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Leitor reclama da juízes de Spurs x Thunder; ele tem razão?

Falta ou não? Eis a questão… (Foto: NBAE/Getty Images)
Por Leonardo Pankiewicz*
Gostaria de começar dizendo que essa temporada acabou de maneira frustrante. Não porque fomos derrotados. Mas pela maneira como fomos derrotados. Foi simplesmente ridículo. É lógico que vai parecer coisa de torcedor perdedor com dor de cotovelo, mas digo que não é. Já vi o San Antonio Spurs cair outras vezes, mas de forma honesta, como naquela série espetacular contra o Dallas Mavericks. E saímos de lá dignamente. Não foi o que aconteceu contra Oklahoma City Thunder.
O Spurs poderia ter jogado melhor, sim. Em alguns embates, poderia até ter levado a melhor, mesmo com a falta de vergonha dos juízes. Mas a péssima arbitragem prejudicou o Spurs. Marcar faltas ou não, violações ou não pode mudar completamente o ritmo do jogo. Pode deixar um jogador perigoso carregado de faltas (o que aconteceu diversas vezes com Kevin Durant contra o Miami Heat; que coisa, não?). Pode fazer quem está acertando todas perder a concentração e começar a errar.
Como comprovado naquele filme com o Brad Pitt, O Homem Que Mudou a História do Jogo, a matemática, em especial as teorias de probabilidade e estatística, ajuda muito a ver o panorama de algumas coisas. Por exemplo: o Spurs era o 30º da liga em faltas por jogo, com mais ou menos 17, se não me engano. OKC era o oitavo, com pouco mais de 20. Nos dois primeiros jogos, OKC fez (novamente, se não estou enganado) 24 e 28 faltas em San Antonio. Quando o jogo foi para Oklahoma, os juízes marcaram 16 e 15 nos respectivos jogos 3 e 4, em que o Spurs cometeu mais faltas que o adversário. Quando o jogo voltou para SA, os juízes novamente marcaram as faltas corretamente; que coisa, não? No jogo 6, a coisa estava indo até bem quando veio o intervalo. Aí os juízes se reuniram e falaram, “ah, vamos entregar o jogo pro Thunder de uma vez!”
Quanto às faltas, a principal (e põe principal nisso) questão é que um time carregado não pode defender tão fisicamente quanto o Thunder defendeu o Spurs, o que aconteceu nos dois primeiros jogos. San Antonio teria mais espaço para jogar porque os caras teriam de marcar menos agressivamente. Vimos isso no começo da série. Depois, o excesso de faltas poderia ter colocado no banco jogadores de OKC que estavam quentes.
Eu poderia discutir várias outras coisas, como James Harden e Kendrick Perkins, dois dos jogadores mais SUJOS da história da NBA. Não vou defender Metta World Peace, mas Harden tomou aquela cotovelada porque passou o jogo inteiro batendo e provocando Metta. Eu vi o jogo. Eu tinha o NBA League Pass completo. Poderia comentar também do Russell Westbrook e Serge Ibaka, que não são sujos, mas extremamente inconsequentes em sua fisicalidade (aliás, Serge Ibaka é o principal motivo pelo qual estou escrevendo este texto). A arbitragem não coibiu esses jogadores e o Spurs saiu prejudicado.
Mas, afinal de contas, o que quero discutir aqui, motivo do texto, são as mil violações de cesta, ou de tendência ou de descendência, não sei qual a melhor tradução para as Goaltending Violations que o Ibaka comete. No jogo 3 ou 4 (acho que foi o 4, mas não lembro com precisão), Steve Kerr, comentarista da transmissão norte americana, disse: “já é a quarta vez que o Ibaka faz isso e os juízes não apitam”. Nos jogos 1 e 2, o Ibaka cometeu as mesmas infrações e os juízes marcaram. Após o jogo ter ido para OKC, nunca mais. E é sempre a mesma coisa. Ora a bola BATIA NA TABELA e o Ibaka enfiava a mão nela, ora ele LITERALMENTE PRENSAVA a bola na tabela. Se eu estiver incorreto, por favor me corrijam. Na FIBA isso não vale e tenho quase certeza de que na NBA também não. O Ibaka fez isso em várias oportunidades e os juízes não marcaram. Para mim, isso é Goaltending e pronto (Clique aqui para ver o vídeo e esqueçam do narrador do SporTV).
