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Gary Neal estará em quadra no Jogo 1 contra o Jazz

Titular e reserva - pelo menos por enquanto...

O San Antonio Spurs estreará nos playoffs da temporada 2011/2012 mais saudável do que nunca. Até Gary Neal, que lesionou o ombro esquerdo nas últimas partidas da fase regular, estará no banco de reservas pronto para entrar em quadra.

O ala-armador tem médias de 9,9 pontos, 2,1 assistências e 2,1 rebotes por noite e foi muito importante para a equipe desde que T.J. Ford anunciou sua aposentadoria. Mesmo sem ser um armador de ofício, foi o camisa 14 quem assumiu a responsabilidade de substituir o titular do time, Tony Parker, nos momentos de descanso do francês.

Para o argentino Manu Ginobili, que perdeu 32 jogos da temporada, machucado, é muito importante que todos estejam inteiros neste momento do ano. “Estamos todos saudáveis e jogando bem. Estamos muito empolgados”, pontuou.

Em tempo: entendo que muita gente queira que Patrick Mills assumisse logo a vaga de Gary Neal no comando da equipe quando Parker está fora. Eu sou um daqueles que também quer ver o australiano em quadra, mas temos que entender a filosofia do Gregg Popovich. Quando o Spurs estava em apuros, sem reserva, foi Neal quem assumiu a “bucha”. Acho complicado tirar um cara que roeu o osso durante tanto tempo bem na hora de comer o filé mignon.

Para Popovich, Leonard é mais talentoso que Bowen

A cada dia que passa Leonard ganha mais espaço em San Antonio

Kawhi Leonard mal completou uma temporada em San Antonio e já é o queridinho de todos. Após a partida contra o Cleveland Cavaliers, no domingo (22), o técnico Gregg Popovich falou ao jornal USA Today sobre o bom momento do seu pupilo.

“Kawhi é capaz de marcar o jogador de perímetro mais difícil; ele tem uma grande envergadura e sabe usar seu corpo para se inclinar e defender”, analisou o treinador, antes de comparar o camisa 2 a um dos ídolos da história recente do San Antonio Spurs: Bruce Bowen.

“Falando em habilidade, ele é mais talentoso do que o Bruce (Bowen)”, disse Popovich. “Assim que nós lhe demos oportunidade, ele passou a treinar seu arremesso, sobretudo o tiro de três pontos”, completou.

“Chip Engeland (assistente técnico do Spurs) tem passado muito tempo com Leonard e ele vem ganhando cada vez mais confiança. Ainda está longe de ser um Chris Mullin, claro, mas o deixamos livre para tentar seus arremessos”, pontuou o treinador.

Nesta temporada, o novato da Universidade de San Diego tem médias de oito pontos, 5,2 rebotes e 1,3 roubo de bola em pouco mais de 24 minutos por partida.

Chamem os Globetrotters

Mesmo com mudanças, Spurs ainda é tido como pragmático

Respeitável público,

Um elenco mesclado entre jogadores experientes e consagrados e jovens que despontam para o futuro da NBA, técnico e comissão técnica multicampeões e uma diretoria capacitada. Essa é uma sinopse do San Antonio Spurs, agora líder da Conferência Oeste após ultrapassar o Oklahoma City Thunder. Dono do terceiro melhor ataque da Liga com 102 pontos por noite, o Spurs permite a seus oponentes a marca de 96 pontos a cada partida, o que atesta a vontade de jogar e de deixar o adversário jogar. Em outras épocas, fazer 90 pontos no Spurs não era uma tarefa tão fácil, enquanto alcançar os 100 era fato raro. Na mesma toada, o ataque texano também não era dos mais produtivos.

Desde que venceu o seu primeiro título, em 1999, o Spurs passou por transformações. Por mais que isso seja uma obviedade, o óbvio precisa ser dito e neste caso é interessante, pois a base que sustenta o jogo da equipe ainda é a mesma. Gregg Popovich – discípulo de Larry Brown, um ferrenho adepto do jogo baseado na defesa – ainda é o treinador e Tim Duncan, o ponto central do que o Spurs faz. Mas então por que mudou-se? Em nenhuma das quatro vezes em que foi campeão o Spurs foi o mesmo. O Spurs já fora mais técnico, mais forte fisicamente, veloz, jogou sem pivô ou com dois alas de força… Muitas foram as combinações. No entanto, a defesa sempre foi motivo para Pop se descabelar, e hoje já não é. Se isso é bom ou ruim, é do gosto de cada um.

Mesmo tendo evoluído bastante no quesito “vistosidade do jogo”, o Spurs ainda não conta com a boa vontade da crítica e do público. Outro dia, assistia a um programa da ESPN Internacional e, para minha surpresa, o comentarista falava sobre a ascensão do time e dizia que o Spurs era uma equipe que “não encantava”.

