Arquivo da categoria: Análises

Os Lakers voltam ao seu usual favoritismo

O Los Angeles Lakers, segunda franquia que mais coleciona anéis na história da NBA, está de volta para disputar o título mais uma vez, logo após um ano de altos e baixos e uma eliminação na segunda fase dos playoffs.

Após ser eliminado pelo Oklahoma City Thunder por 4 a 1 nas semifinais da Conferência Oeste, o time angelino parece muito disposto a retomar seu status de favorito na liga.

Dois anos depois das trocas do Miami Heat que pararam os espectadores da liga, virando todos os olhares para a equipe, o time mais tradicional da Califórnia repete esse feito, trazendo dois ótimos jogadores, assim como a franquia da Flórida em 2010.

O time que já teve duplas de armadores e pivôs como Jerry West e Wilt Chamberlain, Magic Johnson e Kareen Abdul-Jabbar e Derek Fisher e Shaquile O’Neal, agora conta com outro dueto que promete fazer historia e comemorar títulos: Steve Nash e Dwight Howard.

Steve Nash virou free-agent ao final da última temporada e assim se juntou aos Lakers, caindo como uma luva no time que havia perdido Derek Fisher no fim da última temporada para a equipe de Oklahoma.

Já Dwight vinha de uma novela interminável. Após muito tempo de especulações envolvendo para outros times, como o Brooklyn Nets, o Super Homem decidiu se juntar a um time de estrelas e ter grandes chances de fazer história na franquia de maior tradição no garrafão.

Com essas duas aquisições, os “primos ricos” de Los Angeles ficaram com um quinteto titular de dar inveja a qualquer um: Steve Nash na armação; nas alas, Kobe Bryant e Metta World Peace (antigo Ron Artest); e no garrafão, nada mais nada menos que o espanhol Pau Gasol e Dwight Howard.

Os Lakers são os segundos maiores vencedores da liga, tendo 11 títulos em Los Angeles e mais cinco em Minneapolis, assim somando 16, um a menos que o maior campeão, o Boston Celtics. Seu último título foi em 2010, justamente em cima da equipe que mais vezes comemorou a conquista da NBA.

Com esse super time, os Lakers são os maiores candidatos a parar o  Miami Heat, atual campeão da liga, que reforçou mais ainda seu time de estrelas com os alas Ray Allen e Rashard Lewis.

Façam suas apostas: Quem leva o título esse ano?

Brasil vence na estreia e favoritos começam bem

Na estreia das Olimpíadas de Londres-2012 Nigéria, Brasil, Estados Unidos, Espanha, Russia e Argentina eram favoritos em seus compromissos contra Tunísia, Austrália, França, China, Grã-Bretanha e Lituânia, respectivamente. Neste domingo (29), estas seleções confirmaram o status e venceram.

No primeiro duelo do dia, um embate africano. Nigéria e Tunísia fizeram um ótimo jogo e os nigerianos, que vinham como favoritos pelas grandes exibições  no pré-olímpico mundial de Caracas, onde bateram grandes adversários como Lituânia, Grécia e República Dominicana,venceram a partida por 60 a 56, liderados por Ike Diogu, com 13 pontos e dez rebotes, e por Alade Aminu, com 15 pontos e dez rebotes.

Foto: FIBA

Em seguida, assistimos o jogo que todos nós esperávamos. Nossa seleção estreou contra os australianos, que vieram muito fortes, liderados pelo armador do San Antonio Spur Patrick Mills, que fez um grande jogo, terminando como cestinha da partida com 20 pontos, além de ajudar com sete rebotes e quatro assistências. No time brasileiro, o destaque  foi o armador do Barcelona, Marcelinho Huertas, com 15 pontos e dez assistências.

Outro ponto forte de nossa seleção foi o garrafão, com os três gigantes, Nene Hilario, Tiago Splitter — do San Antonio Spurs — e Anderson Varejão, que terminaram o jogo com respectivos dez pontos e sete rebotes, sete pontos e sete rebotes e 12 pontos e sete rebotes. Leandrinho Barbosa foi o cestinha do Brasil na partida com 16 pontos e, no finalzinho da partida, foi excluído com cinco faltas.

Foto: Agência Inovafoto

O início do jogo foi tenso. O Brasil parecia sentir a pressão dos 16 anos fora das Olimpíadas, errando arremessos, passes e cometendo faltas técnicas, como a de Splitter.

No entanto, em pouco tempo, o time tomou as rédeas da partida e comandou com tranquilidade até o último quarto, quando voltou a  cair de rendimento e deixou sua vantagem de 13 pontos do meio do terceiro período cair para apenas quatro, tendo o placar de 75 a 71 ao fim.

