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Onze vitórias consecutivas é o que tem pra hoje

Acabou! As Olimpíadas chegaram ao fim (para a nossa tristeza) e a temporada de 2012 da WNBA teve início novamente na quinta-feira (16). Desde então, o San Antonio Silver Stars já jogou duas vezes e em ambas as ocasiões foi vitorioso. Mas antes de falar sobre o recomeço pós-Londres, vamos a uma rápida olhada no que aconteceu enquanto as seleções se encontravam na Grã-Bretanha.

Becky Hammon ainda no polêmico uniforme da seleção russa. Um tabloide canadense escreveu o seguinte título: “Traidora americana ajuda Rússia a derrotar o Canadá”.

A competição do basquete feminino terminou com os Estados Unidos com a medalha de ouro (óbvio), a França com a de prata (surpresa) e a Austrália com a de bronze (isso porque elas não fizeram a mesma coisa que a Espanha no masculino, e ficaram com o segundo lugar do grupo B mesmo sabendo que enfrentariam as norte-americanas antes da final). Como representante do San Antonio Silver Stars, apenas Becky Hammon (além de mim, só que com a galera) esteve em quadra, defendendo a Rússia, que parou diante da Austrália na disputa pelo terceiro lugar. Sobre o Brasil, nosso país parou na primeira fase e precisou ganhar das donas de casa para não entrar no quadro das seleções que saíram de uma Olimpíada sem vitórias. De verdade? Não havia muito que se esperar do time, mas o resultado foi pior do que imaginávamos e a CBB continua com olhos e ouvidos fechados, e com uma diretora de seleções femininas com a boca muito aberta. De acordo com alguns provérbios, a sabedoria passa longe dali.

Enquanto o Brasil passa por apertos na modalidade, o San Antonio Silver Stars continua sua surpreendente campanha na WNBA, mesmo depois de um mês sem jogar uma partida oficial (as garotas que não foram para Londres tiveram a oportunidade de ficar treinando, outras aproveitaram para viajar a rever familiares, como Tully Bevilaqua). Como foi adiantado no início da edição deste domingo, foram dois jogos com duas vitórias.

Vou refrescar a memória de alguns de vocês. Antes do intervalo olímpico, o San Antonio tinha uma corrida de nove vitórias seguidas. Agora, são onze. Os dois últimos adversários, Phoenix Mercury e Tulsa Shock, não estão em boas condições no Oeste (penúltimo e último lugar, respectivamente). Contra o Shock, na quinta-feira, em determinado momento a vitória quase escapou das mãos de Becky Hammon e suas companheiras de equipe, mas realmente contra Tulsa não dá para ficar preocupado. Por mais que haja uma ameaça, ela é momentânea, e no final das contas dá para brincar um pouco (89 a 79 foi o placar final).

Contra o Phoenix Mercury, outra vitória, o caso foi meio diferente. Já parafraseei Chico Buarque em relação à seleção sub-17 de basquete feminino, e vou faze-lo novamente em nome de Corey Gaines, para o Mercury: “meu caro amigo, (…) a coisa aqui tá preta”. Tudo bem que a Diana Taurasi está com dor de dente, Candice Dupree está se recuperando de uma cirurgia e a Penny Taylor passa pela mesma situação, mas deixar seu rival abrir 42 pontos (isso mesmo, quarenta e dois) de diferença não é normal. Pelo menos não para o Phoenix Mercury. Há uma novata lá, a Sammy Prahalis, que é muito boa, há a Charde Houston (média de 13,2 pontos por jogo), Alexis Hornbuckle, Nakia Sanford, e principalmente DeWanna Bonner. Esse time aí foi tão fraco hoje, e o San Antonio fez um trabalho tão organizado que o placar ficou horrível: 89 a 47. Não é qualquer equipe. É o Phoenix Mercury, bicampeão da WNBA, o “Mighty Mercury”. É muito triste ver o que acontece com essa franquia tão bem reconhecida na liga (a campanha é praticamente a mesma que a do Tulsa, só que elas têm um jogo a mais).

