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Spurs (0) vs Grizzlies (0) – Final do Oeste

San Antonio Spurs vs Memphis Grizzlies – Final da Conferência Oeste
Data: 19/05/2013
Horário: 16h30 (Horário de Brasília)
Local: AT&T Center
Na TV: ESPN
Cotação no Apostas Online: Spurs 1,50 (favorito) vs Grizzlies 2,61
Os playoffs estão ficando cada vez mais difíceis para o San Antonio Spurs. Depois de varrer o Los Angeles Lakers na primeira fase, a franquia texana chegou a ter o mando de quadra roubado pelo Golden State Warriors, mas reagiu bem com dois triunfos na casa do adversário e venceu a série por 4 a 2. O adversário de agora é o perigoso Memphis Grizzlies, algoz da franquia texana na pós-temporada de 2011 e que acaba de eliminar o Oklahoma City Thunder. Vale lembrar, aqui, uma curiosidade: desde que foi para os playoffs pela primeira vez, o time de Kevin Durant só perdeu para os campeões: caiu diante do Los Angeles Lakers em 2010, do Dallas Mavericks em 2011 e do Miami Heat em 2012. Chegou a hora de colocar fim à escrita!


PG – Tony Parker
SG – Danny Green
SF – Kawhi Leonard
PF – Tim Duncan/Boris Diaw
C – Tiago Splitter
Fique de Olho – Boris Diaw e Aron Baynes são os dois jogadores de garrafão que não faziam parte do elenco do Spurs na traumática derrota do Spurs para o Grizzlies em 2011, quando os rebotes foram uma questão fundamental. Como o australiano não deve ter tempo de quadra, o francês aparece como esperança de melhora. Até aqui, o ala-pivô tem médias de quatro pontos, três rebotes e duas assistências em 17,8 minutos por jogo nos playoffs.


PG – Mike Conley
SG – Tony Allen
SF – Tayshaun Prince
PF – Zach Randolph
C – Marc Gasol
Fique de Olho – Zach Randolph foi o principal nome do Grizzlies que eliminou o Spurs em 2011, com médias de 21,5 pontos e 9,2 rebotes em cerca de 37,2 minutos por exibição naquela série. Até aqui, nos playoffs, o ala-pivô apresenta, em média, 19,7 pontos e 9,3 rebotes em 36,4 minutos por partida. Será possível contê-lo dessa vez?
Buraco, literalmente, mais embaixo
Agora, o foco será completamente outro. Depois de conseguir neutralizar o impressionante perímetro do Golden State Warriors e vencer o adversário por 4 a 2 pelas semifinais da Conferência Oeste, o San Antonio Spurs agora se prepara para enfrentar o Memphis Grizzlies na próxima etapa dos playoffs da NBA. Justamente o time que venceu a equipe texana na primeira rodada em 2011, em uma das eliminações mais traumáticas da história da franquia, graças, principalmente, à dupla formada por Zach Randolph e Marc Gasol. Por isso, a partir de domingo (19), os pivôs do time alvinegro, que foram coadjuvantes de sucesso na fase anterior, estarão sob os holofotes.