Nos minutos 0:25 e 2:38, temos duas jogadas em que o Ibaka comete os MESMÍSSIMOS Goaltendings que ele cometeu contra os Spurs. E olha só, os árbitros marcaram!
Essa palhaçada de arbitragem me deixou extremamente desanimado com a NBA. Eu não vou comprar League Pass. Talvez só acompanhe os resultados finais dos jogos e olhe lá… Ah, só pra deixar claro, todo mundo sabia que os juízes ajudariam o Heat, independente de quem fosse para a final (lembrando que o Spurs x Heat com Bosh dando a enterrada de 4 passos, foi o jogo mais ridículo que eu já vi na minha vida em termos de juízes). Bom, deu no que deu, OKC levou ferro. OKC ganhou porque a arbitragem ajudou. Sem ela, não conseguiria fazer nada contra o Heat, ou mesmo o Spurs.
* Leonardo Pankiewicz tem 24 anos e é torcedor do San Antonio Spurs desde 2003. Enviou este texto para o e-mail do Spurs Brasil e, pela qualidade, acabou publicado. Suas opiniões não refletem necessariamente a dos blogueiros.
Equipe do Spurs Brasil faz prévia da série contra o Thunder

Chega de esperar! Começa neste domingo (27) a final da Conferência Oeste, que terá o San Antonio Spurs enfrentando o Oklahoma City Thunder. A equipe texana se classificou para esta fase com duas varridas: venceu por 4 a 0 o Utah Jazz na primeira rodada dos playoffs e o Los Angeles Clippers na semifinal de conferência. O Thunder, por sua vez, vem de uma varrida sobre o Dallas Mavericks em seu primeiro compromisso na pós-temporada e de uma vitória recente por 4 a 1 sobre o Los Angeles Lakers. Veja a seguir o que os blogueiros do Spurs Brasil têm a dizer sobre o confronto:
Bruno Alves
Palpite: Spurs 4 a 2
O Spurs tem jogado demais, mas creio que o Thunder não irá cair na dança da vassoura. Atlético e com um garrafão encardido, o time de Oklahoma deve dar trabalho e tirar o fôlego dos nossos velhinhos, que apesar de tudo passarão na técnica e no jogo coletivo.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Bruno Pongas
Palpite: Spurs 4 a 2
Esse vai ser, de longe, o duelo mais difícil do Spurs até aqui. Será que Parker conseguirá parar Westbrook como fez com Chris Paul? Será que Leonard vai conseguir marcar Durant como fez na temporada regular? Perguntas difíceis de responder. Acredito que o Spurs tem tudo para vencer a Conferência Oeste se seguir o mesmo plano de jogo da fase regular.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Thunder: Russell Westbrook
Juliano Medeiros
Palpite: Spurs 4 a 2
Os dois melhores times da temporada regular na Conferência Oeste provaram que são diferenciados e se encontram na final. O trio experiente Parker-Manu-Duncan encara o trio sensação Durant-Westbrook-Harden. Essa rodagem em playoffs e em jogos decisivos vai fazer a grande diferença para o San Antonio. Jogando o melhor basquete dos últimos anos da franquia, o Spurs vai confirmar a grande fase contra um dos melhores conjuntos da NBA na atualidade.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Lucas Pastore
Palpite: Spurs 4 a 3
Depois de pegar adversários abaixo da crítica, o Spurs finalmente terá um oponente à altura nos playoffs. A equipe texana venceu com propriedade um Jazz sem tantas armas ofensivas e um Clippers minado por lesões, mas certamente não terá facilidade contra o Thunder. Para vencer, o time terá de limitar a pontuação de perímetro adversária – o que não é nada fácil contra Russell Westbrook, James Harden e Kevin Durant. Danny Green e Kawhi Leonard terão de se superar, e Manu Ginobili e Stephen Jackson precisam ajudar mais do que nas fases anteriores.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Rafael Proença
Palpite: Spurs 4 a 0
Quem sou eu para contrariar o que o Spurs vem fazendo nestes playoffs? O time tem jogado um basquete redondinho e irá à final sem maiores problemas. É óbvio que o Oklahoma City Thunder tem uma boa equipe, superior a Utah Jazz e Los Angeles Clippers, mas a inexperiência de Kevin Durant e companhia pesará favoravelmente ao Spurs.