Se deixarmos um pouco o lado fraco desses times e olharmos os lances mais disputados, os pontos positivos do San Antonio Silver Stars nessa temporada, que têm sido as chaves das vitórias são as reservas (Danielle Adams, Jia Perkins, Tully Bevilaqua, Shenise Johnson e Tangela Smith. A única que eu deixo de fora da lista é Ziomara Morrison, que ainda não pegou o ritmo, mas eu não a culpo. Ela vem de um país onde o basquete também não é forte: Chile), a rotação e a defesa. É incrível como Dan Hughes conseguiu juntar as peças e colocar o melhor de cada jogadora em quadra. Hoje, 50% dos arremessos de três pontos foram certeiros (seis jogadoras marcaram assim: Hammon, Christon, Adams, Perkins, Smith e Johnson).

Por hoje, é isso. Como tem sido dito por aí, onze vitórias consecutivas é o que tem pra hoje. E quantos times não gostariam de ter o mesmo?

Até a semana que vem, quando o San Antonio Silver Stars provavelmente terá campanha 18-5 após enfrentar o Washington Mystics (vitória), o Los Angeles Sparks (vai ser difícil, mas já foram três vitórias largas contra elas) e o Tulsa Shock (se não ganhar, é porque não estava afim). E enquanto o domingo não chega, vocês podem acompanhar o que acontece na WNBA através do meu Twitter, @BetaOsraReed.

Intervalo olímpico da melhor maneira possível

Há pouco tempo tomei conhecimento do quão espetaculares são as letras das músicas do Michael Bublé – eu sei, estou meio atrasada. Nem um pouco superficiais, ou com um ritmo monótono meticulosamente maquinado para ficar na nossa cabeça de um jeito chato. E os clipes? Produções espetaculares, com atuações do cantor que nos levam à gargalhada e ao delírio. Mas o que isso tem a ver com o San Antonio Silver Stars?

Sem motivo para não rir em San Antonio com a boa fase das Stars

Simples assim: dos últimos dez jogos, saíram nove vitórias, o que levou o time ao segundo lugar do Oeste, abaixo apenas do campeão Minnesota Lynx, que não vinha muito bem das pernas até, bom, ganhar suas duas últimas partidas contra o Tulsa Shock. Ou seja, as coisas lá no Texas estão muito bem. O desempenho das jogadoras está muito bom e as performances estão, de verdade, bonitas e diferentes do que estamos acostumados a ver. Dá para levar o público no AT&T Center ao delírio. As jogadoras estão de sentindo bem, que é praticamente o nome de uma música do Michael Bublé – Feeling Good.

No vídeo oficial da música, o artista personifica um agente secreto, estilo James Bond – ou Alias -, em uma fábrica onde consegue apagar arquivos com fotos e descrições suas. Mas, claro, para que ele obtivesse sucesso, algumas pessoas teriam de acabar no chão.

De modo cômico e ao mesmo tempo clássico e elegante, Bublé destrona três belas funcionárias da fábrica e faz com que os tiozinhos chineses controladores do sistema de monitoramento por câmera saíssem correndo.

Cá entre nós, o San Antonio Silver Stars não tem construído uma fama muito boa desde 2008, quando chegou às finais da WNBA. De lá para cá sua reputação caiu para “um time que vai nadar até morrer na praia” – foi essa a previsão de um blog gringo para as texanas em 2012. Mas agora o quadro virou, e a equipe está sob todos os holofotes da liga. Jogadoras da semana? Sophia Young em uma, e Becky Hammon logo na outra. Power Rankings (ranking da WNBA de acordo com o desempenho dos times por semana)? San Antonio em primeiro lugar. Corrida ao MVP? Sophia Young subindo duas posições (Becky Hammon caiu uma e está fora da lista por enquanto – absurdo).

