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Ginobili sofre fratura no nariz

Foto por Eric Gay/AP Photo

O ala-armador Manu Ginobili sofreu uma fratura no nariz na partida desta sexta-feira, contra o Dallas Mavericks, a terceira da primeira rodada dos playoffs. Exames realizados ainda no Ginásio do AT&T Center confirmaram a fratura, mas Ginobili ainda será reavaliado para saber a gravidade da lesão. Mais informações serão divulgadas após estes exames complementares.

Em seu twitter oficial, o camisa 20 confirmou estar bem e que os médicos decidirão seu rumo nos próximos dias. Veja a foto postada por Manu em seu perfil.

Em uma disputa com Dirk Nowitzki, no terceiro quarto, o argentino foi atingido pelo braço do rival e deixou a quadra para que fosse feito um curativo no local. O jogador ainda retornou à partida minutos depois, e atuou normalmente em todo o último período.

Eu já sabia…

Essa é a cena que ninguém mais quer assistir...

O que todos já aguardavam aconteceu…

Em uma coluna publicada no site Canchallena nesta sexta-feira, o argentino Manu Ginobili anunciou que não irá participar do Mundial da Turquia, que será disputado no início do segundo semestre.

Manu, que recentemente renovou por mais três anos com o San Antonio Spurs, pesou na balança os prós e os contras e decidiu abandonar, mesmo que temporariamente, o selecionado argentino. “Hoje, o melhor para mim e para minha família é ficar de fora do mundial da Turquia”, declarou.

A decisão do camisa #5 argentino era aguardada. Gregg Popovich, como bem sabemos, nunca gostou de ver seus pupilos participando de jogos pelos seus países. Por ter acabado de acertar um novo contrato, já era esperado que Manu retirasse seu nome do mundial.

Ele, no entanto, disse que está deixando o mundial de 2010 em detrimento das Olimpíadas de Londres, em 2012. “Faz já dois anos que não tenho uma boa temporada (…) quero aproveitar esse recesso para ficar bem fisicamente, ter uma boa temporada e, assim, estar bem, tanto físico quanto mentalmente, para nos classificar em 2011 e jogar os Jogos Olímpicos de Londres em 2012”, declarou.

“Espero que vocês possam entender (…) só estou priorizando Londres à Turquia e a possibilidade de viver os Jogos Olímpicos mais uma vez”, pontuou.

Abaixo, confira a íntegra da nota em espanhol:

Después de unos días de debate interno y poner en la balanza mi familia, la cabeza y el corazón, llegó la hora de tomar una decisión sobre la participación en el Mundial. Siempre creí que lo correcto era decirle al técnico los planes ni bien los tuviera decididos para que arme el equipo sabiendo con quién puede contar y con quién no. Por eso, creo que es el momento de hablar sobre mi futuro con la selección nacional.

He llegado a la dura conclusión de que, hoy por hoy, lo mejor para mí y mi familia, es no jugar el Mundial de Turquía.

Sí, ya sé, alguno puede no compartir mi punto de vista y hasta estar enojado o desilusionado en este momento, pero no crean que me fue fácil determinarlo. No es, o mejor dicho, no fue una decisión fácil de tomar. Lo dije en la columna de unas semanas atrás: me gusta mucho jugar con mis amigos de tantos años, disfruto cada cortina y cada defensa de Fabri, me sorprendo y festejo con cada giro del Luifa por la línea de fondo que termina en doble la mayoría de las veces, cada pase magistral de Pablo, cada rebote o corajeada del Chapu, con esas jugadas de Carlitos que te deja boquiabierto, los triples de Paolo y Leo, y así de todo el resto. Pero en esta ocasión hay muchas cosas que entran en juego y había que analizarlo bien.

Como es de público conocimiento, después de un par de años de intentos, con mi mujer seremos papás de mellizos en mayo. Me gustaría estar presente en cada uno de esos momentos que nunca más se repiten, ayudar a mi mujer en todo lo que necesite y disfrutar cada minuto de esta experiencia única. La otra de las razones que me hizo tomar esta decisión, y que también es importante, es que mi cuerpo no está listo para jugar tres años seguidos con la selección, no tener un buen descanso, ni una apropiada preparación física.

