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Destaque do primeiro jogo, Ginobili ressalta força defensiva
Manu Ginobili foi o grande jogador do San Antonio Spurs na primeira partida da final da Conferência Oeste contra o Oklahoma City Thunder. Com 26 pontos, cinco rebotes e três assistências, o argentino ajudou o time texano a cortar uma vantagem de nove pontos que havia sido construída por Kevin Durant e companhia ao longo do terceiro período.
“Manu foi grandioso. Foi algo inacreditável”, disse Tim Duncan, sobre o desempenho do camisa 20. “Começamos a confiar em seu jogo e ele realmente cumpriu um bom papel. Ginobili ficou de fora dos três duelos contra eles (na temporada regular) e foi muito bom vê-lo sendo efetivo”, completou.
Após a partida, o ala-armador revelou ter ficado surpreso com o que foi apresentado dentro de quadra. “Apenas aconteceu. Em nenhum momento do ano eu cheguei a fazer isso, mas aconteceu agora e eu fiquei muito feliz”, afirmou.
Para o argentino, o foco da equipe no último quarto foi ainda mais importante que a experiência dos veteranos do Spurs. “A experiência nem sempre conta”, disse. “Nós apenas fomos muito bem defensivamente no final. Tentamos perder menos a bola do que no começo da noite. Quando você comete 14 turnovers num único tempo e vai para o intervalo perdendo só por um ponto, basta que você corrija algumas coisas para se dar bem. Foi o que aconteceu”, finalizou.
Por fim, quem falou sobre o camisa 20 foi James Harden, um dos principais encarregados de marcar Manu. “Ele é canhoto, habilidoso e fez jogadas importantes no período final”, elogiou. “Temos de fazer um trabalho melhor sobre ele e obrigá-lo a passar a bola. Vamos tentar controlá-lo e voltaremos prontos para o Jogo 2”, concluiu.
Spurs (1) vs Thunder (0) – Time de velhinhos sim, senhor!

101×98
O San Antonio Spurs saiu na frente na decisão da Conferência Oeste! Neste domingo (27), jogando em casa, a equipe texana contou com grande atuação de seus veteranos para vencer o Oklahoma City Thunder por 101 a 98 e abrir 1 a 0 na série. Os dois times voltam a se encontrar na terça-feira, novamente no AT&T Center.
Show dos “velhinhos”
Titulares ao longo da temporada e nos playoffs, os jovens Danny Green e Kawhi Leonard ajudaram o Spurs a se livrar um pouco do rótulo de time envelhecido. Mas, neste domingo, foram os veteranos que comandaram o triunfo. O principal deles foi Manu Ginobili, que deixou a quadra com 26 pontos, cinco rebotes e três assistências e foi o cestinha do time.
Tim Duncan, com 16 pontos e 11 rebotes, e Gary Neal – que enfim foi aproveitado como ala-armador, sua posição de origem -, com 12 pontos, também brilharam no ataque. Na defesa, o show foi de Stephen Jackson, que ajudou a limitar Kevin Durant. O ala do Thunder foi o principal pontuador do jogo, com 27 tentos, mas acertou somente 8 dos 19 arremessos de quadra que tentou.
O apagão voltou!
Estavam com saudades daquela época em que o Spurs sempre jogava mal no início do terceiro quarto? Pois é, eu também não. Mas isso voltou a acontecer neste domingo. A equipe texana marcou somente 16 pontos na parcial e permitiu que o Thunder anotasse 24. Com isso, o time da casa chegou a estar perdendo por nove, o que assustou a torcida local.
A péssima atuação no terceiro período foi compensada com frieza e experiência no último quarto. Primeiro com Tiago Splitter, que se recuperou após um airball em um lance livre e anotou os cinco primeiros pontos do Spurs na parcial. Depois, Manu assumiu o contole e guiou o triunfo da equipe texana, que chegou a estar vencendo por dez. No fim, o Thunder ainda acertou três bolas de longe e diminuiu o prejuízo.
Bem nos rebotes, mal nos arremessos
Quem achou que o garrafão formado por Serge Ibaka e Kendrick Perkins poderia complicar o Spurs se enganou – pelo menos neste Jogo 1. A equipe texana somou 50 rebotes, contra 43 do Thunder. Por outro lado, uma arma do time da casa não funcionou na partida.
O Spurs acertou somente oito dos 24 tiros de três pontos que tentou durante o duelo. Danny Green (0-5) e Matt Bonner (0-2), dois dos principais nomes do time no fundamento durante a temporada, decepcionaram. Por sorte, Ginobili (3-5) e Neal (2-4) estavam calibrados. Mas vale destacar ainda o péssimo aproveitamento do time texano na linha dos lances livres: 68%, contra 82,6% do Thunder, por exemplo.