Os favoritos ao ouro, os Estados Unidos, enfrentaram a França em mais uma bela apresentação do “2012 Dream Team”. Comandados por Kevin Durant, com 22 pontos, os estadunidenses fecharam o jogo em 98 a 71.

Pelo lado da França, os três jogadores dos Spurs eram a principal esperança dos azuis, mas com atuação ruim de Tony Parker, que não conseguiu armar seu time, com Boris Diaw fora da forma física esperada e com Nando De Colo, demorando para se acertar na partida, os franceses acabaram decepcionados com esta primeira exibição.

Foto: Getty Images

No grupo da seleção brasileira, os espanhóis enfrentaram os chineses e fizeram uma ótima partida, com o garrafão trabalhando muito bem. Pau Gasol fez 21 pontos e pegou 11 rebotes, e o congolense naturalizado espanhol, Serge Ibaka, terminou a partida com 17 pontos e cinco rebotes. Pelo lado chinês, o grande nome e responsável por manter o jogo equilibrado por grande parte foi o ala-pivô do Dallas Mavericks, Yi Jianlian, que terminou a partida com 30 pontos e 12 rebotes. O placar, ao zerar do cronômetro, foi de 97 a 81.

Foto: FIBA

Os donos da casa não tiveram a estreia que esperavam. Os culpados pela decepção britânica, em sua primeira partida foram, os russos Andrei Kirilenko, que fez 33 pontos, e Alexey Shved com 16 pontos e 13 assistências. Pelo lado da Grã-Bretanha, os melhores pontuadores em quadra foram o ala do Chicago Bulls, Luol Deng, com 26 pontos, e o ala-pivô Pops Mensah-Bonsu, com 22.

Na partida que fechou a primeira rodada, os argentinos venceram sem muita dificuldade os lituanos. Liderados por três jogadores que atuam na NBA, Luis Scola (Phoenix Suns), Carlos Delfino (Milwalkee Bucks) e Manu Ginóbilli (San Antonio Spurs), respectivamente com 33, 21 e 20 pontos, os hermanos fecharam o jogo em 102 a 79.

Partidas da próxima rodada* (terça-feira – 31/07):

5h00 – China x Russia
7h15 – Austrália x Espanha
10h30 – Lituânia x Nigéria
12h45 – Grã-Bretanha x Brasil
16h00 – França x Argentina
18h15 – Tunísia x Estados Unidos

* Horários de Brasilia

Equipe do Spurs Brasil faz prévia da série contra o Thunder

Chega de esperar! Começa neste domingo (27) a final da Conferência Oeste, que terá o San Antonio Spurs enfrentando o Oklahoma City Thunder. A equipe texana se classificou para esta fase com duas varridas: venceu por 4 a 0 o Utah Jazz na primeira rodada dos playoffs e o Los Angeles Clippers na semifinal de conferência. O Thunder, por sua vez, vem de uma varrida sobre o Dallas Mavericks em seu primeiro compromisso na pós-temporada e de uma vitória recente por 4 a 1 sobre o Los Angeles Lakers. Veja a seguir o que os blogueiros do Spurs Brasil têm a dizer sobre o confronto:

Bruno Alves

Palpite: Spurs 4 a 2
O Spurs tem jogado demais, mas creio que o Thunder não irá cair na dança da vassoura. Atlético e com um garrafão encardido, o time de Oklahoma deve dar trabalho e tirar o fôlego dos nossos velhinhos, que apesar de tudo passarão na técnica e no jogo coletivo.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant

Bruno Pongas

Palpite: Spurs 4 a 2
Esse vai ser, de longe, o duelo mais difícil do Spurs até aqui. Será que Parker conseguirá parar Westbrook como fez com Chris Paul? Será que Leonard vai conseguir marcar Durant como fez na temporada regular? Perguntas difíceis de responder. Acredito que o Spurs tem tudo para vencer a Conferência Oeste se seguir o mesmo plano de jogo da fase regular.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Thunder: Russell Westbrook

Juliano Medeiros

Palpite: Spurs 4 a 2
Os dois melhores times da temporada regular na Conferência Oeste provaram que são diferenciados e se encontram na final. O trio experiente Parker-Manu-Duncan encara o trio sensação Durant-Westbrook-Harden. Essa rodagem em playoffs e em jogos decisivos vai fazer a grande diferença para o San Antonio. Jogando o melhor basquete dos últimos anos da franquia, o Spurs vai confirmar a grande fase contra um dos melhores conjuntos da NBA na atualidade.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant

