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Draft 2013 – Os armadores
Começa hoje o especial do Spurs Brasil sobre o Draft de 2013 da NBA. A série será dividida em quatro partes – armadores, alas, garrafão e palpites. Neste primeiro post, é hora de falar sobre a posição que talvez seja a mais rica no elenco do San Antonio Spurs.

Isaiah Canaan: Surpresa à vista? (Reprodução/scoutingthemidmajors.com)
É na armação que está o atual melhor jogador do time: Tony Parker. O francês tem vínculo com o Spurs até o fim da temporada 2014/2015 e, no período, receberá US$ 12,5 milhões anuais. Cory Joseph, que terminou os playoffs como reserva imediato do camisa #9, também está garantido no elenco para o próximo campeonato, no qual receberá cerca de US$ 1,18 milhões. Depois, a franquia tem a opção de renovar unilateralmente o contrato do canadense por aproximadamente US$ 2,13 milhões para a temporada 2014/2015 e de igualar qualquer proposta que ele receber para a temporada 2015/2016.
Para a armação, o Spurs tem ainda duas opções. A primeira delas é Nando de Colo, que, apesar de ter ficado insatisfeito por perder espaço na rotação, tem contrato garantido de pouco menos de US$ 1,5 milhões na próxima temporada antes de se tornar agente livre. A segunda é Patrick Mills, que tem a opção unilateral para renovar com a franquia texana por um ano pelo valor de US$ 1,13 milhões para continuar no time.
Além de todos eles, se quiser reforçar a armação, o Spurs pode recorrer a Marcus Denmon. Selecionado pela franquia na 59ª escolha do Draft de 2012, o jogador disputou a última temporada pelo Elan Chalon, da França, enquanto manteve seu vínculo com a equipe texana. Por lá, no campeonato local, o atleta de 23 anos e 1,91m de altura foi atrapalhado por uma fratura no pé direito, mas mesmo assim disputou 20 partidas e apresentou médias de 12,9 pontos (39,4% FG, 37,3% 3 PT, 87% FT) e três rebotes em 31,5 minutos por exibição.
Mesmo com tantas alternativas para a posição 1, o Spurs, por ter um elenco cheio de opções em todos os setores e escolhas baixas no Draft – a 28ª e a 58ª – deve estar pronto para selecionar o melhor prospecto disponível, independentemente de sua função em quadra, quando chegar sua vez. Por isso, a equipe texana, aberta às possibilidades, recebeu o armador Isaiah Canaan para uma sessão de treinos em San Antonio.
Canaan é um jogador de 22 anos e 1,83m de altura que acaba de completar sua quarta e última temporada no basquete universitário atuando pelo Murray State Racers e apresentando médias de 21,8 pontos (43,1% FG, 37% 3 PT, 82,2% FT), 4,3 assistências e 3,5 rebotes em 36,5 minutos por exibição. Especialistas imaginam que o armador será selecionado entre o fim da primeira rodada e o início da segunda – ou seja, dentro do alcance do Spurs.
Abaixo, confira um vídeo sobre Canaan produzido pelo DraftExpress:
O Spurs está cheio de opções para a armação. Mas tudo pode mudar – como quando a franquia texana trocou, com o Pacers, George Hill pelas escolhas de Draft que viraram Kawhi Leonard e Davis Bertans e mais os direitos de Erazem Lorbek. Se a equipe de San Antonio aprontar mais uma surpresa e precisar de um armador, Canaan pode ser o escolhido.
O Draft acontecerá na próxima quinta-feira, em Nova York, na arena do Brooklyn Nets.
Confira os demais prospectos que o Spurs pode selecionar no Draft
* As informações salariais foram retiradas do site HoopsHype
O amor está no ar… Feliz dia de Santo Antônio!
Para os devotos de algumas religiões cristãs, esta quinta-feira (13) serve para comemorar o dia de Santo Antônio de Pádua. Para alguns, ele é conhecido o santo casamenteiro. Para nós, ele é o responsável pelo nome da cidade de San Antonio, casa do San Antonio Spurs. Mas, em certas ocasiões, é possível juntar as duas facetas. É o caso, por exemplo, de dois casais que têm em comum o amor pela franquia texana. Conheça as histórias abaixo:
Um casal quase hermano
O Matheus Fernandes e a Patrícia Santana Stockler se conheceram graças à rede de interesses que compartilham. Fãs de esporte, de basquete e de atletas argentinos, naturalmente têm Manu Ginobili como ídolo e, por isso, passaram a seguir o Spurs mais de perto. A afinidade ficou mais evidente quando os dois começaram a participar dos Botecos Virtuais do Spurs Brasil, chats criados a cada jogo do time texano para que os torcedores possam comentá-los enquanto assistem às partidas.