Destaques da partida
San Antonio Spurs
Manu Ginobili – 26 pontos, cinco rebotes e três assistências
Tony Parker – 18 pontos, oito rebotes, seis assistências e duas roubadas de bola
Tim Duncan – 16 pontos e 11 rebotes
Gary Neal – 12 pontos
Oklahoma City Thunder
Kevin Durant – 27 pontos, dez rebotes, quatro assistências e três tocos
James Harden – 19 pontos, seis rebotes e duas roubadas de bola
Russell Westbrook – 17 pontos, cinco assistências, cinco rebotes e dois tocos
Derek Fisher – 13 pontos (6-8 FG)
Peso tem sido o diferencial de Duncan na temporada
Tim Duncan vem fazendo uma de suas melhores temporadas dos últimos anos com a camisa do San Antonio Spurs. Com médias de 15,4 pontos e nove rebotes em pouco mais de 28 minutos por noite, o camisa 21 parece ter reinventado seu jogo.
Grande parte dessa melhora espontânea se deve aos nove quilos que Timmy perdeu durante as férias. Pelo menos foi o que revelou Bruce Bowen durante o programa ESPN’s Sports Center.
O ex-jogador e amigo pessoal de Duncan contou qual foi o segredo do astro. “Ele perdeu muito peso. Quando saíamos para comer, nós realmente comíamos muito. Agora, no entanto, ele está mais saudável. Nada de maionese, mostarda, essas coisas”, disse.
Segundo Bowen, isso reflete diretamente no desempenho de Duncan dentro de quadra. “Isso ajuda seus joelhos, seu corpo. Falando nisso, vale dizer que ele cuidou do corpo durante o locaute”, pontuou.
Equipe do Spurs Brasil faz prévia da série contra o Thunder

Chega de esperar! Começa neste domingo (27) a final da Conferência Oeste, que terá o San Antonio Spurs enfrentando o Oklahoma City Thunder. A equipe texana se classificou para esta fase com duas varridas: venceu por 4 a 0 o Utah Jazz na primeira rodada dos playoffs e o Los Angeles Clippers na semifinal de conferência. O Thunder, por sua vez, vem de uma varrida sobre o Dallas Mavericks em seu primeiro compromisso na pós-temporada e de uma vitória recente por 4 a 1 sobre o Los Angeles Lakers. Veja a seguir o que os blogueiros do Spurs Brasil têm a dizer sobre o confronto:
Bruno Alves
Palpite: Spurs 4 a 2
O Spurs tem jogado demais, mas creio que o Thunder não irá cair na dança da vassoura. Atlético e com um garrafão encardido, o time de Oklahoma deve dar trabalho e tirar o fôlego dos nossos velhinhos, que apesar de tudo passarão na técnica e no jogo coletivo.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Bruno Pongas
Palpite: Spurs 4 a 2
Esse vai ser, de longe, o duelo mais difícil do Spurs até aqui. Será que Parker conseguirá parar Westbrook como fez com Chris Paul? Será que Leonard vai conseguir marcar Durant como fez na temporada regular? Perguntas difíceis de responder. Acredito que o Spurs tem tudo para vencer a Conferência Oeste se seguir o mesmo plano de jogo da fase regular.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Thunder: Russell Westbrook
Juliano Medeiros
Palpite: Spurs 4 a 2
Os dois melhores times da temporada regular na Conferência Oeste provaram que são diferenciados e se encontram na final. O trio experiente Parker-Manu-Duncan encara o trio sensação Durant-Westbrook-Harden. Essa rodagem em playoffs e em jogos decisivos vai fazer a grande diferença para o San Antonio. Jogando o melhor basquete dos últimos anos da franquia, o Spurs vai confirmar a grande fase contra um dos melhores conjuntos da NBA na atualidade.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Lucas Pastore
Palpite: Spurs 4 a 3
Depois de pegar adversários abaixo da crítica, o Spurs finalmente terá um oponente à altura nos playoffs. A equipe texana venceu com propriedade um Jazz sem tantas armas ofensivas e um Clippers minado por lesões, mas certamente não terá facilidade contra o Thunder. Para vencer, o time terá de limitar a pontuação de perímetro adversária – o que não é nada fácil contra Russell Westbrook, James Harden e Kevin Durant. Danny Green e Kawhi Leonard terão de se superar, e Manu Ginobili e Stephen Jackson precisam ajudar mais do que nas fases anteriores.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Rafael Proença
Palpite: Spurs 4 a 0
Quem sou eu para contrariar o que o Spurs vem fazendo nestes playoffs? O time tem jogado um basquete redondinho e irá à final sem maiores problemas. É óbvio que o Oklahoma City Thunder tem uma boa equipe, superior a Utah Jazz e Los Angeles Clippers, mas a inexperiência de Kevin Durant e companhia pesará favoravelmente ao Spurs.
