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Spurs (4) @ Rockets (2) – Time é tudo!

114×75

Team is everything. O velho lema do San Antonio Spurs, que em português significa “time é tudo”, pôde ser entoado com orgulho nessa quinta-feira (11), quando o time texano superou os desfalques de Tony Parker e Kawhi Leonard e atropelou o Houston Rockets na casa do adversário, vencendo a partida por 114 a 75, a série por 4 a 2 e garantido sua classificação para a final da Conferência Oeste. Vamos, a seguir, aos destaques do confronto.

Orgulho define! (Jesse D. Garrabrant/NBAE via Getty Images)

Força do coletivo

Um ano depois de Tim Duncan, o melhor jogador da história da franquia, se aposentar, o Spurs se viu em um decisivo jogo 6 na estrada sem Tony Parker e Kawhi Leonard, que haviam sido os dois cestinhas do time na série contra o Memphis Grizzlies. Literalmente qualquer placar seria aceitável nessa situação, e pode-se dizer que uma larga derrota para o Rockets era o esperado. Mas o resultado final esteve longe disso. Abusando do estilo coletivo, o alvinegro texano terminou o jogo com 32 assistências em 51 cestas de quadra, pegou 60 rebotes, contra apenas 32 do adversário, e sobrou em dedicação e intensidade, algo que parece ter faltado nas recentes derrotas em playoffs. Um triunfo inesquecível!

Murray fez grande jogo (Jesse D. Garrabrant/NBAE via Getty Images)

Assumindo a responsabilidade

Sem Leonard, Dejounte Murray e Kyle Anderson foram acionados por Pop para completar a rotação. O armador, especialmente, se destacou, deixando a quadra com 11 pontos, dez rebotes, cinco assistências e duas roubadas de bola em 23 minutos e se juntando a Tim Duncan, David Robinson e Kawhi Leonard como os únicos novatos da história do Spurs a registrarem um duplo-duplo com os dois primeiros fundamentos em uma partida de playoff. O ala, por sua vez, não destoou, e obteve uma sólida atuação com sete pontos, seis rebotes e três assistências em 20 minutos.

Este é o nosso Aldridge!

Com as ausências de Parker e Leonard, esperava-se que Aldridge chamasse a responsabilidade e tentasse decidir o jogo a favor do Spurs. E foi o que aconteceu. O ala-pivô obteve uma de suas melhores atuações com a camisa alvinegra e deixou a quadra com 34 pontos, sua maior marca na temporada, e 12 rebotes.

O melhor: dessa vez, a produção ofensiva de Aldridge foi natural e nada forçada, conquistada por meio de arremessos conscientes e de cestas provenientes de rebotes ofensivos.

Só piora…

Mal há tempo para comemorar o resultado dessa quinta-feira e respirar aliviado. No domingo, o Spurs visita o Golden State Warriors para abrir as finais de Conferência Oeste no que talvez seja a série de playoff mais difícil para a franquia desde que Gregg Popovich assumiu o comando do time. Para que o alvinegro tenha alguma chance de triunfar, Leonard tem de voltar 100%, e Aldridge precisa continuar jogando em alto nível. Será possível sonhar?

Destaques da partida

San Antonio Spurs

LaMarcus Aldridge – 34 pontos e 12 rebotes

Jonathon Simmons – 18 pontos e 4 assistências

Patty Mills – 14 pontos, 7 assistências e 3 rebotes

Dejounte Murray – 11 pontos, 10 rebotes, 5 assistências e 2 roubos de bola

Pau Gasol – 10 pontos, 11 rebotes, 5 assistências e 3 tocos

Danny Green – 10 pontos, 6 rebotes, 2 roubos de bola e 2 tocos

Houston Rockets

Trevor Ariza – 20 pontos e 5 rebotes

Clint Capela – 15 pontos, 12 rebotes e 2 roubos de bola

James Harden – 10 pontos, 7 assistências e 3 rebotes

Spurs (3) @ Rockets (2) – Semifinal do Oeste

San Antonio Spurs @ Houston Rockets – Semifinal da Conferência Oeste

Data: 11/05/2017

Horário: 21h00 (Horário de Brasília)

Local: Toyota Center

Onde assistir: ESPN e NBA League Pass

Cotação no Apostas Online: Spurs 3,21 @ Rockets 1,38 (favorito)

Depois da épica vitória na prorrogação no jogo 5, o San Antonio Spurs cai na estrada para tentar superar novamente o Houston Rockets e fechar a série, válida pelas semifinais da Conferência Oeste. O problema é que o alvinegro pode estar desfalcado de dois de seus melhores jogadores. Além de não ter Tony Parker, fora da temporada, a equipe pode ter de lidar com o desfalque de Kawhi Leonard. O ala machucou o tornozelo esquerdo na partida anterior e, apesar de falar logo depois que estaria disponível para esta quinta-feira, foi colocado como dúvida no relatório médico da franquia. do lado dos visitantes, Nenê é baixa.

