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Spurs (41-16) vs Suns (31-28) – Temporada Regular

San Antonio Spurs vs Phoenix Suns – Temporada Regular
Data: 14/04/2012
Horário: 22h00 (Horário de Brasília)
Local: AT&T Center
O San Antonio Spurs entra em quadra neste sábado (14), contra o Phoenix Suns, buscando manter o bom momento. O time texano chegou a assumir a primeira colocação da Conferência Oeste – porém, com as derrotas para o Utah Jazz (jogo em que o big three foi poupado) e para o Los Angeles Lakers, quando foi dominado pelo adversário, o time voltou a ocupar a segunda posição. Já o Suns, nono colocado, luta para entrar entre os oito que se classificam para os playoffs.
Confrontos na Temporada (2-0)
16/01/2012 – San Antonio Spurs 102 vs Phoenix Suns 91
Com grande atuação de Tim Duncan, que anotou 24 pontos e 11 rebotes, e de Tony Parker, com 17 pontos e nove assistências, o Spurs venceu sua nona partida em casa na temporada e se manteve invicto no AT&T Center.
27/03/2012 – San Antonio Spurs 107 @ Phoenix Suns 100
Liderados mais uma vez por Tim Duncan e Tony Parker, o Spurs conseguiu a quinta vitória seguida, a 14ª fora de casa na temporada. Juntos, os dois astros da equipe texana alcançaram a marca de 50 pontos.


PG – Tony Parker
SG – Danny Green
SF – Kawhi Leonard
PF – DeJuan Blair
C – Tim Duncan
Fique de Olho – Tim Duncan ainda é uma peça fundamental no San Antonio Spurs. Passando por uma fase brilhante, o pivô alcançou sua maior pontuação na temporada na última quinta, contra o Memphis Grizzlies. Foram 28 pontos e 12 rebotes para o astro.


PG – Steve Nash
SG – Shannon Brown
SF – Jared Dudley
PF – Channing Frye
C – Marcin Gortat
Fique de Olho – Steve Nash é outro exemplo de longevidade no esporte. Na sexta, o armador marcou 18 pontos e distribuiu dez assistências na vitória do Suns sobre o Houston Rockets. Nash consegue, em média, 11,1 assistências por noite. Nos últimos 20 jogos contra o Spurs, o canadense registrou médias de 17,4 pontos e 10,4 assistências.
Rebotes, por favor!

A derrota para o Los Angeles Lakers na última quarta-feira (11) acendeu um sinal amarelo no San Antonio Spurs. Ao enfrentar, talvez, a dupla de garrafão mais dominante da NBA, formada por Pau Gasol e Andrew Bynum, a equipe texana ficou perdida nos rebotes, coletando apenas 33 contra 60 do rival. Ficou claro que este é o ponto mais urgente a ser trabalhado pelo técnico Gregg Popovich antes dos playoffs.