Splitter x Gasol e Randolph (Eric GayAP)
Antes de enfrentar o Spurs, o Warriors venceu o Denver Nuggets na primeira rodada dos playoffs graças a um ajuste simples promovido pelo técnico Mark Jackson. O time do Colorado tentou usar a solução que está no manual do basquete para frear um arremessador de perímetro: defenda-o com um adversário mais alto, de maior envergadura, e tire dele a visão da cesta. Andre Iguodala parecia ser o homem certo para limitar Stephen Curry. Mas aí entrou o dedo do treinador: nem bem chegava à quadra ofensiva, o armador já recebia um corta-luz. Enquanto saía do bloqueio e ia em direção à linha de três pontos, o astro tinha então três opções: arremessar, se livre; usar a velocidade para infiltrar, se a defesa reagiu ao início da jogada com uma troca; ou achar um homem livre em caso de dobra. E o mais novo xodó da NBA acabou sendo mortal executando todas as três.
A mesma tática não deu certo para o Spurs a princípio, quando Kawhi Leonard tentou defender Curry. Por ser o homem mais alto e de maior porte físico do perímetro do Spurs, o ala ficava constantemente preso nos bloqueios estabelecidos pelos pivôs do Warriors perto da metade da quadra. A resposta de Gregg Popovich, então, foi tirar seus pivôs do garrafão – por mais estranho que isso possa soar. Sempre que o armador do time de Oakland recebia um corta-luz alto, um big man tomava posição para contestar seu arremesso enquanto o defensor de perímetro do time texano se recuperava. Não era necessário acompanhar o grandalhão adversário, já que Andrew Bogut, Festus Ezeli, Carl Landry, David Lee e Andris Biedrins não são ameaças na linha dos três pontos.
Agora, no entanto, o buraco, literalmente, é mais embaixo. o Spurs precisará defender um time que concentra toda sua produção ofensiva no garrafão, nas mãos de Randolph e Gasol. Um novo plano de jogo defensivo terá de ser elaborado por Pop – provavelmente baseando-se nas atuações do Grizzlies contra o Oklahoma City Thunder, série que acabou 4 a 1 para a franquia de Memphis. E, assistindo às partidas do confronto, pude notar que o ataque da equipe costuma basear-se em um padrão.
O Grizzlies costuma começar seus ataques com Mike Conley centralizado, com Tony Allen e Tayshaun Prince bem abertos e com os dois pivôs na cabeça do garrafão, na formação conhecida como “horns” – na figura abaixo, é possível notar como, do armador aos alas, o desenho parece o de dois chifres.

Conley então passa pelo bloqueio de um dos pivôs, que, em seguida, corta em direção à cesta. Mas o armador costuma acionar o outro big man na cabeça. Geralmente esse homem é Gasol, que é um passador acima da média para sua posição, quem recebe a bola, enquanto Randolph tenta estabelecer uma boa posição no garrafão. Isto posto, dá a impressão que Tim Duncan, aquele que melhor consegue manter os adversários afastados do aro, é a melhor opção para defender o ala-pivô. Mas não é bem assim.
Contra outros jogadores pesados, como Serge Ibaka e Kendrick Perkins, Z-Bo usou e abusou dos arremessos de média distância e do ataque aos pivôs adversários nas infiltrações. Duncan já não é nenhum garoto para acompanhá-lo, e não há cenário mais perigoso nessa série para o Spurs do que ter seu melhor jogador de garrafão carregado por faltas.
Por isso, Pop deverá delegar a função a Tiago Splitter – justamente ele, que, em 2011, era a quinta opção no garrafão, atrás de Duncan, Antonio McDyess, Matt Bonner e DeJuan Blair. Se conseguir manter Z-Bo longe da cesta e se fizer com que o ala-pivô gaste mais energia do que o normal na defesa, o pivô será o responsável por fazer com que o Spurs comece a série em vantagem na questão dos duelos individuais e force Lionel Hollins, o bom técnico do Grizzlies, a fazer alguns ajustes em seu ataque. Resta saber se o brasileiro conseguirá ser a solução para o problema, que, dessa vez, é mais embaixo.
Prévia de Spurs x Grizzlies – Final do Oeste

