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Gripe de Ginobili atinge resto do elenco
A gripe que tirou o sono e provocou dores no argentino Manu Ginobili parece que está começando a se espalhar pelo restante do elenco do San Antonio Spurs. Alguns companheiros do ala reclamaram para o departamento médico alegando sintomas parecidos com os sentidos pelo argentino nos últimos dias, como dores de garganta e de cabeça.
Os principais afetados até aqui foram o ala-pivô Matt Bonner, que está machucado, e o ala Marcus Haislip, que pouco entra em quadra. No entanto, os técnicos têm se preocupado porque, além de Ginobili, o armador titular Tony Parker também estava pigarreando e tossindo após a derrota de ontem diante do Toronto Raptors.
“Eu vou descansar bastante e tentar dormir”, afirmou Manu. “Eu preciso dormir. Não sei que diabos está acontecendo, mas eu não tenho conseguido dormir bem”, reclamou. “Devo ver os médicos quando eu voltar para casa. Vai depender de como eu dormir e de como eu vou me sentir amanhã”, completou.
Matt Bonner disse que sua visita a Toronto, onde jogou suas duas primeiras temporadas, foi arruinada pela doença. “Eu tive febre e dor de garganta. Isso estragou minha visita, porque tudo o que fiz foi ficar na cama. É tudo culpa do Manu”, brincou. “Sentei perto dele outro dia e tenho certeza que peguei essa gripe por causa disso”, finalizou.
Essas brincadeiras geram um desconforto no argentino, que sabe que seus companheiros têm ficado doentes por sua causa. “O time basicamente está sofrendo por causa da gripe”, disse. “Todo mundo está me culpando porque eu fui o primeiro [a ficar enfermo]. Todos me culpam, mas nem eu sei como contraí isso”, completou.
Para Mason, conduta de Gilbert Arenas é inaceitável
O ala Roger Mason Jr jogou duas temporadas no Washington Wizards. Esse tempo foi suficiente para conhecer de perto o polêmico Gilbert Arenas.
Para Mason, o caso em que Arenas e o reserva Javaris Crittenton pegaram em armas antes de um treinamento em Washington foi pouco surpreendente. “Infelizmente, não estou surpreso”, disse o jogador. “E mais, estou muito desapontado para dizer a verdade. Por mais que todos sejamos humanos e cometemos erros, existem coisas que são inaceitáveis; essa é uma delas”, completou.
Mason, no entanto, considera o ex-companheiro uma grande pessoa e um legítimo brincalhão. Para ele, “não podemos querer apressar o julgamento. Em primeiro lugar, temos que esperar o processo se desdobrar. Se for comprovado que isso realmente aconteceu, aí eu direi que estou muito decepcionado”, finalizou.
Manu doente

O ala-armador do San Antonio Spurs, o argentino Manu Ginobili, jogou contra o Washington Wizards lutando contra uma forte gripe, que o manteve acordado na noite anterior à partida e afetou sua respiração.
Com a voz um pouco abaixo do normal por causa da congestão na garganta, Ginobili disse que sentiu um pouco de fadiga durante a vitória do Spurs, mas não o sufuciente para fazê-lo considerar não participar do jogo.
“Minha garganta, meu nariz”, disse Ginobili no início da entrevista após a partida. “Eu não consigo respirar. Você deveria provavelmente ficar longe de mim”, disse o argentino em tom de brincadeira a um dos repórteres.
“Eu estava um pouco cansado. Meus músculos estão doloridos e eu tive dor de cabeça, mas isso não foi suficiente para me tirar de quadra”, finalizou.
O bom Ginobili voltou…
Um triple-double quase coroou a excelente fase vivida por Manu Ginobili nas últimas partidas. Ontem, com passes mirabolantes e jogadas de todos os tipos, o argentino impressionou até os companheiros. Na vitória do San Antonio Spurs por 117 a 99 diante do Minnesota Timberwolves, o camisa #20 anotou 14 pontos, pegou nove rebotes e distribuiu dez assistências.
“Ele pode jogar [a bola] por detrás das costas, pelos pés”, brincou o novato ala-pivô DeJuan Blair. “Ele pode fazer qualquer coisa, é fantástico!”, elogiou. Manu também ganhou elogios de outro jovem, o armador George Hill. “Ele tem um monte de truques na sua mala”, brincou. “Quando ele está correndo para o contra-ataque, temos que ficar atentos. Ele poderá jogar a bola pelas pernas, pelas costas, por qualquer lugar”, completou.