“Falamos muito da Argentina, e do Manu Ginobili, Messi, da geração dourada… Daí, quando falei que era torcedor do Spurs também, ela me indicou o Boteco para acompanhar os jogos e tudo, e a gente foi meio que compartilhando dos mesmos gostos e tudo mais… aí deu no que deu (risos)”, contou Matheus.
O contato com o time de San Antonio, que começou graças ao astro argentino, foi crescendo. Hoje, o casal sabe tudo sobre a história do Spurs e acompanha de perto os jogos da equipe.
“Eu também comecei a torcer pelo Spurs por causa do Manu em 2003, depois conheci o Tim Duncan, o Almirante (David Robinson) e passei a admirar também o modo como a equipe joga: faz o simples, sem estrelismo. E também por ter uma história linda, gigante, e não ser considerada uma equipe ‘da moda'”, declarou Patrícia.
Amor na rosa e na pele
O Renan Belini e a Regiane Morais também estão juntos há um pouco mais de um mês. E o Spurs Brasil tem participação como cupido no namoro dos dois. Isso porque eles se conheceram por meio dos Botecos Virtuais criados pela equipe do blog. Além disso, o primeiro encontro pessoal aconteceu em São Paulo, em uma reunião de leitores do site.
“Um dia eu estava indo a São Paulo pra uns shows e, ao conversar com algumas pessoas, decidi marcar para sair e conhecer pessoalmente uma galera do Spurs Brasil. Ele também foi, após algum drama, até porque ele sempre teve a ideia de juntar o pessoal. Até ganhei uma rosa dele naquele dia!”, lembrou Regiane.
Além do namoro, os dois têm em comum a admiração pelo Big Three. Foi graças aos ídolos do Spurs que o casal começou a acompanhar mais de perto a franquia texana. E a paixão pela equipe de San Antonio rendeu até mesmo uma tatuagem para Renan, que começou a torcer pelo time alvinegro em 2004.
“Ano passado, oito anos depois, eternizei fazendo uma tatuagem do time na perna. Um ano depois, o Spurs trouxe a Regiane pra minha vida. Só tenho a agradecer ao alvinegro e claro, ao Spurs Brasil, que me deram o melhor presente que eu podia receber”, disse Renan.
Hoje, enquanto alguns estarão na torcida pelo Spurs contra o Miami Heat, no jogo 4 da final da NBA, outros estarão comemorando o dia de Santo Antônio de Pádua com seus amados no coração. Sorte de quem pode fazer os dois, não é?
Varrida histórica no Mavericks

Quem nunca sonhou em ver seu time fazendo um grande rival de freguês? Pois bem, nesta temporada duas equipes do Texas mostraram que isso é possível!
Pra cima deles, Spurs! (D. Clarke Evans/NBAE/Getty Images)
Sendo mais específico, nosso querido San Antonio Spurs mostrou que isso é possível. Com a última vitória sobre o Dallas Mavericks, o alvinegro “varreu” o rival texano em confrontos diretos nessa temporada regular, conseguindo quatro vitórias, contra nenhuma do adversário.
Como curiosidade, abaixo está a relação de vitórias e derrotas contra o Mavericks, durante as temporadas regulares, desde a existência da equipe rival.
