Arquivo mensal: março 2009
Spurs (44-21) @ Rockets (43-25) – Vitória nos instantes finais

O San Antonio foi até Houston para enfrentar a equipe do Rockets e levou a melhor em pleno Toyota Center. Com uma atuação brilhante do armador Tony Parker, o Spurs conseguiu a vitória apenas nos intantes finais.

Parker vibra após converter uma cesta. (AP Photo/David J. Phillip)
O primeiro quarto começou disputadíssimo, com as duas equipes errando pouco e se revezando no placar. Nenhuma equipe conseguia se distanciar no marcador, e isso permaneceu até o final do período, que terminou empatado em 22.
No segundo quarto, os visitantes começaram logo com uma bola de perímetro de Mason, que foi respondida na mesma moeda no lance seguinte por Wafer. Com a partida ainda muito equilibrada, o Spurs conseguiu abrir uma pequena vantagem de cinco pontos faltando ainda metade do período a ser jogado. Faltando menos de dois minutos, o Houston chegou a ficar a apenas um ponto atrás, mas Finley e Parker trataram logo de abrir novamente a vantagem, levando a equipe de San Antonio para os vestiários liderando por sete pontos.

Mesmo com pouco tempo de quadra, Gooden conseguiu destaque com 13 pontos
No segundo tempo, o jogo continuou com o mesmo equilíbrio do primeiro, com as duas equipes errando muito pouco. Porém, logo o Spurs ampliou a vantagem para 11 pontos. Sentindo que os donos da casa estavam escapando no placar, a equipe do Rockets iniciou uma reação e chegou a virar o jogo com um arremesso de Brooks, mas, no estouro do cronômetro, Finley mandou uma bomba de três para repor o Spurs na frente por um ponto.
O período derradeiro não foi diferente do restante do jogo. Com poucos erros e o jogo equilibradíssimo, as duas equipes iam se revezando no placar até o Spurs abrir uma diferença de sete pontos faltando menos de três minutos para acabar a partida. Os donos da casa, embalados por sua torcida, chegaram a ficar a apenas um ponto a 43 segundos do fim, mas, com dois lances livres, Parker tratou de enterrar as esperanças da equipe do Rockets. Brooks ainda tentou o empate com uma bola de três, mas errou e a vitória ficou mesmo com o Spurs.
Destaques da partida
San Antonio Spurs
Tony Parker – 28 pontos e oito assistências
Tim Duncan – 15 pontos e 12 rebotes
Michael Finley – 17 pontos
Houston Rockets
Ron Artest – 21 pontos e nove rebotes
Yao Ming – 18 pontos e 11 rebotes
Aaron Brooks – 18 pontos
Vencedor da promoção Spurs Brasil 1 ano
Primeiro, eu gostaria de pedir desculpa aos leitores e aos participantes pela demora no anúncio do vencedor da promoção. Haviamos prometido anunciar no último dia 12, porém alguns problemas impossibilitaram que o anúncio fosse feito antes.
Então vamos logo ao assunto. O vencedor, que irá receber em casa o DVD especial da conquista da temproada 2006/2007, foi Eduardo Lopes da Cruz, da cidade de Pontalinda, São Paulo, e deve receber em sua casa o prêmio até o final do mês. E este foi o texto que ele nos enviou:
San Antonio Spurs – 10 Anos e Uma Dinastia
Com certeza um dos times mais odiados da NBA atual, talves por seu estilo de jogar mais defensivo, e um ataque simples e objetivo, sem magnificas enterradas ou pontes aéreas, mais sim um time campeão.
Dono de 4 de títulos de campeão, feito não conseguido por muitas franquias
com mais tempo de liga que a de San Antonio, o Time de Greg Popovick valoriza a marcação e o jogo coletivo, deixando de lado a individualidade e o jogo 100% ofensivo.
Um time acolhedor que faz com que seus jogadores se sintam valorizados e indispensaveis, mesmo não estando e boa fase ou no banco de reservas. Essa é a formula do sucesso da equipe nas ultimas 10 temporadas. Enquanto vemos há anos equipes como Lakers, Heat, Cavaliers dentre outras concentrando suas jogadas em seu principal jogador, a equipe do texas sempre jogou de forma coletiva, quem nunca se surpreendeu ao ver Tim Duncan prester a penetrar a defesa adversaria, ao em vez disso fazer um passe para um arremesso de longa distancia.
Vamos aos jogadores que passaram pela franquia: considerada por todos e apelidada como as torres gêmeas, a dobradinha Duncan e Robinson enchia os olhos dos torcedores com pontos em arremessos quase perdidos, enterradas mágicas, tocos incriveis. Uma prova disso é que na 2º Temporada da dupla, a mesma nos proporcionou a alegria do 1º titulo em uma era onde Jordam reinava em absoluto. Tiveram outros jogadores que cravaram seu nome na equipe como Sean Eliott, Avery Johnson, Mario Elie. Quem não se lembra da vibração de Sean Eliot no íitulo de 1998-1999. Ainda sem falar em Sthephen Jackson, Bruce Bowen, Tony Parker e Manu Ginobili.
Com a aposentadoria do Almirante Robinson, as torres gêmeas tinham chegado ao fim, no seu lugar tomou forma não outra dupla, mais sim um trio de ferro formado por Duncan, Parker e Ginobili: Duncan continuou seu legado de ótimo jogador defensivo e bom pontuador, sempre colaborando com seus double – doubles; Parker com seus passes precisos e suas infiltrações inesperadas pela devesa adversária e por último os malabares, enfiltrações, enterradas e arremeços precisos com sua canhota, Manu Ginobili que hoje passa por problemas fisicos, foi e ainda é mesmo sem poder jogar na atual temporada peça fundamental para a equipe. Jogador que veio na temporada 2002-2003 mais que só arregaçou suas mangas de verdade a partir da temporada 2004-2005, quando ganhou definitivamente seu espaço na equipe.
Na atual temporada o San Antonio tem a 2º melhor campanha do Oeste e a 5º melhor da liga, ao contrario de equipes como Celtics, Cavaliers, Lakers e Hockets que obtiveram reforços de peso, a equipe do texas manteve a base das últimas temporadas, selecionando jogadores de apoio como Roger Mason Jr. e George Hill, alem da ótima temporada realizada por Matt Bonner, melhor da sua carreira até o presente momento, suprindo a enorme falta que Manu Ginobili faz a equipe.
Concluindo, sou fã dessa equipe do Texas desde que comecei a acompanhar a NBA, acho que talvez pela primeira impressão que tive vendo Duncan e Robinson juntos contra Jordan, Kobe Bryant e O’Neal, dentre outros, mas também pelo espirito de equipe e sentimento de contentamento e alegria passados pelos seus jogadores. Um time que me proporcionou muitas alegrias e que espero continuar proprocionando.
E se o deles fosse igual ao delas?