Hora de Splitter tentar segurar Gasol (Jerry Lara/San Antonio Express-News)
Está na hora da revanche! Eliminado pelo Memphis Grizzlies na primeira rodada dos playoffs de 2011, o San Antonio Spurs agora terá a chance de dar o troco na final da Conferência Oeste deste ano, que começará a ser disputada no domingo (19). Antes de chegar a essa fase, a franquia texana venceu o Los Angeles Lakers por 4 a 0 e, em seguida, o Golden State Warriors por 4 a 2. A equipe do Tennessee, por sua vez, eliminou Los Angeles Clippers em seis jogos e Oklahoma City Thunder em cinco.
Na temporada regular, o Spurs terminou em segundo e o Grizzlies em quinto. Por isso, a equipe alvinegra começa a série com a vantagem do mando de quadra em mãos. Isso pode fazer a diferença, já que, até aqui, quem atuou em seus domínios venceu. Foram quatro jogos no campeonato, com dois triunfos para cada lado. Relembre as partidas a seguir:
01/12/2012 – Spurs 99 x 95 Grizzlies
Após a polêmica multa imposta por David Stern ao Spurs, que havia poupado seus titulares no jogo anterior, contra o Miami Heat, o time texano respondeu dentro de quadra e, em casa, venceu o Grizzlies na prorrogação. O destaque do alvinegro naquela noite foi Tony Parker, com 30 pontos, seis assistências e quatro rebotes.
11/01/2013 – Spurs 98 @ 101 Grizzlies
Pela segunda vez em dois jogos, Spurs e Grizzlies decidiram o jogo na prorrogação. Porém, na primeira visita à casa do rival, o Spurs foi derrotado pelo adversário pela primeira vez na temporada. Mais uma vez Tony Parker, com 22 pontos, sete assistências e três roubadas de bola, acabou como o cestinha da equipe.
16/01/2013 – Spurs 103 x 82 Grizzlies
Com grande atuação no terceiro período, o Spurs impôs ao Grizzlies a maior vitória sobre o adversário na temporada. Tim Duncan liderou o time de San Antonio naquela noite com 19 pontos, oito rebotes, cinco tocos e quatro assistências.
01/04/2013 – Spurs 90 @ 92 Grizzlies
Mais uma viagem do Spurs a Memphis e mais uma derrota diante do Grizzlies. Apesar do resultado negativo, Tony Parker, com 25 pontos e quatro assistências, foi o cestinha da noite. Manu Ginobili, Kawhi Leonard e Tim Duncan não atuaram naquela partida.
E agora? Será que o mando de quadra continuará sendo tão importante assim na pré-temporada? A seguir, os blogueiros do Spurs Brasil respondem a essa e a outras perguntas e dão seus palpites para a série. Confira:
Bruno Alves
Palpite: Spurs 4 a 3
Só de pensar no Grizzlies, o torcedor do Spurs já tem calafrios, fruto das memórias reminiscentes dos playoffs de 2011. O garrafão do time de Memphis, com Zach Randolpg e Marc Casol, talvez seja o mais forte da NBA, e vai conseguir muitos rebotes ofensivos em cima da nossa rotação de pivôs, que, embora tenha melhorado de 2011 pra cá, continua não sendo o ponto forte do elenco. Além disso, Mike Conley e Tony Allen são dois excepcionais defensores, e vão complicar e muito a vida de Tony Parker e Manu Ginobili, que já mostraram não estar com a mão totalmente calibrada nestes playoffs. Os texanos vão precisar usar sua perfeição tática e uma defesa muito forte para superar a equipe adversária.
Peça-chave do Spurs: Kawhi Leonard
Peça-chave do Grizzlies: Marc Gasol
Leonardo Sacco
Palpite: Grizzlies 4 a 2