1980/1981 -> 5 vitórias e 1 derrota
1981/1982 -> 5 vitórias e 1 derrota
1982/1983 -> 4 vitórias e 2 derrotas
1983/1984 -> 2 vitórias e 4 derrotas
1984/1985 -> 2 vitórias e 4 derrotas
1985/1986 -> 2 vitórias e 4 derrotas
1986/1987 -> 2 vitórias e 4 derrotas
1987/1988 -> 1 vitória e 5 derrotas
1988/1989 -> 1 vitória e 5 derrotas
1989/1990 -> 2 vitórias e 3 derrotas
1990/1991 -> 4 vitórias e 1 derrota
1991/1992 -> 5 vitórias e 0 derrotas
1992/1993 -> 5 vitórias e 0 derrotas
1993/1994 -> 5 vitórias e 0 derrotas
1994/1995 -> 3 vitórias e 2 derrotas
1995/1996 -> 2 vitórias e 2 derrotas
1996/1997 -> 3 vitórias e 1 derrota
1997/1998 -> 4 vitórias e 0 derrotas
1998/1999 -> 3 vitórias e 1 derrota
1999/2000 -> 2 vitórias e 2 derrotas
2000/2001 -> 3 vitórias e 1 derrota
2001/2002 -> 3 vitórias e 1 derrota
2002/2003 -> 2 vitórias e 2 derrotas
2003/2004 -> 1 vitória e 3 derrotas
2004/2005 -> 3 vitórias e 1 derrota
2005/2006 -> 2 vitórias e 2 derrotas
2006/2007 -> 1 vitória e 3 derrotas
2007/2008 -> 3 vitórias e 1 derrota
2008/2009 -> 2 vitórias e 2 derrotas
2009/2010 -> 1 vitória e 3 derrotas
2010/2011 -> 3 vitórias e 1 derrota
2011/2012 -> 2 vitórias e 2 derrotas
Interessante notar que o Spurs nunca foi “varrido”, porém conseguiu esse feito em quatro outras oportunidades (1991/1992, 1992/1993, 1993/1994, 1997/1998).
Vale ressaltar também que nas 32 temporadas em que as equipes se enfrentaram, San Antonio teve mais vitórias do que derrotas em 16 delas, em dez a equipe de Dallas ganhou mais que perdeu, e em seis houve empate entre vitórias e derrotas.
No total, o San Antonio Spurs possui 88 vitórias e 59 derrotas.
Nas temporadas em que Spurs foi campeão, em duas delas o alvinegro teve mais vitórias do que derrotas (1998/1999 e 2004/2005), em uma houve empate (2002/2003) e outra (2006/2007) os rivais levaram a melhor.
Agora, nas temporadas em que a equipe de San Antonio “varreu” o adversário, a classificação foi a seguinte:
1991/1992: 2º na divisão e 5º na conferência
1992/1993: 2º na divisão e 5º na conferência
1993/1994: 2º na divisão e 4º na conferência
1997/1998: 2º na divisão e 4º na conferência
Por fim, não há nenhuma lógica entre títulos e “varridas”, visto que em nenhuma das temporadas vencidas o Spurs deixou de perder para o Dallas, e, nas quatro temporadas em que ganhou todos os jogos da regular contra o adversário, o alvinegro não foi campeão.
Agora é torcer neste ano para esse “tabu” ser quebrado e para nosso querido Spurs sair com o título e a varrida.
E lembrar que, freguês bom é freguês fiel.
Leitor reclama da juízes de Spurs x Thunder; ele tem razão?

Falta ou não? Eis a questão… (Foto: NBAE/Getty Images)
Por Leonardo Pankiewicz*
Gostaria de começar dizendo que essa temporada acabou de maneira frustrante. Não porque fomos derrotados. Mas pela maneira como fomos derrotados. Foi simplesmente ridículo. É lógico que vai parecer coisa de torcedor perdedor com dor de cotovelo, mas digo que não é. Já vi o San Antonio Spurs cair outras vezes, mas de forma honesta, como naquela série espetacular contra o Dallas Mavericks. E saímos de lá dignamente. Não foi o que aconteceu contra Oklahoma City Thunder.
O Spurs poderia ter jogado melhor, sim. Em alguns embates, poderia até ter levado a melhor, mesmo com a falta de vergonha dos juízes. Mas a péssima arbitragem prejudicou o Spurs. Marcar faltas ou não, violações ou não pode mudar completamente o ritmo do jogo. Pode deixar um jogador perigoso carregado de faltas (o que aconteceu diversas vezes com Kevin Durant contra o Miami Heat; que coisa, não?). Pode fazer quem está acertando todas perder a concentração e começar a errar.
