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Spurs (37-27) vs Grizzlies (18-45) – Nostalgia
100×98
O San Antonio Spurs encerrou sua sequência de três partidas em casa nessa segunda-feira (5). Depois de sofrer com derrotas para Los Angeles Lakers e New Orleans Pelicans, o alvinegro texano se reergueu e conquistou um importante resultado ao vencer o Memphis Grizzlies, rival da Divisão Sudoeste, pelo placar de 100 a 98. Veja, a seguir, os destaques do confronto:

Bertans foi um dos destaques e ajudou o Spurs a vencer a partida (Reprodução/nba.com/spurs)
Resultado importante
Vindo de duas derrotas seguidas em casa, o Spurs havia caído de terceiro para sétimo na Conferência Oeste. Com o time prestes a embarcar em uma sequência de três partidas longe de seu ginásio contra equipes fortíssimas, o único resultado satisfatório era a vitória. O adversário, já fora da briga pela pós-temporada e com 13 tropeços seguidos, era considerado zebra. Mas já é notória a dificuldade de se vencer o Grizzlies, e dessa vez não foi diferente. Os texanos demoraram para se encontrar no jogo e deixaram os oponentes sonharem até os minutos finais.
Quem é que está velho mesmo?

Tony Parker teve atuação de gala (reprodução/nba.com/spurs)
Tony Parker foi cestinha e destaque da partida. Fez 11 pontos só no primeiro quarto e foi o responsável por manter o Spurs em ordem durante todo seu tempo em quadra. Com belas jogadas de infiltração, jogo de pés impecável e a liderança já conhecida, o francês pareceu voltar no tempo e teve uma atuação digna de seus anos como astro. Com 23 pontos, sendo oito seguidos no último período, o camisa #9 apareceu em um momento crucial para a temporada de seu time e contribuiu demais para um resultado importantíssimo.
Destaques improváveis
Com LaMarcus Aldridge de volta após se lesionar contra o New Orleans Pelicans, era esperado que a atuação do ala-pivô fosse ser a responsável pela vitória, além do principal destaque. Porém, o camisa #12 viu seus companheiros aparecerem muito bem e ajudarem o texano a superar uma noite fria nos arremessos. Kyle Anderson apareceu muito bem no último quarto, teve diversas roubadas de bola e produziu um belo and-one e uma linda ponte aérea para Davis Bertans.
As jogadas garantiram o bom momento ao Spurs e mantiveram a equipe na liderança nos minutos finais. E Bertans não participou apenas de uma jogada: foi agressivo ao chegar perto da cesta e conseguiu bons lances, além de uma bola de três importante. Momentos assim garantem experiência para o ala-pivô e podem ser uma ótima preparação para o futuro. Danny Green também foi muito bem nos tiros de longa distância e foi um dos fatores para o resultado positivo.
Momento complicado
O Spurs não aproveitou a sequência de três jogos seguidos em casa e pode se complicar por conta disso. Os próximos compromissos são contra Golden State Warriors, Oklahoma City Thunder e Houston Rockets, todos fora de casa contra adversários muito fortes. Com a briga na Conferêncie Oeste completamente acirrada, cada jogo importa agora, e os texanos não podem mais se dar ao luxo de perder jogos como contra o Lakers, quando levaram dura virada.
Destaques da partida
San Antonio Spurs:
Tony Parker – 23 pontos e 4 assistências
Davis Bertans – 17 pontos, 4 rebotes e 3 assistências
Danny Green – 14 pontos, 3 rebotes e 2 roubos de bika
Kyle Anderson – 11 pontos, 5 roubos de bola e 4 assistências
Memphis Grizzlies
Marc Gasol – 23 pontos, 10 rebotes e 4 assistências
Dillon Brooks – 21 pontos e 4 rebotes
JaMychael Green – 14 pontos, 15 rebotes, 5 assistências e 2 tocos
Spurs (36-27) vs Grizzlies (18-44) – Temporada Regular
San Antonio Spurs vs Memphis Grizzlies – Temporada Regular
Data: 05/03/2018
Horário: 22h30 (Horário de Brasília)
Local: AT&T Center
Onde assistir: NBA League Pass
Depois de perder duas consecutivas, para New Orleans Pelicans e Los Angeles Lakers, o San Antonio Spurs continua sua sequência de partidas em casa, e recebe o Memphis Grizzlies, rival da Divisão Sudoeste que já não briga por nada e vem de seu 13º revés consecutivo.
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Confrontos na temporada (3-0)
29/11/2017 – Spurs 104 x 95 Grizzlies
Com grande exibição de LaMarcus Aldridge, que deixou a quadra com 41 pontos e seis rebotes, o Spurs venceu o Grizzlies no AT&T Center no primeiro duelo entre os times na temporada.
01/12/2017 – Spurs 95 @ 79 Grizzlies
Poucos dias após o primeiro duelo, o Spurs voltou a vencer o Grizzlies, dessa vez na casa do adversário. LaMarcus Aldridge deixou a quadra coim 22 pontos e seis rebotes e se destacou.
24/01/2018 – Spurs 108 @ 85 Grizzlies
Novamente jogando na casa do adversário, o Spurs voltou a bater o Grizzlies. Oito jogadores do alvinegro chegaram aos dígitos duplos em pontuação, e Patty Mills, com 15, foi o cestinha.