Fim da linha para o Spurs. O time pegará a melhor defesa da liga, com uma dupla de pivôs bastante sólida e uma marcação de perímetro boa. O Grizzlies não conta com um destaque individual como Stephen Curry, mas tem Marc Gasol em fase exuberante, seguido ainda de boas atuações de Mike Conley e Zach Randolph. A chance do time texano estará em uma melhora significativa de Tony Parker, que deverá melhorar seu arremesso de média distância e tentar menos infiltrações, já que o garrafão adversário é muito bem fechado.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Grizzlies: Marc Gasol
Lucas Pastore
Palpite: Grizzlies 4 a 2
Na temporada, o Grizzlies foi o 11º time que mais pegou rebotes na NBA, enquanto o Spurs foi apenas o 21º. No número de rebotes ofensivos, mais uma vez vantagem para a franquia de Memphis, que ficou em terceiro, enquanto os texanos foram os penúltimos. Além disso, o time de San Antonio foi o 13º que mais cedeu segundas chances para os oponentes, enquanto o rival foi quem menos ofereceu em toda a liga. Foi assim que a equipe do Tennessee venceu a do Texas nos playoffs de 2011… Até acho que o alvinegro está mais forte com Danny Green, Kawhi Leonard, Boris Diaw e Tiago Splitter ocupando os minutos que eram de George Hill, Richard Jefferson, Antonio McDyess e DeJuan Blair. Mas o mesmo pode ser dito do outro lado, principalmente com Tayshaun Prince, Quincy Pondexter e Jerryd Bayless assumindo as funções que eram de Shane Battier, Sam Young e O.J. Mayo. Espero estar errado.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Warriors: Mike Conley
Sergio Neto
Palpite: Spurs 4 a 3
Será a melhor série dos playoffs, tudo o que se espera de um Spurs x Grizziles. O time de Memphis virá com um fortíssimo garrafão com Marc Gasol e Zach Randolph, que será o maior problema da equipe texana. Pelo lado do alvinegro, acredito que o diferencial será a rotatividade do perímetro com Tony Parker, Danny Green, Kawhi Leonard, Manu Ginobili, Cory Joseph… O Memphis não será páreo, apesar de boas atuações de Mike Conley e Tayshaun Prince. A defesa e a experiencia da franquia de San Antonio serão o diferencial.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Grizzlies: Zach Randolph
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 a 2
O Grizzlies chega na final do Oeste em um momento mais favorável e jogando com mais regularidade que o Spurs. O ponto forte, todos sabem, é o poderoso garrafão formado por Zach Randolph e Marc Gasol, que deve impor um jogo físico desde o primeiro segundo em quadra. Mas vale lembrar que este time terminou apenas em quinto na temporada regular, e a equipe texana leva vantagem em dois aspectos: banco de reservas e mando de quadra (nos confrontos diretos na temporada, cada equipe venceu seus dois jogos em casa). Olho no trabalho de Tiago Splitter, hoje muito mais ambientado que na série em 2011, e em Boris Diaw, que sequer fazia parte do elenco naquela ocasião. A presença de ambos deve dar um upgrade defensivo para a franquia texana.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Grizzlies: Zach Randolph
Vinicius Esperança
Palpite: Spurs 4 a 3
Revivendo um dos piores momentos da historia do Spurs, o time enfrentará o forte Grizzlies, tendo uma lembrança dos playoffs de 2011, quando o alvinegro texano foi desclassificado após ter feito a melhor campanha da Conferência Oeste na temporada regular. A equipe de Memphis tem um garrafão muito forte, que sempre cresce durante as finais, além do defensor do ano, o pivô Marc Gasol. Porém, diferentemente de 2011, a rotação da franquia texana conta agora com um Tim Duncan jogando como garoto, e com um Tiago Splitter cada vez melhor na defesa, sendo capaz, assim, de frear o ímpeto ofensivo do adversário.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Memphis: Marc Gasol
Olho neles!


