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Rebotes, por favor!

A derrota para o Los Angeles Lakers na última quarta-feira (11) acendeu um sinal amarelo no San Antonio Spurs. Ao enfrentar, talvez, a dupla de garrafão mais dominante da NBA, formada por Pau Gasol e Andrew Bynum, a equipe texana ficou perdida nos rebotes, coletando apenas 33 contra 60 do rival. Ficou claro que este é o ponto mais urgente a ser trabalhado pelo técnico Gregg Popovich antes dos playoffs.

"Aí o Pop disse que o Bonner precisa pegar rebotes KKKK"

É bem verdade que a situação poderia ser ainda pior se o domínio adversário nos rebotes fosse repetido na quinta, contra o Memphis Grizzlies. Atuando diante dos nossos algozes nos últimos playoffs – que nos eliminaram justamente pela força do garrafão – Tim Duncan exibiu um esforço acima do normal e conduziu o Spurs à vitória. Mas vale ressaltar que, mesmo com tanta dedicação do astro, a disputa pelos ressaltos ficou empatada: 41 a 41. O que seria de nós, então, se não fosse a exibição de gala do ala-pivô?

A verdade é que, em nosso elenco, Duncan é o único reboteiro de elite. DeJuan Blair é preciso no fundamento, mas sua baixa estatura e sua falta de esforço às vezes comprometem. Mais alto, Tiago Splitter não chega a ser um especialista. Boris Diaw ainda parece fora de forma e Matt Bonner é fraco fisicamente para aguentar o tranco embaixo da cesta – sua função no plantel é outra. Complicado!

Respeito a decisão de Pop de não usar Duncan e Splitter ao mesmo tempo. Entendo que o treinador pensa que conta com apenas dois defensores confiáveis de garrafão no elenco e que é melhor ter sempre um deles em quadra do que colocar os dois juntos e, em alguns momentos, ficar sem nenhum. Mas isso também significa que sempre Blair, Diaw ou Bonner estarão em quadra. O desafio é se virar nos rebotes assim.

A resposta pode estar no perímetro. Danny Green, Stephen Jackson e, principalmente, Kawhi Leonard são reboteiros acima da média para suas posições. Estão sempre brigando para, ao menos, manter a bola viva após ressaltos. Essa habilidade pode ser usada se os jogadores de garrafão fizerem com precisão o box-out. Essa jogada consiste em jogar o corpo para cima do adversário e impedir que ele chegue próximo à bola. Se os big men fizerem isso corretamente, o rebote pode sobrar limpo para esses alas.

Outra solução pode ser concentrar os rebotes em Duncan por meio de uma defesa por zona – recurso pouco utilizado por Pop, é verdade. Mas, nesse tipo de marcação, os quatro homens mais baixos poderiam fazer um box-out em um adversário próximo, deixando Duncan brigando com apenas um oponente pelo ressalto. Como ele é o melhor do elenco do Spurs neste fundamento, a chance de sucesso aumentaria.

É possível pegar rebotes sem bons reboteiros. Essas são apenas algumas maneiras de se conseguir eficiência no fundamento – que exigem, desde já, muito treino e esforço dos jogadores. Confio no Pop para cumprir a primeira parte. Mas será que podemos confiar em Blair, Diaw e companhia para darem o sangue dentro de quadra?

Líder. E agora?

Com a vitória sobre o New Orleans Hornets e a derrota do Oklahoma City Thunder para o Indiana Pacers, o San Antonio Spurs chegou à liderança da Conferência Oeste da NBA. Restando pouco menos de um mês para o fim da temporada regular, parece claro que a equipe texana tem condições de se manter no topo para garantir o mando de quadra. A questão é: como manter a primeira colocação e, ao mesmo tempo, preservar as principais estrelas para os playoffs?

Stephen Jackson é reserva. Mas até quando?

