continua sentindo dores no quadril e tem passado por avaliações diárias dos médicos para que possa curar a lesão.
Parker sofreu um pequeno estiramento muscular durante a partida contra o Philadelphia 76ers, na última sexta-feira. A lesão fez com que o armador ficasse de fora da partida diante do Detroit Pistons, no domingo.
Os médicos da franquia realizaram uma ressonância magnética nesta terça-feira e confirmaram que não houve melhora na lesão. Ainda não há previsão de volta do armador.
Tony Parker não tem tido sorte com as contusões nesta temporada. Por causa de problemas físicos, o armador já perdeu nove jogos na atual edição da NBA. Ele tem mantido médias de 16,8 pontos e 5,9 assistências por partida.
Spurs (29-21) @ Lakers (40-13) – Decepcionante…
89X101
O Los Angeles Lakers entrou em quadra ontem sem dois dos seus principais jogadores: Kobe Bryant e Andrew Bynum. Com isso, tudo parecia ficar mais fácil para San Antonio, que jogava completo e com todo o time descansado. Palco perfeito, time inteiro e Lakers baleado; tinha como dar errado? Tanto tinha como deu!
Perdido em quadra, com uma defesa que mais parecia uma peneira, San Antonio viu o Lakers passear, jogar como quis e humilhar o Spurs. Os 101 a 89 seriam absolutamente normais se Kobe e Bynum estivessem em quadra, mas, sem eles, os texanos tinham o dever de vencer.
Mais uma vez o time errou tudo, teve um aproveitamento ruim nos arremessos – sobretudo no segundo tempo -, e deixou o Lakers como um legítimo dono de casa – à vontade. Ginobili bem que tentou; está encontrando o bom basquete e foi o mais lúcido dentro das quatro linhas.
O resto, tirando Duncan, Hill e Blair, irrita – não só pela noite de ontem, mas pelo conjunto da obra em si. Tudo bem que o Parker está machucado, mas se ele tem um problema este tem que ser tratado enquanto há tempo. Richard Jefferson é uma grande piada de mal gosto; pra que acertar arremessos? Quando ele pega qualquer bola livre para arremessar eu já sei qual vai ser o resultado: amassar o aro!
E o time até que começou bem ontem. Fez uma corrida de 9 a 0 logo de cara, se acomodou, como sempre, e permitiu a virada. O primeiro período foi bom. San Antonio acertou mais de 60% dos arremessos, mas ao mesmo tempo deixou o adversário jogar como quis. O quarto terminou em 34 a 28 para o Spurs, o que dava mostras de que poderíamos sair do Staples Center com a vitória.
No segundo período, no entanto, os comandados de Gregg Popovich simplesmente dormiram. Com 22 a 13 no quarto para os angelinos, fomos para o intervalo perdendo por 50 a 47. Na volta do descanso, vimos um terceiro período equilibrado, o que ainda nos deixou esperançosos. O quarto derradeiro, contudo, jogou tudo por terra. Perdido, nulo, passivo… o Spurs foi tudo isso, deixou o Lakers deitar e rolar e saiu de quadra com mais uma derrota na temporada, a segunda na rodeo trip.
O próximo jogo dos texanos é na quinta-feira contra o Denver Nuggets, em Denver. Uma vitória ainda pode animar o time, uma derrota significa desânimo total e o fundo do poço. Los Angeles, por sua vez, se mantém no Staples Center, onde recebe na quarta-feira o embalado Utah Jazz, partida essa que promete ser excelente!
Destaques da Partida
San Antonio Spurs
Manu Ginobili – 21 pontos
Tony Parker – 20 pontos e oito assistências
Tim Duncan – 16 pontos e 15 rebotes
DeJuan Blair – 11 pontos
Los Angeles Lakers
Pau Gasol – 21 pontos, 19 rebotes e oito assistências
Ron Artest – 18 pontos, cinco rebotes e quatro assistências
Lamar Odom – 16 pontos e dez rebotes
Eu já vi isso antes?
Primeiramente gostaria de pedir desculpas ao nosso leitor pelo atraso na coluna. Sabem como é esses dias corridos que temos frequentemente.
Mas vamos ao assunto…
Meu amigo e leitor aqui do Spurs Brasil, Rafael Proença, lembrou recentemente da temporada 2006-2007.
Alguém aí lembra dessa temporada?
Pois bem… farei um breve resumo para os mais esquecidos.