Como comprovado naquele filme com o Brad Pitt, O Homem Que Mudou a História do Jogo, a matemática, em especial as teorias de probabilidade e estatística, ajuda muito a ver o panorama de algumas coisas. Por exemplo: o Spurs era o 30º da liga em faltas por jogo, com mais ou menos 17, se não me engano. OKC era o oitavo, com pouco mais de 20. Nos dois primeiros jogos, OKC fez (novamente, se não estou enganado) 24 e 28 faltas em San Antonio. Quando o jogo foi para Oklahoma, os juízes marcaram 16 e 15 nos respectivos jogos 3 e 4, em que o Spurs cometeu mais faltas que o adversário. Quando o jogo voltou para SA, os juízes novamente marcaram as faltas corretamente; que coisa, não? No jogo 6, a coisa estava indo até bem quando veio o intervalo. Aí os juízes se reuniram e falaram, “ah, vamos entregar o jogo pro Thunder de uma vez!”
Quanto às faltas, a principal (e põe principal nisso) questão é que um time carregado não pode defender tão fisicamente quanto o Thunder defendeu o Spurs, o que aconteceu nos dois primeiros jogos. San Antonio teria mais espaço para jogar porque os caras teriam de marcar menos agressivamente. Vimos isso no começo da série. Depois, o excesso de faltas poderia ter colocado no banco jogadores de OKC que estavam quentes.
Eu poderia discutir várias outras coisas, como James Harden e Kendrick Perkins, dois dos jogadores mais SUJOS da história da NBA. Não vou defender Metta World Peace, mas Harden tomou aquela cotovelada porque passou o jogo inteiro batendo e provocando Metta. Eu vi o jogo. Eu tinha o NBA League Pass completo. Poderia comentar também do Russell Westbrook e Serge Ibaka, que não são sujos, mas extremamente inconsequentes em sua fisicalidade (aliás, Serge Ibaka é o principal motivo pelo qual estou escrevendo este texto). A arbitragem não coibiu esses jogadores e o Spurs saiu prejudicado.
Mas, afinal de contas, o que quero discutir aqui, motivo do texto, são as mil violações de cesta, ou de tendência ou de descendência, não sei qual a melhor tradução para as Goaltending Violations que o Ibaka comete. No jogo 3 ou 4 (acho que foi o 4, mas não lembro com precisão), Steve Kerr, comentarista da transmissão norte americana, disse: “já é a quarta vez que o Ibaka faz isso e os juízes não apitam”. Nos jogos 1 e 2, o Ibaka cometeu as mesmas infrações e os juízes marcaram. Após o jogo ter ido para OKC, nunca mais. E é sempre a mesma coisa. Ora a bola BATIA NA TABELA e o Ibaka enfiava a mão nela, ora ele LITERALMENTE PRENSAVA a bola na tabela. Se eu estiver incorreto, por favor me corrijam. Na FIBA isso não vale e tenho quase certeza de que na NBA também não. O Ibaka fez isso em várias oportunidades e os juízes não marcaram. Para mim, isso é Goaltending e pronto (Clique aqui para ver o vídeo e esqueçam do narrador do SporTV).
Nos minutos 0:25 e 2:38, temos duas jogadas em que o Ibaka comete os MESMÍSSIMOS Goaltendings que ele cometeu contra os Spurs. E olha só, os árbitros marcaram!
Essa palhaçada de arbitragem me deixou extremamente desanimado com a NBA. Eu não vou comprar League Pass. Talvez só acompanhe os resultados finais dos jogos e olhe lá… Ah, só pra deixar claro, todo mundo sabia que os juízes ajudariam o Heat, independente de quem fosse para a final (lembrando que o Spurs x Heat com Bosh dando a enterrada de 4 passos, foi o jogo mais ridículo que eu já vi na minha vida em termos de juízes). Bom, deu no que deu, OKC levou ferro. OKC ganhou porque a arbitragem ajudou. Sem ela, não conseguiria fazer nada contra o Heat, ou mesmo o Spurs.
* Leonardo Pankiewicz tem 24 anos e é torcedor do San Antonio Spurs desde 2003. Enviou este texto para o e-mail do Spurs Brasil e, pela qualidade, acabou publicado. Suas opiniões não refletem necessariamente a dos blogueiros.
O que temos a oferecer


R.C. Buford (esq.) é conhecido por fazer bons negócios. Será que ele tirará mais um coelho da cartola nessa intertemporada?
Mais uma offseason se inicia, e, como sempre, surgem muitos boatos da excessivamente especulativa imprensa norte-americana, mas nada de concreto até agora pelo lado de San Antonio. E é de se esperar que provavelmente não tenhamos nenhuma grande novidade, principalmente com os agentes livres, já que o Spurs tem pouco espaço na folha salarial para trazer um jogador de impacto. O que talvez possa se concretizar seja a vinda de Nando de Colo e Erazem Lorbek, que têm os direitos vinculados à nossa franquia e vêm sendo especulados para vestirem o uniforme preto e prata na temporada vindoura.
