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Surpresas de início de temporada

Início de temporada regular e como sempre as previsões feitas anteriormente não se concretizam totalmente. Times de quem se esperava muito decepcionam e times de quem pouco se esperava surpreendem positivamente.
Três equipes se enquadram bem nesse perfil. A começar com o Atlanta Hawks. A franquia lidera a divisão leste da NBA com seis vitórias e nenhuma derrota, deixando pra trás o gigante Celtics. Desses seis triunfos, três foram contra equipes que figuram entre as oito primeiras de suas conferências (Orlando, New Orleans e Toronto) e estariam classificadas aos playoffs. Contando com uma equipe competente, com muitos jogadores jovens, como Al Horford (com 10.2 rebotes por jogo), e alguns experientes, como Mike Bibby e Joe Johnson (15.5 e 23.8 pontos por jogo respectivamente), o time que há dois anos era saco de pancadas da NBA tem reagido e se mostrado candidato a entrar na briga.
Por outro lado, duas equipes têm surpreendido por seus péssimos desempenhos nesse início de temporada. Os rivais do Texas, San Antonio Spurs e Dallas Mavericks, começam muito mal a competição. O Spurs é apenas o 11º da conferência oeste, seguido pelo Mavs, 12º. San Antonio sempre contou demais com as boas atuações de seu trio, Parker, Ginóbili e Duncan, mas nunca teve tão pouco apoio a ele. Com a contusão de Ginóbili antes mesmo do início da temporada, a equipe ficou ainda mais perdida. Contando com fracas atuações de seus outros jogadores e perdendo também Parker por alguns meses, a situação parece cada vez pior.
O Dallas Mavericks parece ter o mesmo problema de seu rival. Apenas com as boas atuações de Dirk Nowitzki, as assistências de Jason Kidd e a regularidade de Josh Howard, o time vai tendo um de seus piores inícios dos últimos anos. Com duas vitórias e cinco derrotas, a equipe tem como único resultado expressivo na temporada a ótima vitória sobre o próprio Spurs em San Antonio.
Ambas as equipes texanas precisam de renovação urgentemente. Há anos praticam o mesmo jogo e tem dado certo, mas uma hora os adversários entenderiam e aprenderiam a anular. Aparentemente isso tem acontecido. Talvez devam seguir o exemplo do Atlanta, que com uma equipe jovem tem surpreendido à NBA.
O substituto de Manu?
Roger Mason Jr acabou de completar 28 anos. No seu quinto ano de NBA, ele finalmente está tendo a oportunidade de mostrar seu verdadeiro basquete. Oriundo da Universidade de Virginia, Mason conseguiu uma sólida carreira universitária – seu bom último ano carimbou o passaporte para o melhor basquete do mundo. Suas médias foram de 18.6 pontos e 4.1 assistências em 29 jogos disputados.
Com uma perspectiva razoável dentro do draft de 2002, Mason ficou de fora do primeiro round. Contudo, foi selecionado logo de cara na segunda rodada. Sua equipe seria o lendário Chicago Bulls – equipe da qual ele se considera fã por causa de Michael Jordan, um de seus ídolos. Entretanto, o que parecia um sonho começou a se tornar algo incômodo na carreira de Mason; pouco aproveitado em Chicago, ele foi trocado no seu segundo ano de NBA – seu novo time seria o Toronto Raptors.
Nova equipe e mesma realidade; Mason continuou sendo pouco aproveitado também em Toronto. No Canadá, jogou pouco mais de 20 jogos e dificilmente ganhava muitos minutos em quadra. Cansado da NBA, o jogador decidiu se aventurar pelo basquete europeu. No velho continente, Mason rodou por dois clubes em um curto espaço de tempo; o Olympiakos, da Grécia, e o Hapoel Jerusalem, de Israel. Após essas curtas passagens, ele foi contratado por uma equipe japonesa; todavia, alguns dias depois de assinar com o clube japonês, ele foi repatriado pela NBA; seu novo time seria o Washington Wizards.