¿Qué quiero decir con esto? Como ya lo expresé anteriormente, mis dos experiencias en Juegos Olímpicos fueron de lo mejor que me ha pasado como deportista, incluyendo anillos NBA, campeonatos en Europa y todo lo vivido en estos ya casi 15 años de carrera, y no tengo dudas en mi cabeza de que quiero volver a vivirlo. Sé que no va a ser fácil la clasificación tampoco. Por eso, mi intención es jugar también el Preolímpico 2011, que tengo entendido hasta hay chances de que se juegue en Argentina. A propósito, qué lindo seria un campeonato oficial en frente de nuestra gente después de una década (la única fue en el 2001 en Neuquén), ¿no les parece? La idea es conseguir la clasificación ahí y entonces sí, jugar mi último (muy posiblemente, ¡nunca se sabe!) campeonato con los chicos y con la celeste y blanca en el pecho.

Después de lo que pasó en Beijing 2008, la operación, las dos fracturas y esa temporada horrible 2008-2009, me costó mucho ponerme en forma y recuperar mi nivel de juego. Hace ya dos años que no tengo una buena pretemporada; la de 2008, por los Juegos mismos y las dudas mías por el tobillo y la 2009 por recuperarme de la última fractura. Entonces, quiero aprovechar este receso para ponerme 10 puntos físicamente, tener una muy buena temporada 2010-2011 y ahí sí, estar en condiciones óptimas, tanto mental, como físicamente para clasificar en el 2011, y jugar los Juegos Olímpicos en Londres en el 2012. Y aclaro, por las dudas, que los Spurs no tienen nada que ver con la decision y que de hecho dijeron que no tenían problemas en que jugara en el 2011 y 2012.

No tengo dudas de que me va a costar muchísimo mirar el Mundial por tele, me voy a querer comer la pantalla y voy a extrañar esa competencia como nadie. Pero analicé mucho mi decisión, sentimentalmente difícil, pero creo que justa.

Espero sepan entender ustedes también. No me estoy retirando de la selección, sólo estoy priorizando Londres a Turquía y la posibilidad de vivir un Juego Olímpico desde adentro otra vez.

De todos modos, el corazón, el talento y el temperamento del equipo no se discuten nunca, con o sin mí. Quedó demostrado tanto en Las Vegas 2007 como en Puerto Rico 2009. Si a esos equipos se le suman el Chapu, Fabri y alguno más, estamos como siempre, para luchar los puestos más altos y subir al podio nuevamente. Estaré firme frente a la tele desde San Antonio, como hincha número uno, con Dante y Nicola con la camisetita puesta haciendo el aguante y ayudando desde la distancia.

Spurs (1) @ Mavericks (1) – Mando quebrado!

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O San Antonio Spurs entrou em quadra nesta quarta-feira determinado, com jeito de vencedor. Poucos minutos de jogo foram suficientes para concluir que os texanos infernizariam a vida de Dirk Nowitzki e companhia. Nowitzki, inclusive, foi mais uma vez a chave da partida.

Duas peças importantes no jogo de hoje... (Foto por Danny Bollinger/NBAE via Getty Images)

Dessa vez, no entanto, o ala-pivô foi bem marcado. Apertado por todos os lados quando recebia a bola – isso quando ela chegava redonda -, o alemão desperdiçou muitos arremessos. Além disso, a dupla finalmente funcionou, impedindo o craque de se movimentar e usar toda sua agilidade e habilidade.

Com muitas bolas de três providenciais, Manu brilhou mais uma vez (AP Photo/Tim Sharp)

Nowitzki, que acertou somente nove em 24 tentativas, não foi o único que se viu sufocado pelos jogadores do Spurs. Caron Butler, peça chave no primeiro embate, também sofreu com os marcadores texanos (6-17), que reduziram completamente o seu espaço – panorama bem diferente do Jogo 1.

Ao todo, o Mavs chutou apenas 36,5% nos arremessos de quadra (31-85) – desempenho medíocre para uma equipe que se classificou em segundo na Conferência Oeste. Em termos comparativos, os comandados de Gregg Popovich acertaram 48,2% (40-83) – número bem superior. Além disso, o bom aproveitamento na linha dos três pontos (8-15) foi preponderante para o triunfo.

Como Funcionou?

