Arquivo do autor:Leonardo Sacco
Storm @ Silver Stars – WNBA – Elas mandam no AT&T Center
72X87
As meninas do San Antonio Silver Stars mostraram nesse sábado que, se depender de seu desempenho em casa, o AT&T Center será fator determinante no decorrer da temporada 2008. As Stars receberam e despacharam as garotas do Seattle Storm, time da pivô brasileira Kelly Santos.
A equipe texana não teve problemas para alcançar a vitória, que começou a ser bem moldurada já no primeiro período da partida, quando o placar marcava 30-17 para as donas da casa. Nos doze minutos seguintes de jogo, a equipe liderada pela armadora Becky Hammon teve o trabalho de apenas manter a vantagem conquistada diante de um apático Storm.
Com a dupla formada por Hammon e a ala Sophia Young, as Silver Stars não tiveram nenhum problema para despachar as garotas da terra da chuva na segunda metade da partida. Entretanto, é bom ressaltar que no terceiro quarto de jogo o time de Seattle chegou a esboçar reação, diminuindo a vantagem para nove pontos. Mesmo assim, as texanas se mantiveram firmes e conseguiram a sua segunda vitória na temporada, atingindo um recorde de 2 vitórias e uma derrota e 100% de aproveitamento em casa – duas vitórias em dois jogos.
Destaques da partida
San Antonio Silver Stars
Becky Hammon – 20 pontos e 5 assistências
Sophia Young – 23 pontos e 5 rebotes
Helen Darling – 14 pontos
Seattle Storm
Swin Cash – 15 pontos e 5 rebotes
Lauren Johnson – 14 pontos e 7 rebotes
Kelly Santos – 2 pontos em 1:27 minutos jogados
WNBA – San Antonio Silver Stars
Olá amigo leitor do Spurs Brasil,
é com muito prazer que daremos início hoje a mais uma seção de nosso site. Trata-se de uma área inteiramente dedicada ao San Antonio Silver Stars, time co-irmão do Spurs na WNBA (Liga Feminina de Basquete Norte-Americano).
Nossa cobertura estará voltada às meninas do Texas, mas não deixaremos os outros times da Liga feminina de lado. Junto aos resumos dos jogos das Silver Stars, você poderá também conferir resultados dos outros jogos da rodada, além da classificação atualizada e notícias sobre o basquete feminino.
Para os que nunca acompanharam a WNBA, uma brave explicação acerca da Liga: são 14 franquias divididas em duas conferências de sete equipes cada. O número de jogos é muito menor do que o da NBA, uma vez que o número de times não alcança nem metade do de franquias na liga masculina. A WNBA é disputada de maio a setembro, nos mesmo moldes da NBA. Os quatro melhores times de cada conferência se classificam para a pós-temporada, que também é feita de modo semelhante ao dos homens.
Pois bem, a temporada já começou e o Spurs Brasil estará em cima do lance, acompanhando tudo sobre as meninas de San Antonio! Não deixem de conferir!
Para acessar a página do Spurs Brasil dedicada ao San Antonio Silver Stars, clique aqui.
O duplo X da questão
Se você, leitor, tem acompanhado os duelos da série entre New Orleans Hornets e San Antonio Spurs válidos pelas semifinais da conferência Oeste, pôde notar um detalhe que tem feito toda a diferença nas partidas. Prestem atenção nos seguintes dados e entenderão a que me refiro: os Hornets venceram os jogos um, dois e cinco, todos em seu ginásio. Nessas partidas, o principal astro da equipe, Chris Paul, anotou 17 pontos e 13 assistências, 30 pontos e 12 assistências e finalmente 22 pontos e 14 assistências nos respectivos duelos. Já nas três vitórias da equipe texana – todas em partidas no AT&T Center – CP3 não anotou sequer um double-double.
Pois bem, esse é o “x” da questão. Ou melhor, os “x”, uma vez que estamos falando de duas estatísticas. E o fato de o armador dos Hornets não conseguir anotar mais de dois dígitos nos dois quesitos que mais o destacam é o fator que pode fazer o San Antonio Spurs vencer a série, mesmo atuando fora de casa no confronto derradeiro.
Sem CP3 pontuando com a mesma eficiência que arma ou vice-versa, o time de Nova Orleans perde sua arma ofensiva. Afinal, as bolas de garrafão para David West e em alguns casos para Tyson Chandler e as na linha de três para Peja Stojakovic saem em sua maioria das mãos de Paul. Pois bem, sem o double-double do jogador os Hornets são presa fácil, pois sua eficiência ofensiva fica vulnerável.
