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O que muda para Splitter e o Spurs

Hoje o Spurs Brasil conta com a participação do ex-blogueiro Leonardo Sacco. Leo fez um texto especialmente para o blog para falar sobre a contratação de Splitter, assim como já tinha feito nosso Victor Moraes. Confira o artigo a seguir:

Foto em spurs.com

O San Antonio Spurs virou foco da mídia esportiva brasileira ao anunciar a aquisição do pivô brasileiro Tiago Splitter. Muito se fala sobre a chegada do novo reforço e todas essas perspectivas. Nessa participação saudosa que faço agora no Spurs Brasil, vou ao que interessa: o que de mais importante acontecerá com Tiago e com o time a partir de agora?

A rotação de garrafão

É praticamente consenso entre os especialistas que Splitter não chega ao Spurs para ser titular em um primeiro momento. Gregg Popovich gosta de trabalhar bem seus novatos antes que estes sejam lançados ao time titular com mais efetividade. A necessidade do time de ter um bom companheiro para Tim Duncan no garrafão, no entanto, fará com que o brasileiro ganhe minutos que novatos de outrora, como DeJuan Blair, por exemplo, não tiveram. Acredito que o pivô possa até começar algumas partidas como titular no início da temporada, mas sua grande afirmação virá possivelmente após o All Star Game, época na qual o Spurs costuma fazer sua arrancada em meio à temporada regular.  Não esperemos, então, que Tiago seja peça fundamental na rotação do garrafão do Spurs logo em sua primeira temporada. O brasileiro precisa se adaptar e, só depois, poderá entrar para bater de frente com os grandes garrafões da Liga.

A parceria com Tim Duncan

Duncan não está mais em seus tempos áureos, mas continua sendo um dos melhores alas-pivô da NBA. Intimida os adversários e ainda exige marcação reforçada. Nos últimos anos, foi praxe no Spurs deixar praticamente todo o trabalho dentro do garrafão para Duncan, muito graças aos pivôs não tão confiáveis que passaram pelo time. Splitter pode, nesse momento, se beneficiar disso. Jogando ao lado do experiente jogador, o brasileiro poderá, além de aprender muito, ter a chance de jogar com a marcação um pouco mais fraca, devido à atenção que é sempre dada ao seu futuro companheiro. Com jogo baseado nos arremessos de curta distância, Splitter deverá atuar bem próximo à cesta, diferente do que fazem, por exemplo, Matt Bonner e Antonio McDyess. Sendo assim, acredito que a parceria com Duncan será até mais importante dentro do que fora das quadras, uma vez que Splitter poderá ter mais espaço durante os momentos em que atuar ao lado do ala-pivô – afinal, é consenso de que os adversários se preocuparão muito mais com Duncan do que com Tiago.

Rendimento na primeira temporada

Aqui não vejo grandes estatísticas para o brasileiro. Quem pensa que ele chegará ao basquete norte-americano com os mesmos números que ostentava no basquete europeu está muito enganado. Splitter terá, naturalmente, dificuldades de adaptação, não só nas questões das regras, mas também do basquete jogado. Terá que melhorar significativamente seu arremesso de média distância, já que não tem força física suficiente para bater de frente com os pivôs mais fortes da NBA. Vindo do banco, poderá ajudar bastante, mas sem a eficiência que lhe vem sendo constante no Caja Laboral. Isso não significa, no entanto, que Splitter não tem jogo para atuar em alto nível na NBA – pelo contrário. A primeira temporada, no entanto, deverá ser de adaptação total. O fato de jogar ao lado de grandes jogadores e sob o comando de um técnico acostumado a lapidar atletas vindos da Europa fará a diferença para Tiago, que poderá ter calma suficiente para adaptar completamente seu jogo.

Forma de atuação

No início, predominantemente próximo à cesta adversária, sempre atuando como pivô. Acredito que com a melhora em seu arremesso de média distância, o brasileiro possa atuar mais longe do aro, funcionando até como ala de força. Não acredito que sua explosão física seja seu ponto mais forte, mas, com certeza, não é de se desprezar. Sua técnica com a bola nas mãos, no entanto, pode fazer com que se dê muito bem contra jogadores mais fortes. Em uma equipe como o Spurs, com jogo cadenciado, terá tranquilidade para jogar. Tem características que encaixam perfeitamente com os outros jogadores de garrafão do time texano, o que faz com que suas chances de sucesso aumentem.