Peça-chave do Spurs: Boris Diaw
Peça-chave do Thunder: Kendrick Perkins
Robson Kobayashi
Palpite: Spurs 4 a 2
Os dois melhores times da Conferência Oeste fazem a final. Gregg Popovich terá de mostrar toda sua sabedoria para conduzir a equipe nesta série, que deve ser a mais difícil até aqui. Spurs deve ganhar uma fora e fechar em seis jogos.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Thunder: Kevin Durant
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 a 2
Sem dúvida o Thunder é o adversário mais difícil do Spurs até agora nos playoffs. E me arrisco a dizer que o vencedor desta série entra como favorito na grande final da NBA. Depois de duas varridas, um outro 4 a 0 seria espetacular, mas Westbrook, Harden e Durant devem complicar a vida dos texanos, principalmente dentro de casa. Mas, no fim, a experiência e o elenco mais completo devem pesar a favor do Spurs.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Thunder: Russell Westbrook
Olho neles!
O jogo coletivo do San Antonio Spurs fez com que a equipe do Spurs Brasil ficasse em dúvida em relação ao jogador chave para o duelo contra o Oklahoma City Thunder. Com isso, Tim Duncan, Tony Parker e Kawhi Leonard ficaram empatados com dois votos cada. Boris Diaw ainda foi lembrado por um blogueiro.
Cestinha do Spurs nos playoffs com 19,1 pontos por jogo, Parker precisará comandar o ataque do time e vencer o duelo de armadores contra Russell Westbrook. Duncan, que tem médias de 17,6 pontos e nove rebotes por jogo na pós-temporada, precisará manter a produção contra um forte garrafão defensivo formado por Serge Ibaka e Kendrick Perkins. Por fim, Leonard será o principal responsável por tentar limitar Kevin Durant.


Com quatro dos sete votos da equipe do Spurs Brasil, Kevin Durant foi apontado como a peça-chave do Thunder para a final de Conferência contra o San Antonio Spurs. O ala é o quinto maior cestinha dos playoffs, com média de 26,7 pontos por jogo. Russell Westbrook teve dois votos, contra um de Kendrick Perkins.
Na temporada regular, Durant fez 28 pontos por partida, acertando 49,6% dos arremessos de quadra. Em três jogos contra o Spurs, no entanto, esses números caíram para 22,7 pontos e 46,8% de aproveitamento.
Uma boa marcação sobre Durant fará o Thunder depender mais de Westbrook. Foi a tática usada com sucesso pelo Dallas Mavericks na final do Oeste de 2011, quando o armador teve, em média, cinco turnovers por exibição.
Um outro olhar: o que diz um torcedor do Thunder sobre a final

Por Guilherme Sacco*
Depois do Oklahoma City Thunder varrer o Dallas Mavericks, atual campeão, e de passar por uma série tranquila contra o Los Angeles Lakers, chegou a hora do grande teste para Kevin Durant e companhia: o San Antonio Spurs. Dona da melhor campanha da Conferência Oeste, a franquia do Texas vem de duas varridas em duas séries nos playoffs, além de uma sequência de 18 vitórias seguidas, e conta com toda a experiência de Tim Duncan, Manu Ginobili e Tony Parker que, para mim, é o melhor armador da NBA hoje.