A resposta óbvia me parece ser o banco de reservas. Hoje, poucas franquias na NBA têm um elenco tão rico como o do San Antonio Spurs. Enquanto usa os jovens Danny Green e Kawhi Leonard no quinteto titular, Gregg Popovich tem ótimas opções para o perímetro, como o genial Manu Ginobili, o experiente Stephen Jackson e o arremessador Gary Neal. Na armação, Patrick Mills começa a se destacar nos minutos de descanso de Tony Parker. Por fim, no garrafão, Boris Diaw chegou para ser, ao lado de Tiago Splitter e Matt Bonner, alternativa para o descanso de Tim Duncan e para os dias pouco inspirados do ainda incostante DeJuan Blair.

Porém, apesar de eficiente nas últimas rodadas, pode-se dizer que o Spurs ainda é um time em formação. As recentes chegadas de Mills, Jackson e Diaw e a recuperação de Ginobili levantaram muitas dúvidas em quanto à rotação da equipe para os playoffs. E acredito que é nisso que Pop tem de se focar como prioridade daqui até o fim da temporada.

Prova disso foi o jogo contra o Boston Celtics. Depois que T.J. Ford se aposentou, Mills passou a ser, aparentemente, a melhor opção para a reserva na armação, já que o jovem Cory Joseph ainda parece um pouco cru para a NBA. Mas Pop, talvez temendo a falta de entrosamento do australiano, resolveu usar Neal improvisado na posição 1 contra Rajon Rondo e companhia. Resultado: o camisa #14, pouco à vontade na função, cometeu cinco desperdícios de bola. Para se redimir, no fim do jogo, acertou um decisivo arremesso de três em sua especialidade. Esse tem de ser o papel dele!

Essa é uma das respostas que Pop precisa encontrar logo antes do fim da temporada regular. Quem vai organizar o jogo quando Parker estiver no banco? Mills e Diaw aparecem como boas opções, mas o técnico ainda mostra um pé atrás com ambos. Ginobili e Jackson, então, parecem ser as alternarivas mais confiáveis, mas o treinador segue apostando em Neal. Aposta que, no meu entender, jamais pode ser usada nos playoffs.

Outro tópico interessante me faz lembrar o ano passado. Blair foi titular durante quase toda a temporada regular. Na reta final, no entanto, Pop promoveu a entrada de Antonio McDyess no quinteto inicial, de olho na experiência do ala-pivô. Isso me faz questionar a presença de Green e Leonard. Os dois fazem temporada excepcional, bem acima das minhas expectativas, principalmente na defesa. Mas acho que, quando o bicho pegar, o técnico vai acabar apostando na experiência de Manu e Jackson.

Preservar os veteranos será importante nessa reta final de temporada regular. Porém, a prioridade de Pop até os playoffs tem de ser ajustar a rotação da equipe texana. Se o treinador encontrar o ponto de equilíbrio entre tantas boas opções que tem no elenco, certamente as chances de título aumentarão bastante.

Quando a persistência dá resultado…

Entre uma bronca e outra, Danny Green vai se tornando peça fundamental

Danny Green veio da tradicional Universidade da Carolina do Norte – a mesma que revelou Michael Jordan para o mundo do basquete -, mas teve poucas chances de mostrar seu trabalho na NBA. Draftado pelo Cleveland Cavaliers na segunda rodada de 2009, Green jogou apenas 20 partidas em sua temporada de novato.

A verdade é que ele tinha pouco espaço em Cleveland; era ofuscado pelo astro maior, LeBron James. “Largado” no banco de reservas, Green via o tempo passar sem esperança de ganhar uma oportunidade. Essa chance realmente nunca veio, já que o ala foi dispensado durante o training camp da temporada seguinte.

“As semanas passavam e eu sequer tinha ideia do que ia acontecer”, disse o jogador, que havia assinado um “contrato de risco” antes do começo da fase regular. “Você fala com seu agente, espera alguns telefonemas, treina duro e espera uma chance aparecer”, completou, lembrando que a carreira de jogador de basquete nem sempre rende fama e dinheiro.