Entre os seis blogueiros do Spurs Brasil que participaram da prévia, dois optaram por destacar Tony Parker e dois escolheram Tiago Splitter. O pivô brasileiro deverá ajudar Tim Duncan a combater o imponente garrafão adversário, enquanto o armador francês será importante para levar o foco do confronto para o perímetro.


Dos seis blogueiros do Spurs Brasil que opinaram, três apontaram Marc Gasol como peça-chave do Grizzlies na série. No ataque, o espanhol pode causar estragos com passes e arremessos de média distância e, do outro lado da quadra, o pivô, que foi eleito o melhor defensor da temporada, terá a missão de conter Tim Duncan.
Spurs (4) @ (2) Warriors – Hora da vingança!

94×82
O San Antonio Spurs viajou até Oakland, nesta quinta-feira (16), buscando um triunfo para fechar a série contra o Golden State Warriors. E venceu, muito graças a uma sufocante defesa imposta do início ao fim, pelo placar de 94 a 82. Com o resultado, os texanos fizeram 4 a 2 no placar do confronto e agora pegam o Memphis Grizzlies pela Final da Conferência Oeste. O primeiro confronto é já neste domingo.
Não foi desta vez, Curry (NBA/Getty Images)
Como nos velhos tempos
Assistir ao jogo 6 desta série foi como voltar no tempo. Famoso no início dos anos 2000 por sua poderosa defesa, o Spurs acabou abdicando um pouco desta característica nas últimas temporadas, mas nesta quinta-feira atuou como se ainda estivéssemos em 2003 ou 2005. Os texanos seguraram o Warriors a apenas 82 pontos, disparado a produção mais baixa da equipe de Oakland em toda a série.
Para ter uma ideia do tamanho do feito, a marca obtida pelo Warriors nesta partida é 22,5 pontos menor que a média dos californianos nos playoffs, que é de 104,5 por partida (melhor ataque de todo o mata-mata). O aproveitamento nos arremessos, que na pós-temporada foi de 46,9%, nesta partida ficou em somente 38,8%.
Carrapatos
Boa parte dos méritos passam pelas mãos de Danny Green e Kawhi Leonard. É elogiável o trabalho que os dois passaram a fazer sobre Stephen Curry e Klay Thompson depois da dupla ter causado sérios problemas nos jogos 1 e 2 da série.
Curry até conseguiu seus pontos: foram 22 na partida – boa parte deles quando acabou marcado por Parker -, mas o aproveitamento geral foi de apenas 10-25. Os tiros de três pontos, que são sua principal arma, foram o tempo todo abafados – inclusive com dobras na marcação -, e o armador acertou apenas duas em oito tentativas. Já Thompson somou dez pontos, com um baixo aproveitamento de 4-12 nos arremessos (2-4 de três pontos).
Duncan voltou a incomodar no garrafão (NBA/Getty Images)
“Big One”
O Spurs costuma apoiar seu trabalho em quadra em seu trio de estrelas, formado por Tim Duncan, Tony Parker e Manu Ginobili, o chamado “Big Three“. Desta vez, no entanto, só o ala-pivô brilhou, enquanto os dois companheiros tiveram atuações bem abaixo da média.
Enquanto Duncan registrou 19 pontos e seis rebotes, sendo o cestinha texano na partida, Parker sofreu para converter suas infiltrações e arremessos de média distância. Nestes tipos de jogada, o francês conseguiu apenas um acerto em 13 tentativas. Surpreendentemente, o francês se saiu melhor longe da cesta, convertendo dois de três arremessos de três pontos (ambos no final do quarto período em momentos chaves). Já a Manu, que teve aproveitamento de 1-6 e somou apenas cinco pontos, restou o papel de organizador: o argentino deixou a quadra com 11 assistências.
Diante de uma forte defesa e um garrafão poderoso como o do Grizzlies, Parker e Manu terão de pontuar com maior consistência para aliviar a carga de Duncan.
Xô, zica!
Dois anos se passaram desde que o Spurs, então dono da melhor campanha do Oeste na temporada 2010/2011, sofreu uma das derrotas mais dolorosas de sua história. Os texanos eram amplos favoritos na primeira rodada diante do oitavo colocado, o Memphis Grizzlies, mas foram surpreendidos e voltaram mais cedo para casa com um 4 a 2 na bagagem.
O tempo passou, mas a ferida aberta por Zach Randolph e companhia ainda sangra. Chegou a hora de espantar de vez a “zica” e buscar a vingança, agora na final do Oeste. O Jogo 1 já tem data marcada: é neste domingo, às 16h30, no AT&T Center.
Destaques da partida
San Antonio Spurs
Tim Duncan – 19 pontos, 6 rebotes e 3 tocos
Kawhi Leonard – 16 pontos e 10 rebotes
Tiago Splitter – 14 pontos e 4 rebotes
Tony Parker – 13 pontos e 8 assistências
Golden State Warriors
Stephen Curry – 22 pontos e 6 assistências
Jarrett Jack – 15 pontos
Carl Landry – 11 pontos e 6 rebotes
Spurs (3) @ (2) Warriors – Semifinal do Oeste