A notícia de que ele iria para Washington o deixou extremamente feliz e empolgado – pela primeira vez em sua carreira, Mason teria mais chances de jogar. A temporada 2006-2007 marcou a volta do jogador aos Estados Unidos; as duas temporadas fora do país o amadureceram e o deixaram pronto para finalmente mostrar seu verdadeiro jogo na liga norte-americana. No entanto, a empolgação de voltar ao seu país logo se tornou algo frustrante. Mason pouco jogou na temporada 2006-2007; foram 62 jogos disputados e média baixíssima de minutos em quadra.
O ano seguinte marcaria a ascenção de Roger Mason Jr como atleta. Ainda em Washington, ele finalmente teve a oportunidade que sempre esperou. Disputou 80 jogos e ficou, em média, 21 minutos em quadra em cada um deles. Foi o suficiente para se mostrar um dos principais reservas de sua equipe e também da NBA – inclusive foi um dos jogadores que mais evoluiu de uma temporada para a outra; sua média de pontos subiu de 2.7 para 9.1.
Credenciado por uma boa temporada, Mason virou agente livre após o término do campeonato. Após se mostrar um suplente efetivo em Washington, algumas equipes se interessaram pelo seu basquete. Uma dessas equipes foi o San Antonio Spurs, que propôs um bom contrato à ele. Dentre as propostas, a que mais lhe interessou foi a de San Antonio; algumas semanas depois, Mason já estava treinando e disputando os torneios de verão com o Spurs.
Logo de cara, deu para notar que ele seria, no mínimo, um ótimo reserva para o elenco. Com Manu Ginobili se recuperando de um problema no tornozelo, Mason se tornou rapidamente o suplente mais atuante da equipe. Um de seus principais trunfos é o jogo defensivo; além disso, o jogador tem se mostrado uma ótima opção no ataque com sua pontaria calibrada. O começo de temporada de Mason tem animado os torcedores e também o técnico Gregg Popovich – que acertou em cheio ao trazê-lo para o Spurs.
Com a volta do argentino Manu Ginobili, Mason pode perder alguns minutos em quadra – atualmente, ele vem jogando quase 34 minutos por noite. Mesmo assim, fica a esperança para o torcedor do San Antonio de ver um novo grande jogador surgindo no elenco. Afinal, se dependermos de Matt Bonner e Jacque Vaughn para consquistar alguma coisa, estamos perdidos.
A grande transação da temporada

A grande notícia da NBA nesta semana é a troca entre Chauncey Billups e Allen Iverson. A troca ainda inclui, por parte do Pistons, o ala-pivô Antonio McDyess e o pivô Cheick Samb, que foram enviados ao Nuggets. Se durante a off-season não houveram grandes transações que abalassem o mundo da NBA, a temporada regular começa com essa bomba.
Chauncey Billups tem 32 anos. Na carreira, tem médias de 14.8 pontos e 5.5 assistências. Na última temporada, médias de 17 pontos e 6.8 assistências por jogo. Foi três vezes chamado para o All-Star Game e foi o MVP das finais de 2004.
Allen Iverson tem 33 anos. Na carreira, tem médias de 27.9 pontos e 6.3 assistências por jogo. Na última temporada, médias de 26.3 pontos e 7.1 assistências. Foi MVP na temporada 2000-01, além de ter sido o MVP do All-Star Game em 2001 e em 2005.
Uma troca um tanto quanto inusitada, aparentemente. Iverson é indiscutivelmente mais habilidoso, melhor chutador e mais decisivo, e os outros jogadores incluídos na transação não equiparam a troca. Entretanto, é necessário tentar entender o lado do Nuggets. Desde que Iverson chegou, o time não passa da primeira rodada dos playoffs. O ex-jogador do 76’ers chegou a Denver com a responsabilidade e o investimento para levar o time mais longe do que conseguiu. Sem Allen, o Nuggets já havia conseguido chegar à primeira rodada dos playoffs também. É muito investimento por nada.
Billups também não é um jogador qualquer. Foi fundamental para a equipe de Detroit conseguir o título de 2003-04. Além disso, é um jogador que pensa muito mais no time do que Iverson. Talvez, tendo ele como armador, Carmelo Anthony possa crescer de produção. Com certeza, terá mais bolas para chutar, e agora contará também com mais um companheiro jogando para ele.