Mas Green se lembra de alguns bons momentos em Ohio, como a convivência com atletas mais experientes. “Me diverti bastante no meu primeiro ano em Cleveland. É uma grande franquia e tive grandes companheiros de time. Só esperava que eu fosse encontrar um novo lugar para chamar de casa mais rápido”, explicou.

Demorou mesmo. Danny perambulou pela D-League antes de finalmente achar seu lugar para chamar de casa. No entanto, custou para que ele encontrasse seu espaço no Texas. Nesse meio tempo, as idas e vindas do ala para a liga de desenvolvimento da NBA eram constantes. Green só conseguiu se firmar em San Antonio nesta temporada, justamente depois que Manu Ginobili se machucou. Gregg Popovich até testou James Anderson antes dele, mas foi o ala de North Carolina que “conquistou” o treinador.

Titular absoluto, o camisa 4 voltou a Cleveland na noite de terça-feira (3) e mostrou para os dirigentes do Cavs que poderia ter sido melhor aproveitado enquanto esteve esquentando banco por lá. Danny Green teve sua vingança – anotou 19 pontos e ajudou o San Antonio Spurs a conquistar sua terceira maior vitória fora de casa na era Gregg Popovich, que começou em 1996.

Apesar da pontaria calibrada no ataque, foi sua garra na defesa que ganhou elogios; e olha que foram elogios de peso. “Danny vem sendo muito sólido defensivamente”, analisou Tim Duncan. “Na verdade, ele tem feito muito mais do que acreditamos que ele seria capaz. É realmente uma grande surpresa para nós”, finalizou.

Green, assim como Jeremy Lin e tantos outros, é mais uma prova de que empenho e persistência trazem resultado. Ele pode estar longe de ser um craque, mas sua raça dentro de quadra faz com que ele tenha espaço garantido e um lugar para chamar de lar.

Um mês para alcançar o Thunder. Dá?

Sou daqueles que acredita que o San Antonio Spurs ainda está um degrau abaixo de Chicago Bulls, Miami Heat e Oklahoma City Thunder. Mas não dá para não ficar empolgado com a fase que vive a equipe texana. São sete vitórias consecutivas – melhor sequência da NBA no momento – e a primeira colocação da Conferência Oeste, que parecia um sonho distante no começo da temporada, começa a ficar alcançável.

Hoje, o Spurs, que tem campanha de 36-14, está três jogos atrás do Thunder, que aparece com 40-12. O problema é que o time de Kevin Durant e companhia também está pegando fogo e vem de seis vitórias seguidas. Além disso, o Spurs tem apenas um mês – ou 16 partidas – para tirar essa diferença.

Final de Conferência?

Por isso, resolvi usar hoje este espaço para dissecar o calendário do Spurs em abril. A série de jogos não é das mais fáceis e o banco de reservas será importante neste período. Vamos aos adversários do mês, listados por mim em ordem de importância:

Los Angeles Lakers (11/4 @ San Antonio, 17/4 @ Los Angeles, 20/4 @ San Antonio)

Não, não é primeiro de abril; o Spurs vai mesmo enfrentar o Los Angeles Lakers três vezes neste mês. Três! Os jogos podem decidir o futuro das franquias nos playoffs: três derrotas podem fazer com que a equipe texana seja ultrapassada pelo rival, enquanto três vitórias podem derrubar os angelinos para a quarta colocação e evitar um confronto na semifinal de conferência. O time de San Antonio é um dos que melhor sabe lidar com Kobe Bryant e tem candidatos de sobra para marcá-lo, como Danny Green, Kawhi Leonard, Stephen Jackson e até Manu Ginobili. O problema será minimizar os danos causados por Pau Gasol e Andrew Bynum – que faz sua melhor temporada da carreira.