PG – Dejounte Murray
SG – Patrick Mills
SF – Kyle Anderson
PF – Davis Bertans
C – Pau Gasol
Fique de Olho – Em uma partida em que Kawhi Leonard está fora e LaMarcus Aldridge é dúvida, DeJounte Murray terá de assumir uma parcela maior do ataque do time de San Antonio e pode continuar sendo o coringa do time, usado das mais diversas maneiras. Na atual temporada, o jovem armador tem médias de 7,5 pontos, 5,4 rebotes e 2,8 assistências por exibição.


PG – Andrew Harrison
SG – Ben McLemore
SF – Dillon Brooks
PF – JaMychal Green
C – Jarrell Martin
Fique de Olho – Com Mike Conley e Tyreke Evans machucados e Mario Chalmers como dúvida, o posto de armador do quinteto inicial da equipe de Memphis está aberto. Andrew Harrison pode ganhar a titularidade para a partida, e o Spurs deve explorar sua falta de experiência e utilizar bastantes jogadas de um contra um, isolando-o na defesa.
Detectando problemas na rotação do Spurs
No dia 21 de janeiro, Dejounte Murray começou sua trajetória como armador titular do San Antonio Spurs em derrota para o Indiana Pacers no AT&T Center. Na ocasião, a equipe ocupava a terceira colocação na Conferência Oeste e estava só 3,5 jogos atrás do Houston Rockets, então vice-líder. Desde então, o alvinegro venceu apenas seis dos 16 jogos que fez, caindo para a sexta posição na tabela e vendo sua vaga para os playoffs ficar ameaçada. Claro que ninguém em sã consciência considera que o jovem de 21 anos de idade é o problema do time na temporada. Mas os dados mostram que a ausência de Kawhi Leonard criou um problema para Gregg Popovich: encontrar um modelo de rotação competitivo e sustentável.