"Aí o Pop disse que o Bonner precisa pegar rebotes KKKK"
É bem verdade que a situação poderia ser ainda pior se o domínio adversário nos rebotes fosse repetido na quinta, contra o Memphis Grizzlies. Atuando diante dos nossos algozes nos últimos playoffs – que nos eliminaram justamente pela força do garrafão – Tim Duncan exibiu um esforço acima do normal e conduziu o Spurs à vitória. Mas vale ressaltar que, mesmo com tanta dedicação do astro, a disputa pelos ressaltos ficou empatada: 41 a 41. O que seria de nós, então, se não fosse a exibição de gala do ala-pivô?
A verdade é que, em nosso elenco, Duncan é o único reboteiro de elite. DeJuan Blair é preciso no fundamento, mas sua baixa estatura e sua falta de esforço às vezes comprometem. Mais alto, Tiago Splitter não chega a ser um especialista. Boris Diaw ainda parece fora de forma e Matt Bonner é fraco fisicamente para aguentar o tranco embaixo da cesta – sua função no plantel é outra. Complicado!
Respeito a decisão de Pop de não usar Duncan e Splitter ao mesmo tempo. Entendo que o treinador pensa que conta com apenas dois defensores confiáveis de garrafão no elenco e que é melhor ter sempre um deles em quadra do que colocar os dois juntos e, em alguns momentos, ficar sem nenhum. Mas isso também significa que sempre Blair, Diaw ou Bonner estarão em quadra. O desafio é se virar nos rebotes assim.
A resposta pode estar no perímetro. Danny Green, Stephen Jackson e, principalmente, Kawhi Leonard são reboteiros acima da média para suas posições. Estão sempre brigando para, ao menos, manter a bola viva após ressaltos. Essa habilidade pode ser usada se os jogadores de garrafão fizerem com precisão o box-out. Essa jogada consiste em jogar o corpo para cima do adversário e impedir que ele chegue próximo à bola. Se os big men fizerem isso corretamente, o rebote pode sobrar limpo para esses alas.
Outra solução pode ser concentrar os rebotes em Duncan por meio de uma defesa por zona – recurso pouco utilizado por Pop, é verdade. Mas, nesse tipo de marcação, os quatro homens mais baixos poderiam fazer um box-out em um adversário próximo, deixando Duncan brigando com apenas um oponente pelo ressalto. Como ele é o melhor do elenco do Spurs neste fundamento, a chance de sucesso aumentaria.
É possível pegar rebotes sem bons reboteiros. Essas são apenas algumas maneiras de se conseguir eficiência no fundamento – que exigem, desde já, muito treino e esforço dos jogadores. Confio no Pop para cumprir a primeira parte. Mas será que podemos confiar em Blair, Diaw e companhia para darem o sangue dentro de quadra?
“Ele foi fenomenal, um monstro”, diz Popovich sobre Duncan
Depois da péssima partida contra o Los Angeles Lakers na quarta-feira (11), o San Antonio Spurs voltou à quadra no dia seguinte para enfrentar o forte Memphis Grizzlies. O jogo tinha cheiro de crise, já que o time do Tennessee foi o algoz texano na última temporada e tem dois jogadores que sempre incomodam – e muito – os comandados de Gregg Popovich: Marc Gasol e Zach Randolph. Quem pensou que o Spurs perderia a batalha dos rebotes e o duelo, no entanto, se enganou.
A equipe entrou em quadra mais focada e brigou de igual para igual pelos ressaltos (41 a 41). Além disso, San Antonio contou com um Tim Duncan inspirado. Timmy anotou 28 pontos e pegou 12 rebotes – até parecia um flashback da década passada.
“Ele vem tendo um ano muito bom e tem sido bastante consistente”, avaliou o técnico Gregg Popovich. “Nesta noite, ele conseguiu se superar e alcançou outro nível. Timmy foi fenomenal, um monstro”, completou o treinador.
O camisa 21 foi elogiado ainda por Manu Ginobili, que destacou suas habilidades ofensivas. “Ele tem sido ótimo. É claro que é impossível jogar todas as partidas assim, mas Tim vem sendo muito útil atacando a cesta e passando a bola. Gostamos dele assim”, afirmou Manu.
Duncan também falou após o jogo e negou ter “pagado geral” com os colegas após o revés diante do Lakers. “Ninguém precisou falar nada. Todos ficamos decepcionados. Só retomamos o foco para a partida de hoje. Esse é o tipo de pessoas que temos aqui”, explicou.
Segundo ele, a chave para o triunfo foi passar bem a bola no ataque. “Sabíamos que o jogo seria físico”, analisou. “Eles foram duros nos rebotes defensivos e ofensivos. Nós tínhamos que contestar isso de alguma maneira. Acho que jogamos melhor hoje e movimentamos a bola com muito mais competência”, finalizou.
Vale lembrar que essa foi a quarta vitória do San Antonio Spurs sobre o Memphis Grizzlies nesta temporada. Já dá para dizer que o fantasma dos últimos playoffs foram exterminados ou é melhor esperar a pós-temporada deste ano? Bem, enquanto vocês pensam, fiquem com os 28 pontos do mito Duncan durante o triunfo de ontem.
Spurs (41-16) vs Grizzlies (34-24) – Sem crise…

107×97
O San Antonio Spurs espantou uma possível crise nesta quinta-feira (12) ao bater, em casa, o Memphis Grizzlies por 107 a 97. Algoz nos últimos playoffs, a equipe da terra de Elvis Presley foi varrida pelos texanos nesta temporada regular, saindo derrotada em todos os quatro confrontos realizados. O fantasma foi embora de vez?

Tim Duncan ano 2003/modelo 2012. Desta vez, ninguém parou a lenda texana (AP Photo)
Fonte da juventude
Já destacamos isso aqui no blog em outras oportunidades, mas nunca nos cansamos de falar. Como está jogando Tim Duncan! Prestes a completar 36 anos – ele faz aniversário no dia 25 de abril -, o veterano ala-pivô parece ter voltado no tempo e vem atuando como há alguns anos não se via. Desta vez, Timmy não tomou conhecimento de Marc Gasol e anotou 28 pontos e 12 rebotes.

