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Spurs (1) vs Lakers (0) – Com o pé direito

91×79
A pós-temporada de 2013 começou bem para o San Antonio Spurs. Neste domingo (21), a franquia texana recebeu o Los Angeles Lakers e venceu o adversário por 91 a 79, no primeiro jogo da série, válida pela primeira rodada dos playoffs da Conferência Oeste. Confira, a seguir, o que de mais importante aconteceu na partida.
Começou bem! (D. Clarke Evans/NBAE/Getty Images)
Brilho do Big Three
A principal preocupação dos torcedores do Spurs antes do início dos playoffs era em relação à condição física de Tony Parker e Manu Ginobili. Porém, contra o Lakers, os dois mostraram que estão prontos para a fase decisiva. O francês, bem marcado por Steve Blake, até começou mal, acertando somente três dos 12 primeiros arremessos de quadra que tentou. Porém, aos poucos, o armador foi entrando no jogo e converteu cinco de seus últimos nove tiros, terminando a partida com 18 pontos e sendo um dos cestinhas da equipe. O outro foi justamente o argentino, que se mostrou calibrado e marcou 18 pontos em apenas 19 minutos!
Além deles, Tim Duncan exibiu o talento de sempre para brilhar embaixo da cesta. Mesmo jogando contra Pau Gasol e Dwight Howard, o ala-pivô deixou a quadra com 17 pontos, dez rebotes e três roubadas de bola.
Splitter ajudou a marcar D12 (D. Clarke Evans/NBAE/Getty Images)
Batalha no garrafão
Dwight Howard terminou o jogo com 20 pontos e 15 rebotes. Pau Gasol, com 16 pontos e 16 rebotes. Mesmo assim, é possível dizer que o Spurs fez um bom trabalho ao defender o forte garrafão do Lakers. Pop fez um ajuste tático em relação aos jogos da temporada regular e deslocou Tiago Splitter para marcar o Superman, o que, pelo menos neste jogo, deu certo. O time texano terminou o jogo com 43 ressaltos, apenas um a menos do que os visitantes. Grande parte disso se deve à dedicação de Kawhi Leonard, que foi o líder dos donos da casa no fundamento com 11.
Segunda unidade
Mesmo com o desfalque de Kobe Bryant, o Los Angeles Lakers tem um quinteto titular de respeito. Por outro lado, o banco se mostrou um ponto fraco nesta primeira partida da série. Os visitantes conseguiram apenas dez pontos de seus reservas, contra 40 do Spurs.
Mesmo sem contar com a produção de Ginobili, os mandantes venceram o “duelo de coadjuvantes” por 22 a 10. E vale lembrar que a segunda unidade do time texano pode ficar ainda mais forte quando Tracy McGrady estrear – na partida de domingo, o ala-armador esteve entre os inativos, ao lado do contundido Boris Diaw.
Destaques da partida
San Antonio Spurs
Tony Parker – 18 pontos, 8 assistências, 3 rebotes e 3 roubadas de bola
Manu Ginobili – 18 pontos, 3 assistências e 2 roubadas de bola
Tim Duncan – 17 pontos, 10 rebotes e 3 roubadas de bola
Matt Bonner – 10 pontos e 5 rebotes
Los Angeles Lakers
Dwight Howard – 20 pontos, 15 rebotes e 2 tocos
Pau Gasol – 16 pontos, 16 rebotes, 6 assistências e 2 roubadas de bola
Steve Nash – 16 pontos e 3 assistências
Spurs (0) vs Lakers (0) – Primeira rodada dos playoffs