Forbes deve ganhar espaço na segunda unidade? (Reprodução/nba.com/spurs)
A titularidade de Murray veio no quarto jogo após Leonard ser afastado novamente devido à sua lesão no quadríceps da perna direita. Isso pode ser uma pista de que Pop havia montado sua rotação na primeira metade da temporada apenas para esperar o retorno de seu principal jogador. No entanto, quando o ala voltou a sentir, o técnico pode ter percebido que era hora de pensar em alternativas, já que o retorno do camisa #2 antes dos playoffs virou dúvida.
A ideia de usar Murray como titular faz sentido porque tê-lo no lugar de Tony Parker, que passou a sair do banco, ajuda na defesa do quinteto inicial, claramente desfalcada com a ausência de Leonard. No entanto, solucionar um problema criou outros para Popovich, o que ajuda a dar a dimensão do tamanho do problema que é para o Spurs não ter seu principal jogador.
Brad Stevens, técnico do Boston Celtics e uma das mentes mais brilhantes da NBA, foi questionado recentemente sobre as posições do basquete moderno e respondeu dizendo que hoje elas são apenas três: condutor de bola, ala ou pivô. A análise faz sentido quando pensamos no que estamos acostumados a ver do Spurs nos últimos anos: quantas jogadas começaram com Tony Parker ou Manu Ginobili em corta-luz de Tim Duncan, enquanto três arremessadores espaçavam a quadra para aumentar a eficiência do pick-and-roll?
O problema é que na temporada passada Murray tinha poucas oportunidades de trabalhar como condutor de bola, já que o trabalho era de Leonard, que costumava ser apoiado por Parker e/ou Ginobili quando necessário. É possível lembrar de outros jogadores, como Kyle Anderson e Jonathon Simmons, que recebiam a função antes do jovem armador.
Isso ajuda a entender porque o Spurs não aceitou pagar caro por Simmons, que teve seus principais momentos pelo time quando assumiu protagonismo no ataque – o que esperava-se que não precisaria acontecer quando Parker e Leonard voltassem – e também o tamanho da responsabilidade de Murray, que de quinto ou sexto condutor de bola virou o primeiro.
Entre os inúmeros quintetos que o Spurs utilizou na atual campanha, o que tem Dejounte Murray, Danny Green, Kyle Anderson, LaMarcus Aldridge e Pau Gasol, opção de time titular desde a mudança feita por Pop no jogo contra o Pacers, sofreu 21 pontos a mais do que marcou nos 147 minutos em que esteve em quadra. A formação está na posição 250 entre as escaladas na temporada quando ordenada por saldo, o que mostra que ela é insustentável.
No último jogo em que teve só Leonard como baixa, Pop escalou Mills como titular ao lado de Murray, Anderson, Aldridge e Gasol, trazendo Green do banco na vitória sobre o Cleveland Cavaliers em Ohio. Mesmo assim, ainda é possível detectar problemas na rotação do Spurs, que podem ser sanados com mais mudanças entre as unidades do time. São elas:
Qual a posição de Aldridge?
Quando o Spurs contratou Aldridge, dizem que um dos trunfos da franquia texana foi prometer que a maioria de seus minutos seria como ala-pivô, o que o deixaria mais confortável. No entanto, em uma NBA que cada vez tem menos a ver com as posições tradicionais, o jogador que o camisa #12 é tem muito mais a ver com a posição 5 do que com a posição 4.
Nesta temporada, Aldridge foi quem mais tocou na bola dentro do garrafão de todo o elenco da equipe de San Antonio: foram 506 vezes, contra 270 de Gasol, segundo colocado. Foi também quem mais vezes recebeu a bola de costas para a cesta: 780 vezes, contra 196 do espanhol, que também é o segundo colocado na estatística. Por fim, coletou 188 rebotes de ataque nesta campanha, contra 95 do camisa #16, vice-líder em mais esta estatística.
Do outro lado da quadra, Gasol e Aldridge são os jogadores de garrafão do Spurs que melhor defendem o aro. O primeiro restringe os adversários a 48,7% em arremessos realizados de dentro da zona restrita, enquanto o segundo restringe os adversários a 54%. Davis Bertans restringe os adversários a 54,6%, e Joffrey Lauvergne a 71,1%. Não seria, então, melhor trazer o espanhol do banco de modo a garantir que sempre um dos dois esteja em quadra?
Isso permitiria que o Spurs voltasse a mostrar uma característica sua que ficou marcada nos últimos anos: o uso da segunda unidade como uma equipe independente do time titular. Hoje, a equipe começa com dois pivôs mais tradicionais como LaMarcus Aldridge e Pau Gasol, tendo como reservas dois alas-pivôs que jogam abertos como Davis Bertans e Rudy Gay. Colocar um dos últimos dois no quinteto inicial e passar a trazer o espanhol do banco de reservas pode criar essa possibilidade para Pop sem a necessidade de malabarismos para que um dos dois protetores de aro esteja sempre em quadra cercado por quatro reservas e sem a necessidade de improvisar o letão como pivô ou usar Lauvergne regularmente.
Por que não Parker?
