Arquivo do autor:Roberta F. Rodrigues

Solucionando problemas

Mais uma semana de agenda tranquila para o Stars, com um único jogo. Porém, esse não trouxe alegria. O time acrescentou uma derrota em sua campanha, e agora tem a primeira posição na tabela do oeste comprometida, já que a marca de 7 vitórias e 3 derrotas está igual à do Minnesota Lynx. A diferença é que o San Antonio vem de dois compromissos mal sucedidos, enquanto o Lynx venceu suas duas últimas partidas.

O jogo da sexta-feira teve lances bonitos, mas eles não foram o suficiente para trazer outra vitória para o San Antonio Silver Stars

Na sexta-feira (8), o New York Liberty foi até o AT&T Center para tentar mais um triunfo sobre o time da casa. E conseguiu, em um jogo apertado com placar final de 76 a 73. Por pouco o Stars não ficou com oito vitórias. Danielle Adams (nosso ouro) acertou a bola de três que deixou o jogo com essa diferença final. No retorno, o visitante errou e a posse voltou para as texanas. Aí chega o erro de Dan Hughes. Becky Hammon cobrou a lateral e o comando ficou com a novata Danielle Robinson, que se mostrou perdida perante a marcação sobre ela e as colegas. Ao invés de arremessar no aperto, preferiu dar o passe para trás, mas não conseguiu fazê-lo com precisão. Seu objeto de trabalho foi para o lado adversário, ou seja, reversão, com tempo impossível para o time se recompor.

A equipe, que até então era aquela a ser vencida, sofreu duas quedas consecutivas. O que pode ser mudado?  A resposta está em outra pergunta: do que a equipe precisa? Ataque rápido para pontuar… e rebote, mas esse é hors concours, infelizmente.

A defesa foi muito bem trabalhada durante a pré-temporada, e isso tem surtido efeito, mas o ataque está enfraquecido. A maioria das vitórias veio por meio de viradas, e isso nem sempre é bom. É melhor começar na frente e terminar no mesmo lugar. O Stars tem provado que contra times mais experientes não dá para confiar apenas na esperança de, em algum momento do terceiro quarto, fazer 30 pontos para tomar a liderança. Não deu certo enfrentando o Phoenix Mercury uma vez, nem com o New York Liberty duas vezes.

Com sua habilidade e velocidade, Danielle Robinson pode se tornar uma titular absoluta do San Antonio

O quinteto titular é experiente, mas ofensivamente fraco. Obviamente, Roneeka Hodges já perdeu sua vaga. Primeiro, Dan tentou Scholanda Robison, mas seus 2.1 pontos por jogo não são o que o time precisa. Jia Perkins, que teve sua chance primogênita como titular na sexta-feira, tem trazido 14.2 pontos para o Stars nessa temporada – portanto, está bem posicionada, não precisa ser mexida. Ruth Riley está fazendo pouco abaixo de sua marca na carreira (6.8 em 2011/7.0 na carreira), mas não existe melhor opção para a vaga de pivô no time. A única que poderia substitui-la é Jayne Appel, e essa está fora de cogitação, é fraca. Becky Hammon e Sophia Young são elementos essenciais. Elas NÃO PODEM, repito, NÃO PODEM, estar fora do início do jogo. A australiana Tully Bevilaqua, com média de 1.1 ponto por jogo nesta temporada, tem que sair urgentemente da posição de armadora principal. Ela tem experiência, marca forte, mas está na hora de mudar a tática.

As titulares ideais seriam Jia Perkins, Sophia Young, Ruth Riley, Becky Hammon e Danielle Robinson. Por causa de seu físico, e também por ser o elemento surpresa, Danielle Adams fica no banco. É melhor preservá-la para evitar faltas em excesso e lesão precoce.

Porém, todas essas mudanças são muito radicais para o San Antonio. Dan Hughes precisa ser corajoso e trabalhar forte com Danielle Robinson, para que ela seja a nova substituta principal da posição número 1, e consequentemente se torne a titular dessa. Da maneira que o time tem apresentado uma sincronia tão agradável quanto uma sinfonia de Tchaikovsky, é possível arriscar assim.