Lucas Pastore

Palpite: Spurs 4 a 3
Depois de pegar adversários abaixo da crítica, o Spurs finalmente terá um oponente à altura nos playoffs. A equipe texana venceu com propriedade um Jazz sem tantas armas ofensivas e um Clippers minado por lesões, mas certamente não terá facilidade contra o Thunder. Para vencer, o time terá de limitar a pontuação de perímetro adversária – o que não é nada fácil contra Russell Westbrook, James Harden e Kevin Durant. Danny Green e Kawhi Leonard terão de se superar, e Manu Ginobili e Stephen Jackson precisam ajudar mais do que nas fases anteriores.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant

Rafael Proença

Palpite: Spurs 4 a 0
Quem sou eu para contrariar o que o Spurs vem fazendo nestes playoffs? O time tem jogado um basquete redondinho e irá à final sem maiores problemas. É óbvio que o Oklahoma City Thunder tem uma boa equipe, superior a Utah Jazz e Los Angeles Clippers, mas a inexperiência de Kevin Durant e companhia pesará favoravelmente ao Spurs.
Peça-chave do Spurs: Boris Diaw
Peça-chave do Thunder: Kendrick Perkins

Robson Kobayashi

Palpite: Spurs 4 a 2
Os dois melhores times da Conferência Oeste fazem a final. Gregg Popovich terá de mostrar toda sua sabedoria para conduzir a equipe nesta série, que deve ser a mais difícil até aqui. Spurs deve ganhar uma fora e fechar em seis jogos.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant

Victor Moraes

Palpite: Spurs 4 a 2
Sem dúvida o Thunder é o adversário mais difícil do Spurs até agora nos playoffs. E me arrisco a dizer que o vencedor desta série entra como favorito na grande final da NBA. Depois de duas varridas, um outro 4 a 0 seria espetacular, mas Westbrook, Harden e Durant devem complicar a vida dos texanos, principalmente dentro de casa. Mas, no fim, a experiência e o elenco mais completo devem pesar a favor do Spurs.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Thunder: Russell Westbrook

Olho neles!

O jogo coletivo do San Antonio Spurs fez com que a equipe do Spurs Brasil ficasse em dúvida em relação ao jogador chave para o duelo contra o Oklahoma City Thunder. Com isso, Tim Duncan, Tony Parker e Kawhi Leonard ficaram empatados com dois votos cada. Boris Diaw ainda foi lembrado por um blogueiro.

Cestinha do Spurs nos playoffs com 19,1 pontos por jogo, Parker precisará comandar o ataque do time e vencer o duelo de armadores contra Russell Westbrook. Duncan, que tem médias de 17,6 pontos e nove rebotes por jogo na pós-temporada, precisará manter a produção contra um forte garrafão defensivo formado por Serge Ibaka e Kendrick Perkins. Por fim, Leonard será o principal responsável por tentar limitar Kevin Durant.

Com quatro dos sete votos da equipe do Spurs Brasil, Kevin Durant foi apontado como a peça-chave do Thunder para a final de Conferência contra o San Antonio Spurs. O ala é o quinto maior cestinha dos playoffs, com média de 26,7 pontos por jogo. Russell Westbrook teve dois votos, contra um de Kendrick Perkins.

Na temporada regular, Durant fez 28 pontos por partida, acertando 49,6% dos arremessos de quadra. Em três jogos contra o Spurs, no entanto, esses números caíram para 22,7 pontos e 46,8% de aproveitamento.

Uma boa marcação sobre Durant fará o Thunder depender mais de Westbrook. Foi a tática usada com sucesso pelo Dallas Mavericks na final do Oeste de 2011, quando o armador teve, em média, cinco turnovers por exibição.

Equipe do Spurs Brasil faz prévia da série contra o Clippers

Eis o grande duelo da série!

Começa nesta terça-feira (15) a série do San Antonio Spurs contra o Los Angeles Clippers. Depois de varrer o Utah Jazz na primeira rodada, o time texano tem um adversário bem mais difícil na semifinal. O Los Angeles Clippers chegou até aqui após derrotar o Memphis Grizzlies – algoz do Spurs em 2011 – e deve dar trabalho aos comandados de Gregg Popovich. Confira o que os blogueiros do Spurs Brasil têm a dizer sobre o confronto.

