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Com Dejounte Murray, o futuro é agora

A torcida do Spurs está acostumada com Tony Parker comandando a equipe, afinal, desde 2001 o francês está no elenco, quase sempre como armador titular. O jogador já venceu quatro títulos e foi eleito o jogador mais valioso das finais em 2007, no tetracampeonato dos texanos. Assim, nos playoffs de 2016, foi difícil ver o ídolo sair carregado da quadra com uma grave lesão.

Dejounte Murray em ação contra o Wolves (Reprodução/nba.com/spurs)

Com a nova temporada, foi anunciado que Parker estaria fora até novembro, e isso provocou um aparente problema para o técnico Gregg Popovich. Com a ausência do camisa nove, quem assumiria a sua função no time? Patrick Mills é um bom reserva, mas nunca vingou como armador titular, e todos os outros possíveis nomes não possuem experiência. Porém, o empecilho rapidamente se mostrou passageiro, pois o treinador nomeou o segundanista DeJounte Murray como armador principal da equipe de San Antonio.

Apesar de uma insegurança surgir entre a torcida durante a pré-temporada, o jovem rapidamente se mostrou a escolha certa. O atleta treinou durante toda a offseason e melhorou em muito seu jogo. Murray sempre foi conhecido como um bom slasher, ou seja, como um jogador com habilidade de entrar na defesa e finalizar próximo a cesta. Mas nas primeiras partidas, o armador mostrou a confiança para arremessar e inclusive acertou algumas tentativas, algo positivo e que certamente irá fazer a marcação ser mais forte, facilitando as infiltrações.

É função do armador saber o momento certo de envolver cada um de seus companheiros, identificar possíveis mismatches e garantir que todos se posicionem corretamente em quadra. Durante as duas primeiras partidas, Murray mostrou uma visão de jogo e liderança acima das expectativas para um garoto tão novo e com tão pouca experiência, um sinal promissor.

O Spurs é um time defensivo, costuma deixar seus oponentes com menos de 90 pontos e é adepto do estilo mais “chato” do basquete: técnico e com marcação sufocante. E Murray chega para contribuir nessa área. Ao contrário de Parker, considerado um defensor abaixo da média, o segundanista mostrou uma enorme evolução e soube marcar seus oponentes nos momentos um contra um, além de ler bem as rotas de passe e possuir uma grande envergadura, que facilita nos roubos de bola e na hora de contestar arremessos de seus adversários.

Murray mostrou enorme evolução, aprendeu com seus colegas e se tornou um jogador perfeito para o Popovich. Um armador coletivo, que faz o passe certo, evoluiu como líder e é bom defensor, podendo ser excelente. Apesar dos poucos jogos, a tendência é a manutenção dessas atuações. Se isso acontecer, pode ser a primeira vez de Parker como reserva.

O futuro promete, e Murray mostrou ser parte dele. Só resta esperar para saber quando o armador irá definitivamente se tornar o titular e líder da equipe. A posição e o legado de Parker estão a salvo, pois seu substituto superou expectativas nos primeiros jogos e deve evoluir ainda mais, para a alegria de Popovich do Spurs e da torcida do alvinegro texano.

Análise do elenco I: Os armadores

A offseason está finalmente no fim, e o San Antonio Spurs anunciou nessa segunda-feira (25) a lista de jogadores que irão participar de sua pré-temporada. No total, 19 atletas estarão nos treinos, com a esperança de impressionar e garantir vaga no elenco de Gregg Popovich.

Dejounte Murray em ação pelo Spurs na última temporada (USA Today Sports)

Para analisar os jogadores, será feita uma divisão, e primeiro serão analisados os armadores. Esse é o setor mais inchado do Spurs, sem dúvidas, e muitos torcedores se perguntam sobre a necessidade de tantos atletas para a mesma posição. No total, são nove nomes na lista, divididos em quatro armadores “principais” e cinco alas-armadores.