Em uma temporada em que o Spurs parece não ter chances de título devido à campanha do Houston Rockets e ao potencial mostrado pelo Golden State Warriors nos últimos anos, faz sentido dar a titularidade a Murray, talvez o jogador mais promissor do elenco, e acelerar seu desenvolvimento. No entanto, desde que Duncan foi draftado em 1997, tankar não faz parte da filosofia da franquia. Por isso, há de se imaginar que alternativas para que o time vá o mais longe possível são estudadas. E uma delas poderia ser a volta de Parker ao time titular.
Se hoje Murray é peça intocável no quinteto inicial, o francês pode ocupar a vaga que Mills ganhou. Assim, serviria como uma espécie de seguro para quando a inexperiência do jovem na regência da equipe pesar. Com isso, o australiano pode voltar para a segunda unidade, sempre ao lado de Ginobili, deixando o comando do ataque nas mãos do argentino, minimizando sua incapacidade na armação e potencializando sua qualidade como arremessador.
Vale lembrar que Ginobili se tornou sexto homem no Spurs justamente porque ele e Parker eram melhores aproveitados como organizadores do ataque. Por isso, fazia sentido sempre ter um ou o outro em quadra, minimizando seus minutos juntos. Hoje, os dois atuam lado a lado na segunda unidade, o que não faz sentido quando consideramos a história recente da franquia.
Além disso, há outro benefício na possível mudança: ter Murray e Parker pode fazer com que os dois aprendam a jogar sem a bola. O treinamento seria importante pensando no retorno de Leonard ou até mesmo nos minutos em que Ginobili está em quadra.
Tamanho x Kyle Anderson
A ausência de Leonard cria um problema quando olhamos para o elenco do Spurs. Com Bertans e Gay efetivados como jogadores da posição 4, restam apenas Green e Anderson com tamanho para jogar como ala. E o segundo, que vem sendo usado como titular devido à lesão do astro, não consegue estourar mesmo já estando em seu quarto ano na NBA. Até aqui, na temporada, suas médias são de 8,1 pontos e 5,7 rebotes em 27,4 minutos por exibição.
Anderson não convence como arremessador, convertendo somente 29,7% de suas bolas de três pontos na atual campanha. Considerando todo o elenco do Spurs, está à frente apenas de Brandon Paul, com 28,6%, Dejounte Murray, com 25%, Tony Parker, com 20,8%, e Joffrey Lauvergne, que errou os cinco tiros do perímetro que fez na temporada. Além disso, como condutor de bola, perdeu espaço com a ascensão do jovem Murray e segue menos confiável do que os veteranos Parker e Ginobili. Seu bom índice nos rebotes sugere que sua função ideal pode ser como ala-pivô, ficando atrás de Bertans e Gay na rotação para a posição.
Por isso, talvez seja o caso de voltar a ter Green como ala titular e de usar uma segunda unidade mais baixa, com Bryn Forbes completando o perímetro ao lado de Patty Mills e Manu Ginobili. O ala-armador tem médias de 18,1 pontos e 3,7 rebotes a cada 100 posses de bola, convertendo 37,6% de seus arremessos de três. No mesmo recorte, Kyle Anderson tem 14,8 pontos e 10,4 rebotes, com o já citado aproveitamento de 29,7% em tiros do perímetro.
Os números mostram que Forbes é mais útil do que Anderson sem a bola, algo fundamental em uma rotação que já tem Murray, Parker e Ginobili e que pode ter Leonard. O jovem armador e o argentino se revezariam na defesa de jogadores mais altos quando Green estivesse fora.
Conclusões
Seguindo o raciocínio, o time titular teria Murray e Parker como armadores. O fraco desempenho dos dois como arremessadores seria compensado pelas presenças de Green e Bertans nas alas. Aldridge passaria a ser o pivô desta formação, centralizado as ações ofensivas da equipe e se aproveitando do maior espaço que teria para operar no garrafão.
A segunda unidade teria Ginobili comandando o ataque, com Mills e Forbes trabalhando como arremessadores. Gasol seria o pivô, com Gay jogando na posição 4. Há quem possa argumentar a favor da titularidade do camisa #22 no lugar de Bertans, mas ele já está entrosado com os demais reservas. Por enquanto, o jogador esteve em quadra com Ginobili por 464 minutos, com Mills por 455 minutos e com Forbes por 336 minutos. Só passou mais tempo em quadra com Aldridge – foram 472 minutos, e a dupla pode se repetir no fechamento de jogos mais acirrados.
Assim, Anderson jogaria quando algum jogador posição 4 estivesse lesionado, servindo também como primeira alternativa no perímetro seguido por Brandon Paul, novato com experiência no basquete europeu, e Derrick White, que dá seus primeiros passos como jogador profissional. Lauvergne seria acionado quando Aldridge ou Gasol estivessem fora.
Claro que o problema do Spurs não está só dentro de quadra – é perceptível o quanto o time piorou desde a exposição dos problemas internos causados pela suposta insatisfação de Leonard. Mas o bom desempenho no começo da temporada mostra que achar uma rotação sustentável é fundamental para que o time possa retomar o caminho das vitórias.
Spurs (36-27) vs Lakers (28-34) – Despencando