O time campeão de 99 sofreu menos com a acusação de “jogar feio”. Os críticos preferiam falar da temporada reduzida e do asterisco “gentilmente” criado por Phil Jackson para diminuir o título. Já as equipes de 2003 e 2005 sofreram na pele com a má vontade dos que os acusavam sem dó de serem pragmáticos, enquanto os tetracampeões não tiveram tempo de assim serem chamados, pois em 2007 o Spurs era o time “sujo” e ajudado pela arbitragem. Mesmo com Tim Duncan, David Robinson, Avery Johnson, Sean Elliott, Manu Ginóbili, Tony Parker, Robert Horry, Michael Finley e tanta gente boa que passou por San Antonio, nossos títulos sempre foram altamente contestados. A reclamação de quem perde é normal, porém repito: sempre fomos altamente contestados. E com todas as mudanças ocorridas desde o talentoso time de 99, passando pelo qualificado elenco do bicampeonato, pela encorpada e forte defesa tricampeã e culminando no “camaleão” do tetra, capaz de se adequar ao jogo do adversário, nunca gozamos de grande prestígio perante à mídia. Hoje, o Spurs é um time que gosta de atacar e já não defende tanto, tem três craques no elenco e um punhado de excelentes jogadores. Ainda assim, isso é pouco. Possivelmente a única saída pra essa rejeição é vestir a camisa do espalhafatoso time do Globetrotters. Talvez assim iremos agradar.

“Posso ser melhor que Ginobili”, diz novato do Warriors

Como diria o técnico Tite: "FALA MUITO!"

Após a derrota do Golden State Warriors para o San Antonio Spurs, o novato Klay Thompson foi perguntado pela imprensa local sobre o seu desempenho e sobre a semelhança do seu basquete com o estilo de jogo do argentino Manu Ginobili.

Thompson foi curto e grosso na resposta. “Gosto de jogar o meu jogo e fazer minha parte. Sei que posso ser do mesmo nível, ou até melhor, que Manu Ginobili”, disse o camisa 11. Humilde ele, né!?

Dentro de quadra, o novato fez boa partida e foi o destaque do fraco e desfalcado time da Califórnia. Klay anotou 29 pontos, pegou oito rebotes e distribuiu cinco assistências. Na temporada, ele tem média de 11,8 pontos por noite.

Enquanto o ala ainda busca seu lugar ao sol na NBA, o já consagrado Ginobili foi bastante elogiado pelo técnico Gregg Popovich. “Sem Manu, sem títulos”, disse o comandante do Spurs após o massacre de segunda (16) sobre o Warriors. “Ele tem amor por vencer e é maníaco por competitividade. É mais ou menos como Michael (Jordan) e Kobe (Bryant)”, completou o Coach Pop.

É, pelo jeito o tal de Klay Thompson precisa baixar a bolinha e treinar muito para um dia, quem sabe, chegar aos pés do argentino.

Após oito jogos “em branco”, Leonard volta a se destacar

Leonard ouve conselhos de Pop

O novato Kawhi Leonard estava numa fase ruim. Sem marcar dez ou mais pontos há oito jogos, sem fazer uma cesta de três pontos há sete partidas e tendo errado os seis últimos tiros de longa distância que tentou, o camisa 2 vivia um mau momento apesar da recente boa fase do San Antonio Spurs.

Na noite de sábado (14), no entanto, Leonard recuperou o velho ritmo e foi um dos responsáveis pela fácil vitória do San Antonio Spurs sobre o Phoenix Suns por 105 a 91. Em quase 24 minutos em quadra, o ala anotou 14 pontos – acertando as três bolas de longa distância que tentou durante a partida -, pegou cinco rebotes e roubou duas bolas – uma de suas marcas registradas.

Após a partida, o jogador confessou que vinha se sentindo cansado ultimamente. Dos 58 jogos disputados pelo Spurs nesta temporada, Leonard ficou de fora de apenas um deles. “Tenho estado um pouco cansado depois de tantos combates, mas estou aprendendo com esse grande grupo que temos”, disse. “Eles me dizem para continuar dando duro, me esforçar, cuidar do corpo e deixar o resto com os treinadores”, completou.

Por fim, o atleta confessou estar ansioso para a pós-temporada. “Me sinto bem agora. Estou com bastante energia e empolgado para os playoffs. Tenho tentado melhorar a cada partida nesses últimos jogos”, finalizou.

E mais…

Tudo bem com Danny Green

Danny Green - San Antonio SpursO técnico Gregg Popovich voltou para o segundo tempo do duelo contra o Phoenix Suns sem o ala Danny Green. O treinador, contudo, negou que o camisa 4 tenha se lesionado durante o embate. “Na verdade só estava dando um descanso para ele. Danny vem jogando muito e lhe dei essa oportunidade para repousar”, afirmou.