Muita gente que perdeu o confronto deve estar se perguntando: como Popovich fez para brecar Dirk Nowitzki? Bom, na teoria ele não fez nada muito diferente do que estava acostumado a fazer. Em vez de tentar uma penca de jogadores em momentos diferentes da partida para confundir o camisa #41, Pop optou pela mesma tática do primeiro duelo, só que com algumas variantes.

Primeiro: Antonio McDyess, que fez hoje um bom trabalho defensivo, sempre recebia a ajuda de outro homem quando a bola chegava ao alemão. Cercado, Nowitzki era obrigado a rodar e bola e contar com a pontaria de seus companheiros, que felizmente não estava afiada. Além de Dice, Matt Bonner também usou da mesma tática quando esteve em quadra.

O melhor da noite foi ele: Tim Duncan! (Foto por Ronald Martinez/Getty Images)

Segundo: Muito esperto, Gregg Popovich sentiu a necessidade de desativar Dirk Nowitzki de qualquer maneira. Assim, quando McDyess esteve descansando, foi Tim Duncan o responsável por colar na estrela do Mavs. A tática funcionou, já que o alemão mostrou ter dificuldades em criar suas jogadas marcado por um big man. Além disso, TD não se carregou em faltas, o que foi importante para a sequência do embate.

Terceiro: Além de Dice e Duncan, Manu Ginobili também foi destacado para marcar a estrela rival. Nos poucos minutos em que encarou Nowitzki cara-a-cara, o argentino foi bem, e mostrou que ainda pode contribuir na defesa e no ataque com a mesma categoria que um dia lhe levou para um Jogo das Estrelas da NBA.

Quarto: Agora esquecendo um pouco o germânico, outra peça fundamental para o triunfo foi o ala Richard Jefferson. Tudo bem que ele fez algumas besteiras no segundo tempo, perdeu algumas bolas bobas e tal, mas Jeff foi um dos principais responsáveis por comandar os texanos no primeiro tempo e abrir uma vantagem confortável no marcador. Parabéns a ele!

No mais, a equipe foi bem, tirando o irritante blecaute do final do terceiro período. No mais, San Antonio volta para casa com um triunfo importante na bagagem. Na próxima sexta-feira, vencer será um passo importantíssimo rumo às semifinais do oeste.

Até lá…

Veja os melhores momentos da partida:

Destaques da Partida

San Antonio Spurs

Tim Duncan – 25 pontos e 17 rebotes

Manu Ginobili – 23 pontos, cinco rebotes e quatro assistências

Richard Jefferson – 19 pontos e sete rebotes

Tony Parker – 16 pontos, quatro rebotes e oito assistências

Dallas Mavericks

Jason Terry – 27 pontos e três assistências

Dirk Nowitzki – 24 pontos, dez rebotes e quatro assistências

Caron Butler – 17 pontos e sete rebotes

Palpites – Spurs X Mavericks – 1ª Rodada – Playoffs 2010

Olá, caros leitores! Com a chegada dos playoffs, retomaremos o que implantamos no ano passado: nossos palpites. Nesta temporada, teremos de volta a opinião dos autores do blog Spurs Brasil, falando sobre as expectativas para esta primeira rodada dos mata-matas da NBA. Vamos aos palpites:

Victor Moraes:

A série Pelo  segundo ano consecutivo, Spurs e Mavs se enfrentam na primeira rodada dos playoffs. A rivalidade texana promete pegar fogo, mais uma vez. Sem a vantagem do mando de quadra, os comandados de Gregg Popovich terão que prevalecer em casa e roubar uma vitória fora. Particularmente, acho difícil as duas equipes manterem a invencibilidade em casa, o que nos obrigaria a vencer duas partidas em Dallas. Difícil, mas sabemos que o Spurs é capaz de alcançar este feito.

O destaque Manu Ginobili será o fiel da balança na série. Aliás, o argentino será fundamental para as pretensões de título da equipe de San Antonio. Desde que seu desempenho subiu, o Spurs embalou, venceu equipes difíceis e chegou forte para os mata-matas.

Palpite Spurs em 7 jogos.

Robson Massaki (Koba)

A série – Vamos relembrar os playoffs da temporada passada, porém com o mando de quadra para os Mavs, que adicionaram ao seu plantel os alas Shawn Marion e Caron Butler, além de um pivô decente, Brendon Haywood. Já o Spurs trouxe o astro Richard Jefferson, que só começou a mostrar seu jogo no final da temporada. Junto com McDyess, devem ser os defensores do alemão Dirk Nowitzki.