Resumo da ópera

Tiago Splitter entra na NBA cotado para ser o melhor brasileiro na História da liga. Não pode, no entanto, buscar esse feito de maneira alucinada. Caso repita o sucesso que teve na Europa, será uma escalada natural. Seus 25 anos fazem com que haja experiência necessária para uma adaptação mais rápida do que a de seus compatriotas, que já estão há certo tempo na NBA. Com a sorte de ter caído em uma equipe que não tem a cobrança por títulos tão grande, terá tranquilidade para trabalhar. Jogará ao lado de Tim Duncan, para muitos o melhor de sua posição na História. Pode, sim, brilhar muito. Com a aproximação da aposentadoria de Duncan, pode ser peça fundamental na reestruturação pela qual passa o Spurs. Atingiria, aí, um patamar inédito para um brasileiro no basquete norte-americano. Patamar esse que já atingiu na Europa. Precisa, apenas, de tempo. Basquete, Tiago tem de sobra. Deve ser mais um tiro certeiro de Gregg Popovich.

Hairston enviado para o Toros novamente

O San Antonio Spurs anunciou nesta semana o retorno do ala-armador Malik Hairston para o Austin Toros, equipe da Liga de Desenvolvimento da NBA (NBDL) filiada à franquia texana.

Hairston apareceu em 21 jogos com a camisa de San Antonio nesta temporada regular, e manteve medias de 0.5 pontos em 3.5 minutos por partida. Ele também jogou em dois jogos para o Toros, mantendo as médias de 25,0 pontos e quatro rebotes em 35,0 minutos.

Na última temporada, Hairston se dividiu durante o ano entre San Antonio e Austin. Em 15 jogos com o Spurs, obteve a média de 3,3 pontos e 1,9 rebotes por partida. Em Austin, ele foi selecionado ao primeiro time da D-League, após ótimas médias de 22,9 pontos, 5,5 rebotes e 3,7 assistências em 30 jogos.

Hairston foi selecionado pelo Phoenix Suns, na escolha 48 do Draft de 2008, e foi adquirido pelo San Antonio em troca dos direitos do armador Goran Dragic, hoje jogando por Phoenix.

Spurs tem quatro jogadores entre os 50 melhores da atual NBA

Por Luis Fernando Teles

O San Antonio Spurs conseguiu eleger quatro jogadores entre os 50 maiores da atualidade. Duncan emplacou a quinta posição, seguido por Tony Parker em 13º, Manu Ginobili em 22º, e Richard Jefferson em 46º.  Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers, foi o primeiro colocado da lista.

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O trio de San Antonio está entre os melhores jogadores da atualidade.

Bryant bateu LeBron James na votação e alcançou o primeiro lugar, recebendo 62 votos. James, por sua vez, recebeu 34 votos, equanto Dwyane Wade recebeu 11 e ficou em terceiro lugar. Dwight Howard foi o quarto, e Tim Duncan, a estrela do Spurs, ficou em quinto.

Completando o top 10 estão: Chris Paul (New Orleans Hornets), Kevin Garnett (Boston Celtics), Dirk Nowitzki (Dallas Mavericks), Carmelo Anthony (Denver Nuggets) e Paul Pierce (Boston Celtics).

Participaram da eleição especialistas em NBA, dirigentes, treinadores e ex-jogadores, como Bob Cousy, Jerry West e Ricky Barry. O San Antonio Spurs, ao lado do Boston Celtics, foi a equipe que mais elegeu jogadores na lista, com quatro nomes entre os 50.

Spurs x Mavericks – Primeira Rodada – Palpites

Veja as análises e os palpites da equipe do Spurs Brasil sobre o confronto da primeira rodada dos playoffs da divisão Oeste entre o terceiro colocado San Antonio Spurs e o sexto Dallas Mavericks:

Robson Massaki (Koba)

A série – O Spurs vem tentando suprir a falta de Manu, e o Mavs vem com tudo pra tentar levar a série.

O destaque – Destaque para o duelo dos armadores; de um lado, o experiente Kidd, e do outro, o temido Parker. Cada equipe irá tentar anular o PF do adversário, sem sobrecarregar os astros das equipes, Duncan e Dirk.

Palpite – Spurs em 6 jogos.

Leonardo Sacco

A série – Nenhuma das equipes é considerada favorita para vencer a NBA nessa temporada, mas o clássico entre Spurs e Mavericks tem tudo para ser uma das melhores séries da pós-temporada. Enquanto o time de San Antonio está desfalcado do ala-armador Manu Ginobili, o de Dallas vem com tudo e com seu plantel ideal para eliminar os grandes rivais. Nada como um bom clássico para que seja aberta essa fase da Liga, quando, como bem definiu o gênio Michael Jordan, meninos e homens são devidamente separados.

Destaques – Tony Parker é o destaque do Spurs, sem sombra de dúvidas. Em uma temporada marcada pelas constantes ausências de Tim Duncan e Manu Ginobili, o armador se mostrou pronto para liderar a franquia e é o grande destaque dos texanos na temporada regular, tendo sido citado por muitos, inclusive, na disputa do MVP.
Pelo Mavericks, como de praxe, fica o destaque para o ala Dirk Nowitzki, grande nome da franquia na última década. O alemão, no entanto, terá a dificuldade de enfrentar um dos melhores garrafões recentes do Spurs, formado pelo sempre presente Duncan e pelo bom Drew Gooden.