Os listados como armadores de ofício são Tony Parker, Patrick Mills, Bryn Forbes e London Perrantes. Entre esses quatro, apenas um está com sua situação indefinida: o novato Perrantes, contratado após passar em branco no Draft. Os outros três, por serem veteranos e terem a confiança do técnico, devem estar garantidos no elenco caso não ocorra nada inesperado.

Esse setor não evoluiu, mas também não piorou. Parker, apesar de ter se lesionado, mostrou que ainda tem muita lenha pra queimar e teve boas atuações nos playoffs. Sua importância na temporada regular é menor, já que o francês é bastante poupado. Mills teve mais uma boa temporada e ainda deve comandar a segunda unidade, deixando o jogo mais dinâmico e com ritmo mais rápido. Forbes, mesmo com pouco tempo em quadra, mostrou sinais promissores, possui bom arremesso e tem potencial defensivo; ou seja, se encaixa bem com o sistema.

Os outros cinco jogadores são Derrick White, Dejounte Murray, Danny Green, Manu Ginobili, Darrun Hilliard e Brandon Paul. Os três veteranos devem ter seu lugar garantido, deixando a batalha para os dois novatos. Paul veio da Europa e deve exercer uma função mais defensiva, não possui muita experiência e deve tentar aproveitar ao máximo suas oportunidades. Hilliard deve atuar no Austin Spurs após assinar two-way contract e tem dois anos de bagagem na NBA, ambos atuando pelo Detroit Pistons. Não recebeu muitas oportunidades e deve ser um jogador apenas para compor elenco. Entrar no time parece uma possibilidade distante.

No geral, a posição de armador parece um setor inchado da equipe, mas até o fim da pré-temporada irão acontecer cortes para estabilizar a quantidade de jogadores. Com exceção dos novatos, os componentes são quase os mesmos, e por terem conhecimento prévio do sistema e do estilo de jogo exigido por Popovich, os veteranos devem ter lugar de destaque.

A posição pode parecer uma fraqueza, mas possui atletas versáteis, que podem ser usados dependendo do adversário, para adaptar a defesa ou o ataque do Spurs, visando neutralizar as táticas adversárias. Nas mãos de Popovich essa versatilidade se transforma em vitórias, e por isso o setor deve ser importante para o time texano na próxima temporada.

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Como Joffrey Lauvergne pode render no Spurs?

Por Luís Araújo*

Joffrey Lauvergne terminou a última temporada no Chicago Bulls, passou a maior parte dela no Oklahoma City Thunder e jogou dois anos no Denver Nuggets antes disso. Nestes times, o pivô encontrou rotações congestionadas em seu setor e não teve tanto espaço. Mas não quer dizer que não teve flashes interessantes, capazes de torná-lo uma peça útil para Gregg Popovich.

Lauvergne é um dos reforços do Spurs (Reprodução/nba.com/spurs)

Na temporada passada, por exemplo, em um dos 23 jogos que fez com o Bulls (contando também os playoffs), teve uma atuação de 17 pontos, sete rebotes e três assistências em uma vitória sobre o Detroit Pistons. Ele também acertou sete dos 13 arremessos que tentou, incluindo uma bola de três convertida, e ficou em quadra por pouco mais de 28 minutos.

Um olhar mais atento para essa produção ajuda a entender melhor algumas coisas das quais ele é capaz de fazer, além de dar uma base sobre como o jogador pode se encaixar no Spurs.

Logo no primeiro lance do vídeo, dá para ver Lauvergne trabalhando no pick-and-roll com Jimmy Butler, que viu seu marcador passar por cima do bloqueio e ainda se viu cercado por Andre Drummond, que se preocupou em não deixar o caminho livre para ele infiltrar. Foi isso que abriu a possibilidade para o francês ser acionado e finalizar com a mão esquerda diante de Kentavious Caldwell-Pope, que correu para tentar ajudar a proteger a cesta.