Primeira associação: os arquivos contra o time, de certo modo, estão sendo queimados. E quem são as três belas funcionárias inimigas derrotadas que mostram o quanto a equipe realmente está boa? Dos jogos até agora, seleciono os seguintes times como sendo os das adversárias mais difíceis: Minnesota Lynx, Los Angeles Sparks e Indiana Fever.

Titulares do San Antonio Silver Stars no banco antes do início do jogo. É desse lugar onde elas estão sentadas que vem a grande arma do time: as reservas.

O primeiro, por razões obvias, tem sido o grande terror de qualquer franquia da WNBA. Durante muito tempo, o Minnesota Lynx foi motivo de chacota e permaneceu desacreditado devido ao desencontro de suas jogadoras que precisavam ser afastadas com lesões sérias. Em 2011, no entanto, essas desavenças não as atingiram, e ainda houve a chegada de Maya Moore. Como resultado, realizaram uma campanha quase perfeita e o primeiro título foi conquistado. Com o mesmo elenco e a mesma ferocidade, o Minnesota foi forte ao ataque e não deu chance alguma aos seus adversários em 2012. Por que então o Silver Stars merece destaque contra elas? Na primeira partida, uma diferença de 24 pontos foi retomada para apenas quatro. Não fosse o tempo, a vitória teria chegado. Na segunda, o ritmo de virada não havia ido embora e, finalmente, as campeãs foram derrotadas. O entrosamento do San Antonio e a defesa foram os principais fatores para os resultados positivos contra o Lynx (uma derrota com desempenho ótimo e uma vitória).

O Los Angeles Sparks faz o papel daquilo que, nas brincadeiras entre torcedores do futebol brasileiro, chamamos de freguês. Não houve revés algum contra as garotas da Califórnia, que contam com o elenco completo.

O Indiana Fever, para mim, sempre foi um time muito temível. Tamika Catchings tem um poder defensivo que, misturado ao ofensivo, torna a temporada de técnicos e jogadoras uma missão praticamente impossível – se bem que esse ano a situação está um pouco diferente. Katie Douglas e Briann January têm tiros de três certeiros que deram bastante trabalho para o San Antonio Silver Stars na vitória que o time texano precisou desbancar uma vantagem de 15 pontos no intervalo.

Eu não coloco o Phoenix Mercury e o Seattle Storm nessa lista porque estão bem desfalcados e só estarão completos depois da Olimpíadas. A partir de agora, a WNBA entra em um intervalo que será interrompido apenas no dia 16 de agosto. Enquanto isso, olho na Rússia para saber se Becky Hammon levará mais uma medalha dos Jogos para casa.

Por incrível que pareça, muitos americanos ainda torcem pela medalha de ouro da Becky Hammon… pela Rússia.

Quanto à coluna? Férias. Essa que vos escreve estará lá em Londres, no dia 1º de agosto, para assistir a todas as partidas de basquete feminino do dia. A mais importante vai ser Brasil x Austrália, o duelo entre Érika de Souza e Lauren Jackson no garrafão. Emocionante! Que admirador brasileiro da modalidade não gostaria de ver esse jogo ao vivo? A Rússia enfrentará as donas de casa, a Grã-Bretanha, em seguida.

Aproveitem bastante esse período bem legal que é o das Olimpíadas, não só para basquete, mas em tantas outras modalidades.

Nos vemos em um mês, na esperança de que o San Antonio Silver Stars continuará no embalo para a conquista do primeiro título para a franquia. Eu acredito que dá, e vocês?

(A piada que eu não posso deixar passar: em ano que o Corinthians ganhou a Libertadores e o Palmeiras voltou a ganhar campeonato, o anel está no dedo das jogadoras do Stars e o Botafogo é campeão nacional!)

Um abraço!

O campeão e o freguês

Dois joguinhos para o San Antonio Silver Stars na semana que está chegando ao fim (teoricamente). Bom, joguinhos não, clássicos do Oeste, que é o que mais tem nessa conferência. Um contra o Los Angeles Sparks e o outro contra o Minnesota Lynx. Como nós sabemos que o atual campeão da WNBA é o Lynx, não é preciso muito para explicar quem é o freguês.