Palpite – Spurs vence a série por 4 a 2.

Bruno Pongas

A série – O Dallas Mavericks enfrentou uma temporada conturbada, longe daquelas que marcaram o auge da equipe na NBA. Na mesma toada, o San Antonio Spurs sofreu com problemas que atingiram seus principais jogadores. Com a chegada de Drew Gooden e a volta iminente de Manu Ginobili – que se recuperava de problema no tornozelo – tudo parecia caminhar para um final de temporada feliz. No entanto, com o anúncio da retirada do argentino da temporada, as coisas se complicaram. Ou seja, San Antonio e Dallas, muito além de um clássico, fazem um duelo de franco-atiradores.

Destaques – Dirk Nowitzki é o cara do Mavs. É incrível o que ele consegue fazer com aquela equipe, mesmo acusado de amarelar em jogos decisivos. Particularmente, abdico desse ponto de vista e o considero errôneo, já que o germânico é um dos jogadores mais técnicos que eu já vi jogar, principalmente se tratando de big men. Pelo Spurs, mais do que nunca será necessário o bom desempenho do francês Tony Parker. Parker já se destacou durante a temporada regular, fazendo jogos memoráveis; o francês também já provou que sabe decidir, sendo MVP das finais de 2007.

Palpite – 4 a 2 para San Antonio.

Lucas Pastore

A série – Apesar da queda do San Antonio Spurs e da ascenção do Dallas Mavericks nas rodadas finais da temporada regular, ainda vejo Duncan e companhia como uma equipe mais inteira, mesmo com o desfalque de Manu Ginobili. Mesmo assim, é bom não dar sopa para o azar; nos playoffs, tudo muda, e o time de Dallas tem jogadores experientes que, acostumados a momentos de decisão, podem sim conduzir sua equipe à vitória.

Destaques – Se os Spurs quiserem sonhar com alguma coisa nessa temporada, Tony Parker tem que jogar nesses playoffs tudo o que ele jogou na temporada regular. O armador francês faz sua melhor temporada na carreira, e, com a contusão de Manu Ginobili, tornou-se o único sólido pilar no perímetro da equipe. Do outro lado, temos o regular e competente Dirk Nowitzki; seu eficiente jogo e sua rara característica fazem com que o atleta raramente consiga ser parado. É bom que o time texano fique de olho no ala-pivô alemão.

Palpite – 4 a 2 para San Antonio.

Guilherme Kamus

A série – Quando se trata de Dallas Mavericks e San Antonio Spurs, a rivalidade é o principal assunto, ainda mais em uma série de Playoffs. No passado recente houveram embates inesquecíveis entre essas duas franquias, tendo o Spurs levado a melhor em 2003 e o Mavericks em 2006. Na atual temporada, as duas equipes voltam a se enfrentar numa série que promete ser uma das melhores da primeira fase. O Spurs entra desfalcado de Manu Ginóbili, mas com Parker inspiradíssimo. Aliado a Parker, temos Tim Duncan, que, como todos sabem, cresce demais em playoffs. Já a equipe do Dallas conta com seu elenco completo e a experiência de Jason Kidd. Dirk Nowitzki e Jason Terry fazem excelente temporada, como de costume.

Destaques – O duelo entre os armadores e os alas-pivôs das duas equipes promete muito. Duncan e Nowitzki são top5 na posição de PF. Parker está em sua melhor temporada e Kidd é um dos melhores armadores da história.

Palpite – 4 a 2 para San Antonio.

Glauber da Rocha

A Série – O Spurs terá um grande confronto logo na primeira rodada dos playoffs, em um clássico texano contra o Dallas Mavericks. O Dallas tenta suas últimas esperanças de conseguir um título com suas experientes estrelas enquanto estão no auge, aliadas à grande temporada do ala-armador Jason Terry. O San Antonio, desfalcado do ala-armador argentino Manu Ginobili, busca mostrar que ainda assim é uma das forças do Oeste para conquistar o título.

Destaques – Teremos, obviamente, o confronto da experiência de Jason Kidd e do jovem Tony Parker e dois dos grandes alas-pivô da liga, o alemão Dirk Nowitzki e Tim Duncan. Mas também fiquemos atentos ao confronto dos alas-armadores Jason Terry e Roger Mason Jr. que podem ser pontos chaves na série.