E para saber se terá alguma mudança, fique ligado no jogo contra o Los Angeles Sparks, na terça-feira (12, às 20h), e contra o Seattle Storm, na quinta-feira (14, às 21h). E também acompanhe esse coluna, todo domingo, aqui no Spurs Brasil.

Além do San Antonio Silver Stars, você pode seguir os outros times da liga no meu blog, Dentro da WNBA. O endereço é http://dentrodawnba.blogspot.com.

Um grande abraço.
Roberta. #GoStarsGo

Do banco, com carinho

Outra semana se passou e o San Antonio Silver Stars continua no primeiro lugar da conferência Oeste, só que dessa vez mostra uma derrota a mais. Nos últimos sete dias, a equipe participou de dois jogos, sendo que perdeu um e venceu o outro. Os adversários foram o Chicago Sky (o jogo da vitória, 84 a 74) e o New York Liberty (o jogo da derrota, 81 a 75), e ambos aconteceram na conferência Leste.

Danielle Adams, a nova sensação do San Antonio Silver Stars, na festa para os Season Ticket Holders

No último compromisso, Danielle Adams foi a maior pontuadora. Até agora, ela tem entrado em quadra vindo do banco, e sua ajuda é sempre bem aproveitada. Juntam-se a ela, sentadas no começo do jogo, Danielle Robinson, Jia Perkins, Scholanda Robinson (menos nos últimos quatro jogos), Rooneka Hodges (nos últimos quatro jogos), Porsha Phillips (menos em dois jogos) e Jayne Appel.

As titulares oficiais são Becky Hammon, Sophia Young, Ruth Riley e Tully Bevilaqua. Rooneka Hodges perdeu a vaga para Scholanda Robinson nas últimas partidas, e ainda não aconteceram jogos o bastante para saber se Dan a colocará definitivamente no quinteto titular.

Desse elenco saíram 812 pontos nos atuais primeiros nove jogos. 392 vêm do banco, ou seja, elas são responsáveis por 42,3% dos pontos do Silver Stars. As que mais têm marcado são Danielle Adams e Jia Perkins, com 16,2 e 14,3 pontos por jogo, respectivamente.

É pertinente lembrar que Danielle Adams veio completamente desacreditada da NCAA. A posição número 20 na escolha do Draft foi injusta para a incrível jogadora que ela tem se mostrado em quadra. Sua pontuação está maior do que a de Maya Moore, primeira escolha do Draft (ela tem média de 13,2 ppg).

Danielle Adams foi a principal jogadora da Universidade Texas A&M, campeã da NCAA de 2011, e ganhou o prêmio de Most Outstanding Player

O desempenho dessas reservas é um dos principais motivos do êxito do San Antonio esse ano: a equipe está com campanha de 7 vitórias e 2 derrotas. O técnico também soube como trabalhar esse time quase completamente renovado em relação ao ano passado.

Jayne Appel, no dia do Draft

A essa altura, já é possível expor uma crítica sobre uma das jogadoras. Jayne Appel está em seu segundo ano como profissional, e é compreensível que Dan Hughes esteja sendo bom o suficiente para oferecê-la chances depois de lesões que não a deixaram jogar na temporada passada e nessa, mas até agora não chegou nada perto do que a classe de 2011 tem feito. Appel interpreta a “mão-de-alface” da equipe texana.

Os fãs do San Antonio Silver Stars e da WNBA podem ficar tranquilos quanto ao efeito que o locaute da liga masculina pode ter em sua irmã. As cinco franquias ainda comandadas pela NBA – dentro das quais se encontra o San Antonio Silver Stars – não sofrem paralização.

PS.: nosso eterno freguês Phoenix Mercury também está sobre ordens da NBA. O Texas faz mal para o povo do Arizona (sejam mulheres ou homens) (não resisti).