Peça-chave do Spurs: Boris Diaw
Peça-chave do Thunder: Kendrick Perkins
Robson Kobayashi
Palpite: Spurs 4 a 2
Os dois melhores times da Conferência Oeste fazem a final. Gregg Popovich terá de mostrar toda sua sabedoria para conduzir a equipe nesta série, que deve ser a mais difícil até aqui. Spurs deve ganhar uma fora e fechar em seis jogos.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 a 2
Sem dúvida o Thunder é o adversário mais difícil do Spurs até agora nos playoffs. E me arrisco a dizer que o vencedor desta série entra como favorito na grande final da NBA. Depois de duas varridas, um outro 4 a 0 seria espetacular, mas Westbrook, Harden e Durant devem complicar a vida dos texanos, principalmente dentro de casa. Mas, no fim, a experiência e o elenco mais completo devem pesar a favor do Spurs.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Thunder: Russell Westbrook
Olho neles!
O jogo coletivo do San Antonio Spurs fez com que a equipe do Spurs Brasil ficasse em dúvida em relação ao jogador chave para o duelo contra o Oklahoma City Thunder. Com isso, Tim Duncan, Tony Parker e Kawhi Leonard ficaram empatados com dois votos cada. Boris Diaw ainda foi lembrado por um blogueiro.
Cestinha do Spurs nos playoffs com 19,1 pontos por jogo, Parker precisará comandar o ataque do time e vencer o duelo de armadores contra Russell Westbrook. Duncan, que tem médias de 17,6 pontos e nove rebotes por jogo na pós-temporada, precisará manter a produção contra um forte garrafão defensivo formado por Serge Ibaka e Kendrick Perkins. Por fim, Leonard será o principal responsável por tentar limitar Kevin Durant.


Com quatro dos sete votos da equipe do Spurs Brasil, Kevin Durant foi apontado como a peça-chave do Thunder para a final de Conferência contra o San Antonio Spurs. O ala é o quinto maior cestinha dos playoffs, com média de 26,7 pontos por jogo. Russell Westbrook teve dois votos, contra um de Kendrick Perkins.
Na temporada regular, Durant fez 28 pontos por partida, acertando 49,6% dos arremessos de quadra. Em três jogos contra o Spurs, no entanto, esses números caíram para 22,7 pontos e 46,8% de aproveitamento.
Uma boa marcação sobre Durant fará o Thunder depender mais de Westbrook. Foi a tática usada com sucesso pelo Dallas Mavericks na final do Oeste de 2011, quando o armador teve, em média, cinco turnovers por exibição.
Com perfil de Duncan, Leonard ganha adeptos no Texas
“Eu acho que ele nunca fica empolgado. Ele é absolutamente na dele o tempo todo. Acho que ele é mais calmo do que eu, se é que isso é possível”.
A fala acima é de Tim Duncan sobre o novato Kawhi Leonard, que vem sendo um dos destaques do San Antonio Spurs na série contra o Los Angeles Clippers, válida pela semifinal da Conferência Oeste.
Na terceira partida, disputada no Staples Center, o camisa 2 foi essencial para a virada da equipe texana, anotando 14 pontos e nove rebotes durante a vitória do Spurs.
Kawhi foi – e ainda é – uma grata surpresa nesta temporada. Quando ele foi draftado, todos esperavam um bom defensor, apenas isso, mas temos visto um jogador maduro, que se porta como um verdadeiro veterano em quadra.
Muita gente torce o nariz quando o comparam a Bruce Bowen. Até entendo esses torcedores, mas discordo e vou além: Leonard é muito mais talentoso do que Bowen. Nós temos uma joia rara em nosso elenco, que, além de defender muito bem (Bruce ainda é melhor nesse quesito, óbvio), ainda pega rebotes, dribla e rouba bolas – habilidades que faltavam no ex-camisa 12.
Vale lembrar que Bruce demorou até encontrar seu espaço na NBA. Ele só conseguiu se firmar quando já estava na casa dos 30 anos. Leonard, por outro lado, tem apenas 20 e já é titular do melhor time da liga. É claro que ainda faltam títulos para podermos compará-los, mas é difícil ficar calado diante de tanto talento. O que vocês acham?











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