Arquivo do autor:Victor Moraes

Huertas no Spurs?

Antes de mais nada, quero esclarecer que esta é apenas uma suposição minha, algo que andei pensando (e aposto que muitos torcedores também). Não há, pelo menos ainda, nenhum rumor ou boato circulando em San Antonio. Quer dizer, não que eu saiba ainda.

https://i0.wp.com/www.lnb.blog.br/wp-content/uploads/2010/08/huertas-foto_fiba.jpg

Para aqueles que possam pensar que é exagero meu, me desculpem, mas não pude deixar de imaginar o brasileiro vestindo a camisa preto e prata após as grandes atuações que ele teve durante o Mundial. O armador foi, sem dúvida, o principal nome da Seleção Brasileira durante o torneio.

E não digo isso só pelos fantásticos 32 pontos nas oitavas de final contra a Argentina. Em todos os jogos, Huertas foi o grande líder do time. Conduziu a equipe com maestria, ditou o ritmo como precisava e cometeu poucos erros, mesmo quando marcado sob forte pressão (como contra os EUA e Argentina, quando foi marcado quase o tempo todo individualmente e pressionado quadra inteira).

Depois das atuações na Turquia, Huertas deve despertar o interesse de algumas times da NBA. Difícil dizer que ele seria titular em alguma equipe, mas, na minha opinião, demonstrou ter potencial para ser um bom reserva em diversas franquias. E por que não no Spurs?

Sabemos que o time texano gosta de ter estrangeiros em suas fileiras e agora terá um brasileiro: Tiago Splitter. Vale lembrar que o pivô atuou na última temporada pelo Caja Laboral, da Espanha, time onde justamente joga Marcelinho Huertas. No Mundial, os dois demonstraram ter muito entrosamento, o que poderia ajudar na adaptação de ambos à NBA.

Você podem me dizer que para a posição que Huertas chegaria nós já temos George Hill. Isso até é verdade, mas vejo espaço para os dois no elenco. Com Manu Ginobili mais velho e sem um substituto a altura para lhe dar descanso, Hill jogará cada vez mais como SG, o que abriria a possibilidade de Huertas ganhar minutos como PG durante o descanso de Tony Parker.

Pode parecer um pouco de ufanismo tratar deste assunto, mas deixando de lado o fato de Huertas ser brasileiro, ele foi um dos principais armadores do Mundial, e há alguns anos é considerado um dos melhores armadores da Liga ACB, da Espanha. Fatores que o credenciam a, pelo menos, ter uma oportunidade na NBA.

Se o convite vai acontecer, ou por qual equipe vai acontecer, eu não sei dizer. Também é difícil saber se Huertas deixaria o papel de protagonista na Europa para tentar a sorte nos Estados Unidos. Mas eu torço para que a chance apareça e que ele arisque. Se for no Spurs, melhor ainda.

Missão cumprida

Podem me chamar de louco, de maluco, ou do que preferirem, mas mesmo com a derrota para a Argentina eu acredito que a missão brasileira neste Mundial foi cumprida. É claro que não gostei da derrota – aliás, perder dos argentinos é ainda mais doído -, mas existem alguns aspectos que me fazem acreditam que o trabalho está sendo muito bem feito.

Primeiro de tudo, esta Seleção resgatou o sentimento de paixão do brasileiro pelo basquete, que havia se perdido nos últimos anos. Infelizmente não sou da época de Oscar e companhia, então esta é a melhor equipe que eu vi em quadra.

Claro que ainda existem defeitos a serem corrigidos, mas Magnano está ai há poucos meses, foi a primeira competição sob seu comando e com certeza ainda vamos melhorar muito nas mãos dele. Aliás, basta olhar para o passado e ver que há quatro anos não haviamos passado nem mesmo da primeira fase para notarmos que avançamos bastante.

Hoje, sabemos que o Brasil consegue defender, e pode ser um dos melhores do mundo nisso. Contra os americanos, soubemos parar o temido contra-ataque. Nas demais partidas, sempre tivemos consistência no fundamento. Todos se empenharam e causamos dificuldades a todos os adversários.

No ataque ainda temos problemas. Mas, ao meu ver, não é culpa de Magnano. Falta mesmo é material humano. Contra a Argentina, Huertas foi muito bem, mas não dá para esperar que ele sempre marque mais de 30 pontos, não é sua característica. Na posição 3, sofremos com um “buraco”. Marcelinho Machado foi bem no Mundial, amadureceu seu jogo e me surpreendeu, mas já tem 35 anos. Marquinhos é irregular demais. Alex é baixo para a posição e é conhecido por seu vigor defensivo, e não por ser ofensivo.

No garrafão, Splitter é sólido, mas não é um pontuador nato. Varejão notadamente é fraco ofensivamente. Sem Nenê, ficamos sem uma arma de ataque digamos “imparável”, sem falar que a rotação fica prejudicada.