Aparentemente é uma troca muito melhor para Detroit do que para Denver. Mas é melhor esperarmos para ver, senão podemos cometer o mesmo erro que a grande maioria dos fãs de basquete cometeram algum tempo atrás, quando condenavam o New Jersey Nets por terem liberado o grande pontuador da equipe, Stephon Marbury, em troca de um armador do Suns que parecia estar caindo cada vez mais de produção, Jason Kidd.
No topo da Europa há anos
Continuando a análise do Spurs Brasil sobre as equipes que possuem nossos jogadores pela Europa, depois do CSKA Moscow, da Rússia, a bola da vez é o TAU Ceramica, equipe do brasileiro Tiago Splitter – futuro atleta do San Antonio Spurs.
Na última Euroliga de clubes, o TAU foi bem e chegou às semifinais do torneio. Contudo, foi derrotado pela forte equipe do CSKA – que seria o futuro vencedor do campeonato. Na disputa pelo terceiro lugar, nova derrota; dessa vez para os italianos do Montepaschi Siena, por 97 a 93. Mesmo sem nunca conquistar o cobiçado título europeu, o TAU vem no topo da Europa há alguns anos; nesse meio tempo, foi duas vezes vice-campeão da Euroliga – em 2001 e 2005.
Na Espanha, o TAU – que também é conhecido como Saski Baskonia – é um dos principais times do país. Nos últimos sete campeonatos espanhois, a equipe de Tiago Splitter chegou a quatro finais, conquistando dois títulos. Além disso, a tradição do TAU Ceramica se estende a mais cinco Copas da Espanha, quatro Supercopas da Espanha e uma Saporta Cup – competição que reúne os vencedores das copas de cada país pela Europa.
As Estrelas
#21 Tiago Splitter
Idade: 23 anos
Altura: 2.12m
Porque ele é uma estrela?
Tiago Splitter é um dos melhores jogadores da Europa na atualidade. E isso não é ufanismo, ao contrário do que muita gente deve pensar. Splitter foi contratado pelo TAU em 2000; entretanto, rodou por alguns clubes da Espanha até pegar experiência suficiente. Voltou para o TAU na teporada 2003-2004; durante quatro anos, ele foi coadjuvante do ala-pivô argentino Luis Scola, ídolo e estrela máxima dessa década vencedora da equipe espanhola. Após a saída de Scola para jogar na NBA, Splitter conquistou mais espaço dentro do elenco e passou a ser o principal jogador da equipe. No ano passado, suas expressivas médias de 14 pontos e quase cinco rebotes por partida na Euroliga de Clubes empolgaram os dirigentes da NBA, que já estavam de olho no atleta há muito tempo. No draft, ele foi selecionado pela equipe do San Antonio Spurs; contudo, preferiu continuar por mais um ano na Espanha, amadurecendo e ganhando um salário melhor.
#5 Pablo Prigioni
Idade: 31 anos
Altura: 1.93m
Por que ele é uma estrela?
Pablo Prigioni é sem dúvidas um dos grandes jogadores dessa geração argentina que infelizmente está chegando ao seu fim. Liderados por Manu Ginobili, a Argentina conquistou duas medalhas olímpicas e também chegou longe em campeonatos mundias. Durante muitos anos, Prigioni foi reserva de Pepe Sanchez no selecionado argentino. Com a saída de Sanchez, ele ganhou uma vaga de titular na armação; e não decepcionou. Nos jogos de Beijing, ele ajudou sua equipe a conseguir a medalha de bronze na disputa do terceiro lugar contra a Lituânia. No TAU desde 2003, Prigioni amadureceu como jogador e se tornou uma das estrelas do time junto com outro argentino, Luis Scola. Na última temporada, já sem a presença de Scola, suas médias foram de 8.4 pontos e 4.2 assistências.
#8 Igor Rakocevic
Idade: 30 anos
Altura: 1.91m
Porque ele é uma estrela?