No papel, tudo é muito bonito, mas na prática o buraco é um pouco mais embaixo. Partamos então para o que deve, de fato, ocorrer. A defesa de San Antonio é considerada uma das melhores – senão a melhor – de toda a NBA. Bruce Bowen e Tim Duncan frequentemente são escalados para o primeiro time de defesa da Liga. Ou seja, esse é o trunfo prático do Spurs: Bowen gruda literalmente em Paul, deixando Parker na sobra do perímetro (na marcação provavelmente do ala-armador dos Hornets) enquanto Duncan exerce o homem-a-homem em David West. Mas, para que tudo isso funcione, Manu Ginóbili e Tony Parker precisam estar bem no ataque, para que Tim possa se focar mais em sua defesa.
Enfim, o desafio está lançado e o Spurs sabe fazer o que é necessário. Está na hora de mostrar porque o time é chamado de “chato” por 8 entre 10 espectadores da NBA. Está na hora de anular Paul na New Orleans Arena. E sim, eu sei que falar é fácil e o difícil é fazer, caro leitor.
Interativo – Hornets @ Spurs – Playoffs 2008 (Jogo 4)
NBA TV – Top 10 – 11/05/2008 (Rodada de Hornets @ Spurs – Jogo 4)
Melhores momentos de Hornets @ Spurs – Jogo 4
Tim Duncan em entrevista logo após o jogo
Gregg Popovich na coletiva oficial após o jogo
Tim Duncan na coletiva oficial após o jogo
Tony Parker na coletiva oficial após o jogo
Ime Udoka na entrevista nos vestiários após o jogo
Robert Horry na entrevista nos vestiários após o jogo
Estatísticas do jogo



Hornets @ Spurs – Jogo 4 – Bem-vindos ao Texas e voltem sempre!
80X100 
Série empatada em 2-2
Na partida dessa noite, válida pelas semifinais do Oeste na pós-temporada da NBA, o San Antonio Spurs atropelou o New Orleans Hornets em casa e empatou a série em melhor de sete jogos em 2 a 2. A atuação da equipe texana foi de encher os olhos, redimindo de vez as péssimas atuações nos dois primeiros jogos da série – ambos disputados em Nova Orleans, terra dos Hornets.
O primeiro período de jogo foi o único em que houve certo equilíbrio no placar entre as equipes. O armador francês da franquia de San Antonio, Tony Parker, impressionou ao começar a partida com atuação espetacular, comandando todas as jogadas ofensivas de seu time e ainda exercendo ótima marcação sobre Chris Paul, armador adversário.
Nos doze minutos seguintes, o Spurs começou sua festa. Com impressionantes 17 pontos feitos e apenas 4 sofridos nos primeiros 6 minutos do segundo quarto, o Spurs tomou as rédeas da partida e não as largou mais até o fim. Tony Parker continuava se destacando, e Manu Ginóbili e Tim Duncan cresciam cada vez mais. Resultado: as equipes foram para o vestiário com os texanos liderando por 55 a 42.
A vitória entretanto só seria consumada no terceiro período de jogo. Com o trio principal atuando muito bem e as importantes (e boas) atuações dos reservas Michael Finley e Ime Udoka, o Spurs conseguiu abrir ampla vantagem no quarto em questão. Antes que o cronômetro zerasse e as equipes fossem para os doze derradeiros minutos, a equipe do Texas liderava por confortáveis 24 pontos, com o placar apontando 85 a 61.
Para os doze últimos minutos alguns reservas de ambas as equipes entraram, o que tornou o jogo um pouco mais desinteressante. Ao término da partida todos os jogadores de ambos os times haviam entrado em quadra – inclusive Melvin Ely, dos Hornets, com seus inacreditáveis 4 segundos de atuação. Vitória tranquila do San Antonio Spurs, moral elevada e confiança na vitória fora de casa. Quanto ao Hornets, sejam bem-vindos ao Texas e voltem sempre!
Destaques do jogo
San Antonio Spurs
Tony Parker – 21 pontos e 8 assistências
Tim Duncan – 22 pontos e 15 rebotes
Manu Ginóbili – 15 pontos e 8 assistências
Ime Udoka – 15 pontos e 3-5 nos arremessos de 3 pontos
Michael Finley – 12 pontos
New Orleans Hornets
Chris Paul – 23 pontos e 5 assistências
Jannero Pargo – 11 pontos