Bruno Alves

Palpite: Spurs 4 x 1
O Spurs não terá vida fácil como teve contra o Utah Jazz, mas a experiência da equipe não dará lugar às pontes aéreas e às jogadas plásticas da lob city. Pop não pecará e saberá usar as peças corretas para neutralizar as individualidades do Clippers. No confronto, vai ser interessante o duelo entre Tony Parker e Chris Paul, dois dos melhores armadores da liga em fases excelentes.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul

Bruno Pongas

Palpite: Spurs 4 x 1
Como o Clippers vai fazer para brecar Tim Duncan? Nenhum de seus pivôs titulares (Blake Griffin e DeAndre Jordan) é bom defensivamente o suficiente para frear o camisa 21. Nesse caso, o time de Vinny Del Negro terá que contar com a força física dos seus reservas, que fizeram uma boa série contra o Memphis Grizzlies. Resta saber se Kenyon Martin e Reggie Evans têm capacidade para repetir a dose. Do outro lado, acredito que Blake Griffin será o termômetro do Clippers. Por que? Na temporada regular, o Spurs encontrou problemas quando Griffin esteve inspirado e sofreu ainda mais quando tentou utilizar dois marcadores sobre o camisa 32, porque os californianos souberam rodar a bola e acharam espaços para os tiros de três pontos. Para a nossa alegria, no entanto, Blake vem jogando machucado e está longe de sua forma física ideal.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Clippers: Blake Griffin

Juliano Medeiros

Palpite: Spurs 4 x 1
O desgaste físico do Clippers e o descanso do Spurs podem fazer toda a diferença. O calendário foi “amigo” de San Antonio, já que teremos quatro jogos em seis dias. Ter as pernas descansadas nesse momento pode ser crucial. O Spurs conseguiu um merecido repouso e não entra em quadra desde o dia 7. Enquanto isso, seu adversário jogou uma série muito física e desgastante, que acabou apenas no dia 13. Griffin saiu do confronto contra o Memphis machucado e cansado. Chris Paul, que também está jogando no sacrifício, é a principal ameaça do time de Los Angeles.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul

Lucas Pastore

Palpite: Spurs 4 x 2
Imagino que o Spurs não encontrará muitas dificuldades para ganhar do Clippers. O time angelino pode trazer problemas apenas se Chris Paul jogar demais, mas não vejo ele fazendo isso quatro vezes em uma série de sete jogos – ainda mais tendo de marcar Tony Parker na defesa.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul

Robson Kobayashi

Palpite: Spurs 4 x 2
O Spurs terá de parar o sedento Blake Griffin; trabalho duro para o francês Boris Diaw e para o calouro Kawhi Leonard. Manu Ginobili deverá aparecer mais durante a série, o que será um ponto positivo para o time de Gregg Popovich.
Peça-chave do Spurs: Manu Ginobili
Peça-chave do Clippers: Blake Griffin

Victor Moraes

Palpite: Spurs 4 x 1
O Clippers é uma equipe cheia de gás e com muito talento. Porém, ainda peca pela falta de conjunto e de uma organização tática, sobrevivendo à base da individualidade de seus destaques. Inevitavelmente os angelinos devem vencer um jogo graças ao poder de desequilibrar que Chris Paul e Blake Griffin possuem, mas não acredito que possam complicar muito a vida de uma equipe bem montada como o Spurs.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul

Olho neles!

San Antonio Spurs

Tim Duncan havia sido eleito como o destaque do Spurs na série contra o Jazz. Dessa vez, no entanto, os blogueiros do Spurs Brasil escolheram Tony Parker.

O francês foi a grande arma da equipe ao longo da temporada a manteve a boa sequência na primeira rodada dos playoffs contra o Utah Jazz.

Resta saber como o camisa 9 lidará com Chris Paul, um oponente que quase sempre lhe traz problemas.

Tim Duncan e Manu Ginobili receberam um voto cada e também foram lembrados pela equipe do blog.

Los Angeles Clippers

Ao lado de Tony Parker e Rajon Rondo, Chris Paul foi o melhor armador da temporada regular. Rápido e mortal, CP3 é um dos principais pontuadores da NBA nos momentos decisivos e mostrou isso na série contra o Memphis Grizzlies na primeira rodada dos playoffs.

Quando Paul está inspirado, todos os demais têm a vida facilitada graças ao seu enorme talento em encontrar seus companheiros livres para finalizar as jogadas.

Chris Paul foi quase uma unanimidade entre os blogueiros do Spurs Brasil, mas o explosivo Blake Griffin também foi lembrado com dois votos.