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Confrontos na série (3-2)

01/05/2017 – Spurs 99 x 126 Rockets

Foram impressionantes 27 pontos de vantagem para o Rockets sobre o no jogo 1. O time visitante não tomou conhecimento do rival texano e fez o que bem quis em pleno AT&T Center. Pelos alvinegros, destaque para Kawhi Leonard, com 21 pontos, 11 rebotes e seis assistências. O oponente contou com boas exibições de Trevor Ariza, com 23 pontos, James Harden, com 20 pontos e 14 assistências, e Clint Capela, com 20 pontos e 13 rebotes.

03/05/2017 – Spurs 121 x 96 Rockets

Com grande atuação de Kawhi Leonard, que deixou a quadra com 34 pontos, oito assistências, sete rebotes e três roubadas de bola, o Spurs atropelou o Rockets e devolveu a derrota sofrida no jogo 1 na mesma moeda. A nota triste para os torcedores do alvinegro ficou por conta da lesão de Tony Parker, que está fora da temporada.

05/05/2017 – Spurs 103 @ 92 Rockets

Com Dejounte Murray como titular no lugar de Tony Parker, LaMarcus Aldridge retornando a boa forma e Kawhi Leonard fazendo o que sabe, o Spurs recuperou o mando de quadra em vitória sobre James Harden e companhia mesmo jogando na casa do adversário.

07/05/2017 – Spurs 104 @ 125 Rockets

Com um bom aproveitamento das bolas de três pontos, o Houston Rockets igualou a série ao vencer em cada por 125 a 104. O destaque negativo para o basquete brasileiro ficou por conta da lesão de Nenê Hilario, que vinha com boas atuações neste playoff e agora está fora por tempo indeterminado. James Harden fez 28 pontos, 12 assistências e cinco rebotes e Jonathon Simmons foi o cestinha alvinegro com 17 pontos e quatro rebotes.

09/05/2017 – Spurs 110 x 107 Rockets

Com grande atuação de Kawhi Leonard, que deixou a quadra com 22 pontos, 15 rebotes, quatro assistências, duas roubadas de bola e dois tocos antes de se machucar, o Spurs venceu o Rockets na prorrogação após toco histórico de Manu Ginobili em James Harden.

PG – Patty Mills

SG – Danny Green/Jonathon Simmons

SF – Kawhi Leonard

PF – LaMarcus Aldridge

C – Dewayne Dedmon

Fique de Olho – Jonathon Simmons tem grandes chances de ver sua importância na rotação aumentada nesta quinta-feira. Se Kawhi Leonard virar desfalque, o jovem pode assumir sua vaga no quinteto titular. Se o ala for para o jogo sem estar 100%, o ala-armador pode assumir a marcação de James Harden para poupar o astro na defesa. Até aqui, na série contra o Rockets, o camisa #17 tem médias de 12,2 pontos e 2,4 rebotes em 22,2 minutos por exibição.

PG – Patrick Beverley

SG – Eric Gordon

SF – James Harden

PF – Trevor Ariza

C – Clint Capela

Fique de Olho – Com a lesão de Nenê, Eric Gordon foi promovido ao quinteto titular no lugar de Ryan Anderson, que passou a exercer a função de pivô reserva. Até aqui, na série contra o Spurs, o ala-armador tem médias de 13,6 pontos e 3,8 rebotes em 32,4 minutos por exibição.

Spurs (2) vs Rockets (1) – Por Tony Parker!

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Nessa sexta-feira (5), o San Antonio Spurs visitou o Houston Rockets no primeiro jogo desde a lesão de Tony Parker e venceu o rival por 103 a 92, recuperando o mando de quadra e abrindo 2 a 1 na série, válida pelas semifinais da Conferência Oeste. Vamos aos destaques.