Leandrinho está sendo classificado por muitos como o grande culpado pela derrota. Critiquei muito o ala-armador pela precipitação em alguns momentos do Mundial, mas acho uma tremenda besteira colocá-lo como bode expiatório pela eliminação. Mas esta aí algo que eu acho uma grande bobagem do brasileiro… Em caso derrota, nada presta e há sempre a necessidade de pôr a culpa em alguém.

Vamos reconhecer o que esta Seleção fez. Aos que não se lembram, do outro lado estava uma Argentina, número 1 do Ranking da FIBA, que chutou 61% da linha de 3 pontos. Havia também um Luis Scola endiabrado, que acertou assombrosos 70% dos arremessos que tentou da quadra.

O trabalho está sendo bem feito. Nosso objetivo é voltar à Olimpíada em 2012, e estamos no caminho certo para isso.

Haja coração, amigo!

Que nosso glorioso Galvão Bueno me dê a licença poética, mas haja coração, amigo! Não sei como definir o que senti durante a partida dessa tarde entre Brasil e Estados Unidos. Empolgação, êxtase, emoção e uma pitadinha de decepção, é verdade. Tive a oportunidade de acompanhar o jogo desde o início, e se no começo estava com a expectativa de perder de pouco, no final ficou a impressão de que era, sim, possível!

Mas que jogo! Há tempos não via uma Seleção Brasileira tão empenhada em uma partida. Depois dos desempenhos abaixo do esperado contra Irã e Tunísia, confesso que estava um pouco decepcionado com este time, mas o jogo de ontem reacendeu minha esperança.

Em quadra, vi um Huertas sendo um leão, um verdadeiro monstro, tomando conta do jogo. Vi um Marquinhos com um olhar furioso, focado, como nunca havia visto antes. Vi, também, no rosto dos americanos a surpresa. Por mais que façam o discurso politicamente correto, eles não esperavam este sufoco.

Kevin Durant, apesar de ser monstruoso e ter feito 27 pontos, também sentiu a pressão e cometeu erros que poderiam ter sido fatais. Até Billups errou arremessos quando não devia. Eles ficaram abalados – e o Iguodala ficou mesmo no chão.

Este resultado representa demais para o Brasil, e não apenas no sentido de dar moral para jogar contra Eslovênia e Croácia. O basquete, que andava meio esquecido, voltou a ter destaque na mídia. Quem nunca havia assisitido a um jogo, parou para assistir Splitter e Cia. quase vencerem os “senhores do basquetebol”.

A decepção após o arremesso de Huertas que não caiu durou apenas poucos segundos. Logo fui tomado por uma sensação de êxtase por presenciar este momento. No fim das contas, a vitória não veio, por muito pouco, mas nunca ver um jogo da Seleção valeu tanto a pena!

Especial do Mundial – Grupo D

Por Flávio Catandi

O grupo D é o mais equilibrado do mundial. Conta com duas fortes equipes que devem ficar com as primeiras posições (Espanha e França), mas também com quatro seleções que irão brigar até o fim pelas duas vagas restantes.

Todos os jogos do grupo D serão disputados na cidade de Izmir.

Espanha

Posição no Ranking da FIBA: 3º lugar (759 pontos)
Como chegou ao Mundial: Campeã Europeia
Posição no Mundial 2006: 1º lugar
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: 2º lugar
Principais títulos: Campeão Mundial (2006) e Campeão Europeu (2009)
Destaques: Juan Carlos Navarro, Marc Gasol e Rick Rubio
Desfalques: José Calderon e Pau Gasol
Técnico: Sergio Scariolo

Atual campeã européia e mundial, a Espanha vem com tudo para brigar pelo bicampeonato. Pau Gasol e José Calderon farão muita falta, principalmente Gasol, que foi eleito o melhor jogador do mundial de 2006 e do Eurobasket do ano passado. Mesmo com estes desfalques, a seleção espanhola ainda é fortíssima. Marc Gasol, irmão de Pau, pode exercer um bom papel no garrafão; não vai chegar a substituir o irmão à altura, mas também não fará feio.

A ausência de Calderon também será sentida por conta da experiência do armador do Raptors. Mas, para suprir sua ausência, a Espanha conta com uma dupla de ouro do Barcelona, semelhante a Xavi e Iniesta na equipe de futebol. Juan Carlos Navarro é o líder de sua equipe e da seleção, sendo, na ausência de Pau Gasol, o cestinha espanhol. O complemento da dupla de ouro fica a cargo de Ricky Rubio, que mostrou potencial na olimpíada de Pequim, e confirmou seu talento na Euroliga 2010, sendo fundamental para a conquista do Barcelona.

Durante a fase de preparação, os espanhóis mostraram um ótimo basquetebol, muito competente e coletivo. Dos nove amistosos disputados, perderam apenas um e somente por um ponto de diferença, para os EUA.