Equipe do Spurs Brasil faz prévia da série contra o Jazz

Começa neste domingo (29) a série San Antonio Spurs e Utah Jazz, válida pela primeira rodada dos playoffs. A equipe texana, que se classificou com a melhor da Conferência Oeste, tentará espantar o trauma do ano passado, quanto também avançou como líder e acabou derrotada pelo Memphis Grizzlies. Desta vez, novamente o adversário terá como ponto forte um garrafão de respeito. Confira o que os blogueiros do Spurs Brasil têm a dizer sobre o confronto:

Bruno Alves

Palpite: Spurs 4 x 0
A linha de frente do Utah Jazz é muito forte, superior à do Spurs, mas Pop já provou que pode vencer garrafões poderosos com a força do elenco e uma ajudinha nos rebotes de jogadores do perímetro, como Kawhi Leonard e Stephen Jackson. Na temporada regular, só perdemos um jogo e estávamos sem Parker, Ginóbili e Duncan – por pouco ainda não vencemos. Com força máxima, prevejo uma varrida no time de Utah.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Jazz: Al Jefferson

Bruno Pongas

Palpite: Spurs 4 x 1
Por mais que o Utah Jazz tenha bons pivôs, acredito que o San Antonio Spurs leva essa série por ter um elenco muito melhor. Se ninguém se machucar no meio do caminho, a tendência, no meu ponto de vista, é ganharmos o confronto com certa tranquilidade.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Jazz: Paul Millsap

Juliano Medeiros

Palpite: Spurs 4 x 1
O Spurs não deve ter problemas contra o Utah Jazz. Jogando um basquete envolvente, que inclui o time titular e o banco, o time texano é franco favorito e, diferente do ano passado, o elenco está completamente saudável. Se no garrafão o Jazz leva alguma vantagem, fora dele o Spurs é bem superior.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Jazz: Al Jefferson

Lucas Pastore

Palpite: Spurs 4 x 2
O Spurs melhorou muito em relação à temporada passada, principalmente no que diz respeito à defesa de garrafão. Mas o Jazz tem uma rotação de respeito no setor, formada pelo ala-pivô Paul Millsap, pelo pivô Al Jefferson e pelo reserva Derrick Favors. A eficiência do time texano em limitar os rebotes ofensivos do trio ditará a facilidade da série.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Jazz: Paul Millsap

Rafael Proença

Palpite: Spurs 4 x 0
Depois do fiasco de 2011, o Spurs passará sem sustos pela primeira rodada e seguirá rumo ao título. Apesar de ter alguns jogadores talentosos e de terminar a temporada regular com cinco vitórias seguidas, o Jazz não tem força para segurar os comandados de Gregg Popovich. Ainda assim, é bom tomar cuidado nos jogos na EnergySolutions Arena, onde os donos da casa perderam apenas oito vezes este ano, sendo uma delas pro Spurs.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Jazz: Al Jefferson

Robson Kobayashi

Palpite: Spurs 4 x 1
O Spurs tomará um susto perdendo uma em casa, mas, depois das chicotadas do técnico Gregg Popovich, vai levar o embate a sério e vencer a série.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Jazz: Al Jefferson

Victor Moraes

Palpite: Spurs 4 x 1
O Spurs não deve encontrar facilidade pela frente. Apesar da oitava colocação, a equipe do Utah Jazz já mostrou que pode complicar partidas mesmo contra adversários teoricamente melhores. Muito disso se deve à boa dupla de pivôs da equipe, formada por Al Jefferson e Paul Millsap. Mas o time de San Antonio tem um elenco mais qualificado e isso fará a diferença nesta série.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Jazz: Al Jefferson

Olho Neles!

Nada como um mito para brigar de igual para igual com os pivôs do Utah Jazz. Tim Duncan vem fazendo uma temporada fantástica e tem tudo para manter esse ritmo contra o time de Salt Lake City. The Big Fundamental recebeu três dos sete votos da equipe do Spurs Brasil – também foram lembrados Tony Parker, com dois votos, e Kawhi Leonard e Tiago Splitter, com um.

Al Jefferson sofreu com lesões na carreira, mas sempre que jogou se mostrou dominante. Alto e forte, o pivô é importante na defesa e no ataque, onde possui um considerável arsenal de jogadas. Apensas pela segunda vez disputando os playoffs, tem tudo para travar ótimos duelos contra Tim Duncan no garrafão. O pivô recebeu cinco votos do Spurs Brasil, contra dois de Paul Millsap.

Confira o calendário completo da série Spurs vs Jazz:

29/04, domingo, às 14h: Spurs vs Jazz
02/05, quarta-feira, às 20h: Spurs vs Jazz
05/05, sábado, às 23h: Spurs @ Jazz
07/05, segunda-feira, sem horário definido: Spurs @ Jazz
09/05, quarta-feira, sem horário definido: Spurs vs Jazz*
11/05, sexta-feira, sem horário definido: Spurs @ Jazz*
13/05, domingo, sem horário definido: Spurs vs Jazz*

* Se necessário