O melhor início de todos os tempos

Danielle Adams, subestimada por muitos, faz bom proveito da chance oferecida por Dan Hughes e é um dos principais nomes do San Antonio

O San Antonio Silver Stars termina sua rodada mais agitada da temporada topo da WNBA, com 6 vitórias e 1 derrota. A melhor campanha de início de temporada desde a criação da franquia, ainda como Utah Starzz, em 1997. Veja a tabela abaixo (vitórias-derrotas):

1997: Utah Starzz: 2-5
1998: Utah Starzz: 2-5
1999: Utah Starzz: 2-5
2000: Utah Starzz: 3-4
2001: Utah Starzz: 3-4
2002: Utah Starzz: 4-3
2003: SA Silver Stars: 2-5
2004: SA Silver Stars: 3-4
2005: SA Silver Stars: 1-6
2006: SA Silver Stars: 4-3
2007: SA Silver Stars: 4-3
2008: SA Silver Stars: 3-4
2009: SA Silver Stars: 3-4
2010: SA Silver Stars: 2-5
2011: SA Silver Stars: 6-1

A semana começou amarga com uma derrota para o rival Phoenix Mercury no jogo de volta, na terça-feira, dia 21, com direito a transmissão da ESPN. Mais uma vez, o adversário abriu grande vantagem que foi recuperada pelo Stars. Infelizmente (para outros o contrário), o time do Arizona tinha a australiana Penny Taylor, que marcou 30 pontos na partida. Mas Becky Hammon não ficou muito atrás, e terminou com 28, tendo arremessado incríveis bolas de três pontos nos últimos momentos. Danielle Adams não deixou de surpreender e marcou 22. Das cinco bolas da linhas dos três arremessadas, acertou espetaculares três. Esforços que não foram suficiente para vencer. Placar final: 105 a 98 para o Mercury. O Stars experimentou a primeira derrota.

Na sexta-feira mais um susto, mais um início perdendo de grande vantagem, e mais uma vez uma retomada. Nem Candace Parker conseguiu segurar o time texano, muito menos nossa Jia Perkins, que colocou 31 pontos na cara do Sparks. No final do jogo, o resultado de 90 a 80 para o Stars.

Domingo: vitória contra o Atlanta Dream (#freguês). Relatar como o Stars conseguiu essa vitória é redundante. De novo, o time saiu em vantagem e ganhou bem. Final de jogo: San Antonio Silver Stars 92, Atlanta Dream 86.

Becky Hammon nao precisa mais se equilibrar sozinha para vencer com o Silver Stars. O time todo tem participado dos compromissos bem sucedidos.

Em 2011, o San Antonio tem um banco que marca, e marca muito. O jogo não precisa ser carregado por Becky Hammon e Sophia Young apenas. Não. Na verdade, na virada contra o Sparks, a ala nem esteve em quadra porque estava doente, e uma reserva conseguiu fazer bem mais do que era esperado dela.

Nenhum dos sete jogos passou sem que pelo menos três jogadoras tivessem dígitos duplos na súmula. Em alguns, cinco delas marcaram mais de nove pontos. Grande parte dessa boa colheita é resultado da boa plantação de Dan Hughes. Após o pesadelo que os torcedores passaram no ano passado, o técnico e GM se redime com esse bom rendimento do Stars.

No ano passado, o Seattle Storm começou do mesmo jeito (6-1), e foi campeão. Para manter a boa campanha, Becky Hammon e suas companheiras de equipe viajam para a conferência Leste e enfrentam o Chicago Sky, na terça-feira (28, às 20h) e o New York Liberty, na sexta-feira (01, às 19h).

Continuem torcendo para o San Antonio Silver Stars, time com melhor campanha da temporada de 2011 da WNBA até o momento!

Até mais!
Roberta, #GoStarsGo

Primeiro lugar e invicto

*O placar está no final do texto

Becky Hammon contra Temeka Johnson no duelo de sexta-feira.