O sérvio Igor Rakocevic é mais um daqueles grandes jogadores europeus que chegam na NBA e acabam não vingando. O caso mais recente que tenho na memória é o do grego Vassilis Spanoulis, que após uma temporada frustrada no Houston Rockets voltou ao basquete de seu país. Rakocevic jogou no Minnesota Timberwolves na temporada 2002-2003 após ter sido selecionado pelo próprio Wolves dois anos antes. No ano em que foi recrutado, o sérvio mudou de equipe na Europa; migrou do tradicional Estrela Vermelha para o Buducnost, de Montenegro. Lá, ele ficou dois anos antes de ir para a NBA. Após duas excelentes temporadas, carimbou seu passaporte para a terra do Tio Sam. Em Minnesota, o atleta não teve grandes oportunidades. Em 42 jogos disputados, fez apenas 78 pontos, o que dava média de menos de dois tentos por partida. Após sair do Timberwolves, Rakocevic retornou ao Estrela Vermelha. O atleta ainda teve boas passagens por Valencia e Real Madrid – ambos da Espanha – até chegar no TAU Ceramica, em 2006. No TAU, Rakocevic é um dos principais jogadores da equipe; a boa média de 15.2 pontos por partida na última temporada mostra que ele está em ótima forma.
Os Coadjuvantes
#12 Mirza Teletovic
Idade: 23 anos
Altura: 2.06m
O que ele adiciona ao time?
O bósnio Mirza Teletovic é um jovem talento dessa equipe do TAU Ceramica. Ele começou sua carreira no KK Sloboda Dita Tuzla, da Bósnia. Na sua primeira temporada com a equipe de seu país, ele foi tímido e teve médias apenas razoáves. Entretanto, para os especialistas em basquete, se via com clareza que Mirza era um jovem talento a ser lapidado. Dito e feito; na sua segunda temporada com a equipe do Tuzla, Teletovic deu show; obteve médias de 26.4 pontos e 6.6 rebotes, o que lhe credenciou uma vaguinha na equipe belga do Oostende. Na Bélgica, o atleta continuou aprimorando seu basquete; fez duas temporadas sólidas com o Oostende e foi logo contratado pelo TAU. Após duas temporadas na Espanha, Teletovic é uma peça chave para o esquema do treinador, Dusko Ivanovic.
#33 Pete Mickeal
Idade: 30 anos
Altura: 1.97m
O que ele adiciona ao time?
Como todo jogador americano que almeja um dia chegar à NBA, Pete Mickeal até teve uma sólida carreira universitária; ele atuou por duas universidades distintas: A de Indian Hills e posteriormente a de Cincinnati. Na tentativa de jogar no melhor basquete do mundo, Mickeal foi draftado tarde no segundo round de 2000 pelo Dallas Mavericks. Após participar do training camp do Mavs e não agradar, o atleta foi dispensado. Logo após sair de Dallas, o jogador foi contratado pelo New York Knicks; contudo, uma grave lesão deixou Mickeal na lista dos atletas machucados por um bom tempo. No ano seguinte, ele seria dispensado também do Knicks. Após a frustrada tentativa de jogar na NBA, ele viu na Europa uma chance para guinar sua carreira. Foi no Peristeri e no Makedonikos – ambos da Grécia – que Mickeal ganhou visibilidade. Após rápida passagem pelo Dynamo de Moscow, o jogador foi parar no Lugo, da Espanha. Os bons jogos no território espanhol chamaram atenção dos dirigentes do TAU Ceramica, que resolveram contratá-lo para a temporada do ano passado. Em sua primeira temporada no TAU, Mickeal justificou o investimento e fechou o ano com médias de 15.8 pontos e 8.2 rebotes.
#45 Will McDonald
Idade: 29 anos
Altura: 2.06m
O que ele adiciona ao time?
À exemplo de seu compatriota, o americano Will McDonald também construiu uma carreira universitária razoável. Pela Universidade de South Flórida, ele obteve médias 15.9 pontos e 8.1 rebotes por jogo em sua última temporada. Sem grandes alternativas no draft, McDonald preferiu testar o mercado europeu, e foi parar no Elan Chalon, da França. Os bons números no campeonato francês deram a oportunidade para McDonald mudar para a Espanha. Primeiramente, ele foi para o Gran Canaria, onde fez uma boa temporada. No ano seguinte, mais mudanças; o atleta se transferiu para o Estudiantes Madrid, que foi o clube onde ele realmente despontou. Após duas épocas muito boas no Estudiantes, o jogador foi finalmente contratado pelo TAU Ceramica, no ano passado. Com a boa briga no garrafão, o americano lutou para ganhar espaço e conseguiu seus minutinhos em quadra durante a temporada. No resumo, suas médias foram de 7.1 pontos e 3.1 rebotes. Mais adaptado ao estilo de jogo do TAU, McDonald deve jogar ainda melhor nesse ano.