O leitor mais fiel do nosso blog deve ter acompanhado o post de Bruno Pongas na última segunda-feira, com sua coluna De Olho Neles. No artigo em questão, me chamou atenção a forma como o All-Star Game europeu é disputado; é uma seleção européia contra outra do resto do mundo.
Fiquei imaginando como seria o duelo em terras norte-americanas. Claro, ele passaria por uma adaptação; seria uma seleção dos EUA e outra reunindo atletas de todos os países. Seria bastante legal ver jogadores como Chris Paul, Deron Willians, Kobe Bryant, Dwyane Wade, Carmelo Anthony, Shaquille O’Neal e Dwight Howard, entre outros, jogando juntos – uma vez que nem todos atendem à seleção nacional, e aqueles que atendem têm poucas oportunidades no calendário.
Do lado dos “desafiantes”, veríamos nomes como Tony Parker, José Calderón, Leandrinho, Manu Ginobili, Dirk Nowitzki, Pau Gasol, Anderson Varejão e Nenê. Seria a união de várias escolas, mostrando para o mundo que nem somente nos EUA se pratica bom basquetebol. Além disso, subiriam consideravelmente as chances de brasileiros disputarem o ASG.
Seria uma interessante forma de dar uma mudada e, quem sabe, atrair mais audiência ao evento, que, pelo menos aqui no Brasil, foi bastante criticado. A oportunidade de ver os melhores jogadores norte-americanos atuando juntos aumentaria bastante a procura pelo evento.
Além disso, seria uma chance da seleção dos EUA se fortalecer ainda mais, acostumando esses atletas a jogarem juntos. Uma iniciativa da liga que uniria o útil ao agradável para eles. Mas isso é somente uma sugestão de um blogueiro brasileiro, nada mais do que isso. Quem sabe um dia.
San Antonio Spurs (43-21) @ Houston Rockets (43-24) – Temporada Regular