E uma grande troca, será? É sempre bom sonhar. É fato que temos poucas alternativas atrativas para uma troca, mas quem sabe nossos dirigentes não saem com uma solução criativa e vantajosa para a equipe?
Abaixo, temos uma tabela com todos os jogadores sob contrato do Spurs e seus respectivos salários. Vale lembrar que Danny Green e Patrick Mills são agente livres restritos, ou seja, o Spurs pode cobrir qualquer proposta feita por eles, e a lista não conta com Boris Diaw e Tim Duncan – ambos agentes livres irrestritos e incertezas para a próxima temporada, embora Duncan já esteja com sua renovação contratual bem encaminhada.
Manu Ginobili dificilmente serviria como moeda de troca. Apesar de ser gênio, o veterano tem um contrato salgado e uma grande identificação com o San Antonio Spurs, e provavelmente esteja nos seus planos e nos planos dos dirigentes da franquia que o jogador encerre sua carreira por lá.
Tony Parker foi envolvido em diversos rumores de troca na última temporada, mas acabou ficando. Na noite do Draft, chegou a cogitar-se a possibilidade de o armador ser trocado, devido à lesão no olho que adquiriu numa briga de bar, mas novamente era pura especulação. O armador vem de uma temporada de nível All Star e ficou bem claro que o Spurs depende muito dele, que é o jogador mais novo do Big Three, com 30 anos, para atingir suas pretensões. Por isso, dificilmente o time estará disposto a envolvê-lo em alguma negociação. Outro que não deve ser usado como moeda de troca é Stephen Jackson. The Captain tem um contrato expirante de 10 milhões de dólares, e os fatos de já ser um veterano, de ter um alto salário e de ter se readaptado bem a San Antonio devem fazer com que o atleta continue no Texas.
Um atleta do plantel texano que já atraiu interesse de outras equipes, como Utah Jazz e Boston Celtics, é Danny Green. Como dito anteriormente, Green é agente livre restrito, e o Spurs poderia renovar com o jogador e usá-lo como moeda de troca no que chamamos de sign and trade. A equipe de Utah tem quatro jogadores de garrafão de alto nível – Al Jefferson, Paul Millsap, Derrick Favors e Enes Kanter – e poderia estar interessada em negociar um destes. Por Jefferson ser a estrela da equipe e Favors e Kanter serem jovens de futuro promissor, Millsap seria a opção mais possível. O ala-pivô tem um contrato expirante de 7 milhões de dólares, e cairia como uma luva no fraco garrafão texano. Em troca, o Spurs poderia enviar Danny Green, um de seus pivôs (DeJuan Blair, Matt Bonner ou até mesmo Tiago Splitter) e uma futura escolha de Draft.
Com o Boston Celtics, uma troca seria mais inviável. É difícil imaginar a equipe negociando Rajon Rondo, Paul Pierce ou Kevin Garnett, que recentemente renovou seu contrato. Dos outros jogadores que o Celtics possui, o único que talvez poderia ter alguma utilidade no elenco texano seria o pivô Greg Stiemsa, que mesmo longe de ser um grande jogador poderia contribuir com sua capacidade defensiva.
Ainda temos no elenco Kawhi Leonard, que chega ao seu segundo ano de liga não mais como uma promessa, e que, apesar de poder atrair interesse de outras franquias, é quase impossível que os dirigentes texanos estejam dispostos a abrir mão do jogador, que, além de ser formado em casa, preencheu a lacuna da posição 3 deixada por Bruce Bowen.
Se Patrick Mills tiver seu contrato renovado, certamente não será uma moeda de troca atrativa para alguma outra equipe, assim como o armador Cory Joseph, que teve poucas oportunidades na sua temporada de novato.
Gary Neal, jogador no qual o Spurs pode escolher dispensá-lo para ser agente livre ou renovar seu vínculo, poderia atrair a atenção de alguns times. Sendo um pontuador nato e com um excelente arremesso de 3 pontos, Neal poderia ter seu contrato renovado e logo após envolvido em alguma negociação.
E você torcedor, arrisca alguma palpite viável para o San Antonio Spurs?





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