Pela terceira vez nesta temporada, o Stars venceu o Sparks. Foi na quinta-feira (26), com placar de 94 a 80. O próximo duelo entre os dois será após o intervalo olímpico. Ou seja, a campanha contra um dos melhores times da WNBA será positiva em 2012.

Becky Hammon: matadora

A outra partida muito agradável das texanas foi contra o Minnesota, neste domingo (1)º, no AT&T Center. Lembram da última partida, na qual o San Antonio chegou a ficar 24 pontos atrás e o placar terminou com apenas 4 de diferença? Então, a energia das garotas durou até ontem.

Em casa, o elenco atuou consciente das jogadas e seus talentos individuais. Por exemplo?

Arremessos de três pontos super bem-sucedidos de Becky Hammon (foram sete!) e bolas bem distribuídas (oito assistências), assim como participação ativa de Jia Perkins (com arremessadoras assim, o Stars vai longe), Sophia Young flexível, pegando rebotes (dez) e forte na defesa, e Danielle Robinson com assistências (seis), roubos e rápida movimentação.

Cada uma fez sua parte e a tarde foi positiva. Dois elementos que não chamaram a atenção com números, mas apareceram bem foram as novatas Shenise Johnson e Ziomara Morrison. Ambas tiveram uma noite sólida, como se fossem veteranas diante das detentoras do anel. Agora, só falta elas começarem a deixar números na súmula.

Contra o Minnesota Lynx, foi a terceira vitória seguida do San Antonio Silver Stars. Quase tão importante quanto, foi o fato de essa ter sido apenas a segunda derrota do Lynx na temporada – a outra foi para o Seattle Storm.

As próximas partidas do Stars serão na terça-feira (3), na quinta-feira (5) e no sábado (6), contra Phoenix Mercury, Indiana Fever e Washington Mystics, respectivamente. Meus palpites? Vitórias contra Mercury e Mystics e derrota para o Fever.

Esse era o ânimos das meninas contra o Minnesota Lynx!

Nos vemos no domingo!

Title IX

Neste domingo (26), o assunto desta coluna irá um pouco além do San Antonio Silver Stars ou do basquete feminino. Hoje, contarei um pouco sobre a lei que mudou o esporte feminino nos Estados Unidos, um dos principais caminhos para a chegada ao atual cenário da WNBA. Será uma apresentação breve.

Lá perto dos anos 1970, o senador norte-americano Birch Bay estava lendo a sessão de esportes de um jornal. Conhecendo um pouco da cultura dos Estados Unidos, podemos deduzir que as notícias eram principalmente sobre o basquete, o futebol americano e o baseball… claro, todos eles praticados por homens. Nesse dia, porém, o que chamou mais a atenção do leitor mencionado acima não foi o nome de quem fez mais pontos no dia anterior, ou a previsão para o vencedor da temporada. O que fez seus olhos saltarem e sua mente imaginar um futuro melhor e de igualdade para as mulheres foi uma manchete de um jogo de basquete feminino na noite anterior.

Senador Birch Bayh correndo com universitárias de Purdue, umas das primeiras beneficiadas com a lei a favor da igualdade no esporte

Mais tarde, em 1972, é aprovado pelo Congresso o Educational Amendments of 1972, que permite direitos iguais de estudos a todos os cidadãos do país. Dentro dessa lei, estava uma sessão chamada Title IX, na qual continha o seguinte: “Ninguém nos Estados Unidos será, baseado no sexo, excluído de participar, ter autorização negada, ou ser proibido por autoridades, por discriminação, de qualquer programa educacional ou atividade financiada pelo Governo Federal.”