Os espanhóis vão tentar repetir o feito da Sérvia, que se sagrou bicampeã em 2002. Além disso, a Espanha pode ser apenas a terceira seleção a ganhar dois títulos consecutivos. A primeira delas foi o Brasil, campeão em 1959 e 1963.

Vivendo uma grande fase nos esportes: Rafael Nadal no tênis, Fernando Alonso na Fórmula 1 e a seleção campeã do mundo na África do Sul, a seleção de basquete da Espanha não vai querer ser a sem graça que não vai participar da festa.

França

Posição no Ranking da FIBA: 15º lugar (181 pontos)
Como chegou ao Mundial: 5º lugar no Europeu de 2009
Posição no Mundial 2006: 5º lugar
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: Não participou
Principais títulos: Nenhum
Destaques: Boris Diaw e Nicolas Batum
Desfalques: Antoine Diot, Joakim Noah, Mickael Pietrus, Rodrigue Beaubois, Ronny Turiaf e Tony Parker
Técnico: Vincent Collet

A seleção francesa não é a mesma que fez uma excelente campanha no mundial de 2006, terminando na quinta colocação. A equipe atual não conta com jogadores importantes como Ronny Turiaf e Tony Parker. Mesmo assim, o selecionado francês chega à Turquia com uma boa seleção, mesclando jogadores jovens com atletas experientes.

Na ausência de Parker, o papel de líder da equipe ficará a cargo de Nicolas Batum, jovem ala do Portland Trail Blazers, mas que com apenas 21 anos já sabe pontuar como um jogador veterano. A “escolta” de Batum na equipe fica por conta de Boris Diaw, experiente ala do Charlotte Bobcats, que deve dividir a função de cestinha da equipe com Batum.

A França terá a difícil missão de manter o excelente retrospecto no torneio. Mesmo com poucas participações (quatro), os franceses sempre avançaram pelo menos até as quartas-de-final. Em 1950 terminaram na sexta colocação, no campeonato seguinte no 4° lugar. Em 1963 conseguiram a quinta colocação. E em 2002, após ficar quase 40 anos sem participar da competição, terminaram em uma honrosa quinta colocação. Será que Boris Diaw e Nicolas Batum serão capazes de honrar o uniforme francês?

Lituânia

Posição no Ranking da FIBA: 6º lugar (382 pontos)
Como chegou ao Mundial: Wildcard (Convidado)
Posição no Mundial 2006: 7º lugar
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: 4º lugar
Principais Títulos: Campeã Europeia (1937, 1939 e 2003)
Destaque: Linas Kleiza
Desfalques: Darius Songaila, Darjus Lavrinovic, Kristof Lavrinovic, Marijonas Petravicius, Ramunas Siskauskas, Rimantas Kaukenas e Sarunas Jasikevicius.
Técnico: Kestutis Kemzura

A Lituânia vem para Turquia para não fazer feio frente à sua torcida, que é fanática e tem como esporte preferido o basquetebol. Aliás, talvez para agradar seus torcedores, os principais atletas lituanos não jogarão o mundial. Parece estranho, não? É porque o Eurobasket de 2011 será disputado na Lituânia, e nada melhor do que vencer em casa.

Sem contar com muitos jogadores importantes: gêmeos Lavrinovic, Jasikevicius, Siskauskas, Kaukenas, dentre outros (melhor você ler a lista completa de desfalques), e passando por uma reformulação, já que o técnico assumiu a seleção há pouco tempo, a grande esperança da Lituânia em fazer uma boa campanha no mundial fica por conta de Linas Kleiza. O ala-pivô, que também pode jogar como pivô, é o líder de uma equipe jovem e reformulada (parece um vestibular para selecionar quem vai jogar em 2011).

Kleiza jogava no Nuggets e foi atuar um ano na Europa pelo Olympiacos, da Grécia, para ver de perto seus adversários no mundial, ou a maior parte deles. Após ficar um ano na Europa, voltou para a NBA, dessa vez no Toronto Raptors. Linas Kleiza mostrou toda sua competência ofensiva, liderando a Lituânia em vitórias contra adversários fortes nos amistosos, tais como Eslovênia (86 X 84), Turquia (80 X 77) e Alemanha (78 X 67). Olhos atentos para os lituanos, que mesmo com o treino de luxo para o Eurobasket de 2011, devem fazer um bom papel na Turquia.

Canadá

Posição no Ranking da FIBA: 19º lugar (124.2 pontos)
Como chegou ao Mundial: 4º lugar na Copa América de 2009
Posição no Mundial 2006: Não participou
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: Não participou
Principais títulos: Nenhum
Destaques: Andy Rautins e Joel Anthony
Desfalques: Carl English, Matt Bonner e Steve Nash
Técnico: Leo Rautins

A seleção canadense é uma das mais jovens do torneio, seu jogador mais velho tem apenas 29 anos! O Canadá já pode se orgulhar de participar do mundial, já que eliminou uma grande favorita na Copa América: a República Dominicana, que contava com três jogadores de NBA no time.