Dejounte Murray foi a surpresa de Pop (Jesse D. Garrabrant/nba.com/spurs)

Surpresa no quinteto inicial

No início da tarde, ao atender a imprensa em janela no treino do Spurs, Gregg Popovich deu a entender que Dejounte Murray não estava pronto para atuar nos playoffs e que iria montar sua rotação com apenas Patty Mills como armador de origem. Ou o treinador estava blefando ou mudou de ideia até a hora do jogo, já que o novato surpreendentemente iniciou a partida como titular. O jovem começou claramente nervoso, sofrendo com a marcação de Patrick Beverley e tomando um toco de Clint Capela. Mas não comprometeu, deixando a quadra com dois pontos, dois rebotes em uma roubada de bola de bola em 14 minutos. Com ele em quadra, o alvinegro fez 11 pontos a mais que levou, melhor marca do time nessa sexta.

Leonard brilhou de novo (Bill Baptist/NBAE via Getty Images)

Ajuste fundamental

A grande sacada de Pop na série é marcar os pick-and-rolls envolvendo James Harden com só dois jogadores, fazendo Kawhi Leonard lutar contra os bloqueios e se recuperar e os pivôs fecharem a porta para passes em direção aos big man adversários. Com isso, sem a ajuda de um terceiro defensor, o astro do Rockets não consegue achar arremessadores livres com tanta facilidade. Nessa sexta, o Barba anotou 43 pontos, quase metade do que seu time conseguiu, e não teve ajuda coletiva, vendo somente Trevor Ariza e Clint Capela chegarem aos dígitos duplos.

Nove anos depois

Outro ajuste funcional de Pop foi colocar Danny Green para marcar Ryan Anderson. O ala-armador do Spurs fez grande trabalho, tirando o arremessador adversário do jogo e contribuindo dos dois lados da quadra. Com isso, Pau Gasol, que seria alvo fácil para Harden nos pick-and-rolls, defende Trevor Ariza, que costuma apenas ficar parado na zona morta para arremessar.

A ideia lembra a usada nos playoffs de 2008. Após ver o New Orleans Hornets abrir 2 a 0, o treinador tirou Bruce Bowen de Chris Paul e o colocou em Peja Stojakovic, o que mostra que conter arremessadores para sobrecarregar o astro adversário já é uma ideia sua há anos.

Sempre ele

Danny Green ajudou dos dois lados da quadra, assim como Pau Gasol. LaMarcus Aldridge apresentou o basquete que dele se espera, e Patty Mills converteu arremessos vindo do banco de reservas. Mas a vitória não seria possível se não fosse por Kawhi Leonard. O astro do Spurs marcou Harden com excelência de um lado da quadra e, do outro, anotou 26 pontos, além de dez rebotes e sete assistências. Mais uma atuação impecável de The Klaw.

Destaques da partida

San Antonio Spurs

Kawhi Leonard – 26 pontos, 10 rebotes e 7 assistências

LaMarcus Aldridge – 26 pontos, 7 rebotes e 4 tocos

Patty Mills – 15 pontos, 5 rebotes e 2 roubos de bola

Pau Gasol – 12 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 2 tocos

Danny Green – 11 pontos, 3 rebotes, 3 assistências e 2 tocos

Houston Rockets

James Harden – 43 pontos, 5 assistências e 3 roubos de bola

Trevor Ariza – 17 pontos, 5 rebotes e 5 assistências

Clint Capela – 12 pontos, 16 rebotes, 5 tocos e 3 assistências

Como fica a rotação sem Tony Parker?

Se quiser manter vivo o sonho do hexa ainda neste ano, o San Antonio Spurs precisará rapidamente se adaptar ao desfalque de Tony Parker. O armador, que registrou médias de 15,9 pontos (52,6% FG, 57,9% 3 PT, 100% FT) e 3,1 assistências em 26,4 minutos por jogo nos playoffs, rompeu o tendão do quadríceps do joelho esquerdo durante a vitória sobre o Houston Rockets no jogo 2 da semifinal da Conferência Oeste e terá de passar por cirurgia, encerrando sua participação nesta temporada. Quem Gregg Popovich usará em seu lugar?