Não é difícil imaginar esse tipo de coisa acontecendo no Spurs. Em um time que deixa bastante a bola nas mãos de Kawhi Leonard para iniciar jogadas usando bloqueios de pivôs, Lauvergne pode ser bem explorado e entregar bons resultados nestas oportunidades.

O segundo lance do vídeo mostra uma cesta decorrente de rebote de ataque, algo que também faz parte das principais virtudes do francês. Em seguida, ele cavou falta que o levou a cobrar dois lances livres após receber passe longe da cesta, observar Drummond sair correndo para contestar e botar a bola no chão para driblar. Essa capacidade de fazer o corte também é uma coisa muito boa que ele consegue fazer contra oponentes menos ágeis, mas que só funcionou neste caso porque seu marcador o considerou uma ameaça no chute de média distância.

É justamente um chute de média distância que ele aparece acertando no lance seguinte, aproveitando-se da preocupação que Butler causou na defesa ao entrar no garrafão, fazendo com que Drummond corresse para proteger a cesta. Estatisticamente, Lauvergne ainda não tem um arremesso de fora do garrafão que possa ser considerado extremamente confiável. O potencial para que isso seja uma arma poderosa no seu leque ofensivo existe, e até é possível vê-lo pegando fogo vez ou outra, mas os resultados em linhas gerais ainda variam.

Na sequência do vídeo, Lauvergne faz outra cesta após colocar a bola no chão para driblar o pivô adversário, produz uma com a mão direita a partir do post-up e finaliza uma bola embaixo da cesta depois de Butler mais uma vez atrair a marcação do adversário.

Por fim, um pick-and-pop com Paul Zipser que termina com uma bola de três. É aí que vem mais um potencial interessante no jogo de Lauvergne: há sinais claros de desenvolvimento nos arremessos de longe nos últimos meses. Não dá para saber ao certo como serão os próximos passos, mas dá para criar alguma animação com o que vem acontecendo até agora.

Em suma, além desta questão dos chutes de média e longa distância, Lauvergne é um pivô que sabe o que fazer com a bola nas mãos, seja buscando o corte contra rivais mais lentos ou encaixando bons passes – algo que sempre é muito valioso para quem vai jogar para Popovich. Mas o melhor dele parece ser mesmo sem a bola nas mãos, aproveitando a boa mobilidade para correr a quadra em contra-ataques e a inteligência para se deslocar e cortar para a cesta em momentos precisos. Não é à toa que o pick-and-roll é um dos seus pontos mais fortes.

Sobre isso, aliás, vale a pena também observar essa atuação ainda pelo Nuggets, em jogo contra o Sacramento Kings em fevereiro de 2016. Lauvergne saiu do banco para produzir 22 pontos e sete rebotes em 25 minutos, convertendo dez dos 14 chutes que tentou – incluindo, novamente, um de três. Teve chute de média distância, bola de três e finalizações depois de colocar a bola no chão. Mas o grosso da produção veio mesmo a partir do pick-and-roll.

Defensivamente, Lauvergne também é bom reboteiro. Não dá muitos tocos e não chega a ser um grande protetor do aro, mas é um marcador sólido no um contra um. Além disso, a boa mobilidade o permite se virar bem longe da cesta nas vezes em que for arrastado para reagir a bloqueios. Pelo que mostrou até agora, parece capaz e disciplinado o bastante para se encaixar bem a um sistema defensivo que tem sido um dos melhores da liga já há alguns anos.

Esse conjunto de habilidades nos dois lados da quadra tornam Lauvergne uma aposta mais do que válida. Jogando para um técnico como Popovich e em uma organização como o Spurs, nem chegaria a ser uma surpresa enorme se ele atingisse um nível mais alto nesta trajetória na NBA.