San Antonio Spurs vs Los Angeles Lakers – Primeira rodada dos playoffs
Data: 21/04/2013
Horário: 16h30 (Horário de Brasília)
Local: AT&T Center
Na TV: SPORTS+
Cotação no Apostas Online: Spurs 1,23 (favorito) vs Lakers 4,25
Neste domingo, o San Antonio Spurs, em casa, faz sua estreia na série contra o Los Angeles Lakers, válida pela primeira rodada dos playoffs. Apesar de ter concluído a temporada com a vice-liderança da Conferência Oeste, a equipe texana terminou o campeonato aos trancos e barrancos, e a condição física de Tony Parker e de Manu Ginobili é uma grande interrogação. Também é duvidosa é a presença de Tracy McGrady, que foi contratado recentemente e ainda não estreou. A única certeza é o desfalque do lesionado Boris Diaw. Pelos angelinos, Kobe Bryant e Jordan Hill, machucados, estão fora, enquanto Steve Nash é dúvida.


PG – Tony Parker
SG – Danny Green
SF – Kawhi Leonard
PF – Tim Duncan
C – Tiago Splitter
Fique de Olho – Contra um garrafão forte como o do Lakers, Tiago Splitter será importante para limitar Pau Gasol e para combater Dwight Howard durante o descanso de Tim Duncan. Na temporada, suas médias foram de 10,3 pontos e 6,4 rebotes por exibição. Contra os angelinos, esses números subiram para 11,3 pontos e 11 rebotes por partida.


PG – Steve Nash/Steve Blake
SG – Jodie Meeks
SF – Metta World Peace
PF – Pau Gasol
C – Dwight Howard
Fique de Olho – A possível presença de Steve Nash pode alterar o jogo de diferentes maneiras. O criativo armador pode colocar a já imponente dupla de garrafão do Lakers em boa situação com maior facilidade. Por outro lado, ver o canadense marcando Tony Parker pode ser uma boa notícia para a torcida do Spurs.
Hora de T-Mac!
Uma das minhas maiores expectativas em relação à participação do San Antonio Spurs na pós-temporada é para ver como o técnico Gregg Popovich vai utilizar Tracy McGrady na série contra o Los Angeles Lakers, que começará neste domingo (21). O ala-armador, contratado no último dia 16, estava atuando no basquete chinês e não jogava uma partida de NBA desde os playoffs do ano passado, quando defendeu o Atlanta Hawks. Mesmo assim, acho que o jogador pode ser muito útil na campanha rumo ao pentacampeonato.
É natural que, jogando em um basquete menos competitivo como o chinês, T-Mac conseguiria bons números: foram 25 pontos, 7,2 rebotes e 5,1 assistências em 31,6 minutos de média ao longo dos 29 jogos que ele disputou com a camisa do Qingdao Eagles. O novo camisa #1 do Spurs foi o 15º maior cestinha da liga local. Mas o ala-armador se destacou mesmo nos passes decisivos, se colocando na sexta colocação no campeonato e voltando a exibir uma característica que o marcou em seus últimos anos de NBA: a criatividade.
Em sua fase de veterano na liga americana, McGrady viveu seu melhor momento com a camisa do Detroit Pistons na temporada 2010/2011, com oito pontos, 3,5 assistências e 3,5 rebotes em 23,4 minutos por exibição. Claramente prejudicado fisicamente, o astro reinventou seu jogo, que passou a depender mais da técnica – algo que acompanhamos Tim Duncan fazer gradativamente ao longo dos anos. Resultado: o antigo ala-armador explosivo e pontuador virou um point-forward que saía do banco de reservas para comandar a segunda unidade em quadra. Funcionou com primazia.
Nas 25 vitórias que conseguiu com o Pistons daquela temporada, T-Mac foi usado em 20% das posses da bola enquanto esteve em quadra. Nas 47 derrotas, por outro lado, apenas 18,4% das jogadas passaram por suas mãos. Ou seja: mesmo aos 31 anos de idade e prejudicado pelas inúmeras lesões que o atrapalharam ao longo da carreira, o jogador ainda conseguia ser relevante em um time de NBA.
Porém, na temporada 2011/2012, o Hawks, que teve em seu elenco os armadores Jeff Teague, Kirk Hinrich, Jannero Pargo e Donald Sloan – além de Joe Johnson, responsável pela condução de bola na reta final das partidas -, resolveu tirar McGrady do comando das jogadas e devolvê-lo à função de pontuador no perímetro. Resultado: o atleta teve a bola em mãos em só 18,2% das posses enquanto esteve em quadra e viu suas médias caírem para 5,3 pontos, três rebotes e 2,1 assistências em 16,1 minutos por exibição.
Na semana passada, defendi a promoção de Manu Ginobili para o quinteto titular do Spurs. O problema seria o enfraquecimento da segunda unidade, já reduzida por conta da dispensa de Stephen Jackson. Mas é exatamente aí que está a deixa para T-Mac. O reforço da franquia texana serviria como reserva de Kawhi Leonard, mas para fazer uma função diferente da do ala segundanista: armar o jogo enquanto os suplentes estiverem em quadra.
Com Ginobili efetivado no quinteto inicial, a segunda unidade passaria a ter, no perímetro, McGrady como point-forward e Gary Neal e Danny Green funcionando como arremessadores no ataque. Na defesa, Green ficaria encarregado do adversário mais perigoso; dos dois que sobrassem, Neal pegaria o mais baixo e T-Mac o mais alto. No garrafão, não tem jeito: é aturar Matt Bonner e DeJuan Blair até Boris Diaw voltar de contusão, já que duvido que Pop vá confiar em Aron Baynes durante os playoffs.
Pop já declarou que quer Leonard em quadra por 35, 40 minutos em quadra na pós-temporada. Por isso, T-Mac deverá ter, no máximo, 13 minutos para mostrar serviço – tempo que parece apropriado para um veterano com o físico avariado. Mas, mesmo nesse tempo reduzido, o camisa #1 tem talento para provar que pode armar um jogo com mais maestria do que Nando De Colo, Cory Joseph e Patrick Mills fizeram ao longo da temporada regular. Se isso acontecer, o banco do Spurs voltará a assustar.
Jackson diz que desentendimento causou sua dispensa