Mesmo com uma seleção jovem, o Canadá já aprontou pra cima de um dos seus adversários de grupo. A seleção canadense derrotou em dois amistosos os franceses: 69 a 58 e 85 a 63. Portanto, abre o olho França!

A seleção do país vizinho do norte dos EUA lamenta os desfalques de Carl English e Steve Nash. Certamente se contasse com os ambos, o Canadá poderia fazer um grande barulho na Turquia, mas o time é digno de participar das oitavas-de-final.

Nova Zelândia

Posição no Ranking da FIBA: 13º lugar (193 pontos)
Como chegou ao Mundial: Campeão da Copa da Oceania de 2009
Posição no Mundial 2006: 16º lugar
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: Não participou
Principais títulos: Tricampeão da Copa da Oceania (1999, 2001 e 2009)
Destaque: Kirk Penney
Desfalques: Nenhum
Técnico: Nenad Vucinic

Atual campeã da Oceania, a seleção neo-zeolandesa é um mistério. Sua principal virtude também é seu maior problema: todos os jogadores do elenco atuam na Oceania, seja na Austrália ou na própria Nova Zelândia. Isso é bom pelo entrosamento entre os atletas, mas ruim, pois eles não disputam grandes torneios internacionais e têm um baixo parâmetro de adversários.

Mesmo sem poder enfrentar grandes seleções e adversários sempre, os atletas da Nova Zelândia não fizeram feio nos amistosos. Perderam a maioria, mas venderam caro as derrotas, sendo derrotados por uma diferença pequena de pontos. Os neo-zeolandeses chegaram até a vencer a Eslovênia por 104 a 103.

E muito cuidado com Kirk Penney, ala-armador conhecido como “matador”, já que marca muitos pontos. Somente na vitória contra a Eslovênia Penney, marcou 42. Será que ele vai conseguir liderar seu time até a segunda fase? Depende dos adversários; se o deixarem jogar, a Nova Zelândia tem grandes chances.

Líbano

Posição no Ranking da FIBA: 24º lugar (63 pontos)
Como chegou ao Mundial: Wildcard (Convidado)
Posição no Mundial 2006: 18º lugar
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: Não participou
Principais Títulos: Nenhum
Destaque: Fadi El Khatib
Desfalques: Nenhum
Técnico: Tab Baldwin

O Líbano é a surpresa deste mundial, já que no convite desbancou a Itália, que foi vice-campeã olímpica em 2004. A seleção libanesa participa apenas de seu segundo mundial e vai em busca de um feito histórico para seu país: avançar até a segunda fase. Parece impossível, mas não é. No último mundial, os libaneses bateram na trave, ficando apenas uma vitória atrás da classificação.

Os libaneses foram responsáveis pela maior zebra do último mundial, ao vencer a França por 74 a 73. Além disso, contam com uma arma mortal: Fadi El Khatib, oitavo maior cestinha do mundial de 2006, com uma média superior a 18 pontos por jogo. Sei que o ditado diz que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar, mas temos de ficar atentos com a seleção libanesa. Uma classificação para as oitavas não será surpresa.

Calendário – Grupo D:

28 Agosto 2010

Lituânia  vs. Nova Zelândia
Canada    vs.   Líbano
França    vs.   Espanha

29 Agosto 2010

Canada   vs.   Lituânia
França    vs.   Líbano
Espanha  vs.  Nova Zelândia

31 Agosto 2010

Líbano    vs.   Nova Zelândia
França    vs.   Canada
Espanha  vs.  Lituânia

1 Setembro 2010

Canada    vs.   Nova Zelândia
Espanha   vs.   Líbano
França      vs.    Lituânia

2 Setembro 2010

Espanha   vs.   Canada
Líbano      vs.   Lituânia
França      vs.   Nova Zelândia

Especial do Mundial – Grupo C

Por Guilherme Camillozzi

O grupo C conta com quatro seleções de qualidade, que brigarão por posições até o final. Além das quatro, temos também dois candidatos a sacos de pancada.

Todos os jogos do grupo C serão disputados na cidade de Ankara.

Grécia

Posição no ranking da FIBA: 4º lugar (529 pontos)
Como chegou ao Mundial: 3° lugar no Europeu 2009
Posição no Mundial 2006: Vice-Campeã
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: 8º lugar
Principais títulos: Bicampeã européia (1987 e 2005)
Destaque: Vassilis Spanoulis
Desfalque: Theodoros Papaloukas
Técnico: Jonas Kazlauskas

A seleção grega é uma das mais tradicionais quando falamos de basquete. Prova principal disso é que só está atrás da Argentina, dos EUA e da Espanha no ranking mundial masculino. Campeã da EuroBasket 2009 e vice campeã do último mundial de basquete, os gregos vêm com tudo para ficar em primeiro no grupo.