Naquela temporada, San Antonio chegou cercado de desconfiança. No ano anterior, quando defendia o título, uma derrota pra lá de amarga contra o Dallas Mavericks nos playoffs nos tirou a chance de conquistar o bicampeonato consecutivo.
O ano começou devagar. Dallas Mavericks e Phoenix Suns tinham ótimos times e logo foram se distanciando nos standings.
Os texanos, por sua vez, tinham dificuldade para se acertar. Talvez fossem os reflexos da derrota em casa para o Mavs no sétimo jogo da pós-temporada anterior…
Talvez fosse falta de química no conjunto…
O fato é que ninguém sabe ao certo até hoje.
Como nessa temporada que vivemos agora, rumores de troca assolaram San Antonio por longas semanas. Um dos alvos era o veterano Brent Barry, que já nem contribuia muito para a equipe.
Popovich, no seu estilo militar, vetou qualquer tipo de mudança. Ninguém sai, ninguém chega!
Ficamos daquele jeito, pouco esperançosos e já conformados com um 2007 sem título.
Foi aí que veio a Rodeo Trip e consequentemente o Jogo das Estrelas.
O time melhorou, o elenco ganhou unidade, Ginobili, Parker e Duncan passaram jogar como nunca. Era o retorno da era de ouro?
Talvez… o torcedor ainda tinha suas dúvidas; ninguém parece acreditar que aquele time sem entrosamento poderia ter se tornado um dos melhores do Oeste.
E se tornou. Depois de se recuperar, os comandados de Gregg Popovich fizeram uma campanha brilhante, quase suficiente para ultrapassar Mavs e Suns – que continuaram à frente ao final da temporada regular.
Vieram os playoffs e o primeiro adversário era o temido Denver Nuggets. Tinha Allen Iverson em boa forma, Carmelo Anthony jogando muito…
Em San Antonio, muitos qualificaram esse duelo como injusto, tal qual era a força da Conferência Oeste naquele momento.
Uma derrota no primeiro jogo, em casa, colocou uma pulga atrás da orelha de todos os torcedores. Será que Iverson e cia bateriam S.A. logo na primeira rodada?
Ledo engano, caro leitor! O Spurs foi forte, venceu o segundo, o terceiro, o quarto e o quinto jogo, alcançando assim a próxima fase.
Na outra ponta da tabela, o favorito ao título, Dallas Mavericks, foi responsável por algo histórico… só que pelo lado negativo.
Em embate ferrenho contra o Golden State Warriors, que havia se classificado em oitavo, os californianos anularam Dirk Nowitzki…
Some a isso o brilho do armador Baron Davis, que quase fez chover contra a defesa de Dallas.
No final, 4 a 2 e Golden State pulava uma etapa…
Sem o rival texano no caminho, tudo ficou mais fácil para o Spurs.
Entretanto, ainda havia o Phoenix…
A verdade é que Amare Stoudemire e Steve Nash nunca se deram bem no Texas.
Como estamos acostumados a dizer, San Antonio ‘tinha o número’ do Suns…
Numa série polêmica, em que Stat e Diaw ficaram de fora de alguns jogos por terem invadido a quadra após o tranco de Robert Horry em Steve Nash, Tim Duncan e companhia se sagraram vencedores em seis partidas.
Sobrava na final do Oeste o Utah Jazz, da dupla Deron Williams e Carlos Boozer.
Inspirado, Deron até que tentou, mas foi incapaz de conter um San Antonio brilhante, como poucas vezes vi na minha vida.
Após sagrar-se vencedor em cinco duelos, os comandados de Gregg Popovich iam para a final contra o ‘maravilhoso LeBron James’…
Ainda inexperiente, LeBron foi incapaz de liderar seu time a uma mísera vitória.
Assim, em apenas quatro noites, San Antonio varreu o camisa 23 pra debaixo do tapete e conquistou seu quarto título na NBA.
Essa história, por mais que esteja resumida, é bem bonita. Contei ela desta maneira para mostrar que naquele ano nós também estávamos desacreditados, assim como agora. Se vamos repetir isso nessa temporada, ninguém sabe, mas eu só queria mostrar que uma equipe ‘jogada às traças’, como quase estamos atualmente, é capaz de sair do limbo e vencer um campeonato.
Parker deverá voltar em poucos jogos
O armador Tony Parker assustou a todos após torcer o tornozelo esquerdo na vitória da última quarta-feira, diante do Atlanta Hawks.