"Catimba" argentina e mais uma vitória no bolso... (AP Photo)
Deixa comigo!
Manu Ginobili pode não fazer uma temporada genial, mas uma coisa ele sabe fazer bem: fechar partidas. Com a vantagem em quatro pontos no minuto final, o argentino chamou o jogo e cavou faltas. Nos lances livres, foi impecável. De um em um, Manu anotou os últimos seis pontos do jogo e terminou com 100% no fundamento (11-11).
Segundo quarto para esquecer
Estamos acostumados a ver o Spurs “apagar” no terceiro período e desperdiçar boas vantagens. Desta vez, a equipe deu bobeira no segundo quarto – depois de vencer o primeiro por 27 a 21, chegou a estar vencendo por 36 a 31 restando 8:14 para o intervalo. Depois disso o time parou, ficou quase seis minutos sem pontuar e viu o adversário anotar 13 pontos consecutivos.
Vai decolar quando?
Apesar de talentoso, Boris Diaw ainda não conseguiu boas apresentações em San Antonio. Contratado no dia 23 de março, já atuou em 11 partidas com o Spurs, mas ainda parece um pouco fora de sintonia. Diante do Grizzlies, foram 14 minutos em quadra com a razoável marca de cinco pontos e cinco rebotes, mas com dois desperdícios de bola e três faltas. Se adaptar ao rígido esquema de Gregg Popovich não é nada fácil, mas melhorar a forma física pode ajudar… O francês ainda pode ser muito útil nos playoffs.
O freguês vem aí
Os torcedores do Suns que me perdoem pela brincadeira, mas é impossível falar da equipe de Phoenix e não lembrar das seguidas eliminações sofridas para o Spurs na década passada. E este será o próximo adversário dos texanos, que descansam um dia e recebem os rivais no sábado, no AT&T Center.
Destaques da Partida
San Antonio Spurs
Tim Duncan – 28 pontos, 12 rebotes e dois tocos
Manu Ginobili – 20 pontos, seis rebotes e quatro assistências
Tony Parker – 13 pontos e nove assistências
Danny Green – Dez pontos e quatro rebotes
Memphis Grizzlies
Rudy Gay – 19 pontos, cinco rebotes e quatro assistências
O.J. Mayo – 16 pontos
Marreese Speights – 15 pontos e sete rebotes
Marc Gasol – 14 pontos e dez rebotes
Curtas: Pop vê superioridade do Lakers e Manu bate recorde
O San Antonio Spurs fez uma de suas piores partidas da temporada na quarta-feira (11) contra o Los Angeles Lakers. Após o jogo, o técnico Gregg Popovich reconheceu a superioridade do rival – que ainda teve o importante desfalque do astro Kobe Bryant.
“O Lakers fez uma excelente partida e foi superior do começo ao fim”, disse o treinador, sobre o revés por 98 a 84. “Geralmente jogamos melhor do que isso, mas eles foram soberanos na defesa e no ataque”, completou.
Sobre os 30 rebotes do pivô Andrew Bynum e o amplo domínio dos californianos nesse quesito (60 a 33 ao final do embate), Popovich evitou um tom mais crítico e preferiu dar os créditos ao adversário. “Eles merecem todas as honras. Os jogadores arremessaram bem e pegaram muitos rebotes. Foi um desempenho pobre de nossa parte”, finalizou.
O armador Tony Parker, que anotou apenas quatro pontos, se disse desapontado com a derrota. “Foi uma noite decepcionante para nós. Temos que dar todo o crédito ao Lakers. Ele acertaram tudo, enquanto nós jogamos muito mal. Eu particularmente estive péssimo”, analisou o armador francês.
Tim Duncan foi outro que destacou a supremacia angelina após o duelo. “Jogamos mal embaixo da cesta. Eles arremessaram melhor, pegaram mais rebotes e tiveram mais segundas chances – Bynum teve papel fundamental nisso. Resumindo, eles foram apenas superiores a nós”, disse o camisa 21.
E mais…
Noite de recordes
Além de Matt Bonner, que passou Michael Finley e se tornou o quarto jogador da história do Spurs com mais bolas de três feitas, Manu Ginobili também atingiu uma marca histórica na quarta. Os nove pontos feitos contra o Lakers deixam Manu como o sexto da franquia a atingir 10 mil pontos. Ele está atrás de James Silas, Tony Parker, David Robinson, Tim Duncan e George Gervin.






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