Os nomes dos jogadores podem não ser tão conhecidos assim, mas a enorme maioria joga no Panathinaikos (GRE), o principal time grego e um dos mais fortes na Europa, com cinco títulos europeus. Com tantos jogadores que treinam todo dia e que se conhecem como ninguém, o time tem o entrosamento como ponto mais forte.

Com uma base forte e jovens talentos na equipe, a seleção tem tudo para estar onde sempre esteve: entre os primeiros. O treinador Jonas Kazlauskas, que estreou na equipe em 2009, já conseguindo um 3º lugar, manteve o time.

Se depender da história, a Grécia já sai um passo à frente no grupo, já que nenhuma seleção é tão vitoriosa como ela.

Em mundiais, a equipe tem cinco aparições, sendo a melhor colocação um segundo lugar em 2006, com uma seleção muito parecida com a atual.

Vassilis Spanoulis, um dos principais jogadores, que já passou inclusive pela NBA, mostrou estar em grande forma. Em 2009 foi eleito MVP da Final Four da Euroliga e entrou para a seleção da competição. Outros nomes também são fortes, como do coringa Dimitris Diamantidis, que atua em muitas posições na quadra.

Turquia

Posição no ranking da FIBA: 18º lugar (163 pontos)
Como chegou ao Mundial: País-sede
Posição no Mundial 2006: 6º lugar
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: Não Participou
Principais títulos: Nenhum
Destaque: Hidayet Türkoğlu
Desfalque: Mehmet Okur (Utah Jazz)
Técnico: Bogdan Tanjević

O time turco vem com bons nomes para esse mundial, mas o principal deles não vai entrar em quadra: poder jogar em casa. A ausência de Mehmet Okur também é sentida, já que o pivô rompeu o ligamento de seu tendão de Aquiles no início da última temporada da NBA.

Os armadores também são um problema, e muitas vezes quem acaba fazendo esse papel primordial no basquete é Hidayet Turkoglu, uma função que ele já chegou a exercer na NBA, durante a temporada 2008/09, pelo Orlando Magic, após a lesão do titular Jameer Nelson.

O time, que possui o auge de seu basquete nessa década, chegando aos seus primeiros mundiais em 2002 e 2006, vem fazendo bonito. Para uma seleção que nunca teve fama no esporte, um segundo lugar no campeonato europeu de 2001, um 9º lugar no mundial de 2002 e um 6º no de 2006 foram resultados maravilhosos.

Em quadra, o time vai depender do único remanescente do melhor resultado do país na história do basquete, Hedo Turkuglu, e do novato Ersan Ilyasova. Os dois são alas-pivôs, o que significa que provavelmente Ilyasova jogue improvisado como ala. O primeiro teve suas médias bem reduzidas da temporada de 2007-08 até hoje. O jogador, que já fez quase 20 pontos por partida, amargurou apenas 11.3 na ultima temporada. Por problemas no time, ele foi trocado pelo brasileiro Leandrinho Barbosa, e agora irá defender o Phoenix Suns.

Já Ilyasova, que joga no Milwaukee Bucks, teve boas atuações no Barcelona. Pela NBA, jogou 31 jogos como titular, mas esteve presente na enorme maioria dos jogos. Teve boas médias, 10.4 pontos e seis rebotes.

O fator casa será o mais importante, devido à limitação do elenco. Há bons jogadores sim, mas não o suficiente para fazer frente às seleções mais fortes. Se a torcida comparecer e apoiar o time, pode ocorrer uma grande surpresa.

Porto Rico

Posição no ranking da FIBA: 10º lugar (252.6 pontos)
Como chegou ao Mundial: Vice-campeão da Copa América
Posição no Mundial 2006: 17°
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: Não Participou
Principais títulos: Tri Campeão da Copa América (1980, 1989 e 1995 )
Destaques: Carlos Arroyo e José Juan Barea

Desfalque: Larry Ayuso e Christian Daumal

Técnico: Manuel (Manolo) Cintrón

A seleção Porto-riquenha possui nomes fortes. Jogadores que são titulares em suas equipes, inclusive na NBA. Arroyo faz parte do novo e “monstruoso” time do Miami Heat, JJ Barea também faz bonito na NBA. O time mostrou força na Copa América.

Apesar de ser derrotado na final em casa, Porto Rico perdeu para a também boa seleção do Brasil e por poucos pontos, mostrando grande poder de recuperação. Agora, com a equipe mais completa e coesa, o time promete mais do que nunca.

Chance de titulo é complicado dizer, mas todos os jogadores usarão do fato de estar perto do melhor basquete do mundo. E sempre: a força e raça do sangue latino.

Os jogadores querem tirar a fama de só serem fortes na América, e pretendem mostrar ao mundo o porquê de serem fortes aqui. É um time que tem chance de aparecer; resta ver se o verdadeiro basquete deles virá à tona ou se serão apenas aqueles que só se dão bem no quintal de casa.