Completam o Elenco
Outros atletas – alguns sem grande relevância – completam o elenco do TAU para essa temporada.
#9 Sergi Vidal (Ala) – Veterano de TAU Ceramica, o espanhol Vidal conhece a equipe como poucos, o que é um grande ponto ao seu favor. Na temporada passada, 7.4 pontos de média.
#10 Matias Nocedal – O jovem armador espanhol de apenas 18 anos vem sendo trabalhado para substituir Pablo Prigioni em um futuro próximo; olho nele.
#11 Ariel Eslava – O ala-pivô argentino Ariel Eslava é um daqueles jogadores que só entra no famoso garbage time. Nesse ano, mais uma vez ele deve ser pouco visto.
#19 Fernando San Emeterio – O jovem ala chegou ao TAU Ceramica após três boas temporadas com a equipe do Girona.
#22 Mustafa Shakur – Outro jovem jogador que busca espaço na reserva de Pablo Prigioni. O americano Shakur, em sua primeira temporada no TAU, parece correr na frente dos concorrentes.
#42 Stanko Barac – Barac tem 22 anos e 2.17m. Esse já seria um atrativo para vê-lo. O croata deve ganhar mais espaço na equipe após a saída de Tiago Splitter no ano que vem.
Balanço da primeira rodada

Começou ontem a temporada 2008-09 do maior campeonato de basquete do mundo. A NBA inicia suas atividades sem nenhum tipo de surpresas. Os atuais campeões e vice- campeões estrearam com vitórias em seus domínios. Em Los Angeles, os Lakers bateram sem maiores dificuldades o Blazers. Com ótima atuação de Kobe Bryant, que, tentando cada vez mais evoluir seu jogo em equipe, anotou 11 rebotes e 5 assistências, além dos 23 pontos. No final, sua equipe venceu por 96 a 76.
Em Boston, os atuais campeões também largaram bem contra um de seus mais prováveis adversários nos playoffs, os Cavaliers. Contando com ótima atuação de Paul Pierce, o MVP das finais da última temporada, os Celtics suaram para bater o Cleveland por cinco pontos, 90 a 85. A surpresa do jogo ficou por conta da fraca atuação dos outros dois grandes astros da equipe. Kevin Garnett anotou apenas 11 pontos e 6 rebotes, e Ray Allen foi ainda pior, anotando 8 pontos, 4 rebotes e 4 turnovers.
Já o jogo de Chicago, entre Bulls e Bucks, foi mais tranqüilo. Contando com um bom jogo de equipe (seis jogadores anotaram mais de 10 pontos), o time da casa não teve trabalho para vencer por 108 a 95 a equipe de Michael Redd, que mais uma vez foi o único destaque da equipe de Milwaukee, com 30 pontos.
Um começo de temporada sem surpresas, com os favoritos vencendo e os candidatos a ficarem de fora dos playoffs perdendo. Se essa lógica for mantida, o Spurs não deverá ter trabalho contra o Suns hoje à noite. A equipe de Phoenix não é mais a mesma de anos anteriores. Perdeu jogadores essenciais para a manutenção do ritmo alucinante imprimido pelo time na transição (caso de Shawn Marion) e contratou outros que não conseguiram manter esse estilo de jogo (caso de Shaquille O’Neal). Resta saber se a equipe conseguiu se adaptar a essa nova realidade na pré-temporada ou se a adaptação acontecerá durante a temporada. Já o Spurs não tem com o que se adaptar. A base foi mantida e as mesmas figuras de sempre continuam desequilibrando os jogos para a equipe do Texas (Ginóbili, Duncan, Parker). Minha aposta é na vitória do San Antonio.









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