Phoenix Suns (14/4 @ San Antonio, 25/4 @ Phoenix)

Comandado pelo sempre genial Steve Nash, o Phoenix Suns é, talvez, o time que mais melhorou depois da pausa para o All-Star Game e já sonha com uma vaga na pós-temporada. Resta saber se o elenco, que não é dos mais profundos, conseguirá manter o alto nível por mais um mês. Se conseguir, será um adversário duro.

Memphis Grizzlies (12/4 @ San Antonio)

Confesso que tenho arrepios quando vejo o Memphis Grizzlies se acertando nessa reta final de temporada regular. O forte garrafão formado por Zach Randolph e Marc Gasol, que nos eliminou o ano passado, ganhou os reforços de Rudy Gay e Marreese Speights. Não quero pegar esses caras de novo nos playoffs! Uma vitória nesse jogo será importante para ganhar confiança caso o confronto volte a acontecer.

Utah Jazz (8/4 @ San Antonio, 9/4 @ Utah)

Muitas equipes boas da Conferência Oeste vão ter que jogar tudo em abril para conseguirem a classificação para os playoffs. O Utah Jazz é um desses times que está na briga e vai encarar o Spurs duas vezes em noites seguidas. Será um bom teste para o garrafão texano, tão criticado na última pós-temporada, já que do outro lado estará uma sólida rotação, formada por Paul Millsap, Al Jefferson, Derrick Favors e Enes Kanter.

Boston Celtics (4/4 @ Boston)

Com um banco enfraquecido e com o elenco envelhecido, o Boston Celtics desta temporada é o pior dos últimos anos. Mesmo assim, é uma equipe encardida, com defesa forte e que sempre costuma complicar a vida do Spurs. Jogo duro, ainda mais por ser fora de casa.

Portland TrailBlazers (23/4 @ San Antonio)

Com um começo arrasador e um elenco talentoso, o Portland TrailBlazers iniciou a temporada assustando – eu mesmo apostava em uma campanha de sucesso para a equipe. Mas o time desandou, despencou na tabela e ensaiou um desmanche na janela de transferências, negociando alguns jogadores em troca de jovens, como Jonny Flynn e JJ Hickson. De qualquer modo, ainda é um time bem perigoso.

Cleveland Cavaliers (3/4 @ Cleveland, 22/4 @ San Antonio)

Na próxima terça-feira, o Cavaliers será o primeiro adversário do Spurs em abril. A equipe ainda sonha com uma vaga nos playoffs, mas sofre com contusões – o brasileiro Anderson Varejão ainda deve demorar para voltar, enquanto Kyrie Irving é dúvida para a partida. Se o armador não jogar, a vitória vira quase uma obrigação para o time de San Antonio. Na segunda partida, o Cavs já deve estar eliminado e pensando em uma boa escolha de Draft, o que deve facilitar a vida do Spurs, que pode até pensar em poupar alguns veteranos neste duelo.

Golden State Warriors (16/4 @ Golden State, 26/04 @ Golden State)

Richard Jefferson voltará a se encontrar com o Spurs nestes dois jogos. Minado por lesões dos sempre machucados Stephen Curry e Andrew Bogut, o Golden State Warriors já não sonha com muita coisa nessa temporada e já começou a abrir espaço para seus jogadores mais jovens, como o perigoso novato Klay Thompson. Por isso, se nada de excepcional acontecer, a tendência é que os texanos sejam favoritos para os confrontos.

Sacramento Kings (18/4 @ Sacramento)

Embora comece a dar mostras de que tem um elenco jovem e promissor, o Sacramento Kings faz mais uma temporada ruim. Mesmo assim, é uma equipe que sempre complica o Spurs – neste ano, já roubou uma vitória em San Antonio e se tornou o primeiro visitante a vencer no AT&T Center na temporada. É bom ter atenção nesta partida.