No último dia 12, a dispensa de Stephen Jackson, liberado pelo San Antonio Spurs, pegou o mundo da NBA de surpresa. Gregg Popovich, técnico da franquia texana, comentou sobre o caso, sem, no entanto, dar muitos detalhes. Logo surgiram rumores que o Capitão estaria insatisfeito com seu papel na rotação por se achar melhor que outros jogadores do plantel e que um desentendimento com o treinador culminou em seu desligamento. E, de acordo com reportagem do site americano Project Spurs, o ala deu força a esses rumores.

A relação azedou (Reprodução/footbasket.com)
“Tivemos um desentendimento. Ele queria que eu concordasse que jogadores eram melhores do que eu, e eu não concordei. Estive na NBA por um bom tempo, então é simplesmente algo com que eu não concordo e que eu não tenho o controle”, disse Jackson, em entrevista à revista americana Sister 2 Sister.
“Ele é o técnico. Ele controla quem joga e ele controla o time, algo que eu respeito. Ao mesmo tempo, sei o que eu posso fazer e o que eu venho fazendo por toda a minha carreira, e eu estou longe de estar pronto para me aposentar. Então, não posso deixar alguém me dizer em que estágio eu estou com 35 anos de idade. Para mim, simplesmente não faz sentido”, completou o atleta, campeão da NBA em 2003 com o Spurs.
Nesta temporada, Jackson apresentou médias de 6,2 pontos (37,3% FG, 27,1% 3 PT, 70% FT) e 2,6 rebotes em 19,5 minutos por exibição – no perímetro, teve menos tempo de quadra do que Tony Parker (32,9 minutos por jogo), Kawhi Leonard (31,2), Danny Green (27,5), Manu Ginobili (23,2) e Gary Neal (21,8).
Por ter sido liberado após o dia 1º de março, Jackson não poderá disputar os playoffs por nenhuma outra equipe. A data da dispensa parece ter causado certo incômodo no jogador.
“Foi conversado antes do All-Star Game, antes da data limite para trocas… sobre eu não querer estar aqui e sobre minha ida para outros times, mas eles não queriam fazê-lo na época. Se eles tivessem feito, eu estaria em outro time agora”, declarou o Capitão.
Prévia de Spurs x Lakers – Primeira rodada dos playoffs