Rússia

Posição no ranking da FIBA: 17º lugar (179 pontos)
Como chegou ao Mundial: Wildcard (Convidado)
Posição no Mundial 2006: Não participou
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: 9º colocado
Principais títulos: Europeu (2007)
Destaques: Timofey Mozgov e Viktor Khryapa
Desfalques: Andrei Kirilenko e J.R. Holden
Técnico: David Blatt

A seleção russa mostrou força no EuroBasket 2009, mesmo desfalcada. Venceu inclusive a forte Grécia, que agora está no seu grupo do Mundial. Em 2007, também no europeu de basquete, a Rússia foi protagonista de uma das maiores zebras da história da competição, derrotando, na grande final, a seleção espanhola na casa do adversário.

Apesar do bom retrospecto recente em campeonatos europeus, precisou ser convidada, pois não alcançou a posição suficiente no europeu de 2009.

A Rússia tem tudo para chegar ás oitavas-de-final, pois ainda mantém um elenco campeão da Europa, mas vem muito desfalcada e, se avançar, não promete ir longe na segunda fase.

Andrei Kirilenko, mais uma vez, não vai jogar seleção, assim como em 2009. O atleta pediu para ser dispensado, e deixa seu time mais fraco. O elenco, assim como de outras seleções, concentra a maioria dos seus jogadores no seu próprio país e pode fazer desse fator um grande aliado. Seus jogadores estão motivados, e pretendem repetir a dose do elenco forte que a Rússia tinha na década de 90, quando sempre chegava às finais.

China

Posição no ranking da FIBA: 9º lugar (254.7 pontos)
Como chegou ao Mundial: Vice–campeã Asiática
Posição no Mundial 2006: 15º lugar
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: 8° lugar
Principais títulos: 15 vezes campeão Asiática (1975, 1977, 1979, 1981, 1983, 1987, 1989, 1991, 1993, 1995, 1999, 2001, 2003 e 2005)
Destaque: Yi Jianlian
Desfalques: Yao Ming e Zhang Bo
Técnico: Bob Donewald Jr.

A seleção chinesa deve passar por maus lençóis na Turquia. Seu principal jogador, Yao Ming, ainda se recupera de uma fratura no pé e irá desfalcar o time. Zhang Bo, que seria outro atleta importante, chegou atrasado ao hotel e foi cortado pelo treinador.

O time, que tem jogadores que se conhecem bastante, pois somente dois atletas não jogam na China, irá usar do entrosamento para tentar vencer os outros times. E pelo que parece, essa é a única arma da equipe.

Costa do Marfim

Posição no ranking da FIBA: 41º lugar (13.6 pontos)
Como chegou ao Mundial: Vice–campeã Africana

Posição no Mundial 2006: Não Participou
Posição nas Olimpíadas de Pequim 2008: Não Participou
Principais títulos: Bi-campeã Africana (1981 e 1985)
Destaque: Mouloukou Souleyman Diabate
Desfalques: Nenhum
Técnico: Randoald Dessarzin

A seleção da Costa do Marfim vem para a Turquia como o saco de pancada do grupo, já que passou certa dificuldade para se classificar na Copa Africana, que é uma das piores eliminatórias.

Possuiu seus jogadores espalhados pelo mundo, com poucos atuando de fato na África. Grécia, Estados Unidos e França são os principais importadores de atletas. O experiente técnico Dessarzin, que dirige o JDA Dijon, da França, tem tudo para passar dificuldades.

Calendário – Grupo C:

28 Agosto 2010

Grécia    vs.   China
Russia    vs.   Porto Rico
Turquia  vs. Costa do Marfim

29 Agosto 2010

China     vs.   Costa do Marfim
Grécia    vs.   Porto Rico
Turquia  vs.   Russia

31 Agosto 2010

Russia   vs.   Costa do Marfim
China     vs.   Porto Rico
Grécia    vs.   Turquia

1 Setembro 2010

China     vs.   Russia
Grécia    vs.   Costa do Marfim
Turquia  vs.   Porto Rico

2 Setembro 2010

Porto Rico   vs.   Costa do Marfim
Grécia   vs.   Russia
Turquia   vs.   China

O grupo C conta com quatro seleções de qualidade, que brigarão por posições até o final. Além das quatro, temos também dois candidatos a sacos de pancada.

Todos os jogos do grupo C serão disputados na cidade de Ankara.

Grécia

Posição no ranking da FIBA: 4º lugar (529 pontos)
Como chegou ao mundial: 3° lugar no Europeu 2009
Posição no mundial 2006: Vice-Campeã
Posição nas olimpíadas de Pequim 2008: 8º lugar
Principais Títulos: Bicampeã do Européia (1987 e 2005)
Destaque: Vassilis Spanoulis (Olympiacos – GRE)
Desfalque: Theodoros Papaloukas (Olympiacos – GRE)
Técnico: Jonas Kazlauskas

A seleção grega é uma das mais tradicionais quando falamos basquete. Prova principal disso é que só está atrás da Argentina, dos EUA e da Espanha no Ranking mundial masculino. Campeã da EuroBasket 2009 e vice campeã do último mundial de basquete, os gregos vêm com tudo para ficar em primeiro no grupo.