Palpite – Spurs em 5 jogos

Disputa do 3º lugar – Argentina obtém mais uma medalha

Mesmo sem Manu, Argentina leva o bronze

Argentina e Lituânia entraram em quadra para disputar o terceiro lugar do torneio de basquete dos jogos olímpicos. Os argentinos garantiram sua segunda medalha consecutiva em olimpíadas após bater seus adversários por 87 a 75. Vale lembrar que o grande astro da equipe, o ala Manu Ginobili, ficou de fora mais uma vez devido a uma lesão sofrida na semifinal contra os Estados Unidos. A disputa do bronze começou de acordo com o previsto; jogo bastante movimentado e tomado pelo equilíbrio. Contudo, a partir do segundo período, os argentinos passaram a dominar a partida, e conseguiram assim ir para o descanso vencendo por 12 pontos de vantagem.

Quando voltaram do intervalo, o selecionado lituano continuou irreconhecível e foi dominado mais uma vez pela Argentina, que teve como cestinha e principal jogador o ala Carlos Delfino; ele fechou a partida com 20 pontos e dez rebotes.

Como em um último suspiro, a Lituânia resolveu correr atrás do prejuízo no período final. Todavia, a vitória no quarto por sete pontos de vantagem não foi suficiente para esboçar uma reação. No final, bronze merecido para os argentinos, que, querendo ou não, acabaram se vingando da derrota no primeiro jogo da competição para os próprios lituanos.

Em entrevista após a conquista, o ala-pivô Luis Scola comentou sobre a ausência de Ginobili e elogiou seus companheiros: “Com Manu fora, nós sabiamos que iriamos precisar de algo mais”, ” Falei com Paolo (Quinteros) na noite de ontem e o perguntei se ela estava pronto para o jogo. Aí ele disse ‘Eu sempre estou pronto’ (…) Muitas pessoas não conhecem o Léo (Gutierrez), mas ele vem tendo muito sucesso no nosso país, conquistando títulos e MVP’s, ele tem sido nosso melhor jogador lá”, completou um entusiasmado Scola.

O técnico da Argentina, Sérgio Hernandez, também falou após o embate: “Viemos para esse torneio para defender nosso título (…) Sabiamos que tinhamos que defender nossa medalha a cada jogo com nossas vidas, mas ao mesmo tempo, sabiamos que os melhores times eram os EUA e a Espanha (…) Não estamos decepcionados com a medalha de bronze, muito pelo contrário, estamos orgulhosos pelo que fizemos”, finalizou o treinador. Para fechar o ciclo de entrevistas, foi a vez de Andrés Nocioni falar: “Foi fantástico o que fizemos (…) Mostramos porque nós somos a Argentina, o coração e a identidade desse time. Fizemos um grande trabalho e ninguém pode nos tirar essa medalha (…) Agora, nós temos um mês para descansar antes que comece a NBA. Vamos então aproveitar o momento e celebrar o que fizemos aqui”, completou um também animado Nocioni.

O técnico lituano, Ramunas Butautas, parabenizou os argentinos pela conquista: “Parabéns à Argentina, eles jogaram muito bem (…) Os jogadores argentinos estavam muito fortes, rápidos e jogaram bem demais, especialmente na defesa”. Butautas lamentou alguns problemas de contusão sofridos pela equipe e falou sobre o sonho de conseguir uma medalha: “Tivemos muitos problemas relacionados à equipe (…) Sonhamos com uma medalha olímpica, mas perdemos esta chance. Talvez tentemos novamente nos próximos jogos”, finalizou o treinador lituano, que deve continuar no cargo após a boa campanha no torneio.

Argentina se vinga da partida de estréia e leva o bronze

A seleção argentina masculina de basquetebol, que veio a Pequim defender o título olímpico, venceu a Lituânia por 87 x 75 nessa madrugada e conquistou a medalha de bronze, mesmo jogando sem seu principal astro; o ala-armador do San Antonio Spurs Manu Ginobili desfalcou sua equipe, pois se lesionou na semifinal disputada contra os EUA.

O primero quarto teve Scola como grande protagonista; anotando nada menos do que 10 pontos, o ala-pivô liderou sua equipe na vitória parcial por 24 x 21. No segundo quarto, a precisão argentina nos arremessos de 3 pontos ampliou a vantagem para 12 pontos; acertando 8-14 da linha dos três contra apenas 3-11 dos adversários, nossos hermanos foram para o vestiário com 46 x 34 a favor.

No terceiro período, a Argentina mostrava um jogo bastante coletivo, distribuindo 17 assistências, quase três vezes mais do que os adversários até então, enquanto que a Lituânia não acertava a mão nem de fora do perímetro nem da linha dos lances livres. Resultado; Argentina amplia sua vantagem. No último período, a Lituânia até tentou uma reação, mas os argentinos souberam administrar sua vantagem para saírem de Pequim com a terceira colocação.

Destaques da partida

Argentina

Carlos Delfino – 20 pontos, 10 rebotes

Luis Scola – 16 pontos

Lituânia

Ramunas Siskauskas – 15 pontos

Rimantas Kaukenas – 14 pontos