Duelo de gerações (Mark J. Terrill/AP)
Enfim, está chegando a hora! Depois de intermináveis 82 jogos na temporada regular, vão começar os playoffs da NBA. O San Antonio Spurs, que terminou o campeonato na vice-liderança da Conferência Oeste, com 58 vitórias e 24 derrotas, vai enfrentar o Los Angeles Lakers, com recorde de 45-37. O time angelino venceu o Houston Rockets na quarta-feira (17) e passou o adversário, assumindo o sétimo lugar e entrando no caminho do alvinegro texano.
A série Spurs x Lakers começará a ser disputada no domingo (clique aqui e confira a agenda completa do confronto). Ao longo da temporada, as equipes se enfrentaram três vezes, com os texanos vencendo dois jogos e os angelinos vencendo a partida mais recente. Relembre:
13/11/2012 – Spurs 84 @ 82 Lakers
No primeiro duelo entre as equipes na temporada, o Spurs foi até Los Angeles e venceu graças a uma cesta de três pontos de Danny Green no fim do jogo. O comandante texano naquela noite foi Tony Parker, que deixou a quadra com 19 pontos, sete assistências e quatro rebotes.
09/01/2013 – Spurs 108 vs 105 Lakers
Mesmo sem contar com Pau Gasol e Dwight Howard, o Lakers deu trabalho na única partida da temporada em que os dois times mediram forças no Texas. No entanto, os angelinos acabaram derrotados pelo Spurs, que mais uma vez foi comandado por Tony Parker – o armador francês anotou 24 pontos e seis assistências.
14/04/2013 – Spurs 86 @ 91 Lakers
Tim Duncan foi bem, com 23 pontos, dez rebotes, quatro assistências e três tocos, mas recebeu pouca ajuda na única derrota do Spurs para o Lakers na temporada. Já sem Kobe Bryant, machucado, os angelinos apostaram em Dwight Howard, que correspondeu ao conseguir 26 pontos e 17 rebotes.
Agora, chegou a hora do Spurs medir forças com o rival nos playoffs. A seguir, os blogueiros do Spurs Brasil contam o que esperam da série e dos jogadores que poderão ajudar a decidi-la. Confira as análises abaixo:
Leonardo Sacco
Palpite: Spurs 4 a 2
Enfrentar o Lakers poderia ser a pior das hipóteses para qualquer time da parte de cima da tabela. Deixou de ser com a lesão de Kobe Bryant. Para o Spurs, a missão de vencer a tradicional franquia californiana parece ainda mais simples. Sem o veneno do Black Mamba vindo do perímetro, “sobram” os pivôs Pau Gasol e Dwight Howard, notavelmente melhores após a contusão do ala-armador. Mas o time texano tem Tim Duncan em uma das melhores fases dos últimos anos. Nenhum atleta de garrafão fez frente a The Big Fundamental nesta temporada. Eis a chave para a vitória. Aos californianos, resta que D12 faça como já fez com o Orlando Magic, quando levou o time da Flórida à final: muitos rebotes, muitos pontos e algumas assistências ao afunilar o jogo no garrafão e achar os chutadores livres – no caso, Steve Nash e Steve Blake. E é sempre bom lembrar o quanto Tony Parker costuma se sobressair ao encontrar o armador canadense na pós-temporada. Dá Spurs, sem muitos problemas.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Lucas Pastore
Palpite: Spurs 4 a 2
Abril talvez tenha sido o pior mês para o Spurs na temporada regular. Com Tony Parker e Manu Ginobili baleados, o time teve dificuldades para manter o basquete vistoso apresentado entre o começo e o meio do campeonato. Agora, a franquia texana enfrentará um time que conta com Dwight Howard, peça ideal para fechar a porta para as infiltrações do francês e do argentino e para dominar fisicamente o garrafão do alvinegro. Mas não custa lembrar que os adversários estarão sem Kobe Bryant – acho difícil que Mike D’Antoni consiga reformular o ataque sem sua principal referência em tão pouco tempo. Por isso, aposto em vitória da equipe de San Antonio, mas sem moleza.