San Antonio Spurs @ Golden State Warriors – Semifinal da Conferência Oeste
Data: 16/05/2013
Horário: 23h30 (Horário de Brasília)
Local: Oracle Arena
Na TV: ESPN
Cotação no Apostas Online: Spurs 1,86 (favorito) @ Warriors 1,95
A vitória tranquila no jogo 5 deixou o San Antonio Spurs em posição relativamente confortável na série, válida pela semifinal da Conferência Oeste, e empurrou toda a pressão para o lado do Golden State Warriors. Com 3 a 2 na série, os texanos vão para a Califórnia como “franco-atiradores”, com duas possibilidades em mãos: se vencer, fecham em 4 a 2 e vão encarar o Memphis Grizzlies na final; se perderem, trazem o duelo para o decisivo jogo 7, em casa.
Série nos playoffs (3-2)
06/05/2013 – Spurs 129 vs 127 Warriors
Uma vitória sofrida, quase uma derrota, mas o Spurs conseguiu concretizar o resultado positivo graças a uma defesa intensa nos momento finais. Stephen Curry teve uma partida espetacular, anotando 44 pontos. Do lado texano, destaque para Tony Parker e Danny Green, com 28 e 22 pontos, respectivamente. Menção honrosa para Manu Ginobili, que garantiu a vitória nos instantes cruciais da segunda prorrogação com um arremesso de três pontos.
08/05/2013 – Spurs 91 vs 100 Warriors
Pode-se afirmar que o Spurs foi surpreendido pelo Warriors. O elenco californiano estava inspirado, com Klay Thompson anotando 34 pontos e Stephen Curry fazendo 22. Pelo Spurs, destaque para Tim Duncan, com 23 pontos e nove rebotes, e Tony Parker, com 20 pontos.
10/05/2013 – Spurs 102 @ 92 Warriors
Neste jogo, tivemos de volta o bom e velho Spurs que estamos acostumados a ver. Vale destacar a defesa intensa de Danny Green e Kawhi Leonard no jovem armador dos rivais, Stephen Curry, que não teve descanso o jogo inteiro. Tony Parker foi o cestinha com 32 pontos e, pelo Warriors, Klay Thompson teve 16.
12/05/2013 – Spurs 87 @ 97 Warriors
Vencendo durante a partida inteira, o Spurs deixou a vitória escapar das mãos na prorrogação. Tim Duncan anotou mais um double-double, com 19 pontos e 15 rebotes (na temporada, foram 40 em 77 jogos). Do lado do Warriors, Harrison Barnes e Jarrett Jack mostraram que não é só de Stephen Curry que se faz o time, marcando 26 e 24 pontos, respectivamente.
14/05/2013 – Spurs 109 vs 91 Warriors
A partida mais tranquila do Spurs em toda a série até então. Dominando desde os primeiros minutos, os texanos anularam Stephen Curry e Klay Thompson e conseguiram uma vitória fácil jogando no AT&T Center. Tony Parker brilhou com 25 pontos e dez assistências.


PG – Tony Parker
SG – Danny Green
SF – Kawhi Leonard
PF – Tim Duncan
C – Tiago Splitter
Fique de Olho – Enquanto as atenções estão voltadas para os duelos no perímetro, Tim Duncan passa quase despercebido pelos olhares menos atentos. Mas o “Big Fundamental” continua com sua costumeira eficiência no garrafão. Com 14 pontos e 11 rebotes no jogo 5, o ala-pivô conquistou seu 143º duplo-duplo em playoffs, segunda maior marca ha história da liga, ao lado de Wilt Chamberlain e atrás apenas de Magic Johnson, que tem 157.


PG – Stephen Curry/Jarrett Jack
SG – Klay Thompson
SF – Harrison Barnes
PF – Carl Landry
C – Andrew Bogut
Fique de Olho – Parece que Danny Green encontrou a fórmula para frear Stephen Curry, mas o mesmo não se pode de dizer de Tony Parker sobre Jarrett Jack. Como permanece muitos minutos em quadra ao lado do astro de seu time, Jack acaba sendo marcado, na maioria das vezes, pelo francês, e tem feito a festa, se aproveitando da atenção que o companheiro atrai. Saindo do banco, anotou 20 pontos no jogo 5 e 24 no jogo 4.


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