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Felizmente, um raio-X feito ainda no AT&T Center deu negativo, o que quer dizer que não houve nenhum problema mais sério. Mesmo assim, o francês deverá ficar de fora dos dois próximos jogos; nesta sexta-feira, contra o Memphis Grizzlies, e no domingo, diante do Denver Nuggets. Ainda nesta sexta, Parker será re-examinado para ter certeza de quando poderá voltar a jogar.
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“Tony disse que nem era muito ruim (o entorse), mas ele provavelmente vai perder alguns jogos”, afirmou o argentino Manu Ginobili. Sem Parker, George Hill deverá ser o titular como armador. Quando Hill precisar descansar, Roger Mason e o próprio Ginobili devem revezar no posto.
Retorno de Finley acontecerá em breve
Quem também está bem próximo do retorno é o ala Michael Finley, que, assim como Parker, torceu o tornozelo esquerdo no último dia 5 de dezembro. “Ele está bem próximo de voltar”, disse o treinador Gregg Popovich, “mas ele ainda não está pronto”, completou.
O veterano, de 36 anos, vem com médias de 5.2 pontos e 1.7 rebotes em quase 20 minutos em quadra por partida.
Spurs (26-18) vs. Hawks (29-15) – 27 rebotes para Tim Duncan!
Parece brincadeira, mas, perto de completar 34 anos, o ala-pivô Tim Duncan deixou a quadra na vitória contra o Atlanta Hawks com 21 pontos, 27 rebotes (sua melhor marca da carreira) e seis assistências. Foi uma verdadeira partida de MVP para o nosso principal jogador.
Contudo, como nem tudo na vida é feito de flores, o armador Tony Parker deixou o duelo no terceiro quarto após torcer o tornozelo. Um raio-X feito ainda no ginásio deu negativo (o que é bom!), mas, pelo que vi, me parece que o francês deverá perder alguns jogos. O problema, aliás, vem em boa hora, já que Parker vinha jogando machucado com fortes dores na planta do pé. Assim, ele poderá se cuidar numa tacada só.
Vamos ao jogo…
Nem mesmo o mais otimista torcedor do San Antonio Spurs poderia acreditar em tanta facilidade. No pré-jogo, previ uma partida difícil, com ligeira vantagem para o atleticismo do Atlanta Hawks. Quando o embate começou, o que pude observar foi um time ofensivo e com defesa forte, bem diferente do que vinha acontecendo.
San Antonio chegou a ter uma vantagem folgada de 28 pontos. No intervalo, o marcador apontava 66 a 44 para os texanos.
Na volta do descanso, contudo, o bom e velho branco voltou a assombrar a equipe. Aos poucos, o Hawks foi tirando a vantagem, que chegou a oito pontos ao final do terceiro período.
Comandados por um George Hill inspirado e por um Tim Duncan em noite de MVP, os texanos voltaram a abrir vantagem no quarto derradeiro e fecharam a partida por 105 a 90, encerrando assim uma sequência negativa de três derrotas no AT&T Center.
Destaco ainda as noites inspiradas de Antonio McDyess e Manu Ginobili. Dyess finalmente justificou o investimento feito nele. Foram 17 pontos (melhor marca da temporada) e quatro rebotes. O argentino também foi bem e espantou os rumores de que estaria sendo envolvido em uma possível troca com o pivô Amare Stoudemire, do Phoenix Suns. Manu fez 14 pontos e distribuiu seis assistências.
Para tentar dar sequência ao bom triunfo desta quarta-feira, San Antonio tem dois jogos difíceis antes de encarar a estrada na anual Rodeo Trip. Na sexta, o time recebe o embalado Memphis Grizzlies, que hoje venceu o Detroit Pistons. No domingo, a parada é ainda mais dura: contra o Denver Nuggets, do excelente armador Chauncey Billups, do cestinha Carmelo Anthony e do brasileiro Nenê Hilário.
O Hawks, por sua vez, também encara dois jogos complicados na sequência. Na sexta-feira, a equipe recebe o Boston Celtics. Na sequência, sábado, é a vez de pegar a estrada para enfrentar o Orlando Magic.
Veja os melhores momentos da partida
Destaques da Partida
San Antonio Spurs
Tim Duncan – 21 pontos, 27 rebotes e seis assistências (11-11 FT)
Antonio McDyess – 17 pontos e quatro rebotes
George Hill – 16 pontos e quatro rebotes
Manu Ginobili – 14 pontos e seis assistências
Atlanta Hawks
Joe Johnson – 31 pontos e quatro rebotes
Jamal Crawford – 25 pontos
Josh Smith – 14 pontos, 16 rebotes e sete assistências















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