Pré-Jogo – San Antonio Spurs @ Houston Rockets – Temporada Regular
Local: Toyota Center
Horário: 21:30 (Horário de Brasília)
Data: 14/02/2009
Situação do Jogo
O San Antonio Spurs vai ao Toyota Center enfrentar o rival de divisão Houston Rockets. Além da rivalidade local, este jogo será de fundamental importância para a definição da tabela de classificação. O Spurs é segundo na conferência com, 43 viórias e 21 derrotas, enquanto o Rockets é o terceiro, com as mesmas 43 vitórias porém 24 derrotas. Uma vitória dos visitantes amplia a vantagem e praticamente assegura a segunda colocação, enquanto uma derrota dos anfitriões pode fazer a equipe despencar na classificação.
Confronto na Temporada (1-1)
14/11/2008 – Spurs 77 vs. 75 Rockets
Em jogo muito feio e com poucas oportunidades, o San Antonio Spurs derrotou o Houston Rockets por apenas dois pontos de vantagem. Naquele dia, o destaque do Spurs foi o armador George Hill, que anotou 17 pontos, pegou seis rebotes e distribuiu cinco assistências. Pelo lado do Rockets, Ron Artest foi o melhor, com 18 pontos.
29/11/2008 – Spurs 84 @ 103 Rockets
Atuando fora de casa, o San Antonio Spurs foi derrotado pelo rival texano, apesar dos esforços que acabaram não sendo suficientes. Após um começo desastroso, o Spurs conseguiu reduzir a diferença para apenas dois pontos no começo do terceiro período, porém a equipe de Houston voltou a abrir vantagem e venceu.
Fique de Olho

Aaron Brooks assumiu a titularidade na armação do Rockets após a troca que levou Rafer Alston ao Orlando Magic, e vem correspondendo bem à nova condição. O armador, rápido e ágil nas infiltrações, tem boa capacidade para pontuar e deve ser seguido de perto por Tony Parker.
A trajetória de Drew Gooden – Parte 1


Gooden nos tempos em que jogava pela Universidade do Kansas (Foto por Stephen Dunn/Getty Images)
Andrew Melvin Gooden, conhecido como Drew Gooden, jogou na Liga universitária, a NCAA, pelo Kansas Jayhawks, da Universidade do Kansas. Gooden, junto com Nick Collison e Kirk Hinrich, formavam um grande trio de novatos na temporada 1999/2000. Em seu primeiro ano, Kansas venceu 24 de 34 partidas e caiu frente ao Duke Blue Devils na segunda rodada do NCAA Basketball Tournament de 2000. Na temporada seguinte, o Jayhawks conquistou 26 vitórias em 33 partidas, caindo apenas diante do Illinois Fighting Illini no NCAA Tournament Sweet Sixteen de 2001.
Sua melhor temporada na universidade foi em 2002, quando ele foi o líder nacional em rebotes e foi escolhido pela associação dos técnicos do basquete universitário o melhor jogador do ano. O Jayhawks conseguiu 33 vitórias em 37 partidas. Eles avançaram para seu primeiro Final Four desde 1993. Porém, eles acabaram perdendo para o futuro campeão daquela temporada, o Maryland Terrapins, na semifinal.

Gooden cumprimenta David Stern após ser selecionado na 4ª posição do Draft de 2002 pelo Memphis Grizzlies
Depois do grande ano, Gooden foi selecionado na quarta escolha do Draft de 2002 pelo Memphis Grizzlies, ficando atrás apenas do pivô Yao Ming e do ala-armador Mike Dunleavy.
Na temporada 2002/03, ele era peça fundamental no Grizzlies ao lado do espanhol Pau Gasol. Em 51 partidas, 29 delas como titular, ele teve médias de 12.1 pontos e 5.8 rebotes em 26.1 minutos. Porém, em 20 de fevereiro de 2003, o Memphis enviou Drew juntamente com Gordan Giricek ao Orlando Magic, e o Grizzlies recebeu Mike Miller, Ryan Humphrey e uma escolha futura de primeira rodada. Ao lado de pivôs experientes como Shawn Kemp e Andrew DeClercq, o ala-pivô fez um bom restante de temporada regular, com 19 jogos; destes, 18 como titular, anotando médias de 13.6 pontos e 8.4 rebotes em 28.6 minutos por jogo. Escolhido para o primeiro time dos novatos, o ala-pivô teve sua primeira participação em playoffs. Em sete partidas, todas como titular, ele teve médias de 14 pontos e 12.7 rebotes em 33.1 minutos em quadra.

Drew em sua passagem pelo Orlando Magic (Foto por Lisa Blumenfeld/Getty Images)
Na primeira temporada completa em um time, Gooden se tornou o sexto homem da equipe, saindo do banco na maioria das partidas. O Magic fez a pior campanha em 2003/04, perdendo 61 das 82 partidas da temporada. Ele manteve suas médias, com 11.6 pontos e 6.5 rebotes em 27 minutos por partida.
Mas, durante a off season, em 23 de julho de 2004, o Orlando trocou Drew juntamente Steven Hunter e os direitos de Anderson Varejão com o Cleveland Cavaliers, recebendo Tony Battie e duas escolhas futuras de segunda rodada no draft.
Na próxima semana, continuaremos contando os caminhos de Drew Gooden em sua carreira.



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