Tony Parker vai fazer falta para o Spurs (Mark Sobhani/nba.com/spurs)

Se a lesão viesse durante a temporada regular, a resposta para essa pergunta seria simples: Dejounte Murray assumiria a vaga. Pop gosta de montar sua rotação de modo que a segunda unidade jogue junta. Por isso, quando alguém da equipe titular vira desfalque, o treinador começa as partidas com a terceira opção do elenco para não ter de mexer também na química do time reserva. Com isso, Patty Mills provavelmente ganharia mais tempo de quadra, mas seus minutos ao lado de nomes como Manu Ginobili e David Lee seguiriam intactos.

A questão é que a filosofia do treinador também envolve, salvo raras exceções, um imenso conservadorismo na utilização de novatos nos playoffs. Em 2011, Tim Duncan, Antonio McDyess, Matt Bonner e DeJuan Blair eram castigados por Zach Randolph e Marc Gasol na surpreendente derrota para o Memphis Grizzlies, e Tiago Splitter continuava afundado no banco de reservas. Na temporada seguinte, Kevin Durant pontuava com facilidade sobre Stephen Jackson enquanto o Oklahoma City Thunder ganhava quatro jogos seguidos sobre o Spurs e virava a série, sem que os minutos de Kawhi Leonard aumentassem por isso. No ano passado, o mesmo time usou Steven Adams, Serge Ibaka e Enes Kanter para atacar fisicamente o garrafão do alvinegro, sem resposta à altura de David West e Boris Diaw, com Boban Marjanovic sem nem sequer ser testado como alternativa.

Como, então, montar a rotação sem Murray e com apenas Mills para preencher a armação? O próprio adversário ajuda a responder. É importante perceber como a NBA evoluiu de modo que as funções dos jogadores em quadra não estejam mais atreladas às atribuídas tradicionalmente para cada posição. James Harden foi muitas vezes escalado como ala-armador, mas sua função sempre foi comandar o ataque do Rockets como um armador clássico. O mesmo pode ser dito dos alas LeBron James, do Cleveland Cavaliers, e Giannis Antetokounmpo, do Milwaukee Bucks. Provavelmente será assim também no Philadelphia 76ers quando Ben Simmons tiver condições de entrar em quadra. Draymond Green, que aparece na ficha do Golden State Warriors como ala-pivô, às vezes tem funções de armador, e às vezes tem funções de pivô. Por fim, Nikola Jokic, alto e pesado como um pivô tradicional, é quem rege o ataque do Denver Nuggets. Estes são os exemplos mais notáveis.

Assim, imagino que a ausência de Parker oficialize definitivamente Leonard como criador da primeira unidade. O ala tocou na bola 4.193 vezes durante a temporada regular, maior marca de todo o elenco, e ficou com ela por 247 minutos, atrás apenas de Parker, com 320, e Mills, com 254. O australiano se tornaria então o titular na posição 1. Com isso, o time texano perderia em criatividade, já que o francês é talvez quem melhor saiba envolver os companheiros em todo o plantel, mas ganha em poder de fogo, com mais um arremessador para ajudar a tirar a responsabilidade de Danny Green nas bolas de três pontos.

Nos playoffs, Mills tem aproveitamento de 48,5% nos tiros de perímetro, terceira melhor marca do Spurs entre quem tentou mais de duas bolas do tipo, só atrás de Parker (57,9%) e Leonard (50%). O que torna o australiano mais perigoso do que o francês no fundamento é o volume: foram 33 arremessos do tipo na pós-temporada, contra somente 19 do camisa #9.

Como fica, então, a segunda unidade? Sem Mills, cabe a Manu Ginobili se firmar definitivamente como regente. Durante a temporada regular, o ala-armador criou 435 pontos com seus passes, quarta melhor marca do elenco, atrás de Parker (648), Leonard (643) e Mills (634). Mas vale ressaltar que, entre os quatro, o argentino foi aquele que menos jogou: foram 1.266 minutos, contra 1.571 do francês, 1.754 do australiano e 2.457 do ala.

A ausência de Mills na segunda unidade deve aumentar a importância de Jonathon Simmons, que vem de ótima atuação no jogo 2, quando deixou a quadra com 14 pontos e duas assistências em 20 minutos. O ala-armador tem médias de 12,5 pontos e 1,5 assistências em 20,5 minutos por exibição na série contra o Rockets.

Deste modo, Pop precisa ajustar sua rotação para ter sempre Leonard ou Ginobili em quadra. Sem Parker, os dois passam a ser os principais comandantes do ataque do Spurs. O treinador pode enxugar sua rotação de perímetro assim como fez com o garrafão, usando apenas Mills, Green e Simmons, assim como usou somente David Lee como reserva para LaMarcus Aldridge e Pau Gasol no garrafão durante o jogo 2. Destes, argentino é o único que tem idade avançada e pode sentir se seus minutos forem aumentados drasticamente.