Os nomes dos jogadores podem não ser tão conhecidos assim, mas a enorme maioria joga no Panathinaikos (GRE), o principal time grego e um dos mais fortes na Europa, com cinco títulos europeus. Com tantos jogadores que treinam todo dia e que se conhecem como ninguém, o time tem o entrosamento como ponto mais forte.

Com uma base forte e jovens talentos na equipe, a seleção tem tudo para estar onde sempre esteve: entre os primeiros. O treinador Jonas Kazlauskas que estreou na equipe em 2009, já conseguindo um 3º lugar, manteve o time.

Se depender da história, a Grécia já sai um passo à frente no grupo, já que nenhuma seleção é tão vitoriosa como ela.

Em mundiais tem cinco aparições, sendo a melhor colocação um segundo lugar em 2006, com uma seleção muito parecida com a atual.

Vassilis Spanoulis, um dos principais jogadores, que já passou inclusive pela NBA, mostrou estar em grande forma. Em 2009 foi eleito MVP da Final Four da Euroliga e entrou para a seleção da competição. Outros nomes também são fortes, como do coringa Dimitris Diamantidis, que atua em muitas posições na quadra.

Turquia

Posição no ranking da FIBA: 18º lugar (163 pontos)
Como chegou ao mundial: País – Sede
Posição no mundial 2006: 6º lugar
Posição nas olimpíadas de Pequim 2008: Não Participou
Principais Títulos: Nenhum
Destaque: Hidayet Türkoğlu (Phoenix Suns)
Desfalque: Mehmet Okur (Utah Jazz)
Técnico: Bogdan Tanjević

O time turco vem com bons nomes para esse mundial, mas o principal deles não vai entrar em quadra: poder jogar em casa. A ausência de Mehmet Okur também é sentida, já que o pivô rompeu o ligamento de seu tendão de Aquiles no início da última temporada da NBA.

Os armadores também são um problema, e muitas vezes quem acaba fazendo esse papel primordial no basquete é Hidayet Turkoglu, uma função que ele já chegou a exercer na NBA, durante a temporada 2008/09, pelo Orlando Magic, após a lesão do titular Jameer Nelson.

O time que possui o auge de seu basquete nessa década, chegando aos seus primeiros mundiais em 2002 e 2006, vem fazendo bonito. Para uma seleção que nunca teve fama no esporte, um segundo lugar no campeonato europeu de 2001, um 9º lugar no mundial de 2002 e um 6º no de 2006 foram resultados maravilhosos.

Em quadra, o time vai depender do único remanescente do melhor resultado do país na história do basquete, Hedo Turkuglu, e do novato Ersan Ilyasova. Os dois são alas-pivôs, o que significa que provavelmente Ilyasova jogue improvisado como ala. O primeiro teve suas médias bem reduzidas da temporada de 2007-08 até hoje. O jogador que já fez quase 20 pontos por partida amargurou apenas 11.3 na ultima temporada. Por problemas no time, ele foi trocado pelo brasileiro Leandrinho Barbosa, e agora irá defender o Phoenix Suns.

Já Ilyasova, que joga no Milwaukee Bucks, teve boas atuações no Barcelona. Pela NBA, jogou 31 jogos como titular, mas esteve presente na enorme maioria dos jogos. Teve boas médias, 10.4 pontos e 6 rebotes.

O fator casa será o mais importante, devido à limitação do elenco. Há bons jogadores sim, mas não o suficiente para fazer frente às seleções mais fortes. Se a torcida comparecer e apoiar o time, pode ocorrer uma grande surpresa

Porto Rico

Posição no ranking da FIBA: 10º lugar (252.6 pontos)
Como chegou ao mundial: Vice-campeão da Copa América
Posição no mundial 2006: 17°
Posição nas olimpíadas de Pequim 2008: Não Participou
Principais Títulos: Tri Campeão da Copa América (1980, 1989 e 1995 )
Destaques: Carlos Arroyo (Miami Heat) e José Juan Barea (Dallas Mavericks)
Desfalque: Larry Ayuso (Capitanes de Arecibo – Porto Rico)
Técnico: Manuel (Manolo) Cintrón

A seleção Porto-riquenha possui nomes fortes. Jogadores que são titulares em suas equipes inclusive na NBA. Arroyo faz parte do novo e “monstruoso” time do Miami Heat, JJ Barea também faz bonito na NBA. O time mostrou força na Copa América.

Apesar de ser derrotado na final em casa, Porto Rico perdeu para a também boa seleção do Brasil e por poucos pontos, mostrando grande poder de recuperação. Agora com a equipe mais completa e coesa, o time promete mais do que nunca.