Na sexta-feira (17), o San Antonio enfrentou um de seus maiores rivais, o Phoenix Mercury. A partida foi dolorida para os torcedores do time texano, mas… (agora leia até a continuação do “mas…”)

Foi a primeira vez que o Phoenix jogou no US Airways Center nessa temporada. O local não estava cheio, havia bastante cadeiras vazias. Dentro de quadra, em contrapartida, Corey Gaines caprichou nas titulares: Diana Taurasi, Candice Dupree, Penny Taylor, Temeka Johnson e Kara Braxton. Do outro lado, Dan Hughes foi mais humilde: Becky Hammon, Sophia Young, Tully Bevilaqua, Ruth Riley e Roneeka Hodges.

Até metade do jogo aconteceu o que era esperado: vantagem do Mercury, que chegou a deixar o Stars 14 pontos atrás.

O que elas tinham que o Stars não tinha? Seus arremessos iam direto para o buraco da cesta, enquanto o Stars cometia erros sucessivos, vindos até de suas veteranas. Bolas de três, bandejas ou lances livres, qualquer que fosse a jogada, não dava certo.

O que o San Antonio tem que o Mercury não tem? Defesa. Assim como o Phoenix Suns, a franquia feminina dessa cidade segue o famigerado “run n’ gun”. Fogo total no ataque e defesa precária (a sorte do Mercury é que em duas temporadas existiam times com defesa pior do que a delas, e assim elas conquistaram o bicampeonato da WNBA). A baixa qualidade nesse fundamento começou a atrapalhar o time da casa.

Dan Hughes sabia que um dos maiores problemas do Stars era defesa, principalmente o rebote, e trabalhou mais intensivamente nesses dois fundamentos durante os treinamentos da pré-temporada. Ele confiava no seu ataque, por isso as fez suar para defender (alguém aí teve uma breve memória de Coach Carter?).

(continuação do “mas…”)

Sophia Young subindo contra DeWanna Bonner

Depois do intervalo entre o segundo e o terceiro quarto, parecia que um Stars diferente entrava em quadra (Space Jam, alguém?). Ataques precisos e defesa melhor ainda, com roubos de bola e mais rebotes sendo agarrados. O trabalho em equipe funcionou muito bem, assim como o talento individual de cada atleta servindo para o bem maior do time.

Sophia Young, com sua mão super calibrada, fez 26 pontos, mas errou muitos lances livres, com 50% de aproveitamento. Ela foi um dos motivos do renascimento do Stars. Sua parceria com Becky Hammon funciona muito bem.

Além de cooperar com as assistências, Becky não deixou de fazer as infiltrações que são forte característica sua. Nesse jogo, elas funcionaram mais do que suas bolas de três pontos – apenas uma caiu em quatro tentativas.

Danielle Adams não decepcionou, e foi a terceira maior pontuadora do time, com 16 pontos. Mesmo sendo colocada em quadra com cinco faltas, não foi expulsa, e ainda conseguiu que fizessem falta nela.

O Stars conseguiu virar a partida, e com 2.4 segundos para o final do jogo tinha cinco pontos de vantagem. Sem se preocupar com a defesa, Kara Braxton, do Mercury, arremessou uma bola de três pontos at the buzzer, que não adiantou para sua equipe.

O placar final foi 101 a 99. O primeiro placar centenário da temporada, e que consagrou a primeira posição do Stars na conferência Oeste, com quatro vitórias, nenhuma derrota, e 100% de aproveitamento. O Minnesota Lynx está em segundo lugar, com um jogo a mais (campanha 4-1).

Na terça-feira, o San Antonio terá a possibilidade vencer mais uma vez o Mercury, no jogo de volta, em San Antonio, às 21h, com transmissão da ESPN do Brasil.

Merecem pontos positivos nesse jogo: a defesa do Stars – as garotas chegaram a conseguir forçar três erros consecutivos de ataque do Mercury -, a persistência – elas não desistiram, mesmo com a grande diferença de pontos, e ainda viraram -, e o entrosamento, já que elas estão juntas há pouco tempo e já conseguem trabalhar bem em equipe.

Precisa melhorar: rebote. A baixa estatura do Stars ainda deixa o time fraco nesse fundamento, que pode ser crucial em diversos momentos de algumas partidas.