New Orleans Hornets (6/4 @ San Antonio)

Um dos elencos mais modestos da liga – a última colocação na Conferência Oeste não é acidente -, o New Orleans Hornets ainda sofre com as contusões de jogadores importantíssimos, como Eric Gordon e Chris Kaman. Mesmo assim, o time, ciente de suas limitações, é bastante aplicado e costuma dar trabalho para o Spurs. De qualquer jeito, talvez seja um bom jogo para usar bastante o banco e poupar os veteranos.

A volta de George Hill a San Antonio…

Saudades...

O jogo deste sábado (31) em San Antonio vale muito mais do que uma simples vitória em busca do topo da Conferência Oeste. O adversário, o Indiana Pacers, trará consigo um jogador que foi embora e que deixou saudades. Será a primeira partida de George Hill com a camisa de sua nova equipe em San Antonio.

Hill foi recrutado na primeira rodada de 2008. Era um total desconhecido e muitos o colocavam como provável escolha de segundo round. Vindo da pouco tradicional IUPUI, o camisa 3 teve impacto imediato e em pouco tempo se tornou o “queridinho” do técnico Gregg Popovich. Sua garra e vontade de vencer impressionavam. A torcida, tanto lá nos EUA quanto aqui no Brasil (sentíamos isso nos comentários feitos no blog), adoravam o jogador. Gostavam mesmo; era como se ele fosse o atleta favorito de quase todos.

Agora entra a parte em que vocês perguntam: por que ele foi trocado se tinha tanta importância para o time? Bem, essa é uma pergunta difícil de responder. Até hoje vejo as pessoas reclamando da troca, pois George Hill era, depois de Tim Duncan, Manu Ginobili e Tony Parker, uma peça praticamente intocável. Se ele for bem no duelo de logo mais, com certeza vai ter gente criticando, dizendo que ele jamais deveria ter saído, mas isso é normal…

Voltando ao assunto, eu tenho a minha própria tese sobre essa polêmica toda. Por ser muito bom, o armador era a única peça de troca valiosa e “dispensável”. Escrevo dispensável entre aspas porque negociar Duncan, Parker ou Ginobili era – e é – algo absolutamente fora dos planos. Ou seja, George era muito bom, o melhor depois dos intocáveis e aquele que mais despertava interesse das outras franquias.

Além disso, o San Antonio Spurs tinha uma grande carência defensiva. Mas Hill era um bom defensor, certo? Certíssimo! Ele era ótimo marcando individualmente, mas era muito baixo para tomar conta de atletas maiores, como Kevin Durant, por exemplo. Lembro de duelos interessantes entre George Hill e Kobe Bryant. O camisa 3 era implacável contra o astro do Lakers, mas pecava quando tinha de tomar conta de alguém mais alto.

Gregg Popovich e R.C. Buford viram em Kawhi Leonard o novo Bruce Bowen, conversaram com o Indiana Pacers (que tinha a 15ª escolha no Draft de 2011) e resolveram bancar a aposta. Na noite do recrutamento, Hill já sabia que seria enviado de volta à sua terra natal. “O Coach Pop explicou a natureza do negócio, o que eu respeitei, explicou que fazer aquilo seria muito difícil e que ele se sentia muito mal. Ao mesmo tempo, disse que era algo que era necessário para o bem da franquia. Foi difícil de engolir, mas desde o primeiro dia ele foi honesto comigo”, disse o jogador, que tentou dar uma prévia de como será reencontrar esse passado recente pela primeira vez. “Será meio estranho. Vou me divertir. Será bom ver todo mundo novamente e ver todos sorrindo, mas ao mesmo tempo vai ser emocionante porque sinto falta desses caras. Nós criamos uma unidade, mas temos de entender que a NBA é um negócio. Vamos jogar como em uma partida normal de temporada regular e nos divertir”, concluiu.

A nós, torcedores, resta desejar o melhor futuro possível para George Hill (menos contra o Spurs, claro). Um atleta que sempre foi muito aplicado e íntegro durante todo o tempo que esteve em San Antonio. Abaixo, uma última imagem para ficar na história. Quem lembra desse lance?

Uma última imagem pra ficar na história...