* Especialista no Chicago Bulls, Luís Araújo é dodo do Triple-Double, um dos melhores blogs sobre basquete do Brasil. É possível virar assinante por vários valores e receber conteúdo especial sobre o esporte, além de participar de promoções para brindes exclusivos.

Ginobili fica

Emanuel Ginobili ouviu seu nome na 57ª escolha do Draft de 1999, selecionado pelo San Antonio Spurs. As atuações do argentino em seus quatro primeiros anos de carreira, em sua terra natal, e no quinto, na Itália, chamaram a atenção de Gregg Popovich, mas nem o técnico nem a torcida podiam imaginar o impacto do jogador para a franquia e para o basquete mundial.

O número 20 que certamente será imortalizado (Jesse D. Garrabrant/ NBA)

Ginobili ficou mais um tempo na Europa e em 2002 se juntou ao time. Foi um começo difícil na NBA – o argentino sofreu com lesões e viu pouco tempo de ação. Era apenas um reserva. Mas conforme a temporada se desenrolou, Popovich começou a dar mais chances para Manu, como passou a ser chamado pela torcida, e o ala-armador mostrou serviço, venceu um prêmio de novato do mês e foi eleito para o segundo quinteto ideal entre os calouros.

Nos playoffs, porém, Ginobili se tornou parte importante na rotação de Popovich e aumentou suas médias em todos os quesitos. O Spurs se sagrou campeão no ano de estreia do argentino, que correspondeu às expectativas e mostrou serviço, principalmente na fase mais importante. Em seu segundo ano, o ala-armador viu ainda mais tempo de quadra, teve mais participações nos jogos e aumentou suas médias, se tornando parte integral do elenco até os dias de hoje.

O impacto de Ginobili não se limita apenas à NBA. O argentino liderou sua seleção rumo ao título na Olimpíada de 2004, em Atenas. A chamada “geração de ouro” do basquete local possuiu grandes nomes de influência mundial, mas foi o astro do Spurs quem mais se destacou, sendo até hoje considerado o melhor do elenco. Para subir ao topo do pódio, a equipe precisou fazer o considerado impossível por muitos: superar os Estados Unidos. Os americanos tiveram um torneio atípico, perdendo duas partidas da fase de grupos, mas se recuperaram, e mais uma conquista parceria realidade. Os hermanos, porém, eliminaram os favoritos com vitória por 89 a 81, com grande atuação do ídolo da franquia de San Antonio, cestinha do jogo com 29 pontos.

A carreira de Ginobili é uma das maiores do basquete mundial. O ala-armador já conquistou tudo e mais um pouco. Possui em seu currículo duas seleções para o jogo das estrelas da NBA, duas menções para o terceiro quinteto ideal da liga, um prêmio de sexto homem do ano e quatro anéis. O jogador também é campeão da Euroliga e acumula MVPs do torneio continental, da liga italiana, da copa italiana e da Copa América, além de possuir uma medalha de ouro olímpica, uma grande conquista para um jogador que não representa os Estados Unidos no evento.

O jogo de Ginobili gerou impactos surpreendentes e inesperados na filosofia do Spurs. Popovich sempre impôs um sistema rígido para seus atletas, e a maneira com que o argentino atuava não se encaixava com o exigido pelo treinador. O técnico então, em um momento raro, mudou sua filosofia e incorporou vários fundamentos do basquete do ala-armador. Com isso, acabou mudando a forma de jogo do alvinegro, e o sucesso acompanhou a mudança.

Ginobili é sem dúvidas um ídolo da franquia texana e um futuro hall da fama, não só da NBA mas como da Fiba também. A camisa 20 do argentino será aposentada no AT&T Center assim que sua carreira inevitavelmente chegar a seu fim. O astro fez muito pelo Spurs e por isso recebe tanto carinho da torcida. O jogador já não é mais atlético, já não pula como antes, mas seu jogo sem dúvidas ainda é eficiente e lindo de se assistir. Por sorte, o ídolo ainda tem mais uma temporada no tanque, e resta à torcida do alvinegro apreciar seus últimos momentos.