Pela primeira vez na pós-temporada, o Thunder não entra como favorito para vencer a série, que se inicia neste domingo, em San Antonio. Para conquistar a vaga para a grande final da liga, a equipe de Oklahoma terá de contar com um Kevin Durant jogando tudo o que sabe em todos os jogos, com a eficiência de James Harden vindo do banco e, principalmente, com que Russell Westbrook não repita o que fez na final de conferência da temporada passada, contra o Dallas. Será preciso que o armador não cometa a mesma quantidade de turnovers da final do Oeste de 2011, em que terminou com média de quase cinco erros por jogo, e, mais importante que isso, que ele não tome decisões precipitadas e totalmente erradas como foi contra o Mavericks.
Outro fator que pode fazer a diferença é a marcação de Kendrick Perkins sobre Duncan, além da defesa que Gregg Popovich deve armar para tentar parar Durant. O responsável por brecar o ala deve ser Kawhi Leonard, rookie que é o melhor defensor de perímetro da equipe texana e que tem tudo para diminuir a produção da grande estrela de Oklahoma, mas não pará-la totalmente, pois isso é quase impossível.
Somado a tudo isso temos o mando de quadra favorável ao Spurs, por ter obtido a melhor campanha da conferência. Ou seja, para poder passar para as finais, será necessário vencer pelo menos um duelo no AT&T Center, onde a equipe mandante perdeu apenas cinco partidas em 37 disputadas. Na temporada regular, aconteceu um confronto no ginásio, vencido pelo time da casa por 107 a 96.
Será uma série mais difícil do que a perdida para o Dallas ano passado. Entretanto, o Thunder chega com um time mais experiente, que mostrou ter aprendido com os erros de 2011 e que tem plenas condições de chegar às finais da NBA. Uma disputa que tem tudo para entrar para a história do basquete. Quem gosta do esporte deve assistir e torcer para que termine em sete jogos.
* Guilherme Sacco é estudante, torcedor do Oklahoma City Thunder e blogueiro no Loteria dos Pênaltis, onde escreve sobre os mais diversos esportes. Quem quiser, pode entrar em contato com ele durante a série por meio do seu Twitter pessoal.
Equipe do Spurs Brasil faz prévia da série contra o Clippers
Começa nesta terça-feira (15) a série do San Antonio Spurs contra o Los Angeles Clippers. Depois de varrer o Utah Jazz na primeira rodada, o time texano tem um adversário bem mais difícil na semifinal. O Los Angeles Clippers chegou até aqui após derrotar o Memphis Grizzlies – algoz do Spurs em 2011 – e deve dar trabalho aos comandados de Gregg Popovich. Confira o que os blogueiros do Spurs Brasil têm a dizer sobre o confronto.
Bruno Alves
Palpite: Spurs 4 x 1
O Spurs não terá vida fácil como teve contra o Utah Jazz, mas a experiência da equipe não dará lugar às pontes aéreas e às jogadas plásticas da lob city. Pop não pecará e saberá usar as peças corretas para neutralizar as individualidades do Clippers. No confronto, vai ser interessante o duelo entre Tony Parker e Chris Paul, dois dos melhores armadores da liga em fases excelentes.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul
Bruno Pongas
Palpite: Spurs 4 x 1
Como o Clippers vai fazer para brecar Tim Duncan? Nenhum de seus pivôs titulares (Blake Griffin e DeAndre Jordan) é bom defensivamente o suficiente para frear o camisa 21. Nesse caso, o time de Vinny Del Negro terá que contar com a força física dos seus reservas, que fizeram uma boa série contra o Memphis Grizzlies. Resta saber se Kenyon Martin e Reggie Evans têm capacidade para repetir a dose. Do outro lado, acredito que Blake Griffin será o termômetro do Clippers. Por que? Na temporada regular, o Spurs encontrou problemas quando Griffin esteve inspirado e sofreu ainda mais quando tentou utilizar dois marcadores sobre o camisa 32, porque os californianos souberam rodar a bola e acharam espaços para os tiros de três pontos. Para a nossa alegria, no entanto, Blake vem jogando machucado e está longe de sua forma física ideal.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Clippers: Blake Griffin