Caso algum dos cinco jogadores de perímetro citados canse, se machuque ou fique pendurado por faltas, mesmo assim não creio que Pop vá mudar sua filosofia conservadora em relação aos novatos. Neste caso, imagino que Kyle Anderson, que já jogou 67 minutos nos playoffs, seja acionado antes de Murray, que atuou apenas por 23.

Quem torce para que o armador seja escalado pode apoiar suas esperanças nas exceções de Pop no tratamento aos novatos. Nomes como George Hill, Gary Neal e DeJuan Blair foram utilizados pelo treinador em jogos de playoffs logo em suas temporadas de estreia na NBA. Mas, convenhamos, estes jogadores faziam muito mais parte da rotação do que Murray, que atuou por somente 321 minutos na temporada regular, ficando à frente somente de Bryn Forbes, com 285, e Joel Anthony, contratado na reta final do campeonato, com 122.

Espere Leonard e Ginobili comandando o ataque do Spurs, com Mills e Simmons servindo como condutores de bola secundários. É o que a história dá a entender que Pop fará.

Spurs (1) @ Rockets (1) – Semifinal do Oeste

San Antonio Spurs @ Houston Rockets – Semifinal da Conferência Oeste

Data: 05/05/2017

Horário: 22h30 (Horário de Brasília)

Local: Toyota Center

Onde assistir: ESPN e NBA League Pass

Cotação no Apostas Online: Spurs 2,61 @ Rockets 1,53 (favorito)

Empatada em 1 a 1, a série entre San Antonio Spurs e Houston Rockets, válida pelas semifinais da Conferência Oeste, vai pela primeira vez para a casa de James Harden e companhia, com os visitantes tentando recuperar o mando de quadra. O alvinegro terá o desfalque do armador francês Tony Parker, que se machucou durante o jogo 2 e está fora da temporada. O time mandante, por sua vez, contará com todo o elenco à disposição.

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Confrontos na série (1-1)

01/05/2017 – Spurs 99 x 126 Rockets

Foram impressionantes 27 pontos de vantagem para o Rockets sobre o no jogo 1. O time visitante não tomou conhecimento do rival texano e fez o que bem quis em pleno AT&T Center. Pelos alvinegros, destaque para Kawhi Leonard, com 21 pontos, 11 rebotes e seis assistências. O oponente contou com boas exibições de Trevor Ariza, com 23 pontos, James Harden, com 20 pontos e 14 assistências, e Clint Capela, com 20 pontos e 13 rebotes.

03/05/2017 – Spurs 121 x 96 Rockets

Com grande atuação de Kawhi Leonard, que deixou a quadra com 34 pontos, oito assistências, sete rebotes e três roubadas de bola, o Spurs atropelou o Rockets e devolveu a derrota sofrida no jogo 1 na mesma moeda. A nota triste para os torcedores do alvinegro ficou por conta da lesão de Tony Parker, que está fora da temporada.

PG – Patty Mills

SG – Danny Green

SF – Kawhi Leonard

PF – LaMarcus Aldridge

C – Dewayne Dedmon

Fique de Olho – Seja como titular ou vindo do banco de reservas, Patty Mills terá sua importância na rotação do Spurs aumentada após a lesão de Parker. Na temporada regular, o armador apresentou médias de 9,5 pontos e 3,5 assistências em 21,9 minutos por exibição, números que se transformaram em 12,1 pontos e 5,9 assistências em 28,3 minutos por partida contando somente os oito jogos em que fez parte do quinteto inicial. Nos playoffs, até aqui, o australiano sustenta 9,4 pontos e 2,2 assistências em 17 minutos por noite.

PG – Patrick Beverley

SG – James Harden

SF – Trevor Ariza

PF – Ryan Anderson

C – Clint Capela

Fique de Olho – Sem um adversário do calibre de Tony Parker para marcar, Patrick Beverley pode perder espaço no Rockets. que pode dar mais minutos para os pontuadores Eric Gordon e Lou Williams na posição. Até aqui, nos playoffs, o armador titular do time de Houston tem médias de 11 pontos, 5,7 rebotes e 3,1 assistências em 27,4 minutos por exibição.