O argentino está de olho em um novo contrato com o San Antonio Spurs. Por isso, sabe que tem que dar o seu melhor dentro de quadra para encher os olhos de R.C Buford, General Manager da equipe. Quando perguntado se esses últimos jogos podem impressionar Buford, o técnico Gregg Popovich foi categórico: “Ele observou isso”.
Manu foi humilde; sabe que precisa do elenco tanto quanto a equipe necessita dele. Quando Popovich perguntou se ele queria ficar mais tempo em quadra para tentar pegar o décimo rebote e assim coroar a noite com um triple-double, ele simplesmente negou. “Acredito que um triple-double seja excelente para fins estatísticos”, disse. “Para mim não é! Não iria forçar isso”, finalizou.
Abaixo, junto às dez melhores jogadas da noite na NBA, você pode conferir alguns dos malabarismos feitos pelo argentino ontem. Vale a pena assistir!
Parker e Manu ainda se adaptam aos novos companheiros
Tony Parker impressionou a NBA no ano passado ao fazer 55 pontos diante do Minnesota Timberwolves. No entanto, sua média de pontos nessa temporada caiu consideravelmente: foi de 22.1 para apenas 16.6. Além do mais, ele vem cometendo 3.1 tournovers por jogo, sua pior marca na carreira.
Com Ginobili aconteceu algo semelhante. No ano passado ele mal jogou, mas quando esteve em quadra manteve média de 15.5 pontos por partida, aquém dos números da temporada retrasada, sua melhor da carreira com 19.5 por jogo. Nesse ano o argentino vem pior; média de 12.2 pontos e aproveitamento de 40.1% nos arremessos – seu pior da carreira.
Essa queda no desempenho de Parker e Manu está sendo sentida pelo restante do elenco, que até agora reluta em se adaptar a um novo estilo de jogo. Seria tudo isso culpa da idade? Pode ser… contudo, nos últimos dez jogos, foram oito vitórias e um indício claro de que San Antonio está melhorando.
Muitos jogadores novos chegaram: Antonio McDyess, Richard Jefferson, DeJuan Blair, Theo Ratliff, Keith Bogans… isso é suficiente para desestabilizar qualquer esquema de jogo. Tony Parker, por exemplo, tentou se adaptar aos novos companheiros e ao bom preparo físico de RJ24. Entretanto, notou que estava deixando de ser o verdadeiro Parker e já cogita voltar ao velho estilo de jogo. “Em alguns jogos eu tento passar a bola e os técnicos dizem que eu tenho de ser mais agressivo”, disse o francês. ”É como se ele estivesse começando de novo”, disse o técnico Gregg Popovich. “Por onde ele olha há novos jogadores, e ele está descobrindo o que fazer com eles”, completou.
Se Parker se sente como um novato, Ginobili sente como se nunca tivesse entrado em quadra na vida. Ele perdeu muito da temporada passada por causa de problemas físicos. Quanto à sua confiança, o argentino falou que ela varia de acordo com o dia. “Preciso jogar uns dez jogos em sequência, me sentir bem e deixar o jogo vir até mim”, explicou. “Às vezes, quando eu perco muitos jogos [devido a lesões], eu volto e quero fazer as coisas acontecerem muito rapidamente”, finalizou.
McDyess confortável vindo do banco
O ala-pivô Antonio McDyess disse que está se sentindo muito bem vindo do banco de reservas no San Antonio Spurs.
Depois de iniciar os primeiros 23 jogos como titular, o técnico Gregg Popovich deslocou o jogador para o banco. O resultado foi bom; Dice passou a jogar melhor desde que o novato DeJuan Blair o substituiu no quinteto inicial.
“Essa é a minha zona de conforto, vindo do banco”, disse o ala-pivô. “Com Matty [Bonner] fora [machucado], o técnico precisou de alguém que viesse do banco e convertesse os arremessos”, afirmou.
Finley ainda irá demorar para voltar
O ala Michael Finley sofreu um entorse no dia 9 de dezembro, no duelo contra o Sacramento Kings. Apesar de sua volta ainda ser uma incógnita, o veterano tem acompanhado a equipe durante as viagens.
“Na verdade ele está longe [de voltar a jogar]”, disse Gregg Popovich. “Mas ele está melhorando a cada dia. Ele quer estar com o time e fazer parte dele, por isso está viajando conosco”, finalizou.







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