Chance de titulo é complicado dizer, mas todos os jogadores usarão do fato de estar perto do melhor basquete do mundo. E sempre: a força e raça do sangue latino.

Os jogadores querem tirar a fama de só serem fortes na América, e pretendem mostrar ao mundo o porquê de serem fortes aqui. É um time que tem chance de aparecer, resta ver se o verdadeiro basquete deles virá à tona ou se serão apenas aqueles que só se dão bem no quintal de casa.

Rússia

Posição no ranking da FIBA: 17º lugar (179 pontos)
Como chegou ao mundial: Wild cards (Convidado)
Posição no mundial 2006: Não participou
Posição nas olimpíadas de Pequim 2008: 9º colocado
Principais Títulos: Europeu (2007)
Destaques: Timofey Mozgov (New York Knicks) e Viktor Khryapa (CSKA – RUS)
Desfalques: Andrei Kirilenko (Utah Jazz) e J.R. Holden (CSKA – RUS)
Técnico: David Blatt

A seleção russa mostrou força no EuroBasket 2009, mesmo desfalcada. Venceu inclusive a forte Grécia, que agora está no seu grupo do Mundial. Em 2007, também no europeu de basquete, a Rússia foi protagonista de uma das maiores zebras da história da competição, derrotando, na grande final, a seleção espanhola na casa do adversário.

Apesar do bom retrospecto recente em campeonatos europeus, precisou ser convidada, pois não alcançou a posição suficiente no europeu de 2009.

A Rússia tem tudo para chegar ás oitavas-de-final, pois ainda mantém um elenco campeão da Europa, mas vem muito desfalcada e, se avançar, não promete ir longe na segunda fase.

Andrei Kirilenko, mais uma vez, não vai jogar seleção, assim como em 2009. O atleta pediu para ser dispensado, e deixa seu time mais fraco. O elenco, assim como de outras seleções, concentra a maioria dos seus jogadores no seu próprio país e pode fazer desse fator um grande aliado. Seus jogadores estão motivados, e pretendem repetir a dose do elenco forte que a Rússia tinha na década de 90, quando sempre chegavam às finais.

China

Posição no ranking da FIBA: 9º lugar (254.7 pontos)
Como chegou ao mundial: Vice – Campeã Asiática
Posição no mundial 2006: 15º lugar
Posição nas olimpíadas de Pequim 2008: 8° lugar
Principais Títulos: 15 vezes campeã Asiática (1975, 1977, 1979, 1981, 1983, 1987, 1989, 1991, 1993, 1995, 1999, 2001, 2003 e 2005)
Destaque: Yi Jianlian (New Jersey Nets)
Desfalques: Yao Ming (Houston Rockets) e Zhang Bo (Bayi Fubang – CHN)
Técnico: Bob Donewald Jr.

A seleção chinesa deve passar por maus lençóis na Turquia. Seu principal jogador, Yao Ming, ainda se recupera de uma fratura no pé e irá desfalcar o time. Zhang Bo, que seria outro atleta importante chegou atrasado ao hotel e foi cortado pelo treinador.

O time que tem jogadores que se conhecem bastante, pois somente dois atletas não jogam na China, irá usar do entrosamento para tentar vencer os outros times. E pelo que parece, essa é a única arma da equipe

Costa do Marfim

Posição no ranking da FIBA: 41º lugar (13.6 pontos)
Como chegou ao mundial: Vice – campeã Africana

Posição no mundial 2006: Não Participou
Posição nas olimpíadas de Pequim 2008: Não Participou
Principais Títulos: Bi Campeã Africana (1981 e 1985)
Destaque: Mouloukou Souleyman Diabate (JDA Dijon – FRA)
Desfalques: Nenhum
Técnico: Randoald Dessarzin

A seleção da Costa do Marfim vem para a Turquia como o saco de bancada do grupo, já que passou certa dificuldade para se classificar na Copa Africana, que é uma das piores eliminatórias.

Possuiu seus jogadores espalhados pelo mundo, com poucos atuando de fato na África. Grécia, Estados Unidos e França são os principais importadores de atletas. O experiente técnico Dessarzin, que dirige JDA Dijon da França, tem tudo para passar dificuldades.

Calendário – Grupo C:

28 Agosto 2010

Grécia    vs.   China
Russia    vs.   Porto Rico
Turquia  vs. Costa do Marfim

29 Agosto 2010

China     vs.   Costa do Marfim
Grécia    vs.   Porto Rico
Turquia  vs.   Russia

31 Agosto 2010

Russia   vs.   Costa do Marfim
China     vs.   Porto Rico
Grécia    vs.   Turquia

1 Setembro 2010

China     vs.   Russia
Grécia    vs.   Costa do Marfim
Turquia  vs.   Porto Rico

2 Setembro 2010

Porto Rico   vs.   Costa do Marfim
Grécia   vs.   Russia
Turquia   vs.   China

Por: Guilherme Camillozzi