112×116
Nesse sábado (3), o San Antonio Spurs recebeu o Los Angeles Lakers e dominou a partida, mas deixou escapar a vitória e acabou derrotado por 116 a 112. Vamos aos destaques do jogo.
Parker não jogou bem (Reprodução: Brendan Maloney-USA TODAY Sports)
Liderança desperdiçada
Mais uma vez, o Spurs deixou escapar a vitória nos últimos minutos após ter controle total da partida. Após dominar o jogo em sua totalidade, a equipe texana foi superada pelos californianos no fim do último quarto, sendo derrotada por quatro pontos de diferença.

Bertans substituiu Aldridge (Reprodução/nba.com/lakers)
Festividades indesejadas
Até o dia 28 de dezembro de 2017, o San Antonio tinha 24 vitórias e 11 derrotas e ocupava a terceira colocação na Conferência Oeste, estando 3,5 jogos atrás do Houston Rockets, então vice-líder. A partir daquele ponto, entretanto, parece ter havido uma mudança preocupante. Desde então, o comandados de Gregg Popovich têm o recorde de 11 vitórias e 16 derrotas, ou seja, um aproveitamento desastroso.
Próximo desafio
O Spurs volta às quadras contra o Memphis Grizzlies nessa terça-feira (6), às 23h30 (de Brasília), novamente no AT&T Center. Depois, a equipe visita em sequência Golden State Warriors, Oklahoma City Thunder e Houston Rockets em série complicadíssima. Vencer será fundamental, uma vez que o alvinegro caiu para a sexta colocação na Conferência Oeste e já vê sua classificação para os playoffs deste ano ameaçada.
Destaques da partida
San Antonio Spurs
Pau Gasol – 19 pontos, 10 rebotes, 8 rebotes e 3 tocos
Rudy Gay – 15 pontos e 8 rebotes
Patty Mills – 14 pontos
Dejounte Murray – 12 pontos, 7 rebotes e 3 roubos de bola
Los Angeles Lakers
Julius Randle – 25 pontos e 6 rebotes
Isaiah Thomas – 21 pontos e 7 rebotes
Kentavious Caldwell-Pope – 18 pontos e 13 rebotes
Lonzo Ball – 18 pontos, 13 assistências e 7 rebotes
Spurs (36-26) vs Lakers (27-34) – Temporada regular

San Antonio Spurs vs Cleveland Cavaliers – Temporada Regular
Data: 04/03/2018
Horário: 00h00 (Horário de Brasília)
Local: AT&T Center
Onde assistir: NBA League Pass
Após deixar escapar a vitória contra o New Orleans Pelicans, o San Antonio Spurs tenta juntar os cacos para enfrentar o Los Angeles Lakers na madrugada de sábado para domingo. Os texanos não poderão contar com Kawhi Leonard e Pau Gasol, ambos machucados.
Confrontos na temporada (0-1)
12/01/2018 – Spurs 83 @ 91 Lakers
Depois de dois dias de descanso, o Spurs viajou até a California e perdeu para os Lakers. Em partida marcada por inúmeros erros dos texanos, o time da casa venceu levou a melhor.


PG – Dejounte Murray
SG – Danny Green
SF – Kyle Anderson
PF – Davis Bertans
C – LaMarcus Aldridge
Fique de Olho – Um dos únicos destaques positivos dessa temporada, Dejounte Murray terá uma intensa disputa contra os armadores adversários Isaiah Thomas e Lonzo Ball.


PG – Lonzo Ball
SG – Kentavious Caldwell-Pope
SF – Brandon Ingram
PF – Julius Randle
C – Brook Lopez
Fique de Olho – Lonzo Ball é um dos novos jogadores da NBA de quem mais se espera. Alternando entre partidas excepcionais, nas quais anota triplo-doubles, e partidas realmente apagadas, o novato mostra que tem potencial para se tornar um astro da franquia angelina.


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