Obrigado por mais uma temporada, Ginobili. Que essa seja vitoriosa como todas as outras 15.

O que esperar de Derrick White?

Mais um Draft se passou e, pelo segundo ano seguido, o Spurs surpreendeu e pode ter encontrado um jogador com potencial maior do que o previsto. Com a 29ª escolha, a franquia texana selecionou Derrick White, de 22 anos, armador da universidade do Colorado.

White é o primeiro reforço do Spurs para 2017/2018 (Reprodução/nbascoutingreport.net)

A escolha deixou vários fãs com um pé atrás em relação ao atleta selecionado. O jovem atuou durante quatro anos na segunda divisão da NCAA. White foi um jogador que teve muito pouco interesse das universidades ao se formar no ensino médio e com isso acabou jogando em uma instituição menor, onde recebeu a chance de ser titular.

Mas em sua última temporada como atleta universitário, White jogou pela universidade do Colorado, na conferência PAC-12, uma das mais fortes da NCAA, a primeira divisão do basquete local. Atuou como líder da equipe, e como era de se esperar, foi o jogador com as melhores médias do time. Com isso, o Spurs selecionou o armador para integrar o seu plantel.

Em 2017, White fez 34 partidas e teve médias de 18,1 pontos, 4,4 assistências, 4,1 rebotes, 1,4 tocos e 1,2 roubos de bola em 32,8 minutos por jogo. Os números do armador mostram um perfil de jogador completo, com impacto nos dois lados da quadra, com bom jogo ofensivo e bons instintos defensivos. Mas as estatísticas avançadas mostram ainda mais o potencial do atleta, que teve player efficiency rating (PER) de 27.3, além de 5,9 nas parcelas de vitórias da equipe (Win Shares). O prospecto também se destaca graças à sua eficiência nos arremessos, com 50,7% nos arremessos de quadra, 39,6% nas bolas de três e 81,3% nos lances livres.

White mostrou alguns problemas, como sua inconsistência ofensiva, sua tendência de sumir dos jogos ou a sua falta de vontade na defesa em certas jogadas. Mas para cada um de seus defeitos, o prospecto tem uma vantagem. Nas mãos de Gregg Popovich, o jovem tem potencial para se tornar um bom armador, que sempre prioriza os passes, e um defensor de qualidade. Ele ainda terá algum tempo para se desenvolver antes de ter minutos, e é esperado comprometimento do atleta, com o intuito de evoluir ao máximo e se tornar uma boa opção.

White pode parecer uma escolha ruim para alguns fãs, mas não se deixe enganar: o garoto tem muito potencial e, com a ajuda de Pop, tem tudo para se tornar um dos melhores armadores reservas da liga. O jogador ainda tem um longo caminho pela frente, mas a sua carreira já começa nesta offseason, e os treinos com certeza irão mostrar reflexo em seu jogo.

White é uma aposta para o futuro e pode vir a ser uma peça importante na rotação. Ao ingressar na equipe, deve ter uma função de facilitador, com muitos passes, guiando a ofensiva do time. Mas o armador também pode contribuir marcando pontos, atuando como arremessador plantado no perímetro e recebendo a bola pronto para chutar. Seu excelente aproveitamento nos arremessos de quadra e nos lances livres devem ajudar muito o Spurs, que torna jogadores como este importantes peças em sua rotação.

Resta agora esperar para ver como a temporada de novato do garoto vai se desenrolar. O destino dele está diretamente ligado à agência livre, pois o Spurs irá atrás de outros armadores. Caso os reforços pretendidos pela equipe texana sejam contratados, White terá ainda mais tempo para se desenvolver. Em seu primeiro ano, não deve ter muitos minutos, mas pode contribuir com a equipe do mesmo jeito sempre que estiver em quadra.

Bem-vindo ao Spurs, Derrick.