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Parker é o jogador da semana no Oeste

O armador Tony Parker foi eleito nesta segunda-feira o melhor jogador da semana na Conferência Oeste. O francês liderou o San Antonio Spurs a três vitórias em três jogos com médias de 25,7 pontos, 8,7 assistências e 2,3 rebotes por duelo.
Na partida diante do Memphis Grizzlies, realizada no último sábado, TP obteve sua melhor marca da temporada: 37 pontos e nove assistências. Vale lembrar que San Antonio tem hoje a melhor campanha da NBA (23-3) e está invicto há oito combates.
Pelo lado Leste, o melhor jogador da semana foi Paul Pierce, do Boston Celtics. Assim como Parker, Pierce liderou a franquia de Massachusetts a três triunfos em três contendas. Suas médias foram de 21,7 pontos, 8,7 assistências e 8,3 rebotes por noite. O Celtics tem a segunda melhor campanha da liga e mantém a maior sequência de vitórias entre todos os competidores: o time está sem perder há 13 jogos.
George Hill ficará fora nos próximos jogos
O armador George Hill perderá alguns jogos por conta de um problema no dedo grande do pé direito. Segundo o técnico Gregg Popovich, Hill vem lidando com o incômodo desde a partida contra o Portland Trail Blazers, realizada no último dia 12 de dezembro.
“Ele vinha tentando ser um herói”, brincou o treinador. “Hill está sendo tratado e está fora das atividades para ver como reage aos medicamentos”, completou.
Segundo Popovich, o problema parece mais simples do que o sofrido pelo ala James Anderson, que está afastado desde novembro e só deverá retornar às quadras em janeiro. “Eu não acho que é grave, mas vamos esperar para ter certeza de que ele estará bem”, pontuou o treinador.
Sem George Hill, Chris Quinn e Gary Neal devem ganhar mais tempo para jogar. “É uma pena que o George esteja fora”, lamentou o novato Neal. “Ele é grande parte do nosso sucesso, mas ao mesmo tempo atletas como eu e o Chris (Quinn) teremos mais minutos”, finalizou.
O que há de interessante entre Spurs e Derrick Favors?
Saiu uma notícia nesta sexta-feira dizendo que o San Antonio Spurs fez algumas entrevistas com o ala-pivô Derrick Favors, cotado para ser a terceira escolha do próximo recrutamento.
Na verdade, nada é mais normal nessa época do ano do que os times entrevistarem os talentos do draft.
San Antonio já havia falado com outros jogadores. O intuito é fazer uma varrida imponente no currículo destes jovens atletas.
R.C. Buford, o homem que manda e desmanda no Texas, sabe que precisa de um talento para tocar seu projeto de reformular o elenco do Spurs.
Por isso, San Antonio vem se empenhando ao máximo no currículo desses garotos.
Com a vigésima escolha, a chance de selecionar um bom jogador é ótima. Buford, contudo, enxerga além.
Ele quer o promissor Favors; jogador atlético, pulador, que enterra em quem vê pela frente.
Com o aprendizado junto à estrela Tim Duncan, Buford e Gregg Popovich planejam projetar o ala-pivô para o futuro. Aprimorá-lo física e tecnicamente, melhorar sua defesa, seus arremessos…
Todavia, como eu disse anteriormente, Favors é cotado para ser a terceira escolha. Desta maneira, como o Spurs chegaria a ele?
O New Jersey Nets, justamente o terceiro colocado no recrutamento, sucumbiu na última temporada por falta de um jogador experiente.
É neste parágrafo que entra o Spurs, que tem dois jogadores muito experientes a oferecer como moeda de troca: Richard Jefferson e Tony Parker.
O primeiro foi um fiasco em seu debute com a camisa alvinegra. Seu contrato expira ao término da próxima temporada, o que torna Jefferson uma excelente moeda de troca.
O mesmo vale para o francês Tony Parker. O armador é outro que terá seu contrato encerrado. Para renovar, espera-se que o franco-belga peça o máximo dinheiro permitido, coisa que Buford jamais ofereceria.
Sem renovar com o experiente armador, Parker se torna outra boa moeda de troca, e, além de Favors, San Antonio poderia conseguir mais atletas nesse negócio.
Rumores, rumores e mais rumores. Esse é apenas mais um deles. No entanto, é um dos mais plausíveis que vi até aqui.
Esperemos os próximos dias…
Déjà vu

San Antonio Spurs e Phoenix Suns deram início a mais um confronto válido pelos playoffs. Como se sabe, o time texano foi o grande algoz de Steve Nash e cia. nas últimas temporadas. O time do Arizona ficou com o estigma de jogar bonito na temporada regular mas cair diante do basquete cadenciado e de meia-quadra do rival.
Assisti todo o jogo 1 e, apesar das equipes terem algumas diferenças desde a última vez que se enfrentaram na fase decisiva, em 2008, fiquei com a sensação de que já vi tudo isso acontecer.
Os texanos estavam perdendo por dez pontos de difereça praticamente desde o início do primeiro quarto e passaram o segundo mantendo a vantagem na mesma margem. Mas, ao mesmo tempo que ficava um pouco irritado – afinal, ninguém gosta de ver seu time perdendo -, eu me mantinha tranquilo com o seguinte pensamento: “Tudo bem, quando menos esperarmos e sem ninguém perceber, este jogo estará empatado.”
E não deu outra. Ainda no início do terceiro quarto, a diferença já havia sido destruída e chegamos até mesmo a estar na frente por alguns minutos. Está certo que não conseguimos nos segurar na liderança do placar, até porque Nash e Jason Richardson estavam em noite inspiradíssima e a vantagem acabou voltando para quase dez outra vez.
No último período, novamente encostamos no placar e tivemos a chance de virar outra vez, mas falhamos em algumas bolas decisivas. Apesar disso, acredito que temos totais condições de vencer o jogo 2, que será disputado também em Phoenix.
George Hill tomou um verdadeiro baile de Steve Nash no primeiro jogo e deve voltar melhor para o segundo. Digamos que o jogo 1 foi um aprendizado para o armador. Jason Richardson é um bom jogador, mas é irregular. A defesa do Suns segue sem resposta para Duncan, Manu e Parker. Ontem, o trio foi muito bem no ataque, mas não tão eficiente na defesa. Então, basta que a defesa do Spurs funcione um pouco melhor que não teremos grandes problemas do outro lado da quadra.
Enquanto esperamos o jogo 2 desta série recheada de rivalidade, ficamos com um momento emocionante do último duelo entre as equipes nos mata-matas. Inesquecível.
Blair bate o carro, mas passa bem…

O jovem pivô do San Antonio Spurs, DeJuan Blair, tomou um susto na tarde desta quinta-feira quando ia para o treino no AT&T Center.
Blair, de apenas 21 anos, perdeu o controle de seu Chevrolet Camaro e bateu num muro. De acordo com o pivô, algum objeto estranho voou contra o vidro de seu veículo, e ele acabou se chocando contra a parede.
“Por sorte, nenhum carro estava nos arredores. Sou abençoado”, declarou o jogador, aliviado. Blair foi examinado pelos médicos do Spurs e está apto para o duelo de hoje contra o Dallas Mavericks.






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