Peça-chave do Spurs: Tiago Splitter
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Pedro Suaide
Palpite: Spurs 4 a 1
O Spurs vem de mais uma ótima temporada, terminando em segundo na Conferência Oeste, e vai pegar o forte time do Lakers, que não convenceu ao longo do campeonato – e ainda por cima sem Kobe Bryant. Não acredito que os californianos serão varridos, pois têm um elenco forte, mesmo indo mal na primeira fase, mas o time texano é mais experiente, mais entrosado, está com mais moral e não terá de marcar o Black Mamba, que consegue ficar melhor ainda nos playoffs. Agora sim, separaremos meninos de homens, Duncans de Howards, Parkers de Nashs e assim por diante.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Sergio Neto
Palpite: Spurs 4 a 1
Eu acho que o Lakers tenta, mas não para o Spurs nos playoffs. Os jogos serão acirrados, com nenhum resultado apresentando mais de 15 pontos de diferença. O Lakers sentirá falta de uma liderança e Howard não conseguirá suprir tal necessidade.
Peça-chave do Spurs: Tim Duncan
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Victor Moraes
Palpite: Spurs 4 a 2
Apesar de ter garantido vaga nos playoffs apenas na última partida da temporada, o Los Angeles Lakers possui tradição vencedora e um elenco com talentos individuais que não podem ser desprezados – mesmo com a ausência de Kobe Bryant. Dwight Howard e Pau Gasol causarão problemas no garrafão, principalmente nos rebotes. No perímetro, Tony Parker pode tirar vantagem da fragilidade defensiva de Steve Nash e Steve Blake e dominar partidas, mas vale também ficar de olho em como atuarão Manu Ginobili, voltando de lesão, e o recém-chegado Tracy McGrady.
Peça-chave do Spurs: Tony Parker
Peça-chave do Lakers: Dwight Howard
Vinicius Esperança
Palpite: Spurs 4 a 3
O Spurs não vem mostrando seu melhor basquete e, com Manu Ginobili voltando de lesão, Tony Parker ainda não engrenando e Tracy McGrady chegando somente agora à franquia, o time pode se complicar. Jogar contra uma equipe com Dwight Howard e Pau Gasol não vai ser fácil. Minha teoria é de um jogo centralizado em Steve Nash, passando a bola para os dois pivôs pontuaram com facilidade.
Peça-chave do Spurs: Manu Ginobili
Peça-chave do Lakers: Steve Nash
Olho neles!


Três dos seis blogueiros do Spurs Brasil que participaram da prévia apontaram Tim Duncan como o cara mais importante do time texano na série contra o Lakers. Com Tony Parker e Manu Ginobili ainda baleados, o ala-pivô deverá ser a principal referência da equipe. Além disso, The Big Fundamental terá a responsabilidade de tentar conter Dwight Howard no garrafão.


Quase que por unanimidade, Dwight Howard foi apontado por nós como maior ameaça do Lakers na série. O pivô da franquia angelina se transformou na principal referência do time no ataque e na defesa após a contusão de Kobe Bryant, e será importante para fechar o garrafão contra as infiltrações de Tony Parker e Manu Ginobili e para combater Tim Duncan no garrafão.



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