O San Antonio Silver Stars está com um começo excelente. Melhorando em alguns fundamentos e dando mais profissionalismo a algumas novatas, tem tudo para ser o campeão da temporada. O técnico do time dá bastante confiança de que isso pode acontecer. Com diriam os americanos, “Dan is not and ordinary coach.” (Dan não é um técnico qualquer).

Espero contar para vocês sobre as vitórias do Stars nessa terça-feira (21h, contra o Phoenix Mercury), na sexta-feira (21h, contra o Los Angeles Sparks) e domingo (às 16h, contra o Atlanta Dream).

Até mais!
Roberta, #GoStarsGo

Alegria, confiança e surpresa

Alegria. Confiança. Surpresa. Três palavras que definem essa semana para o San Antonio Silver Stars.

O time não entrou em quadra até sexta-feira, mas, antes disso, esteve treinando e… festejando. O motivo da comemoração foram os torcedores, aqueles que compram ingressos para todos os jogos do Stars na temporada. Os Season Tickets Holders têm, anualmente, a chance de estar mais próximos de suas jogadoras preferidas nas festas preparadas pelo GM e técnico Dan Hughes. Nesse ano, a celebração, com o nome de Silver Stars Texas Shindig, foi no Wild West, bar country em San Antonio.

Dan abandonou o terno e a gravata divertida para vestir calça jeans, camisa salmão, jaqueta jeans da WNBA e bota marrom. “É uma chance para eu agradecer às pessoas. Toda vez que eu entro na arena, lá estão 20 mil pessoas para nos assistir, de braços abertos. E existe uma parte em mim que quer dizer ‘obrigado’”, disse Hughes.

Comida, bebida, jogos e dança agitaram a noite. Tully Bevilaqua foi a jogadora que mais entrou no clima, com calça jeans, camisa xadrez torcida sobre blusa preta e botas de cowboy.

Alegria para as jogadoras, o técnico e a torcida, que conseguiu autógrafos, fotos e até mesmo dançar com suas atletas prediletas.

Mas a alegria não ficou somente na pista de dança. Finalmente, depois de quase uma semana sem jogar, o Stars entrou em ação, na segunda partida contra o Tulsa Shock.

Na primeira, a equipe saiu com vitória de 20 pontos de diferença. No retorno, em Tulsa, a vantagem foi maior ainda. 31 pontos a mais no placar final, que foi de 93 a 62 (os mesmos 93 pontos a favor do outro jogo). O Silver Stars foi soberano e só deslizou no último quarto, quando as titulares (menos Roneeka Hodges) foram para o banco, e três calouras e uma reserva representavam o time.

Nenhum grande desafio até o momento para o Stars. O primeiro ainda estava por vir, no dia seguinte, contra o Atlanta Dream, vice-campeão da WNBA. Depois desse jogo, se fosse para comparar o San Antonio com algum time de futebol de alguma época do Brasil, seria o Santos de Neymar, Robinho, Ganso e André quando goleavam Brasil afora.

Aqui chega a surpresa. Tanto o placar final, que foi 86 para o Stars e 74 para o Dream, quanto (prepare seu coração) os 32 pontos da novata Danielle Adams. No último quarto enquanto esteve em quadra, a ala-pivô participava de todas as jogadas decisivas da equipe. 32 pontos. O time de casa (Atlanta) não conseguia passar pela defesa do Stars, que muitas vezes nem mesmo deixava os passes seguirem da linha de três pontos. Foi um quarto período EMOCIONANTE, apesar dos muitos erros de cada lado.

Resultados que trazem bastante confiança para o próximo jogo, contra um dos maiores rivais: o Phoenix Mercury, na sexta-feira, às 23h, em Phoenix.

O San Antonio Silver Stars está em primeiro lugar na conferência Oeste com, três vitórias e nenhuma derrota, a melhor campanha da temporada até agora.

PS: a votação para as titulares do All Star Game começou ontem, e o Stars tirou uma foto promocional que ficou exposta na capa do site WNBA.com.