O destaque – Destaque para o banco de reservas do Spurs, que fará a diferença contra os equilibrados times titulares.

Palpite – Spurs em 6 jogos.

Lucas Pastore

A série – Por incrível que pareça, nesta temporada, o Spurs, que se classificou em sétimo, chega mais inteiro para os playoffs do que em 2009, quando ficou com a terceira posição. O rival é o mesmo – o Dallas Mavericks – e, dessa vez, sem mando de quadra. Vai ser pedreira – e seria, de qualquer modo, no Oeste. A saúde de nossos principais jogadores – Tony Parker, George Hill, Manu Ginobili e Tim Duncan – deve ditar as chances que teremos de avançar.

O destaque – Dirk Nowitzki, historicamente, se dá muito bem jogando contra o San Antonio Spurs. Nesta temporada, não temos alas-pivôs confiáveis na defesa  e seu desempenho pode ser ainda mais nocivo. Se não tivermos uma estratégia defensiva eficiente sobre o alemão, podemos dar adeus ao título.

Palpite – Spurs em 7 jogos.

Bruno Pongas

A série – As duas equipes chegam nesta reta final num bom momento. Dallas e Spurs fizeram boas temporadas, especialmente após a parada do All-Star Game. A série será dura, sem dúvidas, e deve ser decidida em seis ou sete jogos.

O destaque – Dirk Nowitzki sempre deu muito trabalho para o San Antonio Spurs. O fato de ser habilidoso em diversas partes da quadra faz com que poucos defensores o consigam marcar com propriedade.

Palpite – Spurs em 6 jogos.

Glauber da Rocha

A série – Novamente encontramos no nosso caminho pelos playoffs o eterno rival texano do Dallas. Diferente de 2009, não teremos mando de quadra, mas as duas equipes vêm jogando muito bem nesse final de temporada regular. Será uma série decidida nos detalhes.

O destaque – Os destaques serão os alas-armadores dos dois times. O argentino Manu Ginobili comandará agora o time completo. Caron Butler quer mostrar que é a peça que faltava para o Mavericks ser campeão.

Palpite – Spurs em 5 jogos.

Melhores do Mês – Março

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Olá amigos e leitores do Spurs Brasil. O mês de março passou e para nós, autores do Spurs Brasil, o ala-armador argentino Manu Ginobili detonou, vencendo nossa coluna Melhores do Mês em duas categorias. Vamos ver os destaques na opinião dos blogueiros nas seguintes categorias: melhor time, melhor jogador e melhor jogador do San Antonio Spurs:

Melhor Time: Milwaukee Bucks

Venceu equipes como Cavs, Nuggets, Hawks, Jazz e Celtics e subiu para o quinto lugar no Leste. Veja quem votou:

Milwaukee Bucks – Oito votos (Lucas Pastore, Victor Moraes, Bruno Pongas, Rafael Panda, Guilherme Kamus, André Pastore, Leonardo Sacco e Glauber da Rocha)

Orlando Magic – Um voto (Robson Koba)

Melhor Jogador: Manu Ginobili

Manu Ginobili - San Antonio Spurs

Depois do All-Star game, Manu reencontrou o seu jogo e destruiu. Foram 16 jogos, com médias 22,1 pontos (51,7% FG, 44,9% 3PT, 88% FT), 5,8 assistências, 3,8 rebotes e 1,3 roubadas por partida. Veja quem votou:

Manu Ginobili- 6 votos (Guilherme Kamus, Rafael Panda, André Pastore, Leonardo Sacco, Bruno Pongas e Glauber da Rocha)

LeBron James –2 votos (Victor Moraes e Robson Koba)

Dwigth Howard –1 voto (Lucas Pastore)

Melhor Jogador do Spurs: Manu Ginobili

Depois do páreo disputado com Duncan no mês passado, Manu foi unanimidade para nós em março.

É isso pessoal. Mês que vem voltaremos com mais Melhores do Mês.

Melhores do Mês de Novembro

Melhores do Mês de Dezembro

Melhores do Mês de Janeiro

Melhores do Mês de Fevereiro