Juliano Medeiros
Palpite: Spurs 4 x 1
O desgaste físico do Clippers e o descanso do Spurs podem fazer toda a diferença. O calendário foi “amigo” de San Antonio, já que teremos quatro jogos em seis dias. Ter as pernas descansadas nesse momento pode ser crucial. O Spurs conseguiu um merecido repouso e não entra em quadra desde o dia 7. Enquanto isso, seu adversário jogou uma série muito física e desgastante, que acabou apenas no dia 13. Griffin saiu do confronto contra o Memphis machucado e cansado. Chris Paul, que também está jogando no sacrifício, é a principal ameaça do time de Los Angeles.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul
Lucas Pastore
Palpite: Spurs 4 x 2
Imagino que o Spurs não encontrará muitas dificuldades para ganhar do Clippers. O time angelino pode trazer problemas apenas se Chris Paul jogar demais, mas não vejo ele fazendo isso quatro vezes em uma série de sete jogos – ainda mais tendo de marcar Tony Parker na defesa.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul
Robson Kobayashi
Palpite: Spurs 4 x 2
O Spurs terá de parar o sedento Blake Griffin; trabalho duro para o francês Boris Diaw e para o calouro Kawhi Leonard. Manu Ginobili deverá aparecer mais durante a série, o que será um ponto positivo para o time de Gregg Popovich.
Peça-chave do Spurs: Manu Ginobili
Peça-chave do Clippers: Blake Griffin
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 x 1
O Clippers é uma equipe cheia de gás e com muito talento. Porém, ainda peca pela falta de conjunto e de uma organização tática, sobrevivendo à base da individualidade de seus destaques. Inevitavelmente os angelinos devem vencer um jogo graças ao poder de desequilibrar que Chris Paul e Blake Griffin possuem, mas não acredito que possam complicar muito a vida de uma equipe bem montada como o Spurs.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Clippers: Chris Paul
Olho neles!
Tim Duncan havia sido eleito como o destaque do Spurs na série contra o Jazz. Dessa vez, no entanto, os blogueiros do Spurs Brasil escolheram Tony Parker.
O francês foi a grande arma da equipe ao longo da temporada a manteve a boa sequência na primeira rodada dos playoffs contra o Utah Jazz.
Resta saber como o camisa 9 lidará com Chris Paul, um oponente que quase sempre lhe traz problemas.
Tim Duncan e Manu Ginobili receberam um voto cada e também foram lembrados pela equipe do blog.
Ao lado de Tony Parker e Rajon Rondo, Chris Paul foi o melhor armador da temporada regular. Rápido e mortal, CP3 é um dos principais pontuadores da NBA nos momentos decisivos e mostrou isso na série contra o Memphis Grizzlies na primeira rodada dos playoffs.
Quando Paul está inspirado, todos os demais têm a vida facilitada graças ao seu enorme talento em encontrar seus companheiros livres para finalizar as jogadas.
Chris Paul foi quase uma unanimidade entre os blogueiros do Spurs Brasil, mas o explosivo Blake Griffin também foi lembrado com dois votos.
Veja na íntegra a Twitcam do Spurs Brasil

Neste domingo (13), o Los Angeles Clippers eliminou o Memphis Grizzlies e se tornou o adversário do San Antonio Spurs em uma das semifinais da Confrência Oeste. Para comentar o confronto, Bruno Pongas e Lucas Pastore fizeram uma Twitcam e, nos minutos finais, contaram com a presença especial do também blogueiro Victor Moraes.
Mas o duelo Spurs x Clippers não foi o único tema do debate. Contando com os nossos leitores e com outros blogueiros brasileiros, a equipe do Spurs Brasil falou sobre os todos os confrontos das semifinais de conferência, sobre a escolha de LeBron James como MVP e sobre possíveis reforços para a próxima temporada, como George Hill e Nicolas Batum. Confira a Twitcam na íntegra a seguir:
Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.







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