Agora, em 2012, a lei completa 40 anos. A WNBA tem prestado homenagem desde antes do início da temporada ao senador que deu o pontapé incial na mudança a favor das garotas. Hoje, ainda é difícil para as mulheres terem a mesma visibilidade que os homens. O salário é menor, as condições de trabalho são menos favoráveis, o prestígio é em menor escala e o reconhecimento muitas vezes passa em branco. Ainda assim, as declarações mais sinceras das jogadoras na liga são aquelas que afirmam jogar por amor, porque escolheram o esporte e porque têm prazer nisso.

Graças ao Title IX, o San Antonio Silver Stars pôde jogar nesta noite (24) e vencer o Los Angeles Sparks por 91 a 71, lá no Staples Center, casa de Candace Parker. Com essa vitória, o terceiro lugar do Oeste continua garantido.

Na semana, serão mais dois jogos. O primeiro novamente contra o Los Angeles Sparks e o segundo, dificílimo, contra o Minnesota Lynx (e as boas lembranças da última partida contra esse time, hein?). Vai ser MUITO – prestem atenção – MUITO legal acompanhar essas partidas!

Até a semana que vem!

Bem, time!

Jogo bem jogado, para a nooooossa alegria!

Essa foi uma semana de um jogo só. No sábado à noite, no próprio AT&T Center, o San Antonio Silver Stars recepcionou o Los Angeles Sparks, mas de cortês o time de casa não teve nada. O resultado final foi 98-85. Por muito pouco (com isso, entenda “se mais um minuto tivesse rolado”), não saiu o primeiro placar centenário do time na temporada.

Partidas como essas mostram que San Antonio não tem uma equipe tão mediana quanto é classificado algumas vezes. Esse conceito é dado, normalmente, porque não há entre as estrelas prateadas atletas como Diana Taurasi, Sue Bird, Lauren Jackson ou Maya Moore (não estou criticando. Todas essas são incríveis!). Antes mesmo de entrarem na liga, elas já “bombavam” na mídia e tiravam o folego de comentaristas. Mas vamos falar um pouco sobre as estrelas do Stars, Becky Hammon e Sophia Young, contra o time de Candace Parker e Kristi Toliver.

A começar pela eficiência; as duas anotaram juntas + 33, enquanto as garotas mencionadas do Los Angeles, juntas, fizeram – 27. Grande diferença, não? Quero ressaltar, sobretudo, o rendimento do time no último período que, na verdade, foi um tempo-extra.

Eis as parciais do jogo (SASS/LAS): 1ºQ: 23/16 – 2ºQ: 21/19 – 3ºQ 17/22 – 4ºQ: 22/26 – Prorrogação: 15/2.

O confronto foi empatado pelo Sparks com um arremesso de lance-livre de Jantel Lavender (LAS). Convenhamos que o San Antonio teve muita sorte quando a garota errou um deles, senão o placar teria sido 84-83. Mas, o univer… digo, o jogo realmente estava mais para o lado das texanas.

Foram 4 bolas dessa que levantaram a galera no AT&T Center

O tempo-extra contou com a forte presença de Sophia Young e Becky Hammon, com suas jogadas espetaculares, verdadeiros “coelhos tirados da cartola” e “cartas tiradas da manga”. Nada, porém, foi mágica, e sim qualidade e técnica. Ambas fizeram o mesmo número de pontos (24) – a armadora ainda deu sete bolas para alguma companheira marcar, e a ala ganhou oito rebotes (assim como, pasmem, Jayne Appel).

Gostei muito do vídeo de resumo do jogo porque o pessoal do WNBA.com selecionou a jogada que mais gostei na partida, por isso, vou deixá-lo aqui para que vocês possam ver o que rolou em San Antonio no sábado.

Recap de San Antonio Silver Stars x Los Angeles Sparks (16/06/2012)

No próximo domingo, algo bem legal pode acontecer ao Stars: sair do terceiro para o segundo lugar no Oeste. O atual detentor da vaga, vulgo freguês da última partida, tem quatro jogos nesta semana (sendo que o derradeiro será contra o San Antonio), e, se perder dois, troca de posto com as texanas – caso elas também façam seu dever de casa.

Espero trazê-